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7 de maio de 2026

Sustentabilidade

Chicago/CBOT: Soja fechou em alta com compras de oportunidade, mas Argentina pression – MAIS SOJA

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Por T&F Agroeconômica, comentários referentes à 23/09/2025
FECHAMENTOS DO DIA 23/09

O contrato de soja para novembro fechou em alta de 0,10% ou $ 1,00 cents/bushel, a $1.012,00. A cotação de janeiro encerrou em alta de 0,12% ou $ 1,25 cents/bushel, a $1.031,75. O contrato de farelo de soja para outubro fechou em baixa de 1,36% ou $ -3,80/ton curta, a $ 275,1. O contrato de óleo de soja para outubro fechou em alta de 0,37% ou $ 0,18/libra-peso, a $ 49,35.

ANÁLISE DA ALTA

A soja negociada em Chicago fechou em alta nesta terça-feira. Após atingirem o menor valor em seis semanas, o mercado buscou recompor as posições sobre vendidas da oleaginosa, o que deu suporte para uma leve melhora no final da sessão. Assim como a deterioração das lavouras que estão sendo colhidas, como apontou o USDA após a sessão do dia anterior.

A retirada temporária de impostos sobre a exportação na Argentina pressionou os preços. Conforme nos foi relatado por um corretor de Buenos Aires “Nada acontecendo no mercado de trigo e milho. A vedete foi a soja: ontem saíram 1 milhão de toneladas e vários cargos para a China. (…) Farmer está dedicado à soja onde o ganho é muito maior: soja foi de 26% a 0%, trigo e milho e de 9.5% a 0%”. Com isso, a pressão sobre o produtor e o exportador americano está aumentando, com a China cobrindo estoques e reduzindo cada vez mais a janela de compras, que permanece zerada nesta temporada.

NOTÍCIAS IMPORTANTES
EUA-SECA PROVOCA ALTA NESTA TERÇA (altista)

Os preços da soja fecharam o dia com uma recuperação mínima em Chicago, após caírem nas quatro sessões anteriores. Essa melhora se deve às coberturas dos Fundos e à deterioração das safras americanas, o que aumenta a probabilidade de um volume de produção americano menor em comparação com os 117,05 milhões de toneladas projetados pelo USDA em seu último relatório mensal.

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EUA-SAFRA MENOR 4MT MENOR (altista)

Nesse sentido, o consultor americano Michael Cordonnier reduziu sua estimativa para a produtividade média da colheita nos EUA de 3.531 para 3.497 kg/hectare, ficando abaixo dos 3.598 kg estimados pelo USDA. Se o especialista estiver correto, e tomando como referência a área prevista para ser colhida conforme a previsão da agência, o volume de produção ficaria em torno de 113,70 milhões de toneladas.

CHINA E ARGENTINA-AS PEDRAS NO SAPATO DA CBOT (baixistas)

A recuperação foi limitada pela ausência de compras chinesas nos Estados Unidos no auge da colheita da oleaginosa e pela redução temporária a zero das taxas de exportação de soja e seus derivados na Argentina, o que anuncia uma liquidação significativa dos estoques do principal fornecedor mundial de farelo e óleo. Além disso, os traders não ignoraram o fato de que essa medida contribuirá para a estratégia da China de ampliar suas compras de soja para fora dos Estados Unidos.

CHINA COMPRA SOJA ARGENTINA (altista para Argentina e baixista para CBOT e Brasil)

Em relação a isso, a Reuters informou que compradores chineses reservaram entre 10 e 15 carregamentos de soja argentina — cerca de 65.000 toneladas cada — para embarques em novembro, após o anúncio da redução do imposto de exportação. “Esses acordos são mais um golpe para os agricultores americanos, que estão perdendo bilhões de dólares em vendas de soja para a China em meio à sua principal temporada de comercialização, já que negociações comerciais não resolvidas congelam as exportações e fornecedores sul-americanos rivais, liderados pelo Brasil, intervêm para preencher a lacuna, disseram traders e analistas”, informou a agência.

