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Sustentabilidade

Chuvas benéficas e acima de 50 mm devem chegar em breve; veja quando e onde

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A previsão do tempo para as principais regiões produtoras de soja do país indica uma mudança importante no padrão de chuvas nos próximos dias. O solo começa a apresentar melhora na umidade em áreas do norte de Mato Grosso do Sul e do sul de Mato Grosso, mas ainda há necessidade de volumes mais expressivos em Goiás, Minas Gerais e no interior do Matopiba, onde o avanço do plantio segue limitado pela falta de precipitação.

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Uma frente fria continua avançando pelo país, levando chuva para o Tocantins e o interior do Matopiba, especialmente para o oeste da Bahia, com acumulados entre 30 e 40 milímetros nos próximos cinco dias. No Centro-Sul, o ar mais seco favorece o andamento dos trabalhos de campo, já que não há previsão de chuva.

Nova Mutum (MT)

Em Nova Mutum (MT), o tempo deve permanecer firme até o dia 26 ou 27 de outubro, com o retorno das chuvas previsto para o início de novembro. A primeira quinzena do mês deve registrar mais de 100 milímetros, garantindo boas condições para o desenvolvimento das lavouras.

Nova frente fria à vista

Na próxima semana, uma nova frente fria deve avançar sobre o Paraná, Mato Grosso do Sul e São Paulo, com acumulados que podem ultrapassar 80 milímetros em cinco dias, especialmente no Paraná.

A precipitação também alcança o sul de Goiás e o oeste de Mato Grosso, porém com volumes mais modestos, entre 10 e 15 milímetros, o que ainda gera preocupação entre produtores devido à má distribuição das chuvas.

Alta Floresta (MT)

No norte de Mato Grosso, em municípios como Alta Floresta, a previsão indica mais 15 a 20 milímetros de chuva até quarta-feira (22), seguida por um período de tempo firme entre os dias 23 e 28. Na virada do mês, o cenário muda: estão previstos acumulados superiores a 200 milímetros, o que deve normalizar a umidade do solo e garantir o avanço do plantio.

Fim de outubro

A expectativa é que as precipitações mais volumosas retornem a partir do fim de outubro, ultrapassando 50 mm. Isso proporcionará melhores condições aos produtores de Mato Grosso, Goiás, Minas Gerais e do interior do Matopiba.

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Sustentabilidade

NY fecha em alta no algodão com correção técnica e cobertura de posições vendidas – MAIS SOJA

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A Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures) para o algodão fechou com cotações mais altas.

Os contratos com entrega em maio fecharam a 68,18 centavos de dólar por libra-peso, alta de 0,56 centavo, ou de 0,82%. Julho fechou a 70,33 centavos (+0,8%).

O mercado avançou com correção técnica e cobertura de posições vendidas.

Os investidores estão cautelosos antes do relatório de intenções de plantio do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) no início da próxima semana.

“Acho que o mercado vai permanecer muito calmo assim enquanto as notícias permitirem”, disse Keith Brown, corretor principal de algodão da Keith Brown and Co., na Geórgia. As reações do mercado à guerra entre EUA e Israel contra o Irã têm sido impulsivas, disse ele.

“Mas na próxima terça-feira serão divulgadas as intenções de plantio. E, portanto, o mercado provavelmente ficará em baixa, como se costuma dizer, até que esses números sejam divulgados.”

Os investidores agora aguardam os relatórios de estoques de grãos e de plantio prospectivo do Departamento de Agricultura dos EUA, com previsão de divulgação em 31 de março, quando a agência divulgará estimativas das intenções de plantio dos agricultores em 2026. “(O relatório) ainda será influenciado pelos altos preços dos insumos, pelos altos preços dos fertilizantes, pela disponibilidade de fertilizantes e, certamente, pela chuva”, acrescentou Brown.

Limitando a alta, os preços do petróleo caíram cerca de 5% na quarta-feira, após relatos de que os EUA e o Irã haviam enviado uma proposta de 15 pontos com o objetivo de encerrar a guerra, o que gerou discussões sobre progresso em direção a um cessar-fogo, apesar da troca de ataques aéreos entre Israel e Irã.

A queda nos preços do petróleo bruto torna o poliéster, uma alternativa ao algodão, mais acessível.

As informações partem da Reuters.

Fonte: Safras News



 

FONTE

Autor:Fabio Rubenich – fabio@safras.com.br (Safras News)

Site: Agência Safras

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Sustentabilidade

Página não encontrada – MAIS SOJA

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Sustentabilidade

Colheita da soja em Mato Grosso do Sul alcança 82% da área e plantio do milho chega a 84,6% – MAIS SOJA

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De acordo com dados do Projeto SIGA-MS, executado pela Aprosoja/MS, que realiza o acompanhamento da safra em todo o estado, a colheita da soja se aproxima da reta final, com cerca de 82% das áreas já colhidas.

Em relação às condições das lavouras, na região Norte e Nordeste do Estado, as  boas condições representam 69% das áreas. Já nas regiões Oeste, Sudoeste, Sul-fronteira e Centro, houve uma maior variação nas condições, com presença mais significativa de áreas em situação regular e ruim devido a falta de chuvas no final do ciclo da soja.

O plantio do milho também avança, com maior ritmo na região Sul, seguida pelas regiões Centro e Norte. Até o momento, cerca de 1,8 milhões de hectares foram plantados.

A previsão do tempo indica a ocorrência de chuvas significativas nas próximas semanas, especialmente nas regiões Sul, Centro-Norte e Sudoeste. Esse cenário reforça a importância do monitoramento contínuo das condições climáticas, permitindo que o manejo seja ajustado de acordo com as particularidades de cada região.

“Estamos em uma das fases mais intensas do calendário agrícola, quando diferentes frentes de trabalho avançam ao mesmo tempo. O produtor colhe a soja, organiza o escoamento da produção e ao mesmo tempo planta a segunda safra. É um período em que cada dia, cada hora vai fazer muita diferença no final.”

O boletim completo você pode acessar aqui.

Fonte: Aprosoja/MS



 

FONTE

Autor:Marcos Maluf (Comunicação da Aprosoja/MS)

Site: Aprosoja/MS

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