Sustentabilidade
Syngenta conecta inovação e produtividade para impulsionar produtividade da safra de trigo 25/26 – MAIS SOJA

Índices recentes da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) apontam que a produção brasileira de trigo deve alcançar 7,53 milhões de toneladas na safra 2025/2026, volume menor em relação à safra passada. Para proteger a produtividade frente a esse cenário, os agricultores devem atentar-se ao monitoramento de doenças, que são a principal causa de perdas de produtividade nas lavouras.
O manejo da cultura requer muita atenção em todas as fases do ciclo, já que o desenvolvimento de doenças como as manchas foliares, a giberela, o oídio e a ferrugem causam a diminuição do vigor e crescimento do trigo, reduzindo espigas e peso de grãos. Especialistas destacam que uma das principais estratégias é o controle químico. Por isso, é importante o avanço de novas formulações e ingredientes ativos que ampliam o espectro de controle dos patógenos e protegem a produtividade. Atualmente, os agricultores carecem de ferramentas inovadoras que entreguem alta eficácia.
Portanto, a Syngenta promove a chamada “Nova Era de Fungicidas no Trigo”, conceito que apresenta fungicidas inovadores com alta performance para enfrentar as principais doenças da cultura. Unindo os fungicidas SEEKER®, MIRAVIS® XTRA e MIRAVIS® PRO a Syngenta eleva o patamar de excelência na proteção das lavouras de trigo e entrega mais produtividade aos agricultores.
“De uma só vez, trazemos três produtos inovadores para cultura do trigo, ressaltando nosso compromisso de desenvolver novas tecnologias voltadas a necessidade dos triticultores. Essas soluções proporcionarão maior tranquilidade e rentabilidade aos agricultores, devido a sua alta eficácia no controle das principais doenças, como oídio, manchas, ferrugem e giberela”, afirma Pedro Altomar, Gerente de Produto Fungicidas na Syngenta Proteção de Cultivos.
Alguns ensaios foram conduzidos em diferentes regiões e condições durante as safras de 2022 e 2024 com SEEKER®, produto lançamento da Syngenta à base do novo ingrediente ativo Fenpropidin. Os dados demostram que a solução não apenas reduz a severidade do oídio de forma consistente, como também impulsiona a produtividade, rendendo mais sacas por hectare e maior segurança para o potencial produtivo da lavoura. Em todas áreas deste estudo, a eficácia de controle de SEEKER® foi muito superior em relação aos demais fungicidas do mercado. Sendo que, em algumas regiões o índice chegou a 95%, proporcionando um aumento de produtividade de 6 sacas por hectare. Vale ressaltar que a média de aumento de produtividade foi de 5,3 sacas por hectare.
MIRAVIS® PRO e MIRAVIS® XTRA completam o portfólio de soluções da Syngenta para o manejo de doenças no trigo. Ambos os produtos são desenvolvidos com a tecnologia ADEPIDYN®, que viabiliza uma nova geração de fungicidas com maior poder de controle e amplo espectro de ação. MIRAVIS® PRO combina o excelente efeito preventivo do ADEPIDYN® com o efeito curativo do Protioconazol, oferecendo controle robusto das doenças de espiga. Já o MIRAVIS® XTRA destaca-se pela sua excelência de controle em manchas foliares e longo residual, proporcionando proteção estendida às lavouras. Juntos, esses fungicidas representam a inovação que os triticultores necessitam para enfrentar os desafios fitossanitários e maximizar a rentabilidade da cultura.
Eventos nas principais regiões produtoras do Brasil
Para orientar os agricultores sobre o manejo de doenças e as novidades da empresa nesta safra, a Syngenta promoverá encontros regionais que reunirão agricultores convidados, pesquisadores, especialistas e consultores técnicos. Os encontros acontecerão no Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina entre outubro e novembro. O objetivo é compartilhar dados de ensaios locais e recomendações práticas de manejo, apoiando os produtores nos maiores desafios da lavoura.
