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11 de junho de 2026

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Custo da cesta básica tem novo reajuste e volta a superar os R$ 800 em Cuiabá

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A terceira semana de outubro registrou mais um acréscimo no custo da cesta básica em Cuiabá — o segundo consecutivo. A alta, desta vez de 1,55%, fez com que o conjunto de itens atingisse a média de R$ 806,98, permanecendo, inclusive, com valor 3,13% superior ao registrado no mesmo período do ano passado, segundo levantamento do Instituto de Pesquisa da Fecomércio Mato Grosso (IPF-MT).

Ainda conforme análise do IPF-MT, o custo acima de R$ 800 não era registrado desde agosto deste ano — há oito semanas. Para o presidente da Fecomércio-MT, Wenceslau Júnior, a variação anual do preço da cesta tende a permanecer em baixa, apesar dos recentes aumentos.

“Mesmo com o custo médio da cesta básica ficando acima do observado em 2024, essa é a menor variação anual desde março deste ano. Essa observação é interessante para compreender a trajetória de aumento dos preços da alimentação na capital mato-grossense, que se mostra menos aquecida no longo prazo.”

A alta no custo reflete o impacto da valorização de itens com sazonalidade de curto e médio prazo, como a batata e o tomate.

No caso da batata, após cinco semanas consecutivas de redução, o produto registrou alta de 31,58% nesta semana, chegando a custar, em média, R$ 3,98/kg — movimento influenciado principalmente pelo fim da safra. Com a desaceleração das colheitas, a oferta diminuiu, o que ocasionou aumento de preço nos mercados.

Ainda assim, quando comparado ao mesmo período de 2024, o valor atual está 45,06% menor, já que custava, em média, R$ 7,24/kg naquele período.

O tomate também apresentou aumento, com acréscimo de 15,55%, atingindo a média de R$ 8,26/kg. Assim como a batata, o aumento pode estar relacionado à mudança de safra, que reduz a quantidade ofertada e, consequentemente, eleva os preços. No comparativo anual, o valor atual está 41,65% mais alto, visto que, no mesmo período de 2024, o preço médio registrado foi de R$ 5,83/kg.

Já o arroz registrou redução de 1,57% nesta semana, com média de R$ 5,26/kg. Apesar da alta observada na semana anterior, o aumento na produção – nas lavouras – segue pressionando os preços para baixo. O custo atual do produto está 25,92% menor em relação ao mesmo período do ano passado.

Diante dessas variações, Wenceslau Júnior concluiu que “esse cenário acaba favorecendo o planejamento dos gastos familiares, com foco em compreender quais alimentos podem pesar mais nas compras deste período”.

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Indea intensifica fiscalização durante vazio sanitário da soja em MT

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Geral

Medida fitossanitária busca reduzir a incidência da ferrugem asiática e prevê penalidades para produtores que mantiverem plantas de soja no período proibitivo



O Instituto de Defesa Agropecuária do Estado de Mato Grosso (Indea) informa que o período do vazio sanitário da soja em Mato Grosso da safra 2025/26 já está em vigência. O período que proíbe a existência de qualquer estágio vegetativo de soja, visando diminuir incidência da ferrugem asiática, começou na segunda (8.6) e vai até o dia 06 de setembro, conforme previsto na Instrução Normativa Conjunta nº 001/2026 entre o Indea e a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec).





Durante o período de 90 dias de vigência da fase proibitiva de plantio de soja, o Indea realizará fiscalizações nas propriedades produtoras para verificar se o vazio sanitário está sendo cumprido.





A medida fitossanitária foi instituída pelo Indea em 2006, por sugestão de produtores e pesquisadores que perceberam a necessidade de controlar a principal doença da soja, causada pelo fungo Phakopsora pachyrhizi, além de outras pragas e doenças da cultura.





O fungo que causa a ferrugem asiática da soja precisa de hospedeiro vivo (plantas vivas de soja) para se desenvolver e multiplicar, ao eliminar as plantas de soja na entressafra quebra-se o ciclo do fungo, retardando o surgimento da doença na safra seguinte.





A ferrugem asiática provoca a desfolha precoce da planta, impedindo a completa formação dos grãos, o que gera redução na produtividade, sendo considerada uma praga de importância econômica para Mato Grosso.





