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7 de maio de 2026

Sustentabilidade

Syngenta conecta inovação e produtividade para impulsionar produtividade da safra de trigo 25/26 – MAIS SOJA

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Índices recentes da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) apontam que a produção brasileira de trigo deve alcançar 7,53 milhões de toneladas na safra 2025/2026, volume menor em relação à safra passada. Para proteger a produtividade frente a esse cenário, os agricultores devem atentar-se ao monitoramento de doenças, que são a principal causa de perdas de produtividade nas lavouras.

O manejo da cultura requer muita atenção em todas as fases do ciclo, já que o desenvolvimento de doenças como as manchas foliares, a giberela, o oídio e a ferrugem causam a diminuição do vigor e crescimento do trigo, reduzindo espigas e peso de grãos. Especialistas destacam que uma das principais estratégias é o controle químico. Por isso, é importante o avanço de novas formulações e ingredientes ativos que ampliam o espectro de controle dos patógenos e protegem a produtividade. Atualmente, os agricultores carecem de ferramentas inovadoras que entreguem alta eficácia.

Portanto, a Syngenta promove a chamada “Nova Era de Fungicidas no Trigo”, conceito que apresenta fungicidas inovadores com alta performance para enfrentar as principais doenças da cultura. Unindo os fungicidas SEEKER®, MIRAVIS® XTRA e MIRAVIS® PRO a Syngenta eleva o patamar de excelência na proteção das lavouras de trigo e entrega mais produtividade aos agricultores.

“De uma só vez, trazemos três produtos inovadores para cultura do trigo, ressaltando nosso compromisso de desenvolver novas tecnologias voltadas a necessidade dos triticultores. Essas soluções proporcionarão maior tranquilidade e rentabilidade aos agricultores, devido a sua alta eficácia no controle das principais doenças, como oídio, manchas, ferrugem e giberela”, afirma Pedro Altomar, Gerente de Produto Fungicidas na Syngenta Proteção de Cultivos.

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Alguns ensaios foram conduzidos em diferentes regiões e condições durante as safras de 2022 e 2024 com SEEKER®, produto lançamento da Syngenta à base do novo ingrediente ativo Fenpropidin. Os dados demostram que a solução não apenas reduz a severidade do oídio de forma consistente, como também impulsiona a produtividade, rendendo mais sacas por hectare e maior segurança para o potencial produtivo da lavoura. Em todas áreas deste estudo, a eficácia de controle de SEEKER® foi muito superior em relação aos demais fungicidas do mercado. Sendo que, em algumas regiões o índice chegou a 95%, proporcionando um aumento de produtividade de 6 sacas por hectare. Vale ressaltar que a média de aumento de produtividade foi de 5,3 sacas por hectare.

MIRAVIS® PRO e MIRAVIS® XTRA completam o portfólio de soluções da Syngenta para o manejo de doenças no trigo. Ambos os produtos são desenvolvidos com a tecnologia ADEPIDYN®, que viabiliza uma nova geração de fungicidas com maior poder de controle e amplo espectro de ação. MIRAVIS® PRO combina o excelente efeito preventivo do ADEPIDYN® com o efeito curativo do Protioconazol, oferecendo controle robusto das doenças de espiga. Já o MIRAVIS® XTRA destaca-se pela sua excelência de controle em manchas foliares e longo residual, proporcionando proteção estendida às lavouras. Juntos, esses fungicidas representam a inovação que os triticultores necessitam para enfrentar os desafios fitossanitários e maximizar a rentabilidade da cultura.

Eventos nas principais regiões produtoras do Brasil

Para orientar os agricultores sobre o manejo de doenças e as novidades da empresa nesta safra, a Syngenta promoverá encontros regionais que reunirão agricultores convidados, pesquisadores, especialistas e consultores técnicos. Os encontros acontecerão no Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina entre outubro e novembro. O objetivo é compartilhar dados de ensaios locais e recomendações práticas de manejo, apoiando os produtores nos maiores desafios da lavoura.

Sobre a Syngenta

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A Syngenta é líder mundial em inovação agrícola e está presente em mais de 100 países. A companhia está focada no desenvolvimento de tecnologias e práticas agrícolas que capacitam os agricultores, para que possam fazer a transformação necessária para alimentar a população mundial, preservando o nosso planeta. As suas descobertas científicas arrojadas proporcionam melhores benefícios para os agricultores e para a sociedade, em maior escala do que nunca. Orientada pelas suas Prioridades de Sustentabilidade, a Syngenta busca desenvolver novas tecnologias e soluções que ajudem os agricultores a cultivar plantas mais produtivas e em um solo mais saudável e com maior rendimento. A Syngenta Crop Protection e a Syngenta Seeds fazem parte do Syngenta Group. A Syngenta Crop Protection está sediada em Basileia, na Suíça, e a Syngenta Seeds está sediada nos Estados Unidos. Para saber mais, acesse nosso site e siga os nossos perfis no LinkedIn e Instagram.