Sobre a Syngenta
A Syngenta é líder mundial em inovação agrícola e está presente em mais de 100 países. A companhia está focada no desenvolvimento de tecnologias e práticas agrícolas que capacitam os agricultores, para que possam fazer a transformação necessária para alimentar a população mundial, preservando o nosso planeta. As suas descobertas científicas arrojadas proporcionam melhores benefícios para os agricultores e para a sociedade, em maior escala do que nunca. Orientada pelas suas Prioridades de Sustentabilidade, a Syngenta busca desenvolver novas tecnologias e soluções que ajudem os agricultores a cultivar plantas mais produtivas e em um solo mais saudável e com maior rendimento. A Syngenta Crop Protection e a Syngenta Seeds fazem parte do Syngenta Group. A Syngenta Crop Protection está sediada em Basileia, na Suíça, e a Syngenta Seeds está sediada nos Estados Unidos. Para saber mais, acesse nosso site e siga os nossos perfis no LinkedIn e Instagram.
Fonte: Assessoria de Imprensa Syngenta
Sustentabilidade
Vazio sanitário da soja está em vigor em Mato Grosso do Sul e segue até 15 de setembro

O vazio sanitário da soja já está em vigor em Mato Grosso do Sul e será mantido até o dia 15 de setembro de 2026. Durante esse período, os produtores rurais estão proibidos de manter plantas vivas de soja nas propriedades, incluindo as plantas voluntárias, conhecidas como “guaxas”, que surgem após a colheita.
A medida, prevista na Portaria SDA/MAPA nº 1.579/2026, é obrigatória em todo o estado e integra as principais estratégias de prevenção e controle da ferrugem asiática, considerada uma das doenças mais agressivas da cultura da soja. De acordo com a Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul (Famasul), o cumprimento do calendário fitossanitário é fundamental para reduzir os impactos da doença nas próximas safras.
A ferrugem asiática é causada pelo fungo Phakopsora pachyrhizi, que necessita de plantas vivas de soja para sobreviver e se multiplicar. Com a eliminação dessas plantas durante a entressafra, ocorre uma redução significativa da presença do fungo no ambiente, diminuindo a pressão da doença sobre as lavouras na safra seguinte.
Além de contribuir para a sanidade das plantações, o vazio sanitário também favorece a eficiência das estratégias de manejo adotadas pelos produtores. A redução da incidência do fungo pode resultar em menor necessidade de aplicações de fungicidas ao longo do ciclo produtivo, reduzindo custos e ajudando a preservar a eficácia dos produtos utilizados no controle da doença.
A Famasul reforça que o cumprimento da medida é uma responsabilidade compartilhada por toda a cadeia produtiva. Por isso, a orientação é que os produtores realizem monitoramento constante das áreas cultivadas e eliminem imediatamente qualquer planta voluntária que surgir durante o período de restrição.
Com o encerramento do vazio sanitário em 15 de setembro, a semeadura da soja para a safra 2026/2027 estará autorizada entre os dias 16 de setembro e 31 de dezembro de 2026, conforme estabelece a legislação federal.
A adoção rigorosa das medidas fitossanitárias é considerada essencial para garantir a produtividade, a competitividade e a sustentabilidade da sojicultura sul-mato-grossense, um dos principais pilares do agronegócio estadual.
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Sustentabilidade
ALGODÃO/CEPEA: Exportações podem atingir novo recorde em junho – MAIS SOJA

Mesmo durante a entressafra, a ampla disponibilidade de algodão em pluma no Brasil e a necessidade de escoamento do excedente produtivo vêm mantendo intenso o ritmo de exportações.
