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9 de setembro de 2026

Sustentabilidade

CNA fala sobre controle biológico em seminário de bioinsumos e novas tecnologias – MAIS SOJA

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A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) participou, na quinta (30), de seminário sobre Coordenação de Bioinsumos e Novas Tecnologias, realizado na Escola Nacional de Gestão Agropecuária (Enagro).

Letícia Fonseca, assessora técnica da CNA, fez uma exposição sobre o tema “Panorama do mercado brasileiro de controle biológico: macroorganismos, competitividade e ações no campo”, e destacou o papel do Sistema CNA/Senar na defesa do produtor rural, com foco no aumento da renda, redução de custos e segurança jurídica.

Ela também apontou caminhos para ampliar o uso de bioinsumos, especialmente dos macroorganismos, como inimigos naturais, polinizadores e insetos estéreis, cuja participação ainda é pequena em relação aos microbiológicos.

Segundo Letícia, com uma rede de assistência técnica presente em mais de 470 mil propriedades rurais e mais de 4,5 milhões de participantes em treinamentos presenciais nos últimos cinco anos, a CNA contribui para levar conhecimento técnico e práticas sustentáveis para o campo, como o uso seguro e eficiente de bioinsumos.

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Nos últimos anos, lembrou a assessora técnica, o mercado de controle biológico no Brasil apresentou um crescimento expressivo, impulsionado pela ampliação dos registros de produtos.

“Essa expansão abrange microrganismos, macroorganismos e substâncias bioativas que resultam em maior número de soluções registradas e com eficiência fitossanitária comprovada, sem impactos negativos ao meio ambiente e à saúde humana”, explicou.

Dentro da temática do evento, Letícia ressaltou que a produção de macroorganismos depende de biofábricas especializadas para criação e manutenção das gerações de insetos e exige, também, plantas hospedeiras ou alimentação artificial.

A CNA defendeu que o marco regulatório dos bioinsumos (Lei 15.070/24), seja regulamentado de forma a fomentar a pesquisa, criar um cenário de segurança jurídica para empresas e produtores e, assim, acelerar a adoção dessas tecnologias no campo.

Segundo Letícia, a competitividade do controle biológico depende da integração entre tecnologia, escala e capacitação, pilares que podem ser fortalecidos a partir dessa regulamentação.

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“Somos uma agricultura extremamente desenvolvida, com manejo importante em todas as suas formas, mas a título de exemplo, é um grande dissenso ainda dependermos do pano de batida. O monitoramento de pragas, e tecnologias para tal, como o uso de fenômenos de monitoramento é tão essencial quanto o controle de acordo com o nível de dano econômico”, afirmou.

Durante a palestra, a assessora técnica enfatizou a importância do manejo integrado de pragas (MIP), no qual os biológicos atuam de forma complementar a outras tecnologias, o que reduz os custos por ciclo, risco de resistência e perdas produtivas.

Letícia reforçou a maturidade da agricultura brasileira e a necessidade de avançar na diversificação dos métodos de controle.

Fonte: CNA



 

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FONTE

Autor:Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil

Site: CNA

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Sustentabilidade

Clima nos EUA e ajuste de posições pressionam milho em Chicago, que fecha em baixa – MAIS SOJA

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A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou a sessão de hoje com preços baixos. O cereal foi pressionado por um movimento de ajuste de posições antes do relatório de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), previsto para sexta-feira, enquanto o clima favorável à colheita no país também pesou sobre as cotações.

O mercado esperou, em relação ao relatório de sexta-feira, uma redução na produção e nos estoques dos Estados Unidos na safra 2026/27, além de queda nos estoques globais da mesma temporada. O avanço do petróleo em Nova York e os sinais de demanda pelo produto dos EUA seguiram limitando as perdas durante todo o pregão.