A medida decidida pelo governo argentino atende aos propósitos chineses de garantir um fornecimento estável de soja para os próximos meses, caso a guerra comercial com os Estados Unidos não seja resolvida. “Esses acordos foram finalizados ontem à noite, após a decisão da Argentina sobre o imposto de exportação”, disse um trader à Reuters, pedindo para não ser identificado por não estar autorizado a falar com a imprensa. Esta fonte acrescentou: “Isso significa claramente que a China não precisa dos grãos dos EUA.”

BIODIESEL MAIS CARO QUE O DIESEL (baixista)

A Agrinvest publicou no X que “a base de óleo de soja no Brasil atingiu a máxima do ano. A soja está muito cara e o farelo muito barato. A participação do óleo do Mato Grosso é de 55%. O risco para o mandatário é que o biodiesel esteja muito caro em comparação com o diesel; o biodiesel está próximo de R$ 7/litro e o diesel em R$ 3,5/l. O cronograma de B16 é a partir de março do ano que vem. Por conta disso a moagem deve reduzir em 2 milhões de toneladas em 2026.

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Fonte: T&F Agroeconômica



 

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Sustentabilidade

Colheita do arroz alcança 96,41% da área cultivada no RS – MAIS SOJA

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A colheita do arroz no Rio Grande do Sul atingiu 96,41% da área cultivada nesta primeira semana de maio. O levantamento foi realizado pelo Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga) e divulgado nesta quinta-feira (7/5).

Do total de 891.908,50 hectares destinados ao cultivo na safra 2025/2026, a maior parte das lavouras já foi colhida, consolidando o avanço dos trabalhos nas principais regiões produtoras do Estado.

As regionais da Zona Sul e da Planície Costeira Externa lideram os índices de colheita e estão mais próximas do encerramento das operações, com 98,81% e 98,46% das áreas colhidas, respectivamente.

Na sequência aparecem a Planície Costeira Interna, com 98,13%; a Campanha, com 97,02%; a Fronteira Oeste, com 95,92%; e a Região Central, que registra 89,84% da área colhida.

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De acordo com a Divisão de Assistência Técnica e Extensão Rural (Dater/Irga), ao término da colheita será realizado um levantamento consolidado da safra, contemplando dados de área colhida, produtividade e possíveis perdas registradas durante o ciclo produtivo.

Fonte: IRGA



 

FONTE

Autor:IRGA

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Site: IRGA

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Sustentabilidade

Cenário climático reforça a importância do planejamento agrícola – MAIS SOJA

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Em comparação a março, abril apresentou redução no volume de chuvas, especialmente na região central do Brasil, afetando diretamente a disponibilidade de água no solo. Conforme o Boletim do Sistema TempoCampo/Esalq de maio de 2026, embora grande parte do território nacional, com destaque para a região Norte, ainda apresente elevada umidade no solo, a região central registrou redução no volume de água armazenado durante o mês de abril (Figura 1).

Figura 1. Armazenamento de água no solo, meses de março e abril de 2026 (atualização 05 de maio de 2026).
Fonte: Prof Fábio Marin

Apesar da redução observada, o cenário ainda não caracteriza, na maior parte das regiões produtoras do país, condições críticas ao desenvolvimento das culturas agrícolas. Para a primeira quinzena de maio, as projeções climáticas indicam continuidade das maiores precipitações sobre a região Norte e faixa litorânea do Nordeste, situação que demanda atenção devido aos elevados volumes de chuva já registrados nessas áreas.

Segundo o INMET, para o trimestre maio-julho-julho, a previsão é de precipitações dentro da média climatológica na região central do Brasil, enquanto as regiões Norte e Sul tendem a registrar chuvas dentro ou ligeiramente acima da média (Figura 2).

Figura 2. À esquerda: precipitação total prevista para o trimestre maio-julho-julho de 2026. À direita: Anomalias de precipitação para o trimestre maio-julho-julho de 2026. INMET (06 de Maio de 2026).
Fonte: INMET (2026)

Ainda que previsões a longo prazo possam apresentar grande incerteza, para o mês de junho, caso as projeções climática se concretize, de acordo com as previsões de anomalia das precipitações, são esperadas chuvas dentro da média e/ou ligeiramente acima da média para o período, na maioria das regiões do país.

Fenômenos ENSO

Com divergência entre modelos climatológicos, a intensidade do Fenômeno El Niño ainda é indefinida. No entanto, a ocorrência desse fenômeno é esperada, havendo concordância entre a maioria dos modelos quanto a ocorrência do El Niño (figura 3) com mais de 90% de probabilidade de ocorrência desse fenômeno a partir do trimestre setembro-outubro-novembro (figura 4).

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Figura 3. Modelos de previsão ENSO para abril de 2026.
Fonte: IRI (2026)


Figura 4. Previsão oficial de probabilidade do CPC ENSO.
Fonte: IRI (2026)

Por outro lado, a intensificação do El Niño, especialmente a partir do trimestre agosto-setembro-outubro, poderá influenciar o estabelecimento e o desenvolvimento das culturas agrícolas, impactando as operações no campo. Diante disso, o acompanhamento contínuo das previsões meteorológicas e dos prognósticos climáticos será fundamental para o ajuste das estratégias de manejo e do planejamento das áreas de cultivo.

Confira abaixo o boletim completo do sistema TempoCampo/ESALQ de maio de 2026.


Inscreva-se agora no canal Prof Fábio Marin clicando aqui! 


Referências:

INMET. CLIMA. Instituto Nacional de Meteorologia, 2026. Disponível em: < https://clima.inmet.gov.br/progp/0 >, acesso em: 07/05/2026.

IRI. ENSO FORECAST. Columbia Climate Schol International Research Institute for Climate and Society, 2026. Disponível em: < https://iri.columbia.edu/our-expertise/climate/forecasts/enso/current/ >, acesso em: 07/05/2026.

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Sustentabilidade

Enfezamento do milho reforça necessidade de manejo integrado para evitar perdas de até 70% – MAIS SOJA

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A cigarrinha-do-milho (Dalbulus maidis) permanece como uma das principais ameaças à produtividade da cultura no Brasil, especialmente por sua atuação como vetor do complexo de enfezamentos. Diante desse cenário, a FMC, empresa global de ciências para agricultura, reforça a importância de um manejo integrado, que combine diferentes estratégias ao longo do ciclo produtivo para minimizar perdas e garantir maior segurança ao produtor.

Segundo Thiago Filippin, desenvolvedor de mercado da FMC, a relação entre a praga e as doenças é direta e exige atenção redobrada. “A cigarrinha é a principal transmissora dos fitoplasmas e espiroplasmas responsáveis pelos enfezamentos pálido e vermelho, além do vírus da risca do milho (MRFV). No entanto, o inseto não nasce infectado — torna-se vetor ao se alimentar de plantas contaminadas e, a partir disso, passa a disseminar esses patógenos pela lavoura”, explica.

Entre os fatores que influenciam a pressão da praga, a época de semeadura se destaca como uma das decisões mais estratégicas. De acordo com Filippin, o plantio no início da janela reduz a incidência inicial da cigarrinha e, consequentemente, o risco de infecção. “Semeaduras tardias expõem o cultivo a populações migrantes, aumentando significativamente a chance de transmissão dos enfezamentos”, afirma.

Os danos causados podem ser severos, incluindo redução do porte das plantas, má formação das espigas, perfilhamento excessivo (brotações laterais) e sintomas visuais como folhas amareladas, avermelhadas ou com o sintoma de raiado fino para a virose. Em situações de alta pressão, as perdas podem variar de 20% a 70%, podendo evoluir para a quebra total da lavoura.

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Outro ponto crítico no manejo é o controle das plantas tigueras, que funcionam como reservatório da praga e das molicutes. “Como a cigarrinha depende exclusivamente do milho para completar seu ciclo, eliminar plantas tigueras é fundamental para interromper essa dinâmica. O controle na entressafra e o uso de herbicidas na cultura antecessora ajudam a evitar a chamada ‘ponte verde’”, destaca.

A escolha de cultivares mais tolerantes aos enfezamentos também contribui para reduzir os impactos, especialmente em plantios de médio e final de janela. Além disso, o tratamento de sementes desempenha papel essencial na proteção inicial da lavoura. “É importante optar por tecnologias com bom residual, alta sistemicidade e eficiência no controle da praga, como inseticidas dos grupos dos neonicotinoides e butenolidas”, orienta Filippin.

Embora as pulverizações sejam frequentemente associadas ao controle da cigarrinha, o especialista ressalta que sua eficácia depende de uma série de fatores. “O rápido crescimento do milho, com emissão de novas folhas a cada poucos dias, exige precisão na aplicação. Boa regulagem dos equipamentos, escolha adequada de produtos, rotação de ativos e monitoramento constante são fundamentais para reduzir os danos”, explica.

O profissional destaca que o manejo integrado busca reduzir a incidência da praga a níveis que não comprometam a produtividade da lavoura. “Quando bem executado, o conjunto de práticas contribui para a sustentabilidade do sistema produtivo e para a rentabilidade do produtor”, diz.

Tecnologia e inovação

A FMC tem como objetivo promover o avanço do campo por meio de tecnologias de proteção sustentável de cultivos e, por isso, investe, constantemente, em pesquisa e desenvolvimento. Prova disso é o inseticida inovador Premio® Star. Com proteção para 50 pragas em mais de 50 culturas, esse é o único produto do mercado que oferece controle simultâneo das principais pragas da soja e do milho, como lagartas e percevejos, e outros alvos secundários das plantações.

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“Além de evitar as misturas de tanque, o Premio® Star tem amplo espectro de controle, longo residual e tem como referência o lagarticida Rynaxypir, um potente inseticida, para alta performance em percevejos”, ressalta Sérgio Catalano, gerente de inseticidas da FMC.

O Premio® Star possui tecnologia exclusiva possui a combinação e a proporção exata dos ingredientes, o que constitui uma formulação diferenciada com altíssima performance para insetos mastigadores e sugadores. O Premio® Star possui duplo modo de ação, amplo espectro, efeito de choque e residual, menor lavagem pela chuva e otimização operacional. No milho é indicado para controle da cigarrinha (Dalbulus maidis), percevejo barriga-verde (Dichelops melacanthus), pulgão-do-milho (Rhopalosiphum maidis) e a lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda).

 Sobre a FMC

A FMC Corporation é uma empresa global de ciências agrícolas dedicada a auxiliar produtores rurais na produção de alimentos, rações, fibras e combustíveis para uma população mundial em expansão, adaptando-se a um ambiente em constante mudança. As soluções inovadoras de proteção de cultivos da FMC – incluindo produtos biológicos, nutrição de cultivos, agricultura digital e de precisão – permitem que produtores e consultores agrícolas enfrentem seus maiores desafios econômicos, protegendo o meio ambiente. A FMC está comprometida em descobrir novos ingredientes ativos de herbicidas, inseticidas e fungicidas, formulações de produtos e tecnologias pioneiras que sejam consistentemente melhores para o planeta. Visite fmc.com para saber mais e siga-nos no LinkedIn®.


FMC e o logotipo da FMC, assim como Premio® Star, são marcas comerciais da FMC Corporation ou afiliada. Produtos de uso agrícola. Consulte sempre um engenheiro agrônomo. Sempre leia o rótulo e siga todas as instruções, restrições e precauções de uso do produto.

Fonte: Assessoria de imprensa



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