Sustentabilidade
Apenas uma região registra queda nas cotações de soja nesta quinta-feira; saiba qual

O mercado brasileiro de soja apresentou preços mistos e pouco alterados nesta quinta-feira (2). De acordo com Rafael Silveira, analista da consultoria Safras & Mercado, houve alguns negócios, mas no geral as negociações estiveram travadas. A Bolsa de Chicago para a soja avançou, mas os prêmios caíram, sem estímulo para maiores movimentações.
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Silveira comenta que o produtor está com foco no plantio da safra de verão e o spread segue elevado entre as pedidas de compradores e vendedores.
Preços de soja no Brasil
- Passo Fundo (RS): manteve em R$ 129,00
- Santa Rosa (RS): manteve em R$ 130,00
- Cascavel (PR): subiu de R$ 131,00 pra R$ 132,00
- Rondonópolis (MT): caiu de R$ 125,00 pra R$ 123,00
- Dourados (MS): subiu de R$ 123,00 pra R$ 124,50
- Rio Verde (GO): subiu de R$ 120,00 pra R$ 121,00
- Paranaguá (PR): subiu de R$ 135,00 pra R$ 136,00
- Rio Grande (RS): manteve em R$ 135,00
Soja em Chicago
Os contratos futuros da soja subiram pela segunda sessão seguida nesta quinta-feira na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). O mercado renovou as esperanças de retomada das compras chinesas, ainda refletindo a sinalização dada ontem pelo presidente americano, Donald Trump.
China e EUA
Trump afirmou que a soja será um dos principais temas de discussão quando se encontrar com o presidente da China, Xi Jinping, dentro de quatro semanas. “Os produtores de soja do nosso país estão sendo prejudicados porque a China, apenas por motivos de negociação, não está comprando”, escreveu no Truth Social.
Hoje, o secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, afirmou que o governo federal apoiará os agricultores americanos diante da recusa chinesa em adquirir soja da safra norte-americana. Segundo ele, um programa de suporte será lançado na próxima terça-feira, em parceria com o Farm Credit Bureau, para garantir recursos ao planejamento das próximas safras.
Contratos futuros de soja
Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com alta de 10,75 centavos de dólar, ou 1,06%, a US$ 10,23 3/4 por bushel. A posição janeiro encerrou a US$ 10,41 3/4 por bushel, avanço de 10,75 centavos ou 1,04%.
Nos subprodutos, o farelo para dezembro fechou em US$ 279,30 por tonelada, com alta de US$ 5,70 ou 2,08%. No óleo, os contratos de dezembro encerraram a 50,44 centavos de dólar, ganho de 0,02 centavo ou 0,03%.
Câmbio
O dólar comercial fechou em alta de 0,21%, cotado a R$ 5,3391 na venda e R$ 5,3371 na compra. Ao longo do dia, a moeda oscilou entre a mínima de R$ 5,3076 e a máxima de R$ 5,3731.Sustentabilidade
Line-up aponta importação de 7,591 mi de t de fertilizantes de 1/7 a 3/8 – Williams – MAIS SOJA

De acordo com levantamento realizado pela agência marítima Williams Brasil, foi agendada a importação de 7,591 milhões de toneladas de fertilizantes no período de 1º de julho a 3 de agosto.
Pelo porto de Santos (SP) deve ser desembarcada a maior parte (2,669 milhões de toneladas). Depois aparece o porto de Paranaguá (PR), com 1,666 milhão de toneladas.
O relatório da agência leva em conta as embarcações já ancoradas, as que estão em largo esperando atracação e ainda as com previsão de chegada até o dia 27 de outubro de 2026.
Fonte: Agência Safras
Sustentabilidade
Trigo fecha em forte baixa em Chicago com avanço da colheita e melhora das lavouras nos EUA – MAIS SOJA

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o trigo encerrou a sessão desta terça-feira (4) em forte baixa. O mercado foi pressionado pelo avanço da colheita de trigo nos Estados Unidos, pela melhora das condições das lavouras de primavera e pela perspectiva de clima favorável nas principais regiões produtoras do país.
Segundo o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), a colheita do trigo de inverno alcançou 86% da área até 2 de agosto, ante 81% na semana anterior, em linha com o mesmo período do ano passado e com a média dos últimos cinco anos. Já o trigo de primavera apresentou melhora nas condições das lavouras, com 55% das áreas classificadas entre boas e excelentes, ante 53% na semana anterior. A colheita da cultura também avançou para 5% da área.
A queda do petróleo também contribuiu para pressionar o mercado agrícola. A perspectiva de um acordo entre Estados Unidos e Irã derrubou as cotações da commodity, estimulando um movimento de vendas nas commodities agrícolas, incluindo o trigo.
Os contratos com entrega em setembro fecharam cotados a US$ 6,38 1/4 por bushel, com baixa de 12,75 centavos de dólar, ou 1,95%, em relação ao fechamento anterior. Já os contratos com vencimento em dezembro encerraram a US$ 6,57 por bushel, com recuo de 12,25 centavos de dólar, ou 1,83%.
Fonte: Agencia Safras
Autor:Luciana Abdur – luciana.abdur@safras.com.br (Safras News)
Site: Agência Safras
Sustentabilidade
Milho 2ª Safra: 69,1% colhido no país entre desafios climáticos e boas produtividades – MAIS SOJA

Milho 2ª Safra- 69,1% colhido. Em MT, a colheita se aproxima dos últimos talhões e as boas produtividades têm sido mantidas. No PR, a colheita avança gradualmente, favorecida pelas janelas de tempo seco.
Em MS, a colheita foi interrompida no Sudoeste devido às chuvas, mas avançou nas demais regiões. Em GO, a redução da umidade dos grãos devido ao tempo seco favoreceu ao avanço da colheita. Em SP, a colheita continua atrasada no estado devido ao prolongamento do ciclo do cereal e a alta umidade dos grãos.
Em MG, a colheita avança nas áreas de sequeiro e a baixa produtividade do cereal vai se confirmando. No TO, a colheita se aproxima dos últimos talhões e as produtividades são consideradas satisfatórias. Na BA, a colheita se aproxima do fim.
No MA, a colheita foi finalizada nos Gerais de Balsas e avança nas demais regiões. As produtividades das lavouras tardias apresentam redução. No PI, a colheita avança normalmente e se aproxima da finalização. Devido à parada precoce das chuvas, as produtividades estão inferiores às do último ciclo.
No PA, a colheita foi finalizada nos polos de Redenção e da BR-163. Nos polos de Santarém e Paragominas, a colheita avança com boas produtividades sendo obtidas, refletindo as condições climáticas favoráveis durante o ciclo.
Fonte: Conab
Autor:Conab
Site: Conab
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