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Agro Mato Grosso

Show Safra MT 2026 avança no planejamento e terá esquema preventivo de segurança no Parque Tecnológico

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A organização do Show Safra Mato Grosso 2026 segue avançando em todas as frentes, com atenção especial aos detalhes que envolvem a segurança de expositores, trabalhadores e do grande público que deve circular pelo Parque Tecnológico da Fundação Rio Verde, localizado às margens da MT-449, em Lucas do Rio Verde. Considerado um dos maiores eventos do agronegócio do país, o Show Safra contará novamente com um esquema preventivo estruturado, construído de forma integrada entre a Fundação Rio Verde, o poder público municipal e o Corpo de Bombeiros Militar.

A preparação antecipada é vista como essencial para que a feira transcorra de forma tranquila ao longo de praticamente uma semana de programação intensa, reunindo tecnologia, conhecimento, negócios e inovação no campo.

Atuação preventiva desde a montagem das estruturas

Segundo o comandante da 13ª Companhia Independente de Bombeiro Militar de Lucas do Rio Verde, major Bertolazo, o trabalho do Corpo de Bombeiros começa muito antes da abertura oficial do evento. As tratativas já estão em andamento e envolvem não apenas o período de realização do Show Safra, mas também as etapas de pré-montagem e desmobilização das estruturas.

O comandante explica que esse cuidado é fundamental, já que a fase de instalação dos estandes e estruturas temporárias também oferece riscos. Por isso, as equipes atuam com orientação técnica e fiscalização para que todas as normas de segurança previstas em lei sejam rigorosamente cumpridas. A atuação preventiva, segundo ele, é justamente para que, durante o evento, o trabalho seja mais de observação e apoio, evitando incidentes.

Estrutura permanente durante o evento

Durante os dias do Show Safra MT 2026, que acontecerá de 23 a 27 de março próximo, o Corpo de Bombeiros estará presente de forma permanente no Parque Tecnológico da Fundação Rio Verde. A corporação manterá no local um caminhão de combate a incêndio e uma equipe de ambulância, garantindo atendimento imediato em caso de emergências, atendimentos pré-hospitalares ou qualquer situação que demande resposta rápida.

Por se tratar de um espaço afastado do perímetro urbano, essa presença direta no parque é considerada estratégica. Além disso, o comandante destaca a atenção especial ao aeródromo existente na área, que registra intenso fluxo de aeronaves durante o evento, exigindo prontidão das equipes para atuação em diferentes cenários.

Segurança como pilar da organização do Show Safra

Para o diretor executivo da Fundação Rio Verde, Rodrigo Pasqualli, a segurança é um dos pilares centrais da organização do Show Safra e faz parte de um planejamento minucioso que envolve cada detalhe da feira. Ele destaca que o evento cresce a cada edição e, com isso, aumenta também a responsabilidade em oferecer um ambiente seguro, organizado e preparado para receber visitantes de todo o Brasil.

Segundo Pasqualli, a Fundação trabalha com planejamento antecipado, integração com as forças de segurança e monitoramento constante das áreas do parque, justamente para garantir tranquilidade a expositores, parceiros e ao público. “Quando falamos em um evento do porte do Show Safra, segurança não é um item isolado, ela faz parte da experiência do visitante e do compromisso que a Fundação Rio Verde assume com todos que passam pelo parque”, reforça.

Integração para garantir tranquilidade ao público

O major Bertolazo também destaca que essa integração entre Corpo de Bombeiros, Fundação Rio Verde e demais órgãos envolvidos é fundamental para que o Show Safra MT 2026 transcorra sem intercorrências. O objetivo, segundo ele, é que os visitantes levem não apenas conhecimento e negócios, mas também uma boa impressão de Lucas do Rio Verde, em todos os sentidos.

A Fundação Rio Verde reforça que seguirá investindo em planejamento, estrutura e parcerias institucionais para que o Show Safra Mato Grosso 2026 seja, mais uma vez, referência nacional em organização, segurança e excelência na realização de eventos do agronegócio.