Fonte: Assessoria de Imprensa Syngenta



 



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Sustentabilidade

Cenário climático reforça a importância do planejamento agrícola – MAIS SOJA

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Em comparação a março, abril apresentou redução no volume de chuvas, especialmente na região central do Brasil, afetando diretamente a disponibilidade de água no solo. Conforme o Boletim do Sistema TempoCampo/Esalq de maio de 2026, embora grande parte do território nacional, com destaque para a região Norte, ainda apresente elevada umidade no solo, a região central registrou redução no volume de água armazenado durante o mês de abril (Figura 1).

Figura 1. Armazenamento de água no solo, meses de março e abril de 2026 (atualização 05 de maio de 2026).
Fonte: Prof Fábio Marin

Apesar da redução observada, o cenário ainda não caracteriza, na maior parte das regiões produtoras do país, condições críticas ao desenvolvimento das culturas agrícolas. Para a primeira quinzena de maio, as projeções climáticas indicam continuidade das maiores precipitações sobre a região Norte e faixa litorânea do Nordeste, situação que demanda atenção devido aos elevados volumes de chuva já registrados nessas áreas.

Segundo o INMET, para o trimestre maio-julho-julho, a previsão é de precipitações dentro da média climatológica na região central do Brasil, enquanto as regiões Norte e Sul tendem a registrar chuvas dentro ou ligeiramente acima da média (Figura 2).

Figura 2. À esquerda: precipitação total prevista para o trimestre maio-julho-julho de 2026. À direita: Anomalias de precipitação para o trimestre maio-julho-julho de 2026. INMET (06 de Maio de 2026).
Fonte: INMET (2026)

Ainda que previsões a longo prazo possam apresentar grande incerteza, para o mês de junho, caso as projeções climática se concretize, de acordo com as previsões de anomalia das precipitações, são esperadas chuvas dentro da média e/ou ligeiramente acima da média para o período, na maioria das regiões do país.

Fenômenos ENSO

Com divergência entre modelos climatológicos, a intensidade do Fenômeno El Niño ainda é indefinida. No entanto, a ocorrência desse fenômeno é esperada, havendo concordância entre a maioria dos modelos quanto a ocorrência do El Niño (figura 3) com mais de 90% de probabilidade de ocorrência desse fenômeno a partir do trimestre setembro-outubro-novembro (figura 4).

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Figura 3. Modelos de previsão ENSO para abril de 2026.
Fonte: IRI (2026)


Figura 4. Previsão oficial de probabilidade do CPC ENSO.
Fonte: IRI (2026)

Por outro lado, a intensificação do El Niño, especialmente a partir do trimestre agosto-setembro-outubro, poderá influenciar o estabelecimento e o desenvolvimento das culturas agrícolas, impactando as operações no campo. Diante disso, o acompanhamento contínuo das previsões meteorológicas e dos prognósticos climáticos será fundamental para o ajuste das estratégias de manejo e do planejamento das áreas de cultivo.

Confira abaixo o boletim completo do sistema TempoCampo/ESALQ de maio de 2026.


Inscreva-se agora no canal Prof Fábio Marin clicando aqui! 


Referências:

INMET. CLIMA. Instituto Nacional de Meteorologia, 2026. Disponível em: < https://clima.inmet.gov.br/progp/0 >, acesso em: 07/05/2026.

IRI. ENSO FORECAST. Columbia Climate Schol International Research Institute for Climate and Society, 2026. Disponível em: < https://iri.columbia.edu/our-expertise/climate/forecasts/enso/current/ >, acesso em: 07/05/2026.

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Sustentabilidade

Enfezamento do milho reforça necessidade de manejo integrado para evitar perdas de até 70% – MAIS SOJA

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A cigarrinha-do-milho (Dalbulus maidis) permanece como uma das principais ameaças à produtividade da cultura no Brasil, especialmente por sua atuação como vetor do complexo de enfezamentos. Diante desse cenário, a FMC, empresa global de ciências para agricultura, reforça a importância de um manejo integrado, que combine diferentes estratégias ao longo do ciclo produtivo para minimizar perdas e garantir maior segurança ao produtor.

