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4 de maio de 2026

Sustentabilidade

Mercado doméstico de soja esboça reação; fim do apagão de dados nos EUA e nova projeção da Conab – MAIS SOJA

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Os preços da soja no mercado brasileiro apresentaram poucas oscilações ao longo da semana, marcada também por uma discreta melhora na comercialização. O período foi marcado pela estabilidade nos prêmios, contratos futuros subindo em Chicago e dólar perdendo valor frente ao real.

Mesmo com Chicago positivo, há um spread elevado entre as bases de compra e venda, o que prejudica a retomada dos negócios com mais força. Os produtores estão apostando em cotações ainda melhores e seguram a oferta, com as atenções voltadas para o desenvolvimento das lavouras.

A saca de 60 quilos recuou de R$ 136,00 para R$ 135,00 em Passo Fundo (RS) na semana. Em Cascavel (PR), o preço subiu de R$ 135,00 para R$ 136,00 no período. Em Rondonópolis (MT), a cotação subiu de R$ 125,00 para R$ 127,00. No Porto de Paranaguá, a saca seguiu em R$ 142,00.

Na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), os contratos com vencimento em janeiro, os mais negociados, acumularam valorização de 2,95% na semana, cotados a US$ 11,50 por bushel na manhã da sexta, 14.

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O fim da paralisação do governo americano trouxe impulso ao mercado, em decorrência da menor aversão ao risco no financeiro, colaborando pela procura de investimentos como as commodities. O fim do shutdown marcou também a retomada da divulgação de importantes dados. Nesta sexta, além do relatório de novembro de oferta e demanda, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) vai divulgar um compilado com as vendas diárias realizadas por exportadores privados durante o período da paralisação. O Departamento também vai divulgar gradualmente as vendas semanais realizadas no período.

Os agentes procuram por sinais de como se comportou a compra por parte dos chineses, principalmente após o acordo anunciado entre Pequim e Wsshington, que envolvia a promessa de compra de 12 milhões de toneladas de soja americana por parte dos asiáticos. Há ainda muitas dúvidas sobre essa retomada.

Conab
A produção brasileira de soja deverá totalizar 177,601 milhões de toneladas na temporada 2025/26, com aumento de 3,6% na comparação com a temporada anterior, quando foram colhidas 171,48 milhões de toneladas. A projeção faz parte do 2º levantamento de acompanhamento da safra brasileira de grãos, divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Na estimativa anterior, a previsão estava em 177,638 milhões de toneladas.

Segundo a Conab, o plantio da oleaginosa no atual ciclo segue dentro da média dos últimos 5 anos, porém atrasado quando se compara com o percentual registrado em período semelhante da temporada anterior, com destaque para Goiás e Minas Gerais. “Nestes dois estados, não foram registrados índices de chuvas satisfatórios para o avanço da semeadura”, aponta o relatório.

Fonte: Dylan Della Pasqua / Safras News

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Sustentabilidade

SOJA/CEPEA: Com demanda aquecida, valor do grão segue firme – MAIS SOJA

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Mesmo diante da safra recorde, estimada em 180 milhões de toneladas, os preços da soja seguem firmes no Brasil. A sustentação vem das aquecidas demandas interna e externa, e também do avanço das cotações dos derivados.

Segundo o Cepea, no mercado internacional, o conflito no Oriente Médio e a consequente valorização do petróleo reforçam o movimento de alta no Brasil, à medida que esse cenário eleva a atratividade do biodiesel e, consequentemente, a demanda por óleo de soja, principal matéria-prima do biocombustível.

No campo, a colheita alcançou 92,1% da área, segundo a Conab, embora persistam diferenças regionais relevantes. No Sul, os trabalhos seguem mais lentos: Santa Catarina atingiu 71% e o Rio Grande do Sul, 65%, ambos abaixo do registrado no mesmo período do ano passado. No Matopiba, o ritmo permanece heterogêneo. Tocantins praticamente concluiu a atividade, com 98% da área já colhida, enquanto Maranhão (65%) e Bahia (90%) apresentam atraso em relação à safra anterior.

