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16 de setembro de 2026

Business

Hub da Louis Dreyfus em Rondonópolis une operações de insumos e algodão

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Foto: Louis Dreyfus Company/Divulgação

A Louis Dreyfus Company (LDC) inaugurou um hub logístico em Rondonópolis, em Mato Grosso, que integra as operações de insumos e algodão da companhia. Localizado no terminal rodoferroviário do município, o complexo foi projetado para permitir que o produtor entregue o algodão e retorne com fertilizantes, inclusive por meio da modalidade de “barter” (operação de troca). A estrutura visa aumentar a eficiência dos fluxos logísticos e reduzir a pegada de carbono por tonelada movimentada na região.

O ativo conta com uma misturadora de fertilizantes com capacidade estática superior a 100 mil toneladas e um armazém de algodão em pluma para mais de 20 mil toneladas. A operação é automatizada com o uso de elevadores, tombadores e esteiras, o que elimina a necessidade de pás carregadeiras no recebimento de produtos. A escolha por Rondonópolis, pontua a companhia, reflete a relevância da cidade como o principal polo logístico de Mato Grosso, que lidera a produção nacional de algodão com 70% da área plantada e responde por 22% do consumo brasileiro de fertilizantes.

Segundo Bruno Andrade, diretor comercial de insumos da LDC para a região North Latam, a estrutura garante a disponibilidade do produto no momento da demanda real do campo. “Desta forma, garantimos a disponibilidade do fertilizante exatamente quando o produtor precisa, sincronizando a cadeia de fornecimento com a demanda real do campo”, explica o executivo.

Ele afirma ainda que o ativo posiciona a companhia entre os principais players do setor. “O hub fortalece a companhia enquanto parceira estratégica do fornecedor e produtor, e a posiciona como um dos principais players de fertilizantes do país ao expandir sua presença geográfica e maximizar seu portfólio de produtos por meio de mistura própria”, acrescenta Andrade.

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Louis Dreyfus Company Rondonópolis Foto Ednilson Aguiar Prefeitura de Rondonópolis
Foto: Ednilson Aguiar/Prefeitura de Rondonópolis

Competitividade e mercado global

A integração entre originação, armazenagem e logística busca acompanhar o avanço da produção nacional. Para Dawid Wajs, diretor da plataforma de algodão da LDC, o investimento foca no desenvolvimento das cadeias produtivas.

“A LDC, que é uma líder mundial na comercialização de algodão, ao integrar originação, armazenagem e logística, acompanha o crescimento da produção nacional e contribui para potencializar a competitividade da fibra brasileira no mercado global”, declara.

O presidente da LDC Brasil, Michel Roy, ressaltou que o projeto faz parte da estratégia de longo prazo da empresa, iniciada há 175 anos. “O investimento neste hub integra a nossa estratégia de longo prazo para fortalecer a capacidade de comercialização, que é onde tudo começou há 175 anos atrás. E aí traz as sinergias com a logística e as operações de fertilizantes e algodão”, afirmou Roy.

O prefeito de Rondonópolis, Cláudio Ferreira, acompanhou a inauguração e destacou o potencial logístico da cidade para novos investimentos. “Aqui é um grande lugar. Tem a logística toda, tem o nosso povo trabalhador, empreendedor. Enfim, vamos cooperar junto para continuar alimentando o mundo”.


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É nesta quinta! A Abertura Nacional do Plantio da Soja 26/27 vem aí; saiba como assistir ao vivo

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Imagem gerada por IA

Está chegando a hora! É amanhã, 17 de setembro, que acontece a Abertura Nacional do Plantio da Soja 2026/27. A partir das 9h, pelo horário de Brasília, você poderá acompanhar ao vivo pelo Canal Rural e pelo YouTube tudo o que acontece na Fazenda Horizontina, em Ipiranga do Norte (MT).

Ao longo da programação, os participantes vão acompanhar debates sobre os principais assuntos que devem movimentar o setor durante o novo ciclo. Entre os destaques está a discussão sobre a verticalização da soja na produção de alimentos e energia.

Além de marcar oficialmente a largada da safra 2026/27, a Abertura Nacional terá um significado especial neste ano. O evento também dará início às comemorações dos 15 anos do Projeto Soja Brasil, iniciativa que acompanha de perto as transformações, os desafios e os avanços da produção de soja no país.

