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11 de maio de 2026

Sustentabilidade

Brasil deve reduzir ritmo de exportações de soja em 2026, aponta Safras & Mercado

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Soybean pods on soybean plantation, on farmer open palm hand background, close up.

As exportações brasileiras de soja deverão totalizar 105 milhões de toneladas em 2026, abaixo dos 108,2 milhões registrados em 2025, segundo o quadro de oferta e demanda divulgado pela consultoria Safras & Mercado nesta quinta-feira (16). A estimativa indica uma retração de 3% nos embarques, refletindo um cenário de maior processamento interno e estoques mais elevados.

Na projeção anterior, divulgada em novembro, a consultoria previa exportações de 109 milhões de toneladas. A revisão reforça a tendência de que parte maior da produção brasileira deverá ser destinada ao esmagamento doméstico.

Safras estima que o processamento de soja no Brasil alcance 60 milhões de toneladas em 2026, ante 58,5 milhões em 2025. A consultoria não projeta importações para o próximo ano, enquanto para 2025 o volume importado está previsto em 969 mil toneladas.

A oferta total de soja no país deverá crescer 5% em 2026, chegando a 183,79 milhões de toneladas, impulsionada por mais uma safra recorde. Já a demanda total deve recuar 1%, para 168,42 milhões de toneladas. Com isso, os estoques finais podem saltar 241%, passando de 4,51 milhões para 15,37 milhões de toneladas.

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Segundo o analista de Safras & Mercado, Rafael Silveira, o cenário de mercado será fortemente influenciado pelo aumento da produção e do processamento industrial.

“O crush pode alcançar 60 milhões de toneladas, com produção estimada de 47,4 milhões de toneladas de farelo e 11,7 milhões de toneladas de óleo de soja”, destacou.

No segmento de subprodutos, a produção de farelo de soja deve subir 2% em 2026, para 47,4 milhões de toneladas. As exportações do derivado devem crescer de 23,3 milhões para 24,7 milhões de toneladas, enquanto o consumo interno está projetado em 20,7 milhões de toneladas, alta de 8%. Os estoques de farelo devem avançar 34%, para 7,97 milhões de toneladas.

Silveira observa que o nível confortável de estoques tende a pressionar os prêmios do farelo para baixo, mesmo com a CBOT em torno de US$ 300 por tonelada curta, o que pode favorecer a competitividade brasileira no mercado externo.

Já a produção de óleo de soja deve crescer 3%, para 11,7 milhões de toneladas. O Brasil deverá exportar 1,1 milhão de toneladas, queda de 19%, enquanto o consumo interno deve subir 3%, para 10,55 milhões de toneladas. O uso do óleo para biodiesel deve aumentar 5%, alcançando 6,15 milhões de toneladas.

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Com maior processamento, Safras prevê estoques de óleo de soja 63% mais altos, chegando a 386 mil toneladas.

“O maior esmagamento e a maior produção de óleo tendem a resultar em estoques mais elevados ao final de 2026”, concluiu o analista.

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Sustentabilidade

SOJA/CEPEA: Recorde de exportações sustenta receita – MAIS SOJA

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O Brasil segue liderando as exportações de soja. As vendas são impulsionadas pela forte demanda global, sobretudo da China. Segundo o Cepea, apesar da pressão exercida pela ampla oferta interna, pela desvalorização cambial e pelo recuo das cotações domésticas, o bom desempenho das exportações tem sustentado a receita do setor.

Em abril, o Brasil exportou 16,75 milhões de toneladas de soja, recorde da série da Secex, com aumentos de 15,35% frente ao volume de março e de 9,6% em relação ao verificado no mesmo mês de 2025. Os embarques à China, especificamente, avançaram 17,6% de março para abril. No acumulado de janeiro a abril, as vendas externas somaram 40,24 milhões de toneladas, também o maior volume já registrado para o período.

