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13 de agosto de 2026

Sustentabilidade

Exigências nutricionais visando atingir o potencial de produtividade – MAIS SOJA

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A deficiência de um nutriente no solo, além de comprometer as funções específicas que desempenha na planta, pode gerar desequilíbrios com outros elementos, resultando em alterações bioquímicas e morfológicas. Para que o milho alcance elevados patamares de produtividade, é essencial que suas demandas nutricionais sejam plenamente atendidas, uma vez que a cultura apresenta alta capacidade de extração de nutrientes do solo (Tabela 1) (Gondim et al., 2016).

Tabela 1. Exigências índice de colheita (razão entre produtividade de grãos e matéria seca total da planta) e remoção de nutrientes de grãos em milho.
Adaptado de: Andrade et al. (2023).

Assim, o primeiro aspecto a ser considerado no planejamento da adubação é a expectativa de produtividade. A partir dessa estimativa, torna-se possível antecipar a demanda de nutrientes necessária para atender às exigências nutricionais da planta. Para calcular corretamente essa exigência, é fundamental levar em conta os nutrientes absorvidos pela planta como um todo, e não apenas pela parte colhida. Dessa forma, a necessidade nutricional da cultura varia conforme a finalidade da produção (grãos ou silagem) e o seu potencial produtivo.

Como exemplo, pode-se citar o caso de Itiquira, município do estado de Mato Grosso, na safra de milho de 2023. Com base na expectativa de produtividade (baseada no potencial produtivo), estimou-se uma demanda média de 20,35 kg de nitrogênio (N) por tonelada de grãos produzidos (Figura 1). A partir dessa informação, foi possível calcular a quantidade total de N necessária para que a cultura completasse seu ciclo, considerando diferentes datas de semeadura. Observa-se que, à medida que a semeadura se afasta da janela ótima, a expectativa de produtividade diminui e, consequentemente, a demanda de N do milho também se reduz.

Figura 1. Expectativa de produtividade de grãos de milho de acordo com a data de semeadura para Itiquira – Mato Grosso/Brasil, na safra 2023 (A). Demanda (ou exigência) de nitrogênio para a planta completar seu ciclo de desenvolvimento, de acordo com a expectativa de produtividade em cada data de semeadura (B).
Fonte: Equipe Field Crops

Ilustra-se, assim, a importância de planejar a adubação em função da demanda de nutrientes ajustada ao potencial produtivo, de modo a tornar as recomendações de fertilização mais eficientes.

Referências Bibliográficas

ANDRADE, F. et al. Ecofisiología y manejo del cultivo de maíz. 1ª ed., Balcarce, 2023.

GONDIM, A. R. O. et al. Crescimento inicial do milho cultivar BRS 1030 sob omissão de nutrientes em solução nutritiva. Revista Ceres, v. 63, n. 5, p. 706-714, 2016. Disponível em < https://www.scielo.br/j/rceres/a/dVpNFhRWKKcCMbSMtz7vwjC/?format=html&lang=pt >, acesso: 15/09/2025

PILECCO, I. B. et. al. Ecofisiologia do milho visando altas produtividades. Santa Maria, ed. 2, 2024.

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Sustentabilidade

Mercado brasileiro de milho deve ter dia mais cauteloso nos negócios, atento ao relatório do USDA – MAIS SOJA

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O mercado brasileiro de milho deve ter uma quarta-feira mais cautelosa nos negócios, com as atenções voltadas ao relatório de agosto de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, que será divulgado hoje. O dólar opera em queda frente ao real. No cenário internacional, a Bolsa de Chicago sobe, reagindo frente às perdas de ontem.

O mercado brasileiro de milho teve uma terça-feira um pouco mais agitada depois que o dólar avançou bem. Houve melhor movimento principalmente no porto, com o câmbio mais favorável às exportações. Segundo o analista de Safras & Mercado, Paulo Molinari, há muita expectativa para o relatório de oferta e demanda de agosto, que será divulgado nesta quarta-feira, pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

Molinari destaca que o mercado aguarda o relatório para decisões de venda do milho. Quanto aos preços, internamente não houve maiores mudanças, mas nos portos houve uma leve melhora diante da subida do dólar.

No Porto de Santos, o preço ficou entre R$ 66,00/70,00 a saca (CIF). Já no Porto de Paranaguá, cotação entre R$ 65,50/68,00 a saca.

