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7 de novembro de 2026

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Articulação da Mesa Diretora cria rusga entre deputados estaduais do PL — O Livre

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Gilberto Cattani e Faissal Calil estão em disputa de força sobre como o partido se posicionará na negociação do próximo grupo de comando da ALMT

A disputa da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa gerou atrito entre os deputados estaduais do Partido Liberal (PL), Gilberto Cattani e Faissal Calil. Cattani disse que tem um acordo com o presidente Max Russi (PODE) feito há dois anos e irá apoio renovação de mandato de atual Mesa. 

Faissal, que se transferiu para o PL no fim de 2025, quer a vaga de primeiro-secretário, que está ocupada pelo deputado estadual Dr. João (MDB), o que demandaria a rearticulação da atual composição. 

O que está em jogo é o espaço que o PL terá na articulação da Mesa. A avaliação de Cattani é que seu partido terá apenas uma vaga, e Faissal tentaria se colocar no lugar dele.  

“Se o Faissal for candidato a primeiro-secretário, obviamente que eu terei que ser jogado para escanteio. É isso que ele está tentando fazer”, disse. 

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Já Faissal vê infidelidade com o partido. Ele recomendou ao colega a mudança de sigla por causa do acordo que defende, sem espaço para nova composição. “Ele deixou claro que vai acompanhar o Max Russi. Então, ele pode mudar para o Podemos”, afirmou. 

Podemos, Republicanos e PL devem ser os partidos a ter prevalência na articulação para a Mesa Diretora da Assembleia Legislativa. Mas atual presidente, Max Russi, que pretende continuar no cargo, deverá tentar montar um grupo com maior número de siglas para ter consenso. 

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Polícia Civil deflagra operação contra rede criminosa especializada em estelionatos digitais e fraudes corporativas em Cuiabá — O Livre

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Ação da DRCI cumpre mandados de busca e apreensão e afastamento de sigilo telemático expedidos pelo Núcleo de Justiça 4.0

A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta sexta-feira (05.11), a Operação Deceptio para desarticular uma estrutura criminosa voltada à prática de estelionatos digitais e fraudes corporativas contra empresas.

Na operação, são cumpridas seis ordens judiciais, sendo três mandados de busca e apreensão e três de afastamento de sigilo telemático. Todos os mandados são cumpridos na Capital.

As decisões foram expedidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz de Garantias – Polo Cuiabá, com base nas investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI).

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A investigação teve início a partir da comunicação de uma tentativa de fraude ocorrida em fevereiro de 2025 contra uma empresa do ramo de construção civil em Cuiabá. Na ocasião, criminosos utilizaram o aplicativo WhatsApp para se passar por um dos sócios da pessoa jurídica e solicitaram uma transferência de valores via Pix.

O prejuízo financeiro contra a empresa foi evitado pela atuação imediata das equipes policiais, que prenderam em flagrante o titular da conta bancária fornecida para o recebimento do dinheiro.

Com o aprofundamento das diligências e a realização de perícias autorizadas pela Justiça, a Polícia Civil identificou que a ação não se tratava de um fato isolado, mas sim de uma rede organizada de crimes cibernéticos. Alguns investigados confessaram ter vendido o acesso às suas contas bancárias para viabilizar as fraudes.

As análises nos aparelhos apreendidos revelaram a participação direta de outros criminosos na gestão de perfis falsos, no levantamento de dados de setores financeiros de empresas e no direcionamento das abordagens no ambiente digital.

Segundo a DRCI, o grupo chegava a estipular meta de faturamento para os golpes, buscando lesar as vítimas em valores mínimos de R$ 20 mil por crime. As apurações confirmaram a existência de fraudes consumadas contra outras pessoas em diversos estados do país.

O caso continua a ser investigado.

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Polícia Civil de MT apoia operação goiana e cumpre mandados contra rede de estelionato digital — O Livre

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A Polícia Civil de Mato Grosso, por meio da Delegacia Especializada de Estelionato de Cuiabá, cumpre ordens judiciais, na manhã desta sexta-feira (6.11), na Operação Tentáculo Digital, deflagrada pela Polícia Civil de Goiás, com foco na desarticulação de um grupo criminoso envolvido em crimes de estelionato por meio digital.

