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11 de maio de 2026

Sustentabilidade

Sucessão soja-algodão promove redução da pragas, doenças e plantas daninhas e melhora a saúde do solo – MAIS SOJA

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O agricultor brasileiro está a todo vapor com a safra de soja 2025/26. Mas o planejamento para a cultura sucessória já deve estar encaminhado. Em algumas regiões brasileiras, sobretudo o Mato Grosso, ocorre a sucessão entre a soja e o algodão. Nestas áreas, após a colheita da oleaginosa, que acontece no início do ano, o produtor realiza o plantio da cotonicultura, mantendo o solo com uma cultura plantada durante todo o ano, já que o ciclo do algodoeiro pode chegar a 220 dias. Neste sistema, o agricultor tem alguns percalços: como a presença de plantas daninhas e soqueiras. Para auxiliá-lo neste desafio, o uso de sementes de soja com biotecnologias é fundamental. Entre as ferramentas para apoiar o produtor está o Sistema Enlist®, da Corteva Agriscience.

A sucessão de culturas no sistema soja-algodão é uma estratégia valiosa para maximizar o uso da terra e uma oportunidade de alternar as culturas dentro de um sistema produtivo. “A rotação é possível em regiões com janelas de plantio mais longas e bom regime hídrico, permitindo colher a soja em tempo hábil para o estabelecimento do algodão”, explica Pedro Borges, gerente de Marketing de Licenciamento para a Região Norte na Corteva Agriscience.

Como as variedades de soja com biotecnologia auxiliam no cultivo da pluma?

No sistema soja-algodão, o produtor precisa enfrentar um dos principais desafios agrícolas: a curta janela de semear requer agilidade para obter bons resultados. “Para reduzir essa limitação, o uso de variedades de soja com ciclo precoce tem se mostrado uma prática assertiva. A escolha estratégica permite o escalonamento da semeadura, favorecendo o cultivo de ambas as culturas e mantendo altos rendimentos. Nesse contexto, a seleção criteriosa de variedades tornou-se uma das principais decisões para o sucesso do produtor. A busca por opções com ciclo adequado, adaptados à região e com biotecnologia é fundamental para otimizar a produção, maximizando resultados e garantindo a rentabilidade do negócio”, pontua Borges.

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Para auxiliar neste cenário, o produtor rural pode contar com benefícios importantes ao utilizar o Sistema Enlist®, formado pelos pilares de Sementes e Biotecnologias, Herbicidas e Genética de Alta Produtividade, aliado à base de Boas Práticas Agrícolas. Variedades de soja com a tecnologia Enlist E3® são tolerantes aos herbicidas Enlist® Colex-D® (novo 2,4-D sal colina), glifosato e glufosinato de amônio. Já as variedades Conkesta E3®, além da tolerância aos três herbicidas, trazem também duas proteínas Bt (Cry1F e Cry1Ac), que auxiliam na proteção contra as principais lagartas da soja.

De acordo do Borges, a escolha da semente da oleaginosa é essencial na rotação entre as culturas. “As variedades STS devem ser evitadas na rotação soja e algodão devido à dificuldade de controlar as plantas voluntárias de soja na cultura do algodão, pois os herbicidas utilizados para este manejo são predominantemente herbicidas ALS. O Sistema Enlist conta com diversas variedades de soja não STS para apoiar o produtor neste desafio”.

Controle de plantas daninhas

O agricultor que optar em plantar a Soja Enlist E3® ou a Soja Conkesta E3® poderá aplicar o herbicida Enlist® Colex-D® (novo 2,4-D sal colina) para auxiliar no controle das soqueiras e plantas voluntárias do algodão. O herbicida é o único do mercado à base do novo 2,4-D sal colina e que pode ser aplicado em pós-emergência das sojas Enlist E3® e Conkesta E3®, promovendo redução de até 90% no potencial de deriva, ultrabaixa volatilidade, redução de odor, além de mais facilidade e controle na operação de rotação soja e algodão.

“A eliminação da soqueira e das plantas voluntárias de algodão é extremamente importante para redução de pragas e doenças, como o Bicudo-do-algodão e a Ramulária, que utilizam essas voluntárias como ‘ponte verde’. Além do controle da soqueira do algodão, capim pé-de-galinha e vassourinha-de-botão, plantas daninhas com grande incidência no Centro-Oeste, que causam danos produtivos à lavoura”, avalia Borges.

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Além disso, há a possibilidade do uso de herbicida Enlist® Colex-D® próximo ao plantio da soja (plante-aplique ou aplique-plante) traz muito mais flexibilidade no manejo das plantas daninhas e plantas remanescentes de algodão e controle da operação. “As soqueiras rebrotam após a colheita, a partir da parte aérea cortada ou da raiz que permanece no solo. Se as condições forem favoráveis (umidade, temperatura), a planta pode emitir novos ramos e continuar viva, prejudicando o desenvolvimento da soja”, finaliza Borges.

Os eventos de soja transgênica contidos nas variedades de sojas Enlist E3® e Conkesta E3® são desenvolvidos e pertencem conjuntamente à Corteva Agriscience e à M.S. Technologies L.L.C.

