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14 de maio de 2026

Agro Mato Grosso

Safra 2025/26: Irregularidade hídrica em outubro e o ritmo do plantio em Mato Grosso

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A semeadura dos cultivos de verão em regiões agrícolas importantes do Brasil enfrentou um cenário de chuvas irregulares e mal distribuídas durante o mês de outubro, provocando atrasos no plantio. No entanto, o cenário hídrico em Mato Grosso se mostrou relativamente mais favorável, conforme o novo Boletim de Monitoramento Agrícola (BMA), divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

Apesar da instabilidade geral, a análise aponta que os maiores volumes de precipitação na região Centro-Oeste ocorreram justamente em áreas de Mato Grosso. Este fato permitiu uma recuperação nos níveis de umidade do solo, facilitando o avanço da semeadura e o desenvolvimento inicial da soja, tema que domina as mato grosso notícias de hoje.

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O panorama não foi o mesmo em outras áreas vizinhas: o relatório da Conab indica que a restrição hídrica ainda é um obstáculo no Norte de Mato Grosso do Sul e em Goiás, onde o período chuvoso ainda não se estabilizou de forma ideal.

Situação Nacional: Irregularidade Generalizada

A irregularidade não foi exclusiva do Centro-Oeste. No Nordeste, por exemplo, a Conab observou pouca ou nenhuma precipitação, insuficiente para a recuperação do armazenamento hídrico e para o avanço da semeadura de primeira safra sem irrigação na região do Matopiba.

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A região Sul foi marcada por chuvas mais intensas, intercaladas por períodos de tempo estável. Estes períodos beneficiaram a colheita de cultivos de inverno e ajudaram na manutenção da umidade do solo para o plantio dos cultivos de verão. A situação contrasta com a de notícias de Mato Grosso do Sul Campo Grande, onde o volume foi irregular, apesar de algum avanço no sudoeste do estado vizinho.

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Adaptação da Safra

O cenário exige que os produtores em Mato Grosso e em outras regiões monitorem de perto as previsões. A Conab indica que, apesar da recuperação da umidade em algumas áreas do estado, a consolidação do período chuvoso é essencial para garantir o pleno desenvolvimento da safra 2025/26. Continue acompanhando as notícias de Mato Grosso e do agronegócio no CenárioMT.

Para mais informações sobre o monitoramento agrícola e outras notícias de hoje, acesse a nossa seção de agricultura.
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Agro Mato Grosso

AMAGGI adquire 40% da FS e fortalece presença no etanol de milho MT

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Parceria estratégica une duas gigantes do agro com foco em inovação, descarbonização e expansão do setor

A união conecta duas empresas com forte atuação em Mato Grosso e protagonismo no agronegócio brasileiro, consolidando uma parceria com foco em crescimento sustentável, inovação e ampliação da competitividade no setor.

Sinergia entre produção de grãos e biocombustíveis

A transação simboliza a convergência entre importantes grupos do setor, reunindo a experiência da AMAGGI — referência global em grãos e fibras — com a expertise da FS, pioneira na produção de etanol a partir do milho no Brasil.

A FS se consolidou como uma das principais protagonistas do setor de biocombustíveis, destacando-se pela eficiência produtiva e pela baixa intensidade de carbono de seu etanol. Já a AMAGGI, que se aproxima de completar 50 anos, atua de forma integrada em toda a cadeia do agronegócio, incluindo produção, logística, comercialização e energia.

Para Blairo Maggi, o acordo reforça o alinhamento estratégico entre as companhias. Ele destacou a confiança na parceria, baseada em valores comuns e visão de longo prazo.

Parceria une capital nacional e internacional

O movimento também aproxima a AMAGGI do grupo americano Summit Agricultural Group, atual acionista da FS. Segundo o fundador da Summit, Bruce Rastetter, a parceria reúne empresas com forte complementaridade e visão compartilhada sobre o futuro dos combustíveis renováveis.

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O CEO da Summit, Justin Kirchhoff, ressaltou que a operação abre caminho para ampliar a atuação da FS, destacando o potencial de crescimento da produção de combustíveis de baixa emissão de carbono.

Verticalização e expansão estratégica

A entrada da AMAGGI no negócio de etanol de milho reforça sua estratégia de verticalização e diversificação das operações. A companhia busca ampliar sua presença em segmentos industriais e energéticos, agregando valor à cadeia de grãos.

De acordo com o CEO da FS, Rafael Abud, a parceria representa um marco importante diante das oportunidades de expansão do setor e da crescente demanda global por soluções de descarbonização.

