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21 de setembro de 2026

Business

Veja como fecharam os preços da soja na véspera do relatório do USDA

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O mercado brasileiro de soja apresentou poucos movimentos, em um dia marcado pela expectativa em torno do relatório de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que será divulgado na sexta (12).

O analista da consultoria Safras & Mercado Rafael Silveira destaca que o ritmo das negociações foi contido, mas houve destaque para o Rio Grande do Sul, onde foram reportados volumes mais agressivos.

“Já no Paraná, a movimentação foi discreta, e nos demais estados praticamente não houve registros relevantes”, comenta.

Em Chicago, a soja encerrou em alta, mas o dólar operou abaixo de R$ 5,40 durante boa parte da sessão, o que reduziu o impacto positivo. “Os prêmios também não ajudaram para dar mais força às indicações”, acrescenta Silveira.

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Preço da saca de soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): permaneceu em R$ 135
  • Santa Rosa (RS): ficou em R$ 136
  • Porto de Rio Grande (RS): se manteve estável em R$ 141
  • Cascavel (PR): subiu de R$ 135 para R$ 136
  • Porto de Paranaguá (PR): seguiu em R$ 140,50
  • Rondonópolis (MT): aumentou de R$ 128 para R$ 129
  • Dourados (MS): avançou de R$ 127 para R$ 128
  • Rio Verde (GO): permaneceu em R$ 126

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a quinta-feira com preços mais altos.

De acordo com Silveira, o mercado buscou suporte em compras de barganha. “A expectativa de que haja uma revisão para baixo na produção norte-americana também ajudou na recuperação”.

O grão se afastou das máximas do dia nos últimos negócios, principalmente pela ausência de demanda por parte da China.

As exportações líquidas norte-americanas de soja, referentes à temporada 2025/26, com início em 1º de setembro, ficaram em 541.100 toneladas na semana encerrada em 04 de setembro.

Destinos desconhecidos lideraram as compras, com 431.700 toneladas. Analistas esperavam
exportações entre 400 mil e 1 milhão toneladas.

Expectativas para o relatório

O USDA deverá indicar corte na projeção de safra dos Estados Unidos em 2025/26. Analistas consultados pelas agências internacionais indicam que o número para a safra norte-americana em 2025/26 deverá ficar em 4,273 bilhões de bushels, contra 4,292 bilhões previstos em agosto.
Para os estoques de passagem, a previsão é de um número de 293 milhões de bushels para 2025/26, contra 290 milhões projetados em agosto. Para 2024/25, a aposta é de um corte, passando dos 330 milhões indicados em julho para 327 milhões de bushels.

Em relação ao quadro de oferta e demanda mundial da soja, o mercado aposta em estoques finais 2024/25 de 125,6 milhões de toneladas. Em agosto, o número ficou em 125,2 milhões. Segundo o mercado, a indicação do USDA para 2025/26 deverá ser de 125,4 milhões de toneladas, contra 124,9 milhões projetados em agosto.

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Contratos futuros

Os contratos da soja em grão com entrega em setembro de 2025 fecharam com alta de 8,25 centavos de dólar por bushel ou 0,80%, a US$ 10,33 1/2 por bushel.

A posição novembro de 2025 teve cotação de US$ 10,52 1/2 por bushel, avanço de 7,75 centavos de dólar por bushel ou 0,74%.

Nos subprodutos, a posição dezembro de 2025 do farelo fechou com ganho de US$ 1,90 ou 0,66%, a US$ 287,70 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro de 2025 fecharam a 51,60 centavos de dólar por libra-peso, elevação de 0,59 centavo ou 1,15%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou em queda de 0,27%, sendo negociado a R$ 5,3916 para venda e a R$ 5,3896 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,3738 e a máxima de R$ 5,4253.
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Agro Mato Grosso

Entenda por que os combustíveis estão mais caros em Mato Grosso

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Quem abasteceu o carro nas últimas semanas percebeu que os combustíveis ficaram mais caros em Mato Grosso. Segundo o Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis de Mato Grosso (Sindipetróleo-MT), a alta ocorre em meio à pressão sobre diferentes etapas da cadeia de abastecimento, influenciada pelo preço do petróleo, pelos custos do etanol e por dificuldades no fornecimento de diesel.