No Piauí, os trabalhos alcançam 96%, desempenho próximo ao do mesmo período de 2025. Na Argentina, chuvas pontuais nas principais regiões interrompem temporariamente a colheita e mantêm o ritmo irregular. Nos Estados Unidos, a recente chuva no Meio-Oeste trouxe alívio climático, mas limitou temporariamente as atividades de campo. Ainda assim, a semeadura atingiu 23% da área projetada para a safra 2026/27 até 26 de abril, superando o ano passado e a média dos últimos cinco anos.

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Fonte: Cepea



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Autor:Cepea

Site: Cepea

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Sustentabilidade

Colheita de soja no Rio Grande do Sul atinge 79% da área, e milho chega a 92%

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A colheita da safra de verão no Rio Grande do Sul perdeu ritmo na semana passada devido ao excesso de umidade e à frequência de precipitações. Segundo a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Rio Grande do Sul (Emater/RS-Ascar), divulgada nesta segunda-feira (4), a soja foi colhida em 79% da área semeada de 6.624.988 hectares, enquanto o milho alcançou 92% dos 803.019 hectares cultivados.

No caso da soja, a Emater/RS-Ascar informou que 20% das áreas restantes estão em maturação e 1% ainda em enchimento de grãos. Nas lavouras tardias, a entidade registrou aumento na presença de percevejos e de doenças como a ferrugem-asiática.

A produtividade média estadual da oleaginosa está estimada em 2.871 quilos por hectare. O órgão ressalta, no entanto, que há variações regionais expressivas, com perdas superiores a 50% em áreas afetadas anteriormente por restrição hídrica. No mercado, o preço médio da saca de 60 quilos recuou 1,68% e foi fixado em R$ 115,25.

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Para o milho, o avanço semanal foi de 1 ponto porcentual. A Emater/RS-Ascar atribui a evolução mais lenta à priorização de outras culturas e às chuvas. A produtividade média projetada é de 7.424 quilos por hectare, favorecida pela recuperação hídrica em áreas de safrinha. A cotação da saca de 60 quilos permaneceu estável em R$ 58,19.

No milho para silagem, a colheita chegou a 89%, com rendimento médio de 37.840 quilos por hectare. Já o arroz entrou em fase final de retirada das lavouras, com 93% da área de 891.908 hectares colhida. Segundo a Emater/RS-Ascar, a umidade do solo e dos grãos reduziu a eficiência operacional das máquinas em pontos específicos. A produtividade estimada é de 8.744 quilos por hectare, e o preço médio da saca de 50 quilos subiu 0,26%, para R$ 60,93.

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Os dados indicam que o ritmo da colheita no Estado segue condicionado às condições climáticas de curto prazo, especialmente nas áreas ainda remanescentes de soja e arroz, onde a umidade elevada pode continuar limitando a operação de campo e a qualidade final dos grãos.

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Sustentabilidade

MILHO/CEPEA: Liquidez segue limitada; preços têm leves ajustes – MAIS SOJA

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As negociações seguiram pontuais nas principais regiões de produção e comercialização de milho do Brasil, na semana passada. Pesquisadores do Cepea indicam que, enquanto compradores priorizaram a utilização dos estoques negociados antecipadamente e seguiram atentos à colheita da safra verão, vendedores, limitaram a oferta de lotes, preocupados com a irregularidade do clima no período. Neste contexto, segundo pesquisadores do Cepea, os preços registraram leves ajustes, prevalecendo as ofertas e as demandas regionais.

Entre as praças paulistas, leves valorizações foram observadas, sustentadas pela restrição de vendedores. Já no Sul e no Centro-Oeste, as quedas prevaleceram. De acordo com o Cepea, a pressão veio do avanço da colheita da safra de verão do cereal nos estados do Sul, dos elevados estoques de passagem e também da colheita robusta da soja no Centro-Oeste. Esse contexto faz com que produtores tenham maior interesse e necessidade em negociar o cereal, ainda que em patamares relativamente estáveis.

Fonte: Cepea



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Autor:Cepea

Site: Cepea

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