Sobre a Corteva

A Corteva, Inc. (NYSE: CTVA) é uma empresa global agrícola que combina inovação e liderança do setor, elevado envolvimento com o cliente e execução operacional para fornecer soluções lucrativas para os principais desafios agrícolas do mundo. A Corteva gera preferência de mercado vantajosa por meio de sua estratégia de distribuição, junto com seu mix equilibrado e globalmente diversificado de sementes, proteção de cultivos, produtos digitais e serviços. Com algumas das marcas mais reconhecidas na agricultura e um pipeline de tecnologia bem posicionado para impulsionar o crescimento, a empresa está comprometida em maximizar a produtividade dos agricultores, enquanto trabalha com stakeholders em todo o sistema alimentar, cumprindo sua promessa de enriquecer a vida daqueles que produzem e consomem, garantindo o progresso das próximas gerações. Mais informações disponíveis clicando aqui.

Fonte: Assessoria de imprensa Corteva

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Sustentabilidade

SOJA/CEPEA: Recorde de exportações sustenta receita – MAIS SOJA

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O Brasil segue liderando as exportações de soja. As vendas são impulsionadas pela forte demanda global, sobretudo da China. Segundo o Cepea, apesar da pressão exercida pela ampla oferta interna, pela desvalorização cambial e pelo recuo das cotações domésticas, o bom desempenho das exportações tem sustentado a receita do setor.

Em abril, o Brasil exportou 16,75 milhões de toneladas de soja, recorde da série da Secex, com aumentos de 15,35% frente ao volume de março e de 9,6% em relação ao verificado no mesmo mês de 2025. Os embarques à China, especificamente, avançaram 17,6% de março para abril. No acumulado de janeiro a abril, as vendas externas somaram 40,24 milhões de toneladas, também o maior volume já registrado para o período.

Fonte: Cepea


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Autor:Cepea

Site: Cepea

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Sustentabilidade

Cooperativismo catarinense supera 109 mil empregos diretos e amplia a geração de vagas em 7,1% em 2025 – MAIS SOJA

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O cooperativismo catarinense encerrou 2025 como um dos principais geradores de trabalho e renda em Santa Catarina. No ano passado, o setor foi responsável por 109.677 empregos diretos com carteira assinada, segundo dados consolidados do Sistema OCESC.

O resultado representa uma alta de 7,1% em relação a 2024, quando o setor registrou 102.402 trabalhadores. “Cada emprego criado pelo cooperativismo representa renda e estabilidade para as famílias e fortalece as comunidades onde as cooperativas atuam. Esse avanço mostra um modelo que alia eficiência e impacto social, que organiza pessoas, amplia oportunidades e distribui desenvolvimento no território, com impacto direto nas economias regionais”, diz o presidente do Sistema OCESC, Vanir Zanatta.

O movimento também acompanha a ampliação da base social do cooperativismo. Em 2025, o número de cooperados em Santa Catarina ultrapassou o marco de cinco milhões, garantindo novamente a liderança do estado como o mais cooperativista do Brasil. “O cooperativismo cresce quando entrega resultado econômico e, ao mesmo tempo, mantém o foco nas pessoas. É isso que sustenta crescimento com consistência: gestão, presença regional e compromisso com quem participa do sistema”, afirma Zanatta.

Os dados de 2025 mostram equilíbrio por gênero entre os empregos diretos do cooperativismo catarinense: 54.570 homens e 55.107 mulheres. Os números traduzem um modelo que combina equidade, competitividade e compromisso social em diferentes ramos e regiões.

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A maior parte das vagas está concentrada em Santa Catarina, com 84.776 postos de trabalho. Outros 24.901 empregos estão localizados fora do estado, o equivalente a 29,4% do total, resultado da expansão de cooperativas catarinenses no cenário nacional.

A presença fora de Santa Catarina amplia a capacidade de competir em diferentes regiões, mantendo vínculos com a base produtiva e com as cadeias econômicas que se estruturam no território catarinense.

“O cooperativismo gera trabalho formal, movimenta cadeias produtivas e cria oportunidades onde as pessoas vivem. Os resultados aparecem nos indicadores, mas o principal efeito está na transformação que esse modelo produz na vida dos cooperados, colaboradores e comunidades”, conclui Zanatta.

Fonte: Sistema Ocesc, disponível em Fecoagro



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Autor:Sistema Ocesc, disponível em Fecoagro

Site: Fecoagro/SC

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Sustentabilidade

MILHO/CEPEA: Preço segue em queda com estoque elevado e maior oferta – MAIS SOJA

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Influenciados pela maior oferta, em decorrência da colheita da safra de verão e dos estoques de passagem elevados da temporada 2024/25, os preços do milho seguem recuando na maior parte das regiões acompanhadas pelo Cepea. Neste cenário, compradores indicam facilidade na realização de efetivações e aguardam novas baixas.

Segundo o Centro de Pesquisas, parte dos vendedores se mostra mais flexível nas negociações no spot. Com armazéns recebendo lotes da safra de verão (soja e milho) e os estoques de passagem remanescentes da última temporada, há maior necessidade de liberação de armazéns e de formar caixa.

De acordo com pesquisadores do Cepea, as quedas só não foram mais intensas devido à preocupação com o atual clima nas regiões produtoras da segunda safra, já que algumas áreas enfrentam falta de chuva e altas temperaturas. Além disso, a previsão de frentes frias voltou ao radar dos agentes.

Caso isso se confirme, o potencial produtivo das lavouras pode ser reduzido. Até o momento, a Conab estima que serão produzidas 109,11 milhões de toneladas na segunda safra.

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Fonte: Cepea



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Autor:Cepea

Site: Cepea

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