No Paraná, a cotação ficou em R$ 59,00/61,00 a saca em Cascavel. Em São Paulo, preço de R$ 60,00/62,00 na Mogiana. Em Campinas CIF, preço de R$ 67,00/68,00 a saca.

No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 68,00/70,00 a saca em Erechim. Em Minas Gerais, preço em R$ 59,00/61,00 a saca em Uberlândia. Em Goiás, preço esteve em R$ 56,00/58,00 a saca em Rio Verde – CIF. No Mato Grosso, preço ficou a R$ 57,00/58,00 a saca em Rondonópolis.

CHICAGO

* 0s contratos de milho com entrega em setembro operam a US$ 4,40 3/4, alta de 4,00 centavos, ou 0,91% relação ao fechamento anterior.

* O mercado avança na expectativa pelo relatório de agosto de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que será divulgado às 13h desta quarta-feira (12). A alta do petróleo também favorece as cotações.

Para o relatório, estimativas compiladas pelo The Wall Street Journal e pela Dow Jones apontam produção norte-americana de milho de 15,944 bilhões de bushels em 2026/27, enquanto a Reuters projeta 15,934 bilhões, ambos abaixo dos 16 bilhões de bushels estimados em julho. Para os estoques finais dos Estados Unidos, as projeções também ficam abaixo das indicadas no mês passado.

Para os estoques finais norte-americanos da temporada 2026/27, The Wall Street Journal e Dow Jones projetam 1,73 bilhão de bushels, enquanto a Reuters aponta 1,725 bilhão, ambos abaixo dos 1,790 bilhão de bushels indicados em julho. No cenário global, as estimativas são de estoques finais de 273,4 milhões de toneladas, segundo The Wall Street Journal e Dow Jones, e de 273,77 milhões de toneladas, conforme a Reuters, frente aos 275,26 milhões de toneladas projetados no mês passado.

Ontem (11), o mercado foi pressionado pela expectativa de um clima mais favorável ao desenvolvimento das lavouras nos Estados Unidos e por um ajuste de posições antes do relatório de agosto de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que será divulgado amanhã (12).

As chuvas e temperaturas mais amenas registradas na última semana no Meio-Oeste norte-americano reduziram parte das preocupações climáticas. O USDA informou que, até 9 de agosto, 61% das lavouras norte-americanas de milho estavam em condições boas ou excelentes, 25% em situação regular e 14% entre ruins e muito ruins. Os percentuais seguiram os mesmos em relação à semana anterior.

Os contratos de milho com entrega em setembro fecharam a US$ 4,36 3/4, baixa de 1,50 centavo, ou 0,34% relação ao fechamento anterior. A posição dezembro fechou a sessão a US$ 4,60 1/2, queda de 1,25 centavo, ou 0,27% por bushel em relação ao fechamento anterior.

CÂMBIO

* O dólar comercial registra baixa de 0,20% a R$ 5,1531. O Dollar Index registra baixa de 0,02% a 99,801 pontos.

INDICADORES FINANCEIROS

* A maioria das bolsas da Ásia fechou com cotações firmes. China, +0,32%. Japão, +0,87%.

* As principais bolsas na Europa operam mistas. Paris, -0,09%. Frankfurt, +0,50%. Londres, +0,06%.

* O petróleo opera em alta. Setembro do WTI em NY: US$ 83,54 o barril (+0,40%).

AGENDA

09:00 – Pesquisa Mensal de Serviços/IBGE.

09:30 – Indice de Preços ao Consumidor (CPI, julho).

11:30 – Relatório Semanal de Petróleo da EIA (07/08).

13:00 – Relatório de O&D mundial e norte-americana de grãos de agosto (Wasde)/USDA.

– Resultados financeiros: Rumo, SLC, BB e Minerva.

—–Quinta-feira (13/08)

03:00 – Reino Unido: PIB – primeira estimativa trimestral (2º trimestre).

03:00 – Reino Unido: PIB mensal (junho).

06:00 – Zona do Euro: Produção Industrial (junho).

09:00 – Pesquisa Mensal de Comércio/IBGE.

09:00 – Levantamento Sistemático da Produção Agrícola/IBGE.

09:00 Atualização da projeção para a safra brasileira de grãos 2025/26/Conab.

09:30 – Indice de Preços ao Produtor (PPI, julho).

09:30 – Dados de exportação semana de grãos dos EUA/USDA.