As ordens judiciais, sendo três mandados de prisão preventiva e dois de busca e apreensão, foram expedidas pela Justiça de Goiás e são cumpridos nas cidades de Cuiabá, Primavera do Leste, Rondonópolis e Várzea Grande, em Mato Grosso.

Os alvos são apontados como responsáveis pela aplicação de golpes financeiros no estado de Goias, tendo como vítimas pessoas hospitalizadas e empresas do ramo de materiais de construção.

Um dos golpes foi registrado na cidade de Jaraguá (GO), quando familiares de uma gestante internada no Hospital Estadual foram contatados por alguém que teria utilizado um ramal da própria unidade para comunicar, falsamente, a necessidade de transferência urgente e de exames. Acreditando na informação, eles transferiram quase R$ 10 mil aos investigados.

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Em outro caso, registrado em Petrolina de Goiás, a vítima foi enganada por uma pessoa que se passou por representante de uma empresa de equipamentos de construção. Após efetuar o pagamento, de quase R$ 12 mil, não recebeu os produtos.

Com base nas investigações, a Polícia Civil de Goiás representou ao Poder Judiciário pela expedição de mandados de busca e apreensão e de prisão preventiva, que foram deferidos e cumpridos nesta data. Entre os alvos, está uma mulher investigada por supostamente disponibilizar sua conta bancária para o recebimento de valores provenientes das fraudes.

Os presos serão encaminhados para a Delegacia de Estelionato de Cuiabá, onde serão interrogados e posteriormente colocados à disposição da Justiça.

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Polícia Civil prende suspeita de injúria, difamação e desacato por postagens na internet no interior de MT — O Livre

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Com penas somadas acima de quatro anos, suspeita não teve direito à fiança; delegado representou pela exclusão de perfis e quebra de sigilo telemático

Uma jovem foi presa em flagrante pela Polícia Civil, na quinta-feira (6.11), em Confresa, suspeita de praticar injúria, difamação e desacato por meio de publicações em redes sociais. Segundo a investigação, as ofensas eram direcionadas ao ex-namorado da jovem e também atingiram uma escrivã da Polícia Civil.

A investigada, de 20 anos, já respondia a um inquérito por publicações ofensivas direcionadas ao ex-namorado e à mãe dele. O episódio que levou à prisão ocorreu na quarta-feira (4), quando a jovem compareceu à Delegacia de Confresa para prestar esclarecimentos sobre a investigação. Na ocasião, ela foi orientada a interromper as publicações ofensivas.

Contudo, no dia seguinte à orientação, a investigada publicou novos vídeos ridicularizando a escrivã de polícia responsável por sua oitiva. Em uma das postagens, utilizou stickers (figurinhas digitais) sobre a imagem da intimação, simulando jogar o nome da servidora no lixo, em tom de deboche ao trabalho policial.

Paralelamente, em outras postagens, a investigada continuou a veicular conteúdos depreciativos sobre a intimidade do ex-companheiro. Diante das ações reiteradas, a equipe da Delegacia de Confresa realizou diligências e localizou a investigada em sua residência, onde foi presa em flagrante. Durante a abordagem, o aparelho celular utilizado na divulgação dos conteúdos foi apreendido.

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Diante dos fatos, a suspeita foi conduzida à Delegacia de Confresa, onde após ser interrogada, foi autuada em flagrante pelos crimes de injúria, difamação e desacato, com causa de aumento de pena por uso das redes sociais (artigo 141, § 2º, do Código Penal). A soma das penas máximas ultrapassou quatro anos, motivo pelo qual não tem direito à fiança, permanecendo a suspeita custodiada à disposição do Poder Judiciário.

Segundo o delegado responsável pelo caso, Rogério da Silva Irlandês, a liberdade de expressão na internet não pode ser utilizada para ofender, humilhar, desrespeitar ou destruir a reputação das vítimas. “É importante que as pessoas entendam que a internet não é terra sem lei onde se possa esconder ou permanecer impune de suas ações. A Polícia Civil está atenta aos crimes ocorridos por meio digital”, destacou o delegado.

Além do auto de prisão, o delegado representou ao Juízo a quebra do sigilo telemático do celular apreendido, a proibição temporária de acesso às redes sociais por parte da investigada e o bloqueio/exclusão de seus perfis nas plataformas digitais. O caso foi encaminhado para as providências da Justiça.

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