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3 de agosto de 2026

Agro Mato Grosso

Programa Soja Legal de MT avança com nova estrutura

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O Programa Soja Legal, da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT), entrou, em 2025, em uma nova fase, mais técnico, robusto e conectado às demandas atuais do agro e da sociedade. A reformulação marca o início de um ciclo voltado à valorização de boas práticas ambientais, trabalhistas e sociais, com a criação de um sistema de categorização em três níveis, Bronze, Prata e Ouro, que reconhece o comprometimento do produtor mato-grossense com a sustentabilidade.

Mais do que cumprir normas, o novo Soja Legal se tornou uma ferramenta de gestão e transparência, auxiliando o produtor a conhecer melhor sua propriedade e planejar melhorias contínuas. O programa atua em diferentes frentes, legislação ambiental, trabalhista, regularidade fundiária, boas práticas agrícolas e gestão responsável, com base em requisitos legais.

“Cada vez mais diante das narrativas, o Programa Soja Legal é uma maneira de fazer um raio-x da propriedade e mostrar que os produtores já fazem um bom trabalho, tanto na área ambiental, social e trabalhista, dentro da sua propriedade, preocupado com os recursos naturais, recursos humanos, trazendo sempre a produção alinhada com a sustentabilidade e a responsabilidade social”, destacou Lucas Costa Beber, presidente da Aprosoja MT.

Segundo ele, a nova estrutura é também um passaporte de credibilidade para o produtor mato-grossense. “O programa, de fato, é o passaporte para mostrar ao mundo a sustentabilidade do nosso produtor, de conquistar novos mercados e também, através de números e dados, desfazer as narrativas lá de fora que nossos concorrentes comerciais acabam muitas vezes disseminando sobre a agricultura brasileira. O Programa Soja Legal é esse passaporte que mostra que a nossa agricultura é responsável e, acima de tudo, contribui para um mundo melhor”, disse.

Nova estrutura

O vice-presidente da Aprosoja MT e coordenador da Comissão de Sustentabilidade, Luiz Pedro Bier, explica que a reformulação tornou o programa mais técnico e moderno, com novas etapas e ferramentas digitais que garantem confiabilidade às informações.

“O programa ficou mais robusto. Hoje nós sistematizamos a coleta de evidências, deixando o produtor preparado para uma certificação. Ele foi moldado para atender também à visão do mercado financeiro e, por fim, temos agora um diagnóstico socioambiental feito numa fase prévia, em que a área do produtor entra no sistema da Aprosoja MT. Assim conseguimos monitorar qualquer alteração que venha a ocorrer na propriedade, como novos embargos ou outras questões ambientais, e avisar o produtor”, avaliou.

Esse diagnóstico é o ponto de partida da jornada dentro do Soja Legal. A partir das informações do Cadastro Ambiental Rural (CAR) e da visita técnica, é elaborado um relatório que identifica pontos fortes e oportunidades de melhoria. Conforme o percentual de conformidade, a propriedade recebe uma classificação Bronze (50% a 75%), Prata (75% a 91%) ou Ouro (92% a 100%), e um plano de aprimoramento contínuo é estabelecido para quem ainda não alcançou os níveis mais altos de adequação.

A produtora Daiana Costa Beber, delegada coordenadora do Núcleo de Nova Mutum e uma das primeiras na categoria Ouro, conta que decidiu participar do programa para avaliar, de forma técnica, o nível de conformidade da fazenda às leis e boas práticas.

“Nós sempre buscamos produzir de forma sustentável, respeitando o que prescrevem as leis e também o meio ambiente. Com o Programa Soja Legal, pensamos que seria interessante verificar a aderência das nossas práticas ao que estabelece a legislação. Foi interessante ver que atendemos muito bem a todas as normas e, além disso, o processo serviu de incentivo para melhorarmos a gestão e a propriedade como um todo”, afirmou.

Para ela, o diagnóstico foi completo e trouxe aprendizados importantes. “O que chamou muita atenção foi o olhar técnico e detalhista da equipe que fez a implantação. Tivemos vários insights de fazer ajustes e melhorias tanto na gestão quanto em práticas sustentáveis”, acrescentou. Para Daiana Costa Beber, a iniciativa é essencial para dar visibilidade ao trabalho responsável que o produtor já realiza em Mato Grosso.

“O Programa Soja Legal mostra como o produtor mato-grossense já está comprometido com uma produção responsável. Ele ajuda a dar visibilidade e cria uma imagem positiva para o agro do estado. Sabemos que o mercado busca cada vez mais saber a origem da soja. Então, ter uma certificação como essa pode sim se tornar um diferencial competitivo, abrindo portas e valorizando o nosso produto”, concluiu.

Valorização das boas práticas

O novo Soja Legal consolida o papel de Mato Grosso como referência mundial em sustentabilidade. Ao mesmo tempo em que orienta o produtor sobre suas obrigações legais, o programa oferece segurança técnica e reconhecimento público, pilares essenciais para o futuro da agricultura.

Mais do que uma atualização, essa nova fase representa um marco na valorização das boas práticas e da imagem do agro mato-grossense. Fazer parte é fazer certo e o produtor de Mato Grosso, mais uma vez, mostra que sustentabilidade, produtividade e responsabilidade podem caminhar lado a lado.

Para fazer parte do programa, o produtor deve entrar em contato com o Canal do Produtor pelo telefone (65) 3027-8100.

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Possibilidade de “Super El Niño” acende alerta e exige planejamento para safra 2026/27

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Informação, monitoramento e antecipação são ferramentas para o produtor enfrentar desafios climáticos com segurança, eficiência e previsibilidade

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Syngenta promove profissionais à gerência de marketing

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Júlia Loss Ribas e Bruno Provedel Fernandes assumem funções de Marketing Execução no Paraná e em Mato Grosso

A Syngenta realizou mudanças na área de marketing. Júlia Loss Ribas recebeu promoção para o cargo de gerente de Marketing Execução em Londrina, Paraná. Bruno Provedel Fernandes assumiu a mesma função em Primavera do Leste, Mato Grosso.

Júlia ingressou na Syngenta em junho de 2022 como assistente técnica de vendas, por meio da Unicampo, em Cruz Alta, Rio Grande do Sul. Em agosto de 2023, passou a atuar em Field Marketing Agrícola, em Londrina. Permaneceu na posição até agosto de 2026.

Antes da Syngenta, trabalhou como agente geradora de demanda na ICL América do Sul. Também realizou estágio na Cotrijal Cooperativa Agropecuária e Industrial.

Júlia possui formação em Agronomia pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul, campus Sertão.

Fernandes atua na Syngenta desde 2016. Iniciou a trajetória como estagiário de Inteligência de Mercado em Londrina. Depois, ocupou posições na área de Acesso ao Mercado, entre elas analista júnior, analista sênior, coordenador e coordenador sênior para o Brasil.

Antes da nova função, trabalhou como coordenador sênior de Acesso ao Mercado Brasil entre fevereiro de 2024 e agosto de 2026. Fernandes possui graduação em Economia pela Universidade Estadual de Londrina e pós-graduação em Negócios e Marketing pela Escola Superior de Propaganda e Marketing.

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Casa da Aprosoja MT encerra exposição em SP após oito dias aproximando campo e cidade

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Espaço interativo recebeu milhares de visitantes na Avenida Paulista e mostrou como a soja e o milho estão presentes no cotidiano da população brasileira

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