Já o CEO da AMAGGI, Judiney Carvalho, destacou que o investimento no etanol de milho está alinhado às metas de inovação e sustentabilidade da empresa, além de abrir novas frentes de crescimento.

Setor ganha força com foco em descarbonização

A operação reforça o papel do Brasil como protagonista na produção de biocombustíveis e evidencia a relevância do etanol de milho como alternativa sustentável no cenário global. A integração entre produção agrícola e indústria energética tende a gerar ganhos logísticos, maior eficiência e fortalecimento da competitividade internacional.

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Com capacidade de processar mais de 6 milhões de toneladas de milho por safra e produção anual de bilhões de litros de etanol, a FS vive um novo ciclo de expansão. Já a AMAGGI amplia seu portfólio e consolida sua posição como uma das principais forças do agronegócio brasileiro.

A parceria entre as duas empresas sinaliza um movimento estratégico de longo prazo, que une tradição, inovação e sustentabilidade para impulsionar o futuro do setor.

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Agro Mato Grosso

Abrapa amplia ações para manejo sustentável no algodão

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Evento técnico discutirá bicudo, lagartas, doenças e controle biológico nas lavouras

Com o propósito de fortalecer o ambiente nacional de divulgação de pesquisas e iniciativas que vêm demonstrando eficácia no controle de pragas e doenças do algodoeiro, a Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) realiza, na próxima quinta-feira,14 de maio, em Brasília (DF), o Workshop de MIPD.

O encontro reunirá especialistas, pesquisadores, consultores e representantes do setor produtivo para debater soluções voltadas ao aumento da eficiência no uso de insumos, à preservação das biotecnologias disponíveis no mercado e à redução dos custos de produção da cotonicultura brasileira.

Práticas sustentáveis na cotonicultura nacional

A realização do evento é parte do trabalho desenvolvido pelo programa Algodão Brasileiro Responsável (ABR), que, desde a sua criação, em 2012, incentiva a adoção de práticas sustentáveis na cotonicultura nacional. De acordo com o gerente de sustentabilidade da Abrapa, Fábio Carneiro, “no ABR o manejo integrado de pragas é um tema prioritário por entendermos que o uso eficiente de insumos é estratégico para a cotonicultura nacional. As práticas fazem parte das exigências que os produtores participantes do programa devem cumprir”.

Carneiro ainda explica que o ABR acompanha as práticas utilizadas em campo com o objetivo de apoiar a adoção do manejo integrado de pragas, especialmente o uso de bioinsumos. “Em 2025, a Abrapa realizou um estudo com 470 fazendas certificadas pelo ABR e descobriu que 79,8% delas já fazem a utilização de bioinsumos no controle de pragas e doenças”, afirma.

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Esse é terceiro workshop que a Abrapa e o ABR se dedicam ao tema. “Eventos como este são importantes para o compartilhamento de experiências e resultados aplicados na cultura do algodão em diferentes regiões do Brasil e até do mundo”, define o gerente.

Destaques da programação

A programação será dividida em três grandes blocos temáticos: manejo de bicudo e lagartas, manejo de doenças e uso de biológicos.

Ao longo do dia, os participantes acompanharão painéis técnicos sobre o cenário atual do bicudo-do-algodoeiro nas principais regiões produtoras do país, manejo integrado de pragas, destruição de soqueira, manejo de lagartas, fortalecimento do refúgio e estratégias para o controle de doenças como Ramulariopsis pseudoglycines e Corynespora cassiicola.

O evento também abrirá espaço para discussões sobre o uso de ferramentas seletivas, biológicos e iniciativas colaborativas que contribuam para reduzir custos de produção e ampliar a eficiência no uso de insumos.

Entre os palestrantes confirmados estão especialistas de instituições como Embrapa Algodão, Esalq, UFPel, UFRPE, Fundação Bahia, Fundação Chapadão, IMAmt e representantes do setor produtivo. O workshop contará ainda com participação de cotonicultores australianos e tradução simultânea português-inglês durante as apresentações e intervenções dos consultores convidados. O encerramento trará uma rodada de debates e um momento de networking entre os participantes.

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Agro Mato Grosso

FICO avança para fase de superestrutura e consolida corredor logístico no Brasil

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Trecho entre Mara Rosa e Crixás entra em nova etapa com instalação de trilhos; ferrovia deve impulsionar o escoamento do agronegócio do Centro-Oeste

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