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28 de julho de 2026

Sustentabilidade

Empresas do agronegócio estão mais atentas aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável – MAIS SOJA

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Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), da ONU, são essenciais para o progresso econômico, para a proteção do meio ambiente e para evolução contínua da sociedade, com mais prosperidade e igualdade, uma vez que fortalecem aspectos relacionados à alimentação, saúde, educação, gênero e produção e consumo sustentável, entre outros.

As empresas do agronegócio estão cada vez mais atentas a esse cenário, incrementando as iniciativas.

Um exemplo é a Allbiom, referência em bioprocessos. Com um DNA que está em total sinergia com questões sustentáveis, a Allbiom, referência em bioprocessos, realiza diversas atividades alinhadas a esses Objetivos da ONU.

No Allbiom Academy, por exemplo, a Allbiom forma profissionais preocupados com a sustentabilidade.

Wladimir Crancianinov, diretor comercial da Allbiom, explica que os cursos oferecidos pela empresa propiciam uma introdução aos bioprocessos e compartilham orientações preciosas sobre operação de biofábricas.

“Abordamos conceitos relacionados à prática na montagem, higienização, operação e até envase. Em se tratando de sustentabilidade, o próprio biológico já se destaca como sendo um produto sustentável e importante para garantir a segurança alimentar, cada vez mais necessária”, pontua.

Outras inciativas da Allbiom são a utilização de placas solares para a captação de energia e a reciclagem do lixo, como plástico e papelão.

Igualdade de gênero – A Allbiom também é engajada em promover a igualdade de gênero dentro da empresa e também em estimular que tal prática tenha maior adesão no mercado. Recentemente, a empresa realizou a segunda edição do evento Mulheres em Bio, na cidade de Cajuru (SP), na sede da empresa. A iniciativa teve a apresentação da pesquisadora Gabriela Vieira e contou com palestras de Stela Virgilio, Ticiane Figueiredo e Mona Oliveira.

De acordo com o diretor comercial da Allbiom, o evento nasceu com o propósito de destacar oportunidades e tendências sobre bioinsumos, bioprocessos, inovação, e de reforçar a importância da liderança feminina na ciência.

“O Mulheres em Bio foi um momento especial, com valiosas interações entre mulheres e homens. Tivemos uma intensa troca de experiências e a construção de diretrizes, com informações práticas e técnicas, para o aproveitamento de oportunidades”, finaliza Wladimir.

Fonte: Assessoria de Imprensa Allbiom



 

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Sustentabilidade

Mercado de soja mostra reação tímida em dia de poucos negócios

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Foto: Pixabay

O mercado brasileiro de soja teve poucas novidades na sessão, com leve recuperação das cotações após os recuos do dia anterior. O analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, observa que os ganhos em Chicago e o comportamento favorável do dólar contribuíram para uma melhora dos preços, enquanto os prêmios nos portos permaneceram em níveis bastante agressivos.

Silveira destaca que, no mercado físico, as cotações reagiram, mas sem provocar aumento na oferta. “Foram negociados apenas lotes da mão para a boca, sem muito ímpeto de negócios”, resume.

O analista acrescenta que muitas praças seguem apresentando excelentes indicações, favorecidas pelo basis local positivo. Apesar disso, o produtor continua comercializando a soja aos poucos e, na safra nova, também não há registro de grandes volumes fixados.

Cotações no Brasil

  • Passo Fundo (RS): subiu de R$ 142,00 para R$ 142,50
  • Santa Rosa (RS): subiu de R$ 143,00 para R$ 143,50
  • Cascavel (PR): manteve em R$ 137,00
  • Rondonópolis (MT): manteve em R$ 131,00
  • Dourados (MS): manteve em R$ 129,00
  • Rio Verde (GO): manteve em R$ 132,00
  • Paranaguá (PR): manteve em R$ 148,00
  • Rio Grande (RS): subiu de R$ 148,00 para R$ 148,50

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja fecharam em alta nesta terça-feira, na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). Após estender as perdas do dia anterior na parte da manhã, o mercado mudou de direção na parte da tarde, reagindo à piora nas condições das lavouras americanas e aos sinais de boa demanda pelo produto americano. A queda do dólar frente a seus pares ajudou na recuperação, tornando a soja americana mais competitiva.

Inicialmente, os contratos foram pressionados por mais um dia de perdas consistentes nos preços do petróleo. A expectativa de uma solução para o conflito no Oriente Médio pesa sobre o barril em Nova York e Londres.

Segundo o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), 63% das lavouras de soja estavam em boas ou excelentes condições até 26 de julho, abaixo dos 66% registrados na semana anterior. O percentual de áreas em condição regular subiu de 26% para 28%, enquanto as lavouras classificadas entre ruins e muito ruins avançaram de 8% para 9%.

Contratos futuros de soja

Os contratos da soja em grão com entrega em agosto fecharam com alta de 3,50 centavos de dólar, ou 0,28%, a US$ 12,12 por bushel. A posição novembro teve cotação de US$ 12,20 por bushel, com elevação de 6,25 centavos de dólar ou 0,51%.

Nos subprodutos, a posição setembro do farelo fechou com alta de US$ 1,00 ou 0,31%, a US$ 321,30 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em setembro fecharam a 70,14 centavos de dólar, com perda de 0,71 centavo ou 1,00%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão com alta de 0,17%, sendo negociado a R$ 5,1215 para venda e a R$ 5,1195 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,1095 e a máxima de R$ 5,1290.