15:00 – Relatório de condições das lavouras da Argentina – Ministério da Agricultura.

15:00 – Dados de desenvolvimento das lavouras argentinas – Bolsa de Cereais de Buenos Aires.

16:00 – Dados de desenvolvimento das lavouras no RS – Emater, na parte da tarde.

– Resultados financeiros: Raizen, 3tentos e MBRF.

—–Sexta-feira (14/08)

06:00 – Zona do Euro: PIB – estimativa preliminar (2º trimestre).

06:00 – Zona do Euro: Emprego – estimativa preliminar (2º trimestre).

16:00 – Dados de evolução das lavouras do Mato Grosso – IMEA.

– Resultados financeiros: Cosan e Vibra.

Autor/Fonte: Arno Baasch – arno@safras.com.br) / (Agência Safras)

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Sustentabilidade

Saiba como ficaram as cotações brasileiras de soja em dia de relatório do USDA

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Foto: Pixabay

O mercado brasileiro de soja apresentou uma sessão de cotações mais firmes, sustentado pela melhora da paridade na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) e pelo avanço das indicações nos portos. Apesar da valorização dos preços, o volume de negócios reportado permaneceu limitado, diante da postura mais cautelosa dos produtores.

“O mercado tem um quadro de disputa no mercado interno, com a indústria buscando ofertas de soja, enquanto os produtores que ainda possuem produto seguem cadenciando as vendas”, afirmou o analista de Safras & Mercado, Rafael Silveira.

Para Silveira, o basis doméstico também permanece firme, com boas indicações no mercado CIF fábrica. Ainda assim, os produtores continuam buscando preços mais elevados antes de fechar novos negócios, o que contribui para limitar a liquidez.

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No porto, as indicações também melhoraram, principalmente para pagamentos mais à frente. Para agosto, no entanto, a janela para novas operações de exportação já está mais curta, reduzindo o espaço para negócios com embarque imediato.

De acordo com o analista, o dólar também vem contribuindo para o ajuste das posições recentes. “Os prêmios seguem em patamares firmes, sustentados pela demanda nos portos”, destaca.

Preços de soja no Brasil

No mercado físico, as cotações apresentaram movimentos de alta em algumas das principais praças produtoras:

  • Passo Fundo (RS): manteve em R$ 140,00
  • Santa Rosa (RS): manteve em R$ 141,00
  • Cascavel (PR): subiu de R$ 135,00 para R$ 136,00
  • Rondonópolis (MT): subiu de R$ 133,00 para R$ 134,00
  • Dourados (MS): subiu de R$ 130,00 para R$ 131,50
  • Rio Verde (GO): subiu de R$ 130,00 para R$ 132,00
  • Paranaguá (PR): a saca avançou de R$ 146,00 para R$ 147,00
  • Em Rio Grande (RS): as referências passaram de R$ 147,00 para R$ 148,00.

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja fecharam em alta nesta quarta-feira, na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). Apesar de o relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) ter ficado entre neutro e baixista, os preços acompanharam a sinalização dos mercados vizinhos. Trigo e milho tiveram ganhos consistentes em meio à escalada do conflito no Mar Negro e aos temores de aperto da oferta.

A sinalização de boa demanda pela soja americana por parte dos chineses ajudou a sustentar as cotações. Hoje, os exportadores privados reportaram a venda de 244 mil toneladas para a China.

A estatal chinesa Sinograin vendeu cerca de 89% das 516 mil toneladas de soja importada ofertadas em seu terceiro leilão realizado nas últimas semanas nesta quarta-feira, segundo dois traders com atuação na Ásia consultados pela Reuters, enquanto a empresa estatal de estoques busca liberar espaço para a chegada de cargas de soja dos Estados Unidos.

Relatório de agosto

O relatório de agosto do USDA indicou que a safra norte-americana de soja deverá ficar em 4,519 bilhões de bushels em 2026/27, o equivalente a 123 milhões de toneladas. A produtividade foi reduzida de 53 para 52,7 bushels por acre. No relatório anterior, a estimativa era de 4,475 bilhões de bushels, ou 121,8 milhões de toneladas. O mercado apostava em número de 4,469 bilhões de bushels, ou 121,6 milhões de toneladas.

Os estoques finais estão projetados em 320 milhões de bushels, ou 8,71 milhões de toneladas. Em julho, a previsão era de 310 milhões de bushels, ou 8,44 milhões de toneladas. O mercado apostava em carryover de 302 milhões de bushels, ou 8,22 milhões de toneladas.