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Chuvas provocam 3 acidentes envolvendo veículos de carga no mesmo dia em MT

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Três acidentes envolvendo caminhões e carretas foram registrados nesta quinta-feira (12) em ruma rodovia e outras duas estradas de Mato Grosso, após trechos ficarem escorregadios e em más condições por causa da chuva. Os casos ocorreram nas rodovias MT-100, MT-235 e E-60, em diferentes regiões do estado.

Os tombamentos deixaram animais mortos, motorista ferido e pistas tomadas por lama e carga espalhada. Confira os casos abaixo:

🐂 MT-100

 

O caminhão que transbordava gado acabou tombando devido as condições da estrada, deixando três animais mortos e cinco feridos. O veículo transbordava cerca de 55 animais, e a queda ocasionou um prejuízo de cerca de R$150 mil reais.

O representante da empresa que realizava o transporte afirmou que a estrada está em um estado crítico de conservação.

“É uma estrada muito crítica, né? Como choveu e existe uma má conservação da estrada, facilita o tombamento. No local tinha muito barro, estava muito lisa. A carreta foi tombando para o lado, chegou em um barranco e tombou”, afirmou o representante da empresa.

Em nota, a prefeitura de Araguaiana afirmou que enviou equipes para auxiliar no resgate e que obras já estavam sendo realizadas no trecho.

“Informamos que assim que tomamos conhecimento do ocorrido, na tarde de ontem (12), enviamos imediatamente uma equipe ao local para averiguar a situação e prestar todo o apoio necessário. Ressaltamos que, desde o início da semana, a Secretaria de Obras já vinha realizando trabalhos de apoio e manutenção das estradas, com o objetivo de facilitar a retirada do gado do município e garantir melhores condições de trafegabilidade”, afirmou.

 

🛣️ MT- 235

 

Com o tombamento, resíduos de soja se espalharam pelo acostamento. O material se misturou à água acumulada na pista, formando lama e dificultando o resgate. — Foto: Reprodução

Com o tombamento, resíduos de soja se espalharam pelo acostamento. O material se misturou à água acumulada na pista, formando lama e dificultando o resgate. — Foto: Reprodução

A pista da MT-235, ficou completamente cheia de lama após um caminhão de soja tombar próximo ao Rio Sucuruína, em Campo Novo do Parecis, a 402 km de Cuiabá, nesta quinta-feira (12). Com o tombamento, resíduos de soja se espalharam pelo acostamento. O material se misturou à água acumulada na pista, formando lama e dificultando o resgate do motorista, que ficou com a perna presa na cabine.

O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso foi acionado por volta das 13h para atender à ocorrência. No local, os militares encontraram o motorista consciente e orientado, mas preso às ferragens.

O motorista apresentava um corte na cabeça e recebeu curativo para conter o sangramento. Com apoio de terceiros e o uso de um caminhão, os bombeiros elevaram a cabine e conseguiram liberar a perna da vítima.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) já estava no local e assumiu o atendimento médico. Após ser estabilizado, o motorista foi levado para uma unidade de saúde.

🛣️Rodovia E-60

A rodovía E60 que dá acesso à comunidade indígena da reserva do Xingu ficou alagada em MT

Uma carreta tombou na rodovia E60, que dá acesso à zona rural e a uma comunidade indígena da reserva do Xingu, entre os municípios de Peixoto de Azevedo e Matupá, no norte de Mato Grosso. O acidente ocorreu nesta quinta-feira (12), após a estrada ficar alagada.

A prefeitura de Matupá, à 696 km de Cuiabá, responsável pela manutenção do trecho, decretou situação de emergência no município devido às fortes chuvas que comprometeram as estradas rurais e escolas da região.

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VÍDEO: carreta tomba após estrada de acesso a fazendas e comunidade indígena ficar alagada em MT

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Uma carreta tombou na rodovia E60, que dá acesso à zona rural e a uma comunidade indígena da reserva do Xingu, entre os municípios de Peixoto de Azevedo e Matupá, no norte de Mato Grosso. O acidente ocorreu nesta quinta-feira (12), após a estrada ficar alagada.

A prefeitura de Matupá, à 696 km de Cuiabá, responsável pela manutenção do trecho, decretou situação de emergência no município devido às fortes chuvas que comprometeram as estradas rurais e escolas da região.

