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Trump diz que China autorizou retomada das importações de soja e outros grãos

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que a China concordou em manter o fornecimento de terras raras e minerais críticos “de forma aberta e livre”. A declaração foi feita após o encontro com o presidente chinês, Xi Jinping, durante a cúpula da Apec, na Coreia do Sul.
Em publicação na rede Truth Social, Trump classificou a reunião como “excelente” e disse que há “grande respeito” entre as duas potências. O republicano também afirmou que Pequim iniciará novas compras de produtos agrícolas norte-americanos, incluindo soja e sorgo.
Acordos comerciais e agrícolas
Segundo Trump, a China teria autorizado a retomada de importações em larga escala de grãos e outros produtos do campo. O movimento, segundo ele, deve beneficiar diretamente os produtores rurais dos Estados Unidos.
O presidente destacou que os dois governos ainda negociam outros pontos do relacionamento comercial, mas já estariam próximos de um consenso em temas considerados estratégicos.
Energia e segurança
Além do setor agrícola, Trump afirmou que Pequim demonstrou interesse em comprar energia dos Estados Unidos, incluindo petróleo e gás produzidos no estado do Alasca. O presidente citou que o secretário de Energia, Chris Wright, e o secretário do Interior, Doug Burgum, avaliarão a viabilidade do acordo.
Outro ponto tratado no encontro foi o combate ao tráfico de fentanil, substância que tem causado crise de saúde pública nos EUA. Segundo Trump, o governo chinês se comprometeu a atuar para conter o envio do produto ao território americano.
Trump encerrou a mensagem dizendo que os entendimentos firmados “trazem prosperidade e segurança para milhões de americanos”, sem dar detalhes sobre prazos ou valores envolvidos nas possíveis transações.
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IBGE publica agenda semanal com treinamento do Censo Agropecuário

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta segunda-feira (14), às 9h, a Agenda IBGE com a programação prevista para o período de 14 a 20 de setembro. A agenda reúne reuniões internas e externas, eventos e compromissos de diferentes áreas do instituto, da Presidência às superintendências estaduais, além da Escola Nacional de Ciências Estatísticas (ENCE).
Entre os compromissos da Presidência, está a participação, nesta segunda-feira (14), às 8h, no Treinamento Centralizado do 12º Censo Agropecuário, Florestal e Aquícola, em Caxambu. Também na programação da Presidência, representantes do instituto participam na terça-feira (15), às 8h, de uma visita técnica do Banco Central de Honduras ao IBGE.
Na área de diretorias e assessorias, integrantes da Escola Nacional de Ciências Estatísticas (ENCE) participam ao longo da semana do 26º Simpósio Nacional de Probabilidade e Estatística (Sinape).
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Nas superintendências estaduais, a agenda registra a participação de integrantes da Superintendência Estadual de Brasília (SES/DF), no dia 18, na oficina técnica virtual ODS – metas 15.7 e 15.c. No mesmo dia, às 8h, representantes da Superintendência Estadual do Piauí (SES/PI) realizam reunião com a equipe de coleta e supervisão da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) 2026 de Teresina, no Piauí.
Segundo o IBGE, a Agenda IBGE é divulgada desde 2024, sempre às segundas-feiras, às 9h, com o calendário dos dias seguintes.
A programação semanal do instituto para o período de 14 a 20 de setembro concentra atividades administrativas, técnicas e institucionais, incluindo ações relacionadas ao 12º Censo Agropecuário, Florestal e Aquícola.
Fonte: agenciadenoticias.ibge.gov.br
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Colheita de algodão termina em MT com 100% da área, enquanto exportações avançam