O clima no Meio-Oeste dos Estados Unidos deve permanecer predominantemente mais quente e seco nas próximas semanas, reduzindo os riscos de atrasos na colheita e de geadas. Segundo o USDA, 5% da área de milho havia sido colhida até 6 de setembro, ante 4% no mesmo período do ano passado e média de 3% nos últimos cinco anos. Entre as lavouras, 56% estavam em condições boas ou excelentes, 27% em situação regular e 17% entre ruins e muito ruins. Na semana anterior, os índices eram de 57%, 26% e 17%, respectivamente.

Os exportadores privados norte-americanos reportaram ao USDA a venda de 182.880 toneladas de milho ao México, a serem entregues na safra 2026/27. Toda operação envolvendo a venda de volume igual ou superior a 100.000 toneladas do grão, feita para o mesmo destino e no mesmo dia, tem que ser reportada ao USDA.

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Os contratos de milho com entrega em dezembro fecharam a US$ 5,27 3/4, baixa de 5,75 centavos, ou 1,07% relação ao fechamento anterior. A posição março fechou a sessão a US$ 5,43 1/4, recuo de 5,75 centavos, ou 1,04% por bushel em relação ao fechamento anterior.

 

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Sustentabilidade

Clima nos EUA e ajuste de posições pressionam milho em Chicago, que fecha em baixa – MAIS SOJA

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A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou a sessão de hoje com preços baixos. O cereal foi pressionado por um movimento de ajuste de posições antes do relatório de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), previsto para sexta-feira, enquanto o clima favorável à colheita no país também pesou sobre as cotações.

O mercado esperou, em relação ao relatório de sexta-feira, uma redução na produção e nos estoques dos Estados Unidos na safra 2026/27, além de queda nos estoques globais da mesma temporada. O avanço do petróleo em Nova York e os sinais de demanda pelo produto dos EUA seguiram limitando as perdas durante todo o pregão.

O clima no Meio-Oeste dos Estados Unidos deve permanecer predominantemente mais quente e seco nas próximas semanas, reduzindo os riscos de atrasos na colheita e de geadas. Segundo o USDA, 5% da área de milho havia sido colhida até 6 de setembro, ante 4% no mesmo período do ano passado e média de 3% nos últimos cinco anos. Entre as lavouras, 56% estavam em condições boas ou excelentes, 27% em situação regular e 17% entre ruins e muito ruins. Na semana anterior, os índices eram de 57%, 26% e 17%, respectivamente.

Os exportadores privados norte-americanos reportaram ao USDA a venda de 182.880 toneladas de milho ao México, a serem entregues na safra 2026/27. Toda operação envolvendo a venda de volume igual ou superior a 100.000 toneladas do grão, feita para o mesmo destino e no mesmo dia, tem que ser reportada ao USDA.

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Os contratos de milho com entrega em dezembro fecharam a US$ 5,27 3/4, baixa de 5,75 centavos, ou 1,07% relação ao fechamento anterior. A posição março fechou a sessão a US$ 5,43 1/4, recuo de 5,75 centavos, ou 1,04% por bushel em relação ao fechamento anterior.

Fonte: Agência Safras



 

FONTE

Autor:Pedro Carneiro (pedro.carneiro@safras.com.br) / Safras News

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Site: Agência Safras

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Sustentabilidade

Mercado de biológicos projeta crescimento de dois dígitos para a próxima safra – MAIS SOJA

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Foi dada a largada para a Safra 26/27. Mesmo em meio às incertezas climáticas, mudanças políticas e redução no crédito agrícola, o setor prevê expansão no mercado, em especial no mercado de soluções biológicas. Tal otimismo se deve aos dados divulgados recentemente pelo CropData, portal da CropLife Brasil, que mostraram um crescimento de 15% na área tratada com bioinsumos durante a entressafra — período historicamente mais fraco para vendas.

Para a safra 2026/2027, a Koppert, líder global em soluções biológicas para o agro, projeta mais um salto: expansão de mais de 20%, puxada pela substituição de tratamentos químicos e pelo aumento da adoção de bioinsumos por parte dos agricultores brasileiros.

