Sustentabilidade
Controle preventivo com fungicidas ajuda no manejo das doenças iniciais da soja, que podem impactar a produtividade em até 90% – MAIS SOJA

O produtor de soja se prepara para iniciar o plantio da safra 2025/26. Além da escolha das variedades e dos insumos, o alinhamento da janela de plantio e das aplicações de defensivos precisam ser elaborados com antecedência, levando em conta o histórico das temporadas anteriores, o perfil do solo e as previsões climáticas. No caso das doenças, algumas podem surgir já no início do ciclo, como a antracnose (Colletotrichum gloeosporioides) e o oídio (Erysiphe pisi), e o manejo com fungicida deve ser realizado já entre a emergência e os primeiros estádios vegetativos. Para isso, o produtor pode contar com Vessarya®, fungicida da Corteva Agriscience que possui controle eficaz contra os principais patógenos que acometem a oleaginosa – além das citadas, também Podridão dos grãos (Diaporthe longicolla).
“A principal estratégia de controle das doenças iniciais da soja é o manejo integrado, com enfoque preventivo. Isto vai desde a escolha de cultivares com resistência genética a determinadas doenças, passando por rotação de culturas, a eliminação de plantas voluntárias (tigueras) e a adoção do vazio sanitário, mas a aplicação de fungicidas já na emergência da soja é essencial no controle dos patógenos de início de ciclo, e Vessarya® tem em sua formulação ingredientes-ativos inovadores, que trazem eficácia já nas primeiras aplicações”, comenta Francisco Gutierrez, Líder do Portfólio de Fungicidas da Corteva Agriscience.
A antracnose é considerada uma das principais doenças da soja no Brasil, estando presente em quase todas as regiões com plantio da oleaginosa, com elevada severidade em safras chuvosas. A infecção pode afetar folhas, hastes e vagens, causando necrose, abortamento de vagens e queda precoce de frutos, com perdas que podem ir de 50% a 100% da lavoura. Já o oídio se faz presente, majoritariamente, em locais com clima seco a moderado. Sua ação reduz a fotossíntese e causa perdas produtivas moderadas.
Além das doenças de início de safra, Vessarya® é indicado para o controle da ferrugem-asiática (Phakopsora pachyrhizi), considerada a doença mais severa da cultura da soja no Brasil, com potencial de reduzir até 90 % da produtividade se não controlada. De acordo com o Consórcio Antiferrugem, iniciativa da Embrapa Soja que monitora o avanço do patógeno no Brasil, na safra 2024/25 foram 124 casos, a maioria no Paraná e Rio Grande do Sul.
Fungicida traz alta eficácia no controle de patógenos
Vessarya® é um fungicida eficiente e sistêmico para o controle das doenças da soja, como ferrugem, antracnose, podridão dos grãos e oídio. Mistura única do segmento de carboxamidas proporcionando controle com seletividade, traz a tecnologia OnmiraTM Active, protegendo as plantas e trazendo resultados melhores no controle às doenças da soja.
O produto contém picoxistrobina (do grupo químico das estrobilurinas, inibidores da quinona externa no complexo III) e benzovindiflupir (do grupo químico pirazol carboxamida) e pode ser utilizado em pulverizações preventivas para o controle de doenças da parte aérea na oleaginosa, além de algodão, cana-de-açúcar, feijão e milho.
Boas Práticas Agrícolas são essenciais no manejo do produto
Vessarya® deve ser aplicado diluído em água e aplicado em pulverização na parte aérea e nas doses recomendadas nas culturas para as quais é indicado. Deve-se agitar vigorosamente o produto na embalagem, antes da diluição, mantendo agitação constante da calda no tanque de pulverização, após a diluição. Realizar o processo de tríplice lavagem da embalagem durante o preparo da calda. A boa cobertura de todos os tecidos da parte aérea das plantas é fundamental para o sucesso de controle das doenças, independente do equipamento utilizado (terrestre ou aéreo). “O aplicador deve seguir estritamente as orientações da bula do produto, assim como utilizar Equipamentos de Proteção Individual durante todo o período de manejo do fungicida. Respeitando as Boas Práticas Agrícolas, o produtor ajuda a preservar sua lavoura, as propriedades vizinhas e o meio ambiente”, finaliza Gutierrez, ressaltando que, em soja, o produto deve ser aplicado duas vezes no ciclo, em intervalo de, no máximo, 14 dias.
Sobre a Corteva
A Corteva, Inc. (NYSE: CTVA) é uma empresa global agrícola que combina inovação e liderança do setor, elevado envolvimento com o cliente e execução operacional para fornecer soluções lucrativas para os principais desafios agrícolas do mundo. A Corteva gera preferência de mercado vantajosa por meio de sua estratégia de distribuição, junto com seu mix equilibrado e globalmente diversificado de sementes, proteção de cultivos, produtos digitais e serviços. Com algumas das marcas mais reconhecidas na agricultura e um pipeline de tecnologia bem posicionado para impulsionar o crescimento, a empresa está comprometida em maximizar a produtividade dos agricultores, enquanto trabalha com stakeholders em todo o sistema alimentar, cumprindo sua promessa de enriquecer a vida daqueles que produzem e consomem, garantindo o progresso das próximas gerações. Mais informações disponíveis em www.corteva.com
Fonte: Assessoria de imprensa Corteva
Sustentabilidade
Colheita do arroz alcança 96,41% da área cultivada no RS – MAIS SOJA