Mato Grosso encerrou a colheita de algodão da safra 2025/26 com toda a área estimada retirada do campo, ao mesmo tempo em que ganha peso no início do novo ciclo de exportações de pluma. Em agosto, primeiro mês da temporada comercial 2026/27, o estado respondeu por 58,32% do algodão exportado pelo Brasil.
O desempenho da colheita ocorre em um momento de maior disponibilidade da produção mato-grossense para o mercado externo. Com os trabalhos concluídos, o algodão colhido desde junho segue para o beneficiamento, etapa que transforma a produção em pluma destinada, entre outros mercados, às exportações.
Em agosto, o Brasil embarcou 106,35 mil toneladas de pluma, volume 37,28% maior que o registrado no mesmo mês de 2025. Do total, mais da metade teve origem em Mato Grosso, reforçando a participação do estado no comércio internacional da fibra.
A colheita mato-grossense começou em 19 de junho e chegou a 100% no último dia 11 de setembro. Na última semana, o avanço foi de 2,70 pontos percentuais, deixando o ritmo 0,50 ponto percentual acima da média dos últimos cinco anos.
Para a analista de algodão do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), Cintia Teixeira, o comportamento do clima ao longo do ciclo ajudou a sustentar o desenvolvimento das lavouras e o avanço das máquinas no campo.
“De modo geral, tivemos condições climáticas favoráveis durante o ciclo, o que contribuiu para o bom desenvolvimento do algodão e para o andamento da colheita”, avalia.
Produção mato-grossense abastece novo ciclo de exportações
O encerramento da colheita marca agora a entrada da safra 2025/26 em outra etapa. Até o início de setembro, a produção de algodão em caroço em Mato Grosso estava estimada em 6,67 milhões de toneladas pelo Imea.
Essa produção será a base dos embarques mato-grossenses ao longo do ciclo comercial 2026/27. A estimativa do Instituto é de que o estado exporte 2,09 milhões de toneladas de pluma referentes à safra recém-colhida.
A perspectiva mantém Mato Grosso como peça central para o desempenho brasileiro no mercado internacional. O país é líder mundial nas exportações de pluma desde a safra 2022/23 e, segundo o USDA, deve conservar essa posição no ciclo 2026/27.
A projeção é de que os embarques brasileiros fiquem 24,39% acima dos Estados Unidos. O resultado coloca a produção mato-grossense dentro de um cenário de forte presença brasileira no comércio mundial da fibra.
Mesmo com a colheita encerrada, portanto, os números da safra ainda começam a aparecer no mercado. A produção retirada dos campos desde junho passa a sustentar o beneficiamento e os embarques que serão realizados durante o novo ciclo comercial.
Cintia avalia que o encerramento da colheita ocorreu de forma favorável, apesar de alguns pontos de atenção na reta final. “A colheita foi encerrada em condições favoráveis, com o estado alcançando 100% da área estimada. O ritmo também ficou acima da média dos últimos cinco anos, mostrando um bom andamento das operações”, destaca.
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Preço do milho cai, mas oferta restrita limita quedas

Os preços do milho voltaram a cair em parte das regiões brasileiras acompanhadas pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) nos últimos dias. O movimento é resultado principalmente do afastamento de compradores do mercado.
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Segundo levantamento divulgado pelo Cepea nesta segunda-feira (14), parte dos consumidores domésticos indica que as compras realizadas anteriormente são suficientes para atender às necessidades de curto prazo. Com isso, esses agentes reduziram a procura por novos lotes, pressionando as cotações.
Apesar da menor demanda, a redução dos preços não foi mais intensa porque produtores também estão cautelosos nas negociações.
De acordo com pesquisadores do Cepea, parte dos vendedores restringe a oferta diante das expectativas para as condições climáticas dos próximos meses e da valorização da paridade de exportação, fator que pode tornar as vendas externas mais atrativas.
Além disso, produtores estão concentrados nas atividades no campo. Enquanto algumas regiões finalizam a colheita da segunda safra de milho 2025/26, outras avançam com a semeadura da safra de verão 2026/27.
Nesse cenário, o mercado doméstico inicia a segunda quinzena de setembro com menor presença tanto de compradores quanto de vendedores, enquanto agentes acompanham o clima, o andamento da nova safra e as condições para exportação.
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