Fonte: Cepea


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Autor:Cepea

Site: Cepea

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Sustentabilidade

Cooperativismo catarinense supera 109 mil empregos diretos e amplia a geração de vagas em 7,1% em 2025 – MAIS SOJA

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O cooperativismo catarinense encerrou 2025 como um dos principais geradores de trabalho e renda em Santa Catarina. No ano passado, o setor foi responsável por 109.677 empregos diretos com carteira assinada, segundo dados consolidados do Sistema OCESC.

O resultado representa uma alta de 7,1% em relação a 2024, quando o setor registrou 102.402 trabalhadores. “Cada emprego criado pelo cooperativismo representa renda e estabilidade para as famílias e fortalece as comunidades onde as cooperativas atuam. Esse avanço mostra um modelo que alia eficiência e impacto social, que organiza pessoas, amplia oportunidades e distribui desenvolvimento no território, com impacto direto nas economias regionais”, diz o presidente do Sistema OCESC, Vanir Zanatta.

O movimento também acompanha a ampliação da base social do cooperativismo. Em 2025, o número de cooperados em Santa Catarina ultrapassou o marco de cinco milhões, garantindo novamente a liderança do estado como o mais cooperativista do Brasil. “O cooperativismo cresce quando entrega resultado econômico e, ao mesmo tempo, mantém o foco nas pessoas. É isso que sustenta crescimento com consistência: gestão, presença regional e compromisso com quem participa do sistema”, afirma Zanatta.

Os dados de 2025 mostram equilíbrio por gênero entre os empregos diretos do cooperativismo catarinense: 54.570 homens e 55.107 mulheres. Os números traduzem um modelo que combina equidade, competitividade e compromisso social em diferentes ramos e regiões.

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A maior parte das vagas está concentrada em Santa Catarina, com 84.776 postos de trabalho. Outros 24.901 empregos estão localizados fora do estado, o equivalente a 29,4% do total, resultado da expansão de cooperativas catarinenses no cenário nacional.

A presença fora de Santa Catarina amplia a capacidade de competir em diferentes regiões, mantendo vínculos com a base produtiva e com as cadeias econômicas que se estruturam no território catarinense.

“O cooperativismo gera trabalho formal, movimenta cadeias produtivas e cria oportunidades onde as pessoas vivem. Os resultados aparecem nos indicadores, mas o principal efeito está na transformação que esse modelo produz na vida dos cooperados, colaboradores e comunidades”, conclui Zanatta.

Fonte: Sistema Ocesc, disponível em Fecoagro



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Autor:Sistema Ocesc, disponível em Fecoagro

Site: Fecoagro/SC

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Sustentabilidade

MILHO/CEPEA: Preço segue em queda com estoque elevado e maior oferta – MAIS SOJA

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Influenciados pela maior oferta, em decorrência da colheita da safra de verão e dos estoques de passagem elevados da temporada 2024/25, os preços do milho seguem recuando na maior parte das regiões acompanhadas pelo Cepea. Neste cenário, compradores indicam facilidade na realização de efetivações e aguardam novas baixas.

Segundo o Centro de Pesquisas, parte dos vendedores se mostra mais flexível nas negociações no spot. Com armazéns recebendo lotes da safra de verão (soja e milho) e os estoques de passagem remanescentes da última temporada, há maior necessidade de liberação de armazéns e de formar caixa.

De acordo com pesquisadores do Cepea, as quedas só não foram mais intensas devido à preocupação com o atual clima nas regiões produtoras da segunda safra, já que algumas áreas enfrentam falta de chuva e altas temperaturas. Além disso, a previsão de frentes frias voltou ao radar dos agentes.

Caso isso se confirme, o potencial produtivo das lavouras pode ser reduzido. Até o momento, a Conab estima que serão produzidas 109,11 milhões de toneladas na segunda safra.

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Fonte: Cepea



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Autor:Cepea

Site: Cepea

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