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Sustentabilidade

Abiove eleva projeção de processamento de soja para recorde de 63,3 milhões de toneladas em 2026

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Foto: Paulo Lanzetta/Embrapa

A Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) elevou a projeção de processamento de soja no Brasil em 2026 de 63 milhões para 63,3 milhões de toneladas. A revisão foi divulgada nesta terça-feira (28), em São Paulo. Se confirmada, a marca representará novo recorde para o esmagamento da oleaginosa no país.

A nova estimativa representa alta de 0,5% em relação à projeção anterior, divulgada em junho. A Abiove também revisou para cima a produção de farelo de soja, de 48,6 milhões para 48,7 milhões de toneladas, avanço de 0,2%. No óleo de soja, a previsão passou de 12,65 milhões para 12,75 milhões de toneladas, aumento de 0,8%.

Segundo a entidade, os dados mensais reforçam o ritmo da indústria. Em maio, o processamento de soja somou 5,23 milhões de toneladas, volume 2,7% superior ao de abril e 5,4% acima do registrado em maio de 2025, considerando o ajuste pelo porcentual da amostra. No acumulado de janeiro a maio, o total processado chegou a 23,363 milhões de toneladas, crescimento de 7,9% na comparação com o mesmo período do ano passado.

Acompanhe os preços das principais commodities do agro, como soja, milho e boi, com atualização direta das principais praças do Brasil: acesse a página de cotações do Canal Rural!

A revisão ocorre em meio ao aumento da estimativa para a safra brasileira de soja, que passou a 180,57 milhões de toneladas, conforme os dados mais recentes da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

No comércio exterior, a Abiove elevou de 114,1 milhões para 115,4 milhões de toneladas a projeção de exportações de soja em grão neste ano, alta de 1,1% ante a estimativa anterior. As importações do grão foram mantidas em 900 mil toneladas.

Entre os derivados, a entidade reduziu levemente a projeção de exportações de farelo de soja, de 25 milhões para 24,9 milhões de toneladas, recuo de 0,2%. Já a previsão de embarques de óleo de soja subiu de 1,65 milhão para 1,7 milhão de toneladas, aumento de 3%. A estimativa para as importações de óleo permaneceu em 125 mil toneladas.

O diretor de Economia e Assuntos Regulatórios da Abiove, Daniel Furlan Amaral, afirmou que os ajustes reforçam a capacidade da cadeia da soja de atender ao mercado interno e externo.

Com a revisão, a Abiove passou a projetar maior processamento de soja, além de avanços na produção de farelo e óleo e ajuste nas estimativas de exportação do complexo soja.

Fonte: Estadão Conteúdo

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Sustentabilidade

Algodão/IMEA: Clima nos EUA eleva cotações em NY, mas avanço da colheita em MT pressiona preços locais – MAIS SOJA

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As cotações da pluma na bolsa de Nova York registraram alta ao longo da última semana (20/07 a 24/07), refletindo em valorização de 0,56% na média semanal do contrato de jul/27, que encerrou o período cotado a ¢ US$ 82,56/lb. Na comparação com o mesmo período de jun/26, o avanço foi de 3,56%.

O movimento de alta foi sustentado, principalmente, pelas incertezas quanto à safra norteamericana, em decorrência das condições climáticas adversas no país. Além disso, as tensões geopolíticas envolvendo a região do Mar Negro e o Oriente Médio também contribuíram para sustentar as cotações internacionais. No entanto, os preços permanecem sensíveis à evolução desses fatores, uma vez que parte da valorização reflete a percepção de risco do mercado. Assim, o mercado seguirá atento às condições climáticas nos Estados Unidos e às perspectivas para a produção, que continuarão influenciando o comportamento das cotações nas próximas semanas.

Confira os principais destaques do boletim:
  • RETRAÇÃO: o preço da pluma em Mato Grosso registrou queda de 0,28% na última semana, pressionada pelo avanço da colheita, que tem ampliado a oferta da fibra no mercado.
  • BAIXA: a cotação do caroço de algodão disponível exibiu retração de 3,16% na comparação semanal, em função da maior oferta, decorrente do avanço do beneficiamento.
  • RECUO: a paridade de dez/26 registrou recuo de 0,70% em relação à semana passada, pressionado pela desvalorização do contrato futuro de dólar com vencimento em dez/26.
A colheita do algodão da safra 25/26 avançou 4,75 p.p. na última semana.

Com isso, até a última sexta-feira (24/07), 13,11% da área estimada para a safra em MT havia sido colhida, 7,86 p.p. inferior à média dos últimos cinco anos. Esse atraso reflete, principalmente, a postergação do início dos trabalhos em campo em decorrência das chuvas registradas em meados de jun/26. Entre as regiões, o Nordeste e o Sudeste apresentam o maior avanço, com 46,80% e 22,12% das áreas colhidas, respectivamente.

Cabe destacar que, embora as chuvas de jun/26 não tenham comprometido de forma significativa a produtividade da pluma, houve relatos de perdas na qualidade da fibra, fator que tem gerado preocupação entre os cotonicultores. Por fim, a expectativa é de intensificação da colheita nas próximas duas semanas, com o avanço dos trabalhos nas áreas de segunda safra, que representam mais de 85,00% da área cultivada com algodão no estado.

Fonte: IMEA



 

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