Segundo Thiago Filippin, desenvolvedor de mercado da FMC, a relação entre a praga e as doenças é direta e exige atenção redobrada. “A cigarrinha é a principal transmissora dos fitoplasmas e espiroplasmas responsáveis pelos enfezamentos pálido e vermelho, além do vírus da risca do milho (MRFV). No entanto, o inseto não nasce infectado — torna-se vetor ao se alimentar de plantas contaminadas e, a partir disso, passa a disseminar esses patógenos pela lavoura”, explica.

Entre os fatores que influenciam a pressão da praga, a época de semeadura se destaca como uma das decisões mais estratégicas. De acordo com Filippin, o plantio no início da janela reduz a incidência inicial da cigarrinha e, consequentemente, o risco de infecção. “Semeaduras tardias expõem o cultivo a populações migrantes, aumentando significativamente a chance de transmissão dos enfezamentos”, afirma.

Os danos causados podem ser severos, incluindo redução do porte das plantas, má formação das espigas, perfilhamento excessivo (brotações laterais) e sintomas visuais como folhas amareladas, avermelhadas ou com o sintoma de raiado fino para a virose. Em situações de alta pressão, as perdas podem variar de 20% a 70%, podendo evoluir para a quebra total da lavoura.

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Outro ponto crítico no manejo é o controle das plantas tigueras, que funcionam como reservatório da praga e das molicutes. “Como a cigarrinha depende exclusivamente do milho para completar seu ciclo, eliminar plantas tigueras é fundamental para interromper essa dinâmica. O controle na entressafra e o uso de herbicidas na cultura antecessora ajudam a evitar a chamada ‘ponte verde’”, destaca.

A escolha de cultivares mais tolerantes aos enfezamentos também contribui para reduzir os impactos, especialmente em plantios de médio e final de janela. Além disso, o tratamento de sementes desempenha papel essencial na proteção inicial da lavoura. “É importante optar por tecnologias com bom residual, alta sistemicidade e eficiência no controle da praga, como inseticidas dos grupos dos neonicotinoides e butenolidas”, orienta Filippin.

Embora as pulverizações sejam frequentemente associadas ao controle da cigarrinha, o especialista ressalta que sua eficácia depende de uma série de fatores. “O rápido crescimento do milho, com emissão de novas folhas a cada poucos dias, exige precisão na aplicação. Boa regulagem dos equipamentos, escolha adequada de produtos, rotação de ativos e monitoramento constante são fundamentais para reduzir os danos”, explica.

O profissional destaca que o manejo integrado busca reduzir a incidência da praga a níveis que não comprometam a produtividade da lavoura. “Quando bem executado, o conjunto de práticas contribui para a sustentabilidade do sistema produtivo e para a rentabilidade do produtor”, diz.

Tecnologia e inovação

A FMC tem como objetivo promover o avanço do campo por meio de tecnologias de proteção sustentável de cultivos e, por isso, investe, constantemente, em pesquisa e desenvolvimento. Prova disso é o inseticida inovador Premio® Star. Com proteção para 50 pragas em mais de 50 culturas, esse é o único produto do mercado que oferece controle simultâneo das principais pragas da soja e do milho, como lagartas e percevejos, e outros alvos secundários das plantações.

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“Além de evitar as misturas de tanque, o Premio® Star tem amplo espectro de controle, longo residual e tem como referência o lagarticida Rynaxypir, um potente inseticida, para alta performance em percevejos”, ressalta Sérgio Catalano, gerente de inseticidas da FMC.

O Premio® Star possui tecnologia exclusiva possui a combinação e a proporção exata dos ingredientes, o que constitui uma formulação diferenciada com altíssima performance para insetos mastigadores e sugadores. O Premio® Star possui duplo modo de ação, amplo espectro, efeito de choque e residual, menor lavagem pela chuva e otimização operacional. No milho é indicado para controle da cigarrinha (Dalbulus maidis), percevejo barriga-verde (Dichelops melacanthus), pulgão-do-milho (Rhopalosiphum maidis) e a lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda).

 Sobre a FMC

A FMC Corporation é uma empresa global de ciências agrícolas dedicada a auxiliar produtores rurais na produção de alimentos, rações, fibras e combustíveis para uma população mundial em expansão, adaptando-se a um ambiente em constante mudança. As soluções inovadoras de proteção de cultivos da FMC – incluindo produtos biológicos, nutrição de cultivos, agricultura digital e de precisão – permitem que produtores e consultores agrícolas enfrentem seus maiores desafios econômicos, protegendo o meio ambiente. A FMC está comprometida em descobrir novos ingredientes ativos de herbicidas, inseticidas e fungicidas, formulações de produtos e tecnologias pioneiras que sejam consistentemente melhores para o planeta. Visite fmc.com para saber mais e siga-nos no LinkedIn®.