Segundo o CEO da Koppert Brasil, Gustavo Herrmann, o movimento é parte de uma transformação mais ampla. “O produtor rural vem incorporando novas soluções ao manejo fitossanitário, não apenas por razões ambientais ou regulatórias, mas principalmente porque busca eficiência econômica. Em um contexto de margens mais apertadas, tecnologias capazes de elevar produtividade e reduzir riscos ganham relevância estratégica”, afirma.

O levantamento da CropLife Brasil reforça essa trajetória: no primeiro quadrimestre de 2026, a área tratada com biológicos somou 31 milhões de hectares no país, sinalizando que o avanço do setor é estrutural, não conjuntural. Ou seja, o biológico já não é mais uma “alternativa complementar” no manejo, mas parte essencial no pacote tecnológico das principais culturas do país.

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Segmentos em destaque

Os bioinseticidas são apontados como o principal vetor para o crescimento do setor, impulsionados pelo controle de pragas na safrinha de milho. Para o Gerente de Marketing Estratégico da Koppert, Christian Menegatti, o segmento de inseticidas contra lagartas em cereais deve crescer acima de 60% na próxima safra.

Outra categoria que deve despontar é a de biofungicidas, com índice superior a 40%. “Esses movimentos se devem ao aumento da adoção e também à substituição de alguns tratamentos químicos por soluções biológicas em diversas culturas”, explica Menegatti.

Para responder a essas oportunidades, a Koppert tem reforçado seu portfólio. Nos últimos 12 meses, a empresa lançou o Buick Evo® (SfMNPV) e o Macan® (Bacillus velezensis CECT8237), bioinseticida e fungicida voltados ao controle biológico de pragas e doenças, e Trichodermil® FS (Trichoderma asperelloides 1306), que amplia a atuação da empresa no segmento de tratamento de sementes (TS).

Expansão internacional

As expectativas ganham um fôlego a mais com o projeto Renera, que visa promover a tecnologia e o conhecimento brasileiros em bioinsumos agrícolas aos demais países da América Latina. O programa, uma iniciativa em parceria com a CropLife Brasil e a ApexBrasil, foi apresentado pela primeira vez ao público argentino no final de agosto, durante o evento Missão Brasil-Argentina que reuniu representantes do governo, produtores e especialistas dos dois países, em Buenos Aires.

Presente no Brasil desde 2011, a Koppert exerce papel central na disseminação de tecnologias biológicas no campo brasileiro. O reconhecimento transcende o setor: a empresa está entre as dez empresas mais inovadoras do agronegócio brasileiro, segundo o Prêmio Valor Inovação, uma das premiações empresariais mais prestigiadas do país.

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Com mais de 30 subsidiárias no mundo, a Koppert mantém seu compromisso com produtos que integram eficiência econômica e sustentabilidade ao manejo fitossanitário.


A KOPPERT BRASIL

 A Koppert, líder mundial em controle biológico, trabalha para agricultores em todo o mundo desde 1967, promovendo a sustentabilidade e a rentabilidade de cultivos, preservando a biodiversidade na agricultura, e contribuindo para sistemas alimentares mais seguros.

Está presente no Brasil desde 2011 e, atualmente, conta com três modernas unidades de produção: a de microbiológicos, localizada na cidade de Piracicaba, e as unidades de formulações e de macrobiológicos, que ficam na vizinha Charqueada, todas no estado de São Paulo.

A empresa possui infraestrutura completa para atender à crescente demanda do mercado agrícola por defensivos biológicos, tornando a agricultura brasileira mais sustentável, saudável, regenerativa e em harmonia com a natureza. Com processos produtivos padronizados, seguros e altamente tecnificados, garante confiabilidade e qualidade ao seu completo portfólio de produtos, além da aplicação de macrobiológicos via drones, por meio da Natutec® by Koppert.

A empresa conta ainda com departamento próprio de Pesquisa & Desenvolvimento para aperfeiçoamento de tecnologias de controle biológico para a agricultura tropical, e é parceira do SparcBIO (São Paulo Advanced Research Center for Biological Control) e do Gazebo, primeiro hub de inovação do agronegócio especializado em tecnologias voltadas para o controle biológico do país.

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Fonte: Assessoria de imprensa



 

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