Falta pouco! Amanhã, acompanhe a Abertura Nacional do Plantio da Soja 2026/27 pelo Canal Rural e pelo YouTube.

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Leilão de compra de arroz da Conab adquire apenas 5% do ofertado

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Foto: Paulo Lanzetta

O primeiro leilão de compra de arroz para formação de estoques públicos realizado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) nesta quarta-feira (16) não obteve o sucesso esperado.

A expectativa do governo era adquirir até 127,3 mil toneladas do cereal a granel da safra 2025/26, classe longo-fino em casca, Tipo 1, a fim de mitigar os possíveis impactos associados ao fenômeno climático El Niño e, assim, assegurar o abastecimento no país.

No entanto, o pregão eletrônico realizado pelo Sistema de Comercialização Eletrônica da entidade (Siscoe), resultou na compra de apenas 4,05 mil toneladas, ou 5,1% do total ofertado.

Segundo o analista da consultoria Safras & Mercado Evandro Oliveira, o leilão ocorreu em um momento inoportuno, sem qualquer pedido de ajuda por parte dos produtores, e ofereceu preços pouco atrativos, até mesmo abaixo das referências do mercado físico, dependendo da região.

De acordo com ele, já se esperava baixa adesão diante dos preços máximos oferecidos pelo leilão, entre R$ 80 a R$ 82 reais por saca, valores semelhantes aos praticados hoje no mercado físico. “Então, os preços não foram suficientemente atrativos para movimentar volumes significativos nesse leilão”, pontuou.

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No Rio Grande do Sul, nas praças de produção e comercialização de Pelotas e ainda no litoral, o arroz está sendo negociado na faixa de R$ 80,00 a R$ 85,00 por saca, chegando a R$ 90 no porto.

“Logo, os valores oferecidos pelo leilão ficaram bem abaixo do necessário para atrair uma demanda significativa, o que explica o fracasso da operação”, salientou o analista.

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Conab fará leilões para comprar até 224 mil toneladas de milho

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Duas operações de compra de milho em grãos preveem a aquisição de até 224 mil toneladas para formação de estoques públicos. Os leilões eletrônicos serão realizados na sexta-feira (18) e na segunda-feira (21), às 9h, com recebimento do produto em unidades armazenadoras de oito unidades da Federação. A medida também prevê oferta posterior por meio do Programa de Vendas em Balcão (ProVB).

Segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o volume de até 224 mil toneladas corresponde ao total das duas operações. O segundo leilão ofertará apenas os lotes que não forem negociados no primeiro certame, sem que a compra total ultrapasse esse limite.

A operação da sexta-feira (18), referente ao Aviso nº 64/2026, será exclusiva para a agricultura familiar. Poderão participar produtores rurais familiares, cooperativas de produtores rurais familiares e associações da agricultura familiar com Cadastro Nacional da Agricultura Familiar (CAF) ou Declaração de Aptidão ao Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (DAP) válida.

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Já o leilão da segunda-feira (21), Aviso nº 65/2026, será em ampla concorrência. O certame admite a participação de produtores rurais, cooperativas e comerciantes, desde que atendam às exigências de cadastramento, habilitação jurídica e regularidade fiscal previstas no aviso.

O milho será recebido em unidades armazenadoras localizadas na Bahia, Distrito Federal, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Rio Grande do Sul. As operações serão realizadas pela Conab no Sistema de Comercialização Eletrônica da Companhia (Siscoe), em Brasília.

Os participantes precisam estar cadastrados na bolsa por meio da qual apresentarão propostas e em situação regular no Sistema de Cadastramento Unificado de Fornecedores (Sicaf), no Cadastro Informativo de Créditos não Quitados do Setor Público Federal (Cadin) e no Sistema de Cadastro Nacional de Produtores Rurais e Demais Agentes (Sican).

O produto deverá seguir os padrões de classificação estabelecidos nos avisos e vir acompanhado de certificado emitido por entidade credenciada pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). O preço máximo de compra será divulgado com pelo menos dois dias úteis de antecedência. Os arrematantes deverão apresentar garantia de 5% do valor da operação e organizar o cronograma de entrega com a unidade regional responsável pelo recebimento.

Após a aprovação do milho entregue, o pagamento aos fornecedores deverá ocorrer em até dez dias úteis. Caso todo o volume seja negociado na operação exclusiva para a agricultura familiar, não haverá lotes remanescentes para a disputa em ampla concorrência.

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Fonte: gov.br

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