FMC e o logotipo da FMC, assim como Premio® Star, são marcas comerciais da FMC Corporation ou afiliada. Produtos de uso agrícola. Consulte sempre um engenheiro agrônomo. Sempre leia o rótulo e siga todas as instruções, restrições e precauções de uso do produto.

Fonte: Assessoria de imprensa



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Sustentabilidade

Setor agropecuário pede R$ 570 bi para Plano Safra e cobra fim de ‘travas’ ambientais no crédito – MAIS SOJA

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O presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), João Martins, entregou, na terça (28), ao ministro da Agricultura, André de Paula, o documento com as principais propostas do setor para o Plano Agrícola e Pecuário (PAP) 2026/2027. A Confederação em conjunto com as federações de agricultura do país, entre elas a Farsul, articulam um pacote que combina um pedido recorde de recursos -R$ 570 bilhões- com uma ofensiva contra o que chamam de “entraves burocráticos e ambientais” que estão asfixiando o produtor.

O montante solicitado pela CNA representa um salto em relação aos planos anteriores, sendo R$ 359 bilhões destinados ao custeio e comercialização e R$ 111 bilhões para investimentos. A entidade também pede um reforço de R$ 3 bilhões no orçamento do Seguro Rural ainda para este ano, visando mitigar as perdas causadas por intempéries climáticas.

Um dos pontos centrais da pressão setorial, reforçado pela Farsul, é a resolução imediata dos problemas gerados pela plataforma Prodes (Programa de Monitoramento do Desmatamento da Amazônia Legal por Satélite) no Sistema Nacional de Crédito Rural. Segundo as entidades, o uso dos dados do Prodes pelas instituições financeiras tem gerado bloqueios automáticos e indevidos de crédito. O setor alega que a plataforma identifica supressão de vegetação, mas não distingue o desmatamento legal (autorizado) do ilegal, punindo produtores que atuam em conformidade com o Código Florestal.

Dívidas e o Pré-Sal

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No plano legislativo, o setor declarou apoio irrestrito ao Projeto de Lei 5122/2023. O texto autoriza a utilização de recursos do Fundo Social (oriundos do pré-sal) para viabilizar linhas especializadas de renegociação de dívidas rurais. A medida é vista pela Farsul como a única saída para evitar uma crise sistêmica de inadimplência, especialmente no Rio Grande do Sul, estado que enfrenta sucessivos choques climáticos. O setor defende que o projeto prevê o uso de excedentes financeiros sem pressionar o teto de gastos do orçamento federal.

Pauta Técnica e Carbono

A lista de reivindicações levada ao Ministério também inclui temas técnicos de alta sensibilidade comercial:

  • Arroz: A Farsul cobra uma atuação rigorosa do governo no controle da tipificação do arroz beneficiado. A medida visa proteger o mercado interno de distorções na classificação de grãos importados, garantindo a competitividade do produto nacional.
  • Mercado de Carbono: Há uma forte pressão pela “tropicalização” das medições de balanço de carbono. Os produtores argumentam que os modelos internacionais não capturam a realidade da agricultura brasileira, que permite múltiplas safras anuais e possui alto potencial de sequestro de carbono no solo.
  • Seguro e Proagro: As entidades pedem uma revisão profunda para acabar com o que chamam de subversão do seguro agrícola e do Proagro. A queixa é que o sistema atual tornou-se excessivamente caro e ineficiente, com regras que desestimulam a adesão e dificultam o pagamento de indenizações em casos de calamidade.

O documento pode ser conferido na íntegra aqui.

O ministro André de Paula agradeceu a entrega das propostas e disse que não há “tempo a perder”. “Estou disposto a marcar a minha passagem no ministério para compreender e ajudar a fortalecer o setor”. Ele informou que toda a equipe do Ministério estará à disposição da CNA para atender as demandas do agro. “Sei que o momento é desafiador, mas é uma chance de ouvir todos vocês”. O Plano Safra deve ser anunciado oficialmente entre o final de maio e o início de junho.

Também participaram da reunião, além do 1º vice-presidentes da CNA, Gedeão Pereira, e do presidente do Sistema Farsul, Domingos Velho Lopes, os vice-presidentes da Confederação Humberto Miranda, Marcelo Bertoni e Amílcar Silveira, os presidentes de Federações de agricultura e pecuária da Paraíba, Mário Borba, e de Pernambuco, Pio Guerra, o deputado federal Domingos Neto (PE), o secretário de Política Agrícola do Mapa, Guilherme Campos, o secretário-executivo, Cleber Soares, o diretor-geral do Senar, Daniel Carrara, e os diretores da CNA Sueme Mori e Rudy Ferraz.

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Fonte: Farsul



 

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