A colheita do arroz no Rio Grande do Sul atingiu 96,41% da área cultivada nesta primeira semana de maio. O levantamento foi realizado pelo Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga) e divulgado nesta quinta-feira (7/5).
Do total de 891.908,50 hectares destinados ao cultivo na safra 2025/2026, a maior parte das lavouras já foi colhida, consolidando o avanço dos trabalhos nas principais regiões produtoras do Estado.
As regionais da Zona Sul e da Planície Costeira Externa lideram os índices de colheita e estão mais próximas do encerramento das operações, com 98,81% e 98,46% das áreas colhidas, respectivamente.
Na sequência aparecem a Planície Costeira Interna, com 98,13%; a Campanha, com 97,02%; a Fronteira Oeste, com 95,92%; e a Região Central, que registra 89,84% da área colhida.
De acordo com a Divisão de Assistência Técnica e Extensão Rural (Dater/Irga), ao término da colheita será realizado um levantamento consolidado da safra, contemplando dados de área colhida, produtividade e possíveis perdas registradas durante o ciclo produtivo.
Fonte: IRGA
Autor:IRGA
Site: IRGA
Sustentabilidade
Cenário climático reforça a importância do planejamento agrícola – MAIS SOJA

Em comparação a março, abril apresentou redução no volume de chuvas, especialmente na região central do Brasil, afetando diretamente a disponibilidade de água no solo. Conforme o Boletim do Sistema TempoCampo/Esalq de maio de 2026, embora grande parte do território nacional, com destaque para a região Norte, ainda apresente elevada umidade no solo, a região central registrou redução no volume de água armazenado durante o mês de abril (Figura 1).
Figura 1. Armazenamento de água no solo, meses de março e abril de 2026 (atualização 05 de maio de 2026).
Apesar da redução observada, o cenário ainda não caracteriza, na maior parte das regiões produtoras do país, condições críticas ao desenvolvimento das culturas agrícolas. Para a primeira quinzena de maio, as projeções climáticas indicam continuidade das maiores precipitações sobre a região Norte e faixa litorânea do Nordeste, situação que demanda atenção devido aos elevados volumes de chuva já registrados nessas áreas.
Segundo o INMET, para o trimestre maio-julho-julho, a previsão é de precipitações dentro da média climatológica na região central do Brasil, enquanto as regiões Norte e Sul tendem a registrar chuvas dentro ou ligeiramente acima da média (Figura 2).
Figura 2. À esquerda: precipitação total prevista para o trimestre maio-julho-julho de 2026. À direita: Anomalias de precipitação para o trimestre maio-julho-julho de 2026. INMET (06 de Maio de 2026).

