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5 de agosto de 2026

Sustentabilidade

Produção agropecuária de MS cresce 24% e movimenta R$ 76 bilhões – MAIS SOJA

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A produção agropecuária de Mato Grosso do Sul alcançou R$ 76,3 bilhões em setembro de 2025, um aumento de 24% em relação ao mesmo período do ano passado. O resultado foi impulsionado principalmente pelas culturas de soja e milho, que juntas representam 77% da lavoura do Estado, segundo levantamento da Associação dos Produtores de Soja de Mato Grosso do Sul (Aprosoja/MS).

A soja apresentou crescimento de 16%, o equivalente a R$ 3,65 bilhões, enquanto o milho teve alta de 43%, com incremento de R$ 3,3 bilhões. O desempenho dessas duas culturas contribuiu para que o valor total da lavoura aumentasse 19%, somando R$ 7,96 bilhões a mais que no mesmo período de 2024.

De acordo com o analista de Economia da Aprosoja/MS, Mateus Fernandes, o resultado reflete tanto o bom desempenho produtivo quanto a recuperação dos preços no mercado interno.

“No Mato Grosso do Sul, o bom resultado do Valor Bruto da Produção está diretamente ligado à força da soja e do milho, que são as principais culturas do nosso Estado. Tivemos uma recuperação dos preços no mercado interno e uma produção maior em relação ao ano passado, o que contribuiu diretamente para esse crescimento. Com mais opções no mercado interno, como as indústrias de etanol e a possibilidade de venda ao mercado internacional, os produtores podem escolher a melhor opção, gerando assim mais estabilidade e desenvolvimento econômico para Mato Grosso do Sul”.

No cenário nacional, o Valor Bruto da Produção (VBP) atingiu R$ 1,4 trilhão, aumento de 18% em relação ao ano anterior, segundo o Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA). As lavouras respondem por 66% desse total, com destaque para soja e milho, que juntos representam 53% da produção agrícola do país.

“Mato Grosso do Sul segue entre os destaques nacionais na produção de grãos, e os números reforçam a importância do campo na geração de riqueza e desenvolvimento regional”, afirma o presidente da Aprosoja/MS, Jorge Michelc.

Entenda o que é o Valor Bruto da Produção (VBP)

O Valor Bruto da Produção (VBP) é um indicador que mostra quanto o campo movimenta em dinheiro com a produção agropecuária. Ele considera o preço e a quantidade produzida de cada cultura ou atividade pecuária, revelando o tamanho econômico do agro em determinado período.

Na prática, o VBP funciona como um “termômetro” do desempenho do setor. Quando o valor aumenta, significa que o produtor colheu mais, vendeu melhor ou ambos. Quando cai, pode indicar redução na produtividade, queda de preços ou dificuldades de mercado.

O cálculo é feito pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), com base em informações de produção e preços recebidos pelos produtores rurais.

O Boletim do Valor Bruto da Produção (VBP) é elaborado mensalmente pela Aprosoja/MS com base em dados do MAPA, e pode ser conferido aqui.

Fonte: Crislaine Oliveira –  Aprosoja MS



 

FONTE

Autor:Crislaine Oliveira/Aprosoja MS

Site: Aprosoja MS

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Sustentabilidade

Line-up aponta importação de 7,591 mi de t de fertilizantes de 1/7 a 3/8 – Williams – MAIS SOJA

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De acordo com levantamento realizado pela agência marítima Williams Brasil, foi agendada a importação de 7,591 milhões de toneladas de fertilizantes no período de 1º de julho a 3 de agosto.

Pelo porto de Santos (SP) deve ser desembarcada a maior parte (2,669 milhões de toneladas). Depois aparece o porto de Paranaguá (PR), com 1,666 milhão de toneladas.

O relatório da agência leva em conta as embarcações já ancoradas, as que estão em largo esperando atracação e ainda as com previsão de chegada até o dia 27 de outubro de 2026.

Fonte: Agência Safras



 

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Sustentabilidade

Trigo fecha em forte baixa em Chicago com avanço da colheita e melhora das lavouras nos EUA – MAIS SOJA

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A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o trigo encerrou a sessão desta terça-feira (4) em forte baixa. O mercado foi pressionado pelo avanço da colheita de trigo nos Estados Unidos, pela melhora das condições das lavouras de primavera e pela perspectiva de clima favorável nas principais regiões produtoras do país.

Segundo o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), a colheita do trigo de inverno alcançou 86% da área até 2 de agosto, ante 81% na semana anterior, em linha com o mesmo período do ano passado e com a média dos últimos cinco anos. Já o trigo de primavera apresentou melhora nas condições das lavouras, com 55% das áreas classificadas entre boas e excelentes, ante 53% na semana anterior. A colheita da cultura também avançou para 5% da área.

A queda do petróleo também contribuiu para pressionar o mercado agrícola. A perspectiva de um acordo entre Estados Unidos e Irã derrubou as cotações da commodity, estimulando um movimento de vendas nas commodities agrícolas, incluindo o trigo.

Os contratos com entrega em setembro fecharam cotados a US$ 6,38 1/4 por bushel, com baixa de 12,75 centavos de dólar, ou 1,95%, em relação ao fechamento anterior. Já os contratos com vencimento em dezembro encerraram a US$ 6,57 por bushel, com recuo de 12,25 centavos de dólar, ou 1,83%.

Fonte: Agencia Safras



 

FONTE

Autor:Luciana Abdur – luciana.abdur@safras.com.br (Safras News)

Site: Agência Safras

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Sustentabilidade

Milho 2ª Safra: 69,1% colhido no país entre desafios climáticos e boas produtividades – MAIS SOJA

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Milho 2ª Safra- 69,1% colhido. Em MT, a colheita se aproxima dos últimos talhões e as boas produtividades têm sido mantidas. No PR, a colheita avança gradualmente, favorecida pelas janelas de tempo seco.

Em MS, a colheita foi interrompida no Sudoeste devido às chuvas, mas avançou nas demais regiões. Em GO, a redução da umidade dos grãos devido ao tempo seco favoreceu ao avanço da colheita. Em SP, a colheita continua atrasada no estado devido ao prolongamento do ciclo do cereal e a alta umidade dos grãos.

Em MG, a colheita avança nas áreas de sequeiro e a baixa produtividade do cereal vai se confirmando. No TO, a colheita se aproxima dos últimos talhões e as produtividades são consideradas satisfatórias. Na BA, a colheita se aproxima do fim.

No MA, a colheita foi finalizada nos Gerais de Balsas e avança nas demais regiões. As produtividades das lavouras tardias apresentam redução. No PI, a colheita avança normalmente e se aproxima da finalização. Devido à parada precoce das chuvas, as produtividades estão inferiores às do último ciclo.

No PA, a colheita foi finalizada nos polos de Redenção e da BR-163. Nos polos de Santarém e Paragominas, a colheita avança com boas produtividades sendo obtidas, refletindo as condições climáticas favoráveis durante o ciclo.

Fonte: Conab



 

FONTE

Autor:Conab

Site: Conab

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