Os principais fatores apontados pelo setor são:

  • Disparada do barril de petróleo no mercado internacional, afetando diretamente os custos na origem;
  • Encerramento da safra de cana-de-açúcar no Sudeste, aliado ao aumento do preço do açúcar no mercado externo, o que pressiona os custos do etanol;
  • Aumento do percentual obrigatório de etanol na gasolina A;
  • Redução drástica das importações de óleo diesel, gerando gargalos severos no suprimento nacional.

O movimento também aparece nos dados mais recentes da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Entre 13 e 19 de setembro, a média em Cuiabá do litro da gasolina comum chegou a R$ 6,97etanol ficou na média de R$ 4,17 na capital, enquanto o diesel S-10 pode ser encontrado por R$ 7,57.

Mas por que o preço aumenta nas bombas?

1. Alta do petróleo no mercado internacional

Segundo o sindicato, o preço do petróleo é um dos principais componentes da formação dos preços dos combustíveis. Quando as cotações internacionais sobem, os custos de aquisição e importação de derivados também podem aumentar.

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No caso do diesel, a pressão tem sido maior. Segundo dados divulgados pela ANP, o preço do produto avançou na última semana pesquisada para R$ 6,65 na média nacional.

2. Etanol mais caro pressiona a gasolina

Outro fator apontado pelo Sindipetróleo-MT é o preço do etanol. O biocombustível é utilizado na composição da gasolina vendida nos postos e, por isso, alterações no preço do etanol podem influenciar o custo da gasolina.

Desde 1º de agosto, a gasolina comercializada no país passou a ter 32% de etanol na mistura, contra 30% anteriormente. Em setembro, o governo autorizou o início dos testes para aumentar a mistura de etanol na gasolina comum, chegando a 35%

O sindicato também aponta o encerramento da safra de cana-de-açúcar no Sudeste e a valorização do açúcar no mercado externo como fatores que pressionam os custos do etanol.

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3. Diesel e dificuldades de abastecimento

O Sindipetróleo-MT afirmou ainda que houve redução nas importações de óleo diesel, provocando dificuldades no suprimento e restrições no atendimento de pedidos às distribuidoras.

🔎 O diesel é especialmente importante para Mato Grosso, onde é utilizado em larga escala no transporte de cargas e nas atividades do agronegócio.

4. Quem define o preço na bomba?

preço pago pelo consumidor não é formado apenas pelo valor cobrado pelo produtor ou importador. A cadeia envolve diferentes etapas, como produção ou importação, refino, distribuição, transporte e revenda.

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O Sindipetróleo-MT apontou que os postos não são responsáveis pela formação dos preços e atuam como o último elo da cadeia, repassando os custos recebidos das distribuidoras.

5. O que diz o Sindipetróleo-MT?

Em nota divulgada nesta semana, o sindicato afirmou que os aumentos recebidos pelos postos são consequência de fatores que ocorrem antes da chegada do combustível à revenda.

A entidade também criticou cobranças direcionadas exclusivamente aos postos durante o período eleitoral e defendeu que eventuais fiscalizações sobre a formação de preços alcancem todos os elos da cadeia.

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Business

Produção de sorgo dispara no Brasil, impulsionada por etanol e exportações para a China

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Foto: Latina Seeds/Embrapa

O sorgo está deixando de ser uma cultura de menor expressão para ocupar um espaço cada vez mais relevante no agronegócio brasileiro. A combinação entre expansão da produção, abertura do mercado chinês, aumento da utilização na fabricação de etanol e maior resistência ao déficit hídrico abre novas perspectivas para o cereal no país.

Segundo Daniel Rosa, diretor da Associação Brasileira dos Produtores de Milho e Sorgo (Abramilho), a produção brasileira, que ficou em aproximadamente 6 milhões de toneladas no ano passado, saltou para cerca de 7,5 milhões de toneladas neste ano. Goiás lidera a produção, com aproximadamente 2 milhões de toneladas, seguido por Minas Gerais, com cerca de 1,4 milhão de toneladas, de acordo com dados da Abramilho.

O avanço, porém, não está restrito às regiões produtoras tradicionais. O Matopiba aparece como uma das novas fronteiras da cultura. No Maranhão, por exemplo, Rosa aponta crescimento de 110% na produção regional. “É uma cultura que a gente tem visto que tem crescido muito aqui no Brasil”, afirma.