Ainda que previsões a longo prazo possam apresentar grande incerteza, para o mês de junho, caso as projeções climática se concretize, de acordo com as previsões de anomalia das precipitações, são esperadas chuvas dentro da média e/ou ligeiramente acima da média para o período, na maioria das regiões do país.
Fenômenos ENSO
Com divergência entre modelos climatológicos, a intensidade do Fenômeno El Niño ainda é indefinida. No entanto, a ocorrência desse fenômeno é esperada, havendo concordância entre a maioria dos modelos quanto a ocorrência do El Niño (figura 3) com mais de 90% de probabilidade de ocorrência desse fenômeno a partir do trimestre setembro-outubro-novembro (figura 4).
Figura 3. Modelos de previsão ENSO para abril de 2026.


Figura 4. Previsão oficial de probabilidade do CPC ENSO.

Por outro lado, a intensificação do El Niño, especialmente a partir do trimestre agosto-setembro-outubro, poderá influenciar o estabelecimento e o desenvolvimento das culturas agrícolas, impactando as operações no campo. Diante disso, o acompanhamento contínuo das previsões meteorológicas e dos prognósticos climáticos será fundamental para o ajuste das estratégias de manejo e do planejamento das áreas de cultivo.
Confira abaixo o boletim completo do sistema TempoCampo/ESALQ de maio de 2026.
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Referências:
INMET. CLIMA. Instituto Nacional de Meteorologia, 2026. Disponível em: < https://clima.inmet.gov.br/progp/0 >, acesso em: 07/05/2026.
IRI. ENSO FORECAST. Columbia Climate Schol International Research Institute for Climate and Society, 2026. Disponível em: < https://iri.columbia.edu/our-expertise/climate/forecasts/enso/current/ >, acesso em: 07/05/2026.

Sustentabilidade
Enfezamento do milho reforça necessidade de manejo integrado para evitar perdas de até 70% – MAIS SOJA