De acordo com pesquisadores do Cepea, durante as últimas safras, o País consolidou sua capacidade de abastecer o mercado internacional de forma contínua ao longo do ano, diferentemente do padrão observado anteriormente, quando os embarques se concentravam no segundo semestre. Como resultado, as exportações brasileiras passaram a apresentar maior regularidade, alcançando recordes mensais inclusive em meses tradicionalmente marcados pela menor disponibilidade da pluma.
Segundo dados da Secex, os embarques brasileiros de algodão em pluma somaram 146,8 mil toneladas nos 14 primeiros dias úteis de junho/26. Embora esse volume ainda esteja 49,6% abaixo do registrado em maio/26, já supera em 10,6% o total embarcado em todo o mês de junho/25. A média diária atingiu 10,49 mil toneladas, expressivos 57,9% acima das 6,64 mil toneladas observadas no mesmo período do ano passado.
Se mantido o ritmo atual, as exportações podem alcançar cerca de 220 mil toneladas em junho, um novo recorde para o mês e superando com folga as 160,4 mil toneladas registradas em junho de 2024, até então o maior volume da série histórica da Secex para esse período.
Fonte: Cepea
Autor:Cepea
Site: Cepea
Sustentabilidade
Endividamento rural contrasta com a força produtiva de Mato Grosso evidenciada pelos dados do VBP – MAIS SOJA

O (VBP) Valor Bruto da Produção Agropecuária brasileira atingiu R$ 1,4 trilhão em maio de 2026, segundo dados divulgados pelo Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA, em 17 de junho de 2026. Desse total, R$ 908,8 bilhões vêm da lavoura e R$ 510,2 bilhões da pecuária.
Mato Grosso aparece na liderança nacional, com R$ 213,5 bilhões, o equivalente a 15% do total. O indicador confirma a relevância do estado para a produção de alimentos, fibras, energia e para a economia do país.
No entanto, esse número precisa ser interpretado com cautela. O conceito de VBP se refere ao faturamento bruto dentro dos estabelecimentos rurais, calculado a partir da produção e dos preços recebidos pelos produtores. Ou seja, o indicador mostra o valor econômico gerado pela atividade, mas não revela quanto quem está no campo gastou para produzir.
Na prática, o VBP não desconta custos como juros, arrendamento, frete, armazenagem, tributos, investimentos, perdas climáticas ou dívidas acumuladas de safras anteriores. Por isso, VBP elevado não significa, necessariamente, lucro, capitalização ou capacidade de pagamento.
Essa leitura é essencial na atual conjuntura de endividamento rural. Levantamentos do Sicor/Banco Central mostram que, até abril de 2026, a carteira ativa de crédito rural somava R$ 895,18 bilhões no Brasil, dos quais R$ 186,52 bilhões estavam em situação problemática. Em Mato Grosso, alcançava R$ 108,03 bilhões, sendo R$ 21,78 bilhões classificados como saldo problemático, incluindo operações em atraso, inadimplentes, prorrogadas ou renegociadas. Isso significa que aproximadamente um quinto da carteira de crédito rural, tanto no estado quanto no país, já apresentava algum tipo de comprometimento.
No caso mato-grossense, o saldo problemático, em abril, estava composto por R$ 2,20 bilhões em operações em atraso, R$ 5,25 bilhões inadimplentes, R$ 2,58 bilhões prorrogados e R$ 11,76 bilhões renegociados. No Brasil, esses valores chegavam a R$ 15,24 bilhões em atraso, R$ 38,77 bilhões inadimplentes, R$ 28,52 bilhões prorrogados e R$ 103,99 bilhões renegociados.
“Soma-se a isso a dificuldade enfrentada para alongar dívidas junto às instituições financeiras. Mesmo com laudos técnicos, queda de preços, eventos climáticos e demonstração da capacidade de pagamento, muitos produtores encontram resistência na formalização dos alongamentos. Em alguns casos, a prorrogação é tratada como uma renegociação comercial comum, com exigência de garantias adicionais, como alienação fiduciária, taxas altíssimas e prazos incompatíveis com a realidade econômica da atividade” afirma o diretor administrativa da Aprosoja MT, Diego Bertuol.
