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7 de novembro de 2026

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Exportações do complexo soja batem recorde em 2025

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As exportações brasileiras do complexo soja (grão, farelo e óleo) registraram desempenho recorde entre janeiro e setembro de 2025, segundo dados parciais apresentados por Giovani Ferreira no AgroExport desta quinta-feira (2). A China teve papel decisivo nesse resultado ao intensificar suas compras na América do Sul.

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Ferreira destacou dois protagonistas nesse cenário, sendo China e Estados Unidos. Em setembro, os chineses não adquiriram nenhuma saca de soja norte-americana, em meio à disputa tarifária entre os dois países, e redirecionaram a demanda para a região. Como a Argentina ainda não dispõe de volume suficiente para suprir a necessidade, o Brasil acabou absorvendo a maior parte dessa demanda extra.

Soja em grão

O destaque ficou para a soja em grão, que, de janeiro a setembro, somou 93 milhões de toneladas exportadas até agora. O Brasil deve fechar o ano acima de 100 milhões, podendo alcançar 110 milhões de toneladas, superando o recorde histórico de 101 milhões registrado em 2023.

Farelo de soja

No farelo de soja, o Brasil também deve quebrar recorde. Até setembro foram 18 milhões de toneladas embarcadas, e a projeção é fechar 2025 entre 24 e 25 milhões, acima do recorde de 23,1 milhões alcançado no ano passado.

Óleo de soja

De janeiro a setembro, faltando 4 dias pra ffechar os embarques Já o óleo de soja apresentou recuperação. As exportações devem alcançar entre 1,45 e 1,5 milhão de toneladas neste ano, número superior ao de 2024 (1.36 milhão de toneladas) mas ainda abaixo do pico de 2,33 milhões de toneladas de 2023. A guerra da Ucrânia havia impulsionado as vendas brasileiras para a Europa, que buscava alternativas energéticas ao gás russo.

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O movimento reforça o protagonismo do Brasil no mercado internacional de soja. Com a Argentina ainda em processo de recuperação de safra e os Estados Unidos perdendo espaço nas vendas à China, o país se consolida como principal fornecedor global e caminha para quebrar novos recordes históricos em 2025.

Complexo soja

Segundo Giovani Ferreira, ao somar grão, farelo e óleo, um bom momento o Brasil deve encerrar setembro com até o momento estamos com 111.6 milhões de toneladas, podendfo fechar 113 a 114 milhões de toneladas exportadas, um salto de mais de 20 milhões em relação a 2021. Esse é um momento positivo da soja brasileira, inclusive refletindo nas cotações. A China deixou de comprar dos Estados Unidos e veio buscar no Brasil o produto que precisa.

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Polícia prende apontado como um dos principais alvos da Operação Efatá em Cuiabá — O Livre

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Suspeito de 35 anos teve mandado expedido por regressão de pena; investigação identificou movimentações de mais de R$ 295 milhões em esquema de lavagem de dinheiro

 

Um integrante de facção criminosa, apontado como um dos principais alvos da Operação Efatá, teve o mandado de prisão cumprido pela Polícia Civil, no final da tarde desta sexta-feira (7.11), em ação realizada pela Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc).

 

O suspeito, de 35 anos, havia saído recentemente da prisão, porém teve o mandado de prisão por regressão de pena expedido pela Justiça da Sorriso, por envolvimento em crimes de tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

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Após tomar conhecimento do mandado de prisão em aberto, os policiais da Denarc iniciaram as diligências para localização do alvo, conseguindo realizar a sua prisão no momento em que ele saia de uma loja na região do CPA, em Cuiabá.

 

Após ter a ordem judicial cumprida, o suspeito foi condzido à delegacia para as providências cabíveis e posteriormente colocad à disposição da Justiça.

 

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Operação Efatá

 

A primeira fase da operação Efatá foi deflagrada em dezembro de 2025 para cumprimento de 148 ordens judiciais com foco na desarticulação de esquema criminoso milionário voltado à lavagem de dinheiro oriundo dos crimes de tráfico de drogas e integrar organização criminosa.

 

A investigação conduzida pela Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos identificou movimentações bancárias superiores a R$ 295 milhões, realizadas por meio de empresas de fachada, em nome de laranjas e de pessoas jurídicas ligadas diretamente ao núcleo criminoso.

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Em agosto deste ano, foi deflagrada a segunda fase da operação para cumprimento de mais 20 ordens judiciais contra o mesmo grupo criminoso, dentre elas, o bloqueio de mais de R$ 41,2 milhões em ativos financeiros.

 

A segunda fase tinha como objetivo aprofundar a investigação sobre a estrutura de comando do grupo e atingir seu patrimônio e mecanismos financeiros. As medidas buscaram preservar elementos de prova, identificar a estrutura patrimonial e financeira investigada e impedir a movimentação ou dissipação de bens e valores relacionados aos fatos apurados.

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Fachin homologa delação premiada de ex-presidente da Reag Investimentos — O Livre

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João Carlos Mansur firmou acordo com a Procuradoria-Geral da República; colaboração está sob segredo de Justiça e envolve investigação sobre fraudes no Banco Master

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, decidiu nesta sexta-feira (6) homologar a delação premiada do fundador e ex-presidente da Reag Investimentos, João Carlos Mansur.

 

Em janeiro deste ano, Mansur foi alvo de buscas e apreensões durante a segunda fase da Operação Compliance Zero, que investiga fraudes financeiras no Banco Master e a tentativa de compra da instituição pelo Banco Regional de Brasília (BRB), banco público ligado ao Governo do Distrito Federal (GDF).

 

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O acordo de delação foi fechado com a Procuradoria-Geral da República (PGR) e está em segredo de Justiça.

 

A Reag foi liquidada pelo Banco Central por “graves violações” às normas que devem ser seguidas pelas instituições que integram o Sistema Financeiro Nacional.

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Governo de Mato Grosso exonera mais 17 servidores em órgãos estaduais — O Livre

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MTPar, Desenvolve MT e Empaer oficializaram a demissão de servidores em cargos administrativos de gerência

O governo Mato Grosso exonerou mais 17 servidores de órgãos estaduais. A lista de corte passa por MTPar, Desenvolve MT e Empaer (Empresa Mato-grossense de Pesquisa). O efeito dos atos começou a contar entre os dias 3 e 5 deste mês. 

A sociedade mista MTPar (Mato Grosso Participações) teve o maior corte, com demissão de oito servidores, e a Agência de Fomentos Desenvolve MT exonerou sete pessoas; a Empaer demitiu duas. 

Os cortes ocorreram em áreas administrativas, como de assessor jurídico, gerente financeiro e de fomento. No começo do mês, foi publicada uma lista como 115 exonerações assinadas pelo governador Otaviano Pivetta. 

A maioria das secretarias, incluindo a Controladoria Geral do Estado (CGE), e autarquias demitiu pessoas em cargos comissionados de chefia ou em postos atrelados ao comando dos órgãos. 

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