A cigarrinha-do-milho (Dalbulus maidis) permanece como uma das principais ameaças à produtividade da cultura no Brasil, especialmente por sua atuação como vetor do complexo de enfezamentos. Diante desse cenário, a FMC, empresa global de ciências para agricultura, reforça a importância de um manejo integrado, que combine diferentes estratégias ao longo do ciclo produtivo para minimizar perdas e garantir maior segurança ao produtor.
Segundo Thiago Filippin, desenvolvedor de mercado da FMC, a relação entre a praga e as doenças é direta e exige atenção redobrada. “A cigarrinha é a principal transmissora dos fitoplasmas e espiroplasmas responsáveis pelos enfezamentos pálido e vermelho, além do vírus da risca do milho (MRFV). No entanto, o inseto não nasce infectado — torna-se vetor ao se alimentar de plantas contaminadas e, a partir disso, passa a disseminar esses patógenos pela lavoura”, explica.
Entre os fatores que influenciam a pressão da praga, a época de semeadura se destaca como uma das decisões mais estratégicas. De acordo com Filippin, o plantio no início da janela reduz a incidência inicial da cigarrinha e, consequentemente, o risco de infecção. “Semeaduras tardias expõem o cultivo a populações migrantes, aumentando significativamente a chance de transmissão dos enfezamentos”, afirma.
Os danos causados podem ser severos, incluindo redução do porte das plantas, má formação das espigas, perfilhamento excessivo (brotações laterais) e sintomas visuais como folhas amareladas, avermelhadas ou com o sintoma de raiado fino para a virose. Em situações de alta pressão, as perdas podem variar de 20% a 70%, podendo evoluir para a quebra total da lavoura.
Outro ponto crítico no manejo é o controle das plantas tigueras, que funcionam como reservatório da praga e das molicutes. “Como a cigarrinha depende exclusivamente do milho para completar seu ciclo, eliminar plantas tigueras é fundamental para interromper essa dinâmica. O controle na entressafra e o uso de herbicidas na cultura antecessora ajudam a evitar a chamada ‘ponte verde’”, destaca.
A escolha de cultivares mais tolerantes aos enfezamentos também contribui para reduzir os impactos, especialmente em plantios de médio e final de janela. Além disso, o tratamento de sementes desempenha papel essencial na proteção inicial da lavoura. “É importante optar por tecnologias com bom residual, alta sistemicidade e eficiência no controle da praga, como inseticidas dos grupos dos neonicotinoides e butenolidas”, orienta Filippin.
Embora as pulverizações sejam frequentemente associadas ao controle da cigarrinha, o especialista ressalta que sua eficácia depende de uma série de fatores. “O rápido crescimento do milho, com emissão de novas folhas a cada poucos dias, exige precisão na aplicação. Boa regulagem dos equipamentos, escolha adequada de produtos, rotação de ativos e monitoramento constante são fundamentais para reduzir os danos”, explica.
O profissional destaca que o manejo integrado busca reduzir a incidência da praga a níveis que não comprometam a produtividade da lavoura. “Quando bem executado, o conjunto de práticas contribui para a sustentabilidade do sistema produtivo e para a rentabilidade do produtor”, diz.
Tecnologia e inovação
A FMC tem como objetivo promover o avanço do campo por meio de tecnologias de proteção sustentável de cultivos e, por isso, investe, constantemente, em pesquisa e desenvolvimento. Prova disso é o inseticida inovador Premio® Star. Com proteção para 50 pragas em mais de 50 culturas, esse é o único produto do mercado que oferece controle simultâneo das principais pragas da soja e do milho, como lagartas e percevejos, e outros alvos secundários das plantações.
“Além de evitar as misturas de tanque, o Premio® Star tem amplo espectro de controle, longo residual e tem como referência o lagarticida Rynaxypir, um potente inseticida, para alta performance em percevejos”, ressalta Sérgio Catalano, gerente de inseticidas da FMC.
O Premio® Star possui tecnologia exclusiva possui a combinação e a proporção exata dos ingredientes, o que constitui uma formulação diferenciada com altíssima performance para insetos mastigadores e sugadores. O Premio® Star possui duplo modo de ação, amplo espectro, efeito de choque e residual, menor lavagem pela chuva e otimização operacional. No milho é indicado para controle da cigarrinha (Dalbulus maidis), percevejo barriga-verde (Dichelops melacanthus), pulgão-do-milho (Rhopalosiphum maidis) e a lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda).
Sobre a FMC
A FMC Corporation é uma empresa global de ciências agrícolas dedicada a auxiliar produtores rurais na produção de alimentos, rações, fibras e combustíveis para uma população mundial em expansão, adaptando-se a um ambiente em constante mudança. As soluções inovadoras de proteção de cultivos da FMC – incluindo produtos biológicos, nutrição de cultivos, agricultura digital e de precisão – permitem que produtores e consultores agrícolas enfrentem seus maiores desafios econômicos, protegendo o meio ambiente. A FMC está comprometida em descobrir novos ingredientes ativos de herbicidas, inseticidas e fungicidas, formulações de produtos e tecnologias pioneiras que sejam consistentemente melhores para o planeta. Visite fmc.com para saber mais e siga-nos no LinkedIn®.
FMC e o logotipo da FMC, assim como Premio® Star, são marcas comerciais da FMC Corporation ou afiliada. Produtos de uso agrícola. Consulte sempre um engenheiro agrônomo. Sempre leia o rótulo e siga todas as instruções, restrições e precauções de uso do produto.
Fonte: Assessoria de imprensa
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