Em um vídeo gravado por um morador da região, é possível ver a carreta avançando pela estrada enquanto a água já cobre parte dos pneus. Em seguida, o veículo parece atingir um buraco e começa a tombar lentamente, até que a lateral fica completamente submersa. O motorista conseguiu sair pela janela do veículo (assista abaixo).

Conforme o município, equipes foram enviadas para a rodovia e outras vias do interior para realizar serviços de manutenção, como colocação de cascalho e limpeza da pista. No entanto, em alguns trechos, o acúmulo de água impossibilita o trabalho, segundo a prefeitura. A recomendação é utilizar a MT-322 e outras rotas alternativas.

O engenheiro agrônomo Kevin Maier, que trabalha em uma fazenda do município, contou que as chuvas são recorrentes, mas desta vez foram mais intensas, começando na noite de quarta-feira (11) e seguindo até esta sexta (13).

Segundo ele, próximo ao local onde a carreta tombou há uma ponte que costuma ficar alagada em períodos de chuva. Dessa vez, no entanto, toda a estrada ficou intransitável, como mostram as imagens de drone registradas na região.

“Até ontem ainda era possível passar pelo trecho que dá acesso à nossa fazenda. Mas é justamente ali que deságua toda a chuva da região. Hoje a água chegou com força e estamos ilhados”, relatou.

Maier explicou ainda que a carreta transportava adubo destinado à fazenda onde trabalha, mas acabou tombando a cerca de 6 km do destino.

VIDEO:

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Excesso de chuva atrasa colheita de soja em algumas regiões e gera alerta a produtores de Mato Grosso

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O excesso de chuva em Mato Grosso tem atrasado a colheita de soja da safra 2025/2026 em algumas regiões e gerou alerta aos produtores rurais, segundo comunicado divulgado nesta quinta-feira (12) pela Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT).

Isso porque já houve atrasos durante o plantio da safra e, agora, eles enfrentam dificuldades na colheita, o que pode causar impactos financeiros na cadeia produtiva.

“O momento exige cautela e planejamento por parte dos produtores, que enfrentam desafios operacionais e fitossanitários na reta final do ciclo, enquanto aguardam uma melhora nas condições climáticas para garantir o avanço dos trabalhos no campo”, destacou a Aprosoja, no comunicado.

Ao menos 39,61% da área prevista já foi colhida no estado, enquanto acumulado da chuva varia entre 90 e 150 milímetros em várias regiões produtoras, nos últimos quinze dias.

A entidade explica que o excesso de umidade no campo dificulta o acesso das máquinas e pode causar perda de peso e qualidade do grão.

Além disso, o plantio da soja ocorreu em uma janela mais demorada, o que pode resultar num atraso na colheita em algumas regiões e impactar na janela ideal do milho segunda safra.

Pressão de pragas

A Aprosoja chama atenção ainda para o aumento da pressão de pragas e doenças nas áreas de ciclo mais tardio, como percevejo, mosca-branca e ferrugem asiática. Isso porque elas podem comprometer a produtividade final, especialmente nas lavouras colhidas mais ao fim da janela.

Em Vera, alguns produtores já colheram cerca de 80% da área, enquanto outros ainda mantêm aproximadamente metade da produção no campo e enfrentam dificuldades para avançar, segundo a entidade.

Um dos produtores relatou à Aprosoja que quando o tempo abre e o sol aparece, a colheita é feita com 30% de umidade nos grãos de soja para evitar perdas maiores.

Até o momento, o plantio de milho já alcançou mais de 28% da área prevista, mas a tendência é que o ritmo desacelere nas próximas semanas, refletindo o atraso da colheita de soja em várias regiões.

Na próxima semana, a projeção meteorológica aponta acumulados entre 65 e 95 milímetros em boa parte do estado, e pode afetar o avanço da colheita.

As projeções climáticas indicam acumulados entre 65 mm e 95 mm para parte do estado na próxima semana, o que pode limitar temporariamente o avanço das máquinas.

Chuva na lavoura de soja em MT — Foto: Amanda Sampaio/G1 MT

Chuva na lavoura de soja em MT — Foto: Amanda Sampaio/G1 MT

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