O produtor rural que foi pego descumprindo está sujeito a multa 30 Unidades de Padrão Fiscal (UPFs), no valor atual de R$ 7.855,20, mais 02 UPFs por hectare da área reservada ao plantio.





Produção





Dados do Indea demonstram que a cultura se encontra em expansão no Estado. Na safra 2024/2025 foram cadastradas 16.324 unidades de produção (UPs), com total de área de 11.353.852 hectares. Já na safra 2025/2026 foram cadastradas 16.610 UPs, com uma área de 11.706.361 hectares, resultando em um incremento de 352.509 hectares de soja.





Com Assessoria

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Governo de MT e União entregam chaves de 441 moradias em condomínio de Cuiabá nesta sexta

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Residencial Parque do Cerrado faz parte do SER Família Habitação. Estado investiu R$ 6,4 milhões em subsídios para ajudar famílias a pagarem a entrada

O Governo de Mato Grosso e o Governo Federal entregam, nesta sexta-feira (12.6), as chaves de 441 casas do Residencial Parque do Cerrado – Condomínio Jatobá, em Cuiabá. O empreendimento integra o Programa SER Família Habitação, na modalidade Entrada Facilitada, e recebeu investimento de R$ 6,4 milhões em subsídios do Governo do Estado.

Desenvolvida pelo Governo de Mato Grosso, por meio da MT Participações e Projetos (MT Par), a modalidade concede subsídio de até R$ 25 mil para ser aplicado na entrada do imóvel. O benefício pode ser somado às vantagens do programa federal de habitação Minha Casa, Minha Vida, além dos recursos disponíveis por meio do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

A Caixa Econômica Federal (CEF) é a agente financeira responsável pelos contratos e oferece condições de financiamento com juros abaixo dos praticados no mercado.

Atualmente, 6.299 unidades habitacionais já foram disponibilizadas pelo Programa SER Família Habitação apenas em Cuiabá, onde os investimentos em subsídios somam R$ 107,8 milhões.

Em todo Mato Grosso, mais de 40 mil unidades habitacionais já foram viabilizadas, com investimentos estaduais que ultrapassam R$ 400 milhões.

Com Assessoria 

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USDA saiu! O que os números indicam para o mercado da soja brasileira?

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Imagem gerada por IA
para o Canal Rural

O novo relatório divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) trouxe atualizações importantes para o mercado mundial da soja e reforçou o protagonismo do Brasil na produção global do grão.

Para a safra 2026/27, o USDA projetou produção mundial de soja em 441,34 milhões de toneladas, ligeiramente abaixo da estimativa de maio, de 441,54 milhões de toneladas. Apesar da pequena variação, o dado que mais chamou a atenção do mercado foi a redução dos estoques finais globais.

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Os estoques mundiais para 2026/27 foram estimados em 124,88 milhões de toneladas, abaixo da expectativa dos analistas, que projetavam 125,3 milhões. Já para a temporada 2025/26, os estoques ficaram em 125,52 milhões de toneladas, também abaixo da previsão média do mercado, de 125,7 milhões.

Brasil

No caso do Brasil, o USDA manteve inalterada a estimativa de produção para a safra 2025/26 em 180 milhões de toneladas. O número ficou ligeiramente abaixo da expectativa do mercado, que apostava em 180,4 milhões de toneladas. Para a safra 2026/27, a projeção segue robusta, com produção estimada em 186 milhões de toneladas.

Argentina

Na Argentina, o USDA elevou a previsão da safra 2025/26 para 50 milhões de toneladas, aumento de 2 milhões de toneladas em relação ao relatório anterior. O mercado esperava uma produção menor, de 48,6 milhões de toneladas. Para 2026/27, a estimativa também permanece em 50 milhões de toneladas.

Demanda chinesa

Do lado da demanda, a China continua como principal motor do consumo global. As importações chinesas foram projetadas em 112 milhões de toneladas para 2025/26 e em 114 milhões de toneladas para 2026/27.

A combinação de estoques globais menores que o esperado e demanda chinesa aquecida tende a manter a atenção dos agentes do mercado sobre os preços da soja. Embora o relatório não tenha trazido grandes mudanças para a produção brasileira, os números indicam um cenário de oferta e demanda que continua sendo monitorado de perto por produtores, exportadores e investidores.

O post USDA saiu! O que os números indicam para o mercado da soja brasileira? apareceu primeiro em Canal Rural.

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