China muda cenário das exportações

Uma das principais mudanças recentes está do lado da demanda. Historicamente direcionado principalmente à alimentação animal, o sorgo passou a conquistar outros mercados.

Em 2024, o Brasil exportou cerca de 180 mil toneladas, então um recorde, com destaque para embarques destinados à África do Sul. Agora, a abertura do mercado chinês pode elevar as vendas externas a outro patamar.

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A Abramilho participou, no ano passado, de uma missão com técnicos chineses que percorreram Minas Gerais e Goiás para conhecer lavouras e unidades de beneficiamento. Posteriormente, o protocolo para a abertura daquele mercado avançou.

“A China é o principal importador de sorgo do mundo. Eles produzem lá, mas ainda dependem de sorgo internacional”, explica Rosa.

Neste ano, as exportações brasileiras já haviam ultrapassado 250 mil toneladas até o mês anterior, superando o volume de 2024.

A expectativa para setembro é ainda maior. Rosa cita projeções da Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec) indicando que os embarques poderiam chegar a 1 milhão de toneladas no mês.

A nova demanda já teria provocado reflexos no mercado doméstico. Segundo o diretor da Abramilho, houve casos nesta safra em que produtores conseguiram comercializar sorgo por valores superiores aos do milho, situação que ele ressalta não ser habitual.

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“Esse ano, a gente teve a abertura do mercado da China e a entrada das usinas de etanol operando com sorgo também. Essa demanda aumentou de forma rápida e até de surpresa”, afirma.

Etanol abre nova frente para o sorgo

Além das exportações, a indústria de biocombustíveis aparece como um dos principais vetores de crescimento da demanda doméstica.

Segundo Rosa, quatro usinas já foram mapeadas operando tanto com milho quanto com sorgo. Elas estão localizadas em Balsas (MA), Luís Eduardo Magalhães (BA), Ulianópolis (PA) e Sidrolândia (MS).

Uma vantagem industrial apontada pelo dirigente é a possibilidade de adaptação das unidades de etanol de milho para processar sorgo com alterações relativamente pequenas.

“Toda usina de etanol de milho é uma potencial usina de etanol de sorgo. Os ajustes que você precisa fazer na planta industrial para operar com sorgo são pequenos”, explica.

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O processamento também gera DDG, coproduto utilizado na alimentação animal. Rosa destaca que milho e sorgo apresentam características diferentes na industrialização: segundo ele, o sorgo gera mais DDG, enquanto o milho produz mais óleo e maior volume de etanol.

Resistência à seca amplia espaço na segunda safra

No campo, uma das principais vantagens do sorgo está na maior tolerância ao estresse hídrico. A característica permite que a cultura seja utilizada em áreas e períodos nos quais o plantio do milho de segunda safra se torna mais arriscado.

“Ele aguenta estiagem, um período sem chuva, melhor do que o milho. E casa muito bem com esse nosso modelo de soja de primeira safra. Na segunda safra, onde não cabe o milho, pode entrar o sorgo”, afirma Rosa.

Isso não significa necessariamente substituir o milho. Uma das estratégias possíveis é escalonar as culturas conforme a evolução da janela de plantio.

Caso a colheita da soja atrase ou as condições meteorológicas reduzam a janela ideal para o milho, o produtor pode destinar as primeiras áreas ao cereal e utilizar o sorgo nas áreas plantadas posteriormente.

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Segundo Rosa, essa flexibilidade ganha importância diante de condições climáticas mais instáveis.

O dirigente aponta ainda que o sorgo permanece viável em determinadas regiões mesmo em março, quando o risco climático para o milho de segunda safra já é maior. Matopiba e partes de Mato Grosso do Sul estão entre as áreas consideradas com potencial de expansão.

Menor necessidade de insumos, mas produtividade também é menor

A decisão entre milho e sorgo, entretanto, exige análise econômica e agronômica. Rosa explica que o sorgo pode demandar menos fertilizantes que o milho e não é atacado pela cigarrinha-do-milho, o que elimina gastos específicos de controle da praga. Em algumas lavouras de milho, segundo ele, produtores chegam a realizar seis ou sete aplicações de inseticidas voltadas ao manejo da cigarrinha.