Além disso, os encargos de produção seguem pressionando o setor produtivo. Levantamento do Projeto Custo de Produção Agropecuário, desenvolvido pelo Senar-MT por meio do Imea, aponta que o gasto com produção da soja para a safra 2026/27 em Mato Grosso deve crescer 3,21% em relação à safra anterior, com custeio estimado em R$ 4.315,29 por hectare.
Entre os componentes que mais pressionam o custeio estão fertilizantes e corretivos, com alta de 5,40%, influenciados por fatores geopolíticos, além dos defensivos agrícolas, que avançaram quase 11% em relação ao ciclo anterior. O levantamento também aponta aumento de 9,13% no ponto de equilíbrio da atividade, o que significa que será necessário alcançar maior produtividade ou melhores preços de comercialização apenas para manter a rentabilidade.
“Ao mesmo tempo, o volume anunciado no Plano Safra 2025/2026 não reflete, necessariamente, o crédito que chega ao produtor. No acumulado de julho a abril, as concessões para a agricultura, sem Pronaf e desconsiderando CPR, apresentaram queda de aproximadamente 11%, passando de R$ 258,2 bilhões entre julho de 2024 a abril de 2025 para R$ 229,4 bilhões em julho de 2025 a abril de 2026. A retração foi puxada principalmente pelo custeio, que caiu 12%, pelo investimento, que recuou 25%, e pela comercialização, com queda de 20%. Em valores absolutos, as três modalidades somaram redução de R$ 40,6 bilhões. O crescimento de 69% na industrialização compensou parcialmente essa queda, mas não foi suficiente para evitar a retração total de R$ 28,8 bilhões nas modalidades tradicionais de financiamento agropecuário” destaca Diego Bertuol.
Em Mato Grosso o funding da soja safra 2025/26 indica um cenário de crédito mais restrito, com maior protagonismo do Sistema Financeiro e das Multinacionais no custeio, em condições mais seletivas. Levantamento do Imea mostra que a maior participação no financiamento da oleaginosa vem do sistema financeiro, com 35,4%, seguido pelas multinacionais, com 30,7%, e pelos recursos próprios dos produtores, com 23,5%. Já os bancos com recursos federais representam apenas 5,1%, percentual inferior ao das revendas, que respondem por 5,3%. Em termos concretos, o crédito rural oficial, especialmente em condições controladas ou equalizadas, não tem acompanhado a real necessidade de financiamento do setor produtivo.
“O quadro atual retrata que o problema não está na falta de produção. Mato Grosso segue produtivo, competitivo e essencial para o Brasil. A dificuldade está no desequilíbrio econômico da atividade: produzir custa cada vez mais, o crédito pesa no fluxo de caixa, os riscos climáticos aumentam e os preços recebidos nem sempre acompanham a elevação das despesas. Medidas como o PL 5.122/2023 precisam avançar porque atacam o endividamento rural de forma estruturante. A proposta não pode ser tratada como simples custo fiscal. Ela reorganiza dívidas, viabiliza crédito e recompõe a capacidade de pagamento. Sem isso, ficam em risco a produção, a segurança alimentar e a sustentabilidade econômica da atividade rural”, enfatiza o presidente da Aprosoja MT, Lucas Costa Beber.
O VBP confirma que a agricultura de Mato Grosso é estratégica para o Brasil. Mas esse resultado não pode servir de argumento para minimizar o endividamento de quem produz ou para criar travas artificiais às soluções necessárias. Produzir muito não significa estar financeiramente saudável. O VBP mostra a grandeza da produção, mas não releva o peso dos ônus, dos juros e das dívidas que o produtor carrega para manter a atividade de pé, garantir abastecimento, movimentar a economia e contribuir para geração de emprego e renda.
Fonte: Aprosoja/MT
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