O USDA está trabalhando com esmagamento de 2,78 bilhões de bushels, acima dos 2,75 bilhões de julho, e exportações de 1,66 bilhão, sem alteração na comparação com o relatório anterior. Para a temporada 2025/26, o Departamento indicou estoques de passagem de 325 milhões de bushels, enquanto o mercado previa estoques de 324 milhões.

O USDA projetou safra mundial de soja em 2026/27 em 442,25 milhões de toneladas. Em julho, a previsão era de produção de 441,7 milhões de toneladas.

Os estoques finais para 2026/27 estão estimados em 124,21 milhões de toneladas, abaixo da previsão do mercado de 124,4 milhões de toneladas. Os estoques da temporada 2025/26 estão estimados em 125,12 milhões de toneladas, abaixo do esperado pelo mercado, de 125,6 milhões.

O USDA indicou safra brasileira em 2025/26 em 180,5 milhões de toneladas, contra 180 milhões do relatório anterior. Para 2026/27, a estimativa é de 186 milhões de toneladas. A produção da Argentina em 2025/26 está prevista em 49,5 milhões de toneladas, contra 50 milhões indicadas em julho. Para 2026/27, o USDA está trabalhando com safra de 50 milhões de toneladas.

Contratos futuros de soja

Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com alta de 14,50 centavos de dólar, ou 1,24%, a US$ 11,83 1/4 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 11,99 por bushel, com elevação de 14,75 centavos de dólar, ou 1,24%.

Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com alta de US$ 4,20, ou 1,35%, a US$ 315,10 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 68,76 centavos de dólar, com ganho de 0,64 centavo, ou 0,93%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão com alta de 0,26%, sendo negociado a R$ 5,1772 para venda e a R$ 5,1752 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,1361 e a máxima de R$ 5,1807.

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Sustentabilidade

STF reconhece validade da Moratória da Soja

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O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, nesta quarta-feira (12), validar a Moratória da Soja, acordo firmado há 20 anos por empresas que atuam no setor para barrar a compra de soja de áreas desmatadas após 2008.

Por maioria de votos, o plenário do Supremo entendeu que o pacto privado entre as empresas está de acordo com a Constituição e ajuda a preservar o meio ambiente.

A Corte também determinou o arquivamento de processos administrativos que estão no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) para contestar a validade da moratória e solicitar indenizações.

A Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) solicitou uma ação contra uma lei de Mato Grosso que restringiu a concessão de benefícios fiscais para empresas que participam de acordos que limitam a expansão agropecuária. Além disso, uma lei de Rondônia que trata do mesmo tema também foi contestada.

O voto condutor do julgamento foi proferido por Flávio Dino. O ministro entendeu que leis estaduais podem restringir benefícios fiscais e também se manifestou sobre a compatibilidade do acordo com a Constituição.

“A Moratória da Soja existe e amanhã pode continuar a existir. Nada está a impedir que atores privados pactuem relações de compra e venda, de acordo com suas políticas empresariais”, afirmou.

Votação

A manifestação a favor da validade da Moratória da Soja foi acompanhada pelos seguintes ministros: Cristiano Zanin, Alexandre de Moraes, Edson Fachin, Cármen Lúcia e Gilmar Mendes.

Dias Toffoli, Luiz Fux e André Mendonça ficaram vencidos em parte e entenderam que a validade da moratória não pode ser analisada pelo STF, mas pelo Cade.

Posicionamento da Abiove

A Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) disse que a decisão do STF traz uma definição jurídica abrangente sobre os questionamentos relacionados à iniciativa.

Para a associação, a decisão contribui para encerrar um período de intensa insegurança jurídica e reafirma a legitimidade de compromissos voluntários e de políticas corporativas voltadas ao atendimento das demandas dos mercados e à promoção de cadeias produtivas sustentáveis.

Segundo a nota, a iniciativa demonstrou ser possível conciliar a expansão da produção agrícola no bioma Amazônia com a preservação ambiental, ao mesmo tempo em que contribuiu para fortalecer a credibilidade e a competitividade internacional da soja brasileira.

Por fim, a Abiove afirma a esperança de que a decisão permita superar de vez a judicialização do tema e dar início à nova fase de diálogo entre os diferentes setores da cadeia produtiva, com foco em segurança jurídica, competitividade e sustentabilidade.

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