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5 de agosto de 2026

Sustentabilidade

Brasil inicia safra 2025/26 de soja com projeção recorde, mas solo e custos elevam os desafios – MAIS SOJA

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O Brasil dá início à safra 2025/26 de soja com expectativa recorde de 178,6 milhões de toneladas, segundo estimativas da StoneX. Em regiões como Dourados (MS), o plantio já atingiu 3% da área prevista de 223 mil hectares, com projeção de produtividade entre 3.600 e 3.900 kg/ha. O cenário reforça a força do agronegócio nacional, mas traz consigo preocupações que vão muito além do volume colhido.

Um dos principais pontos de atenção é o impacto do clima. Com a atuação do fenômeno La Niña, especialistas alertam para a possibilidade de chuvas irregulares e altas temperaturas em áreas produtoras, fatores que podem comprometer o desenvolvimento da soja em fases críticas. Esse risco torna ainda mais evidente a importância da qualidade do solo e do manejo correto desde a semeadura.

Enquanto Mato Grosso e Mato Grosso do Sul iniciam a safra com solos mais estruturados, alta fertilidade e expectativa de produtividade robusta, o Rio Grande do Sul enfrenta maior vulnerabilidade climática e restrições no uso de insumos. O estado gaúcho, marcado por estiagens recorrentes e solos que exigem constante correção de acidez e reposição de nutrientes, projeta rendimento médio de cerca de 3.180 kg/ha, abaixo da média nacional. Nessas condições, o uso eficiente de fertilizantes se torna ainda mais crucial: no Centro-Oeste, eles potencializam um solo já equilibrado, permitindo ganhos expressivos; no Sul, podem ser o diferencial para mitigar os efeitos do clima adverso, corrigir desequilíbrios químicos e garantir que a planta tenha acesso aos nutrientes mesmo em situações de estresse hídrico.

Segundo Leonardo Sodré, CEO da GIROAgro, empresa 100% nacional e uma das maiores do segmento no país, explica a importância desses negócios para impulsionar o desenvolvimento de novas tecnologias e soluções para o campo.  “A perspectiva de uma boa safra, como a que estamos vivenciando, é fundamental não apenas para o equilíbrio do abastecimento global, mas também para impulsionar o desenvolvimento de novas tecnologias e soluções para o campo. Um cenário favorável estimula investimentos em pesquisa, inovação e no aprimoramento de produtos voltados à produtividade, sustentabilidade e rentabilidade do produtor rural”, afirma.

Ao mesmo tempo, os custos de produção seguem em alta. No Mato Grosso do Sul, por exemplo, o valor médio para a safra subiu 1,9%, chegando a R$ 6.115,83 por hectare. Desse total, os fertilizantes representam quase 40% das despesas, evidenciando seu peso no orçamento do produtor e, sobretudo, sua relevância para garantir produtividade. Uma adubação balanceada, que considere a reposição de nutrientes, a correção da acidez e a melhoria da estrutura do solo, é essencial para sustentar o potencial da supersafra.

A combinação de solo fértil, uso eficiente de fertilizantes e práticas modernas de manejo é o que permitirá transformar a expectativa de recorde em realidade. Sem esse equilíbrio, o Brasil pode colher em quantidade, mas correr o risco de comprometer a qualidade, a margem do produtor e a sustentabilidade de sua posição como líder mundial na produção de soja.

“Estamos comprometidos em levar tecnologia e inovação para o campo, oferecendo soluções que impulsionam o trabalho do produtor rural e fortalecem a economia rural. Acreditamos que o investimento em pesquisa e desenvolvimento, aliado à paixão e ao conhecimento do produtor, é o caminho para uma agricultura cada vez mais sustentável e produtiva”, conclui Leonardo Sodré.

Fonte: Assessoria de Imprensa GIROAgro



 

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Sustentabilidade

Line-up aponta importação de 7,591 mi de t de fertilizantes de 1/7 a 3/8 – Williams – MAIS SOJA

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De acordo com levantamento realizado pela agência marítima Williams Brasil, foi agendada a importação de 7,591 milhões de toneladas de fertilizantes no período de 1º de julho a 3 de agosto.

Pelo porto de Santos (SP) deve ser desembarcada a maior parte (2,669 milhões de toneladas). Depois aparece o porto de Paranaguá (PR), com 1,666 milhão de toneladas.

O relatório da agência leva em conta as embarcações já ancoradas, as que estão em largo esperando atracação e ainda as com previsão de chegada até o dia 27 de outubro de 2026.

Fonte: Agência Safras



 

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Sustentabilidade

Trigo fecha em forte baixa em Chicago com avanço da colheita e melhora das lavouras nos EUA – MAIS SOJA

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A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o trigo encerrou a sessão desta terça-feira (4) em forte baixa. O mercado foi pressionado pelo avanço da colheita de trigo nos Estados Unidos, pela melhora das condições das lavouras de primavera e pela perspectiva de clima favorável nas principais regiões produtoras do país.

Segundo o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), a colheita do trigo de inverno alcançou 86% da área até 2 de agosto, ante 81% na semana anterior, em linha com o mesmo período do ano passado e com a média dos últimos cinco anos. Já o trigo de primavera apresentou melhora nas condições das lavouras, com 55% das áreas classificadas entre boas e excelentes, ante 53% na semana anterior. A colheita da cultura também avançou para 5% da área.

A queda do petróleo também contribuiu para pressionar o mercado agrícola. A perspectiva de um acordo entre Estados Unidos e Irã derrubou as cotações da commodity, estimulando um movimento de vendas nas commodities agrícolas, incluindo o trigo.

Os contratos com entrega em setembro fecharam cotados a US$ 6,38 1/4 por bushel, com baixa de 12,75 centavos de dólar, ou 1,95%, em relação ao fechamento anterior. Já os contratos com vencimento em dezembro encerraram a US$ 6,57 por bushel, com recuo de 12,25 centavos de dólar, ou 1,83%.

Fonte: Agencia Safras



 

FONTE

Autor:Luciana Abdur – luciana.abdur@safras.com.br (Safras News)

Site: Agência Safras

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Sustentabilidade

Milho 2ª Safra: 69,1% colhido no país entre desafios climáticos e boas produtividades – MAIS SOJA

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Milho 2ª Safra- 69,1% colhido. Em MT, a colheita se aproxima dos últimos talhões e as boas produtividades têm sido mantidas. No PR, a colheita avança gradualmente, favorecida pelas janelas de tempo seco.

Em MS, a colheita foi interrompida no Sudoeste devido às chuvas, mas avançou nas demais regiões. Em GO, a redução da umidade dos grãos devido ao tempo seco favoreceu ao avanço da colheita. Em SP, a colheita continua atrasada no estado devido ao prolongamento do ciclo do cereal e a alta umidade dos grãos.

Em MG, a colheita avança nas áreas de sequeiro e a baixa produtividade do cereal vai se confirmando. No TO, a colheita se aproxima dos últimos talhões e as produtividades são consideradas satisfatórias. Na BA, a colheita se aproxima do fim.

No MA, a colheita foi finalizada nos Gerais de Balsas e avança nas demais regiões. As produtividades das lavouras tardias apresentam redução. No PI, a colheita avança normalmente e se aproxima da finalização. Devido à parada precoce das chuvas, as produtividades estão inferiores às do último ciclo.

No PA, a colheita foi finalizada nos polos de Redenção e da BR-163. Nos polos de Santarém e Paragominas, a colheita avança com boas produtividades sendo obtidas, refletindo as condições climáticas favoráveis durante o ciclo.

Fonte: Conab



 

FONTE

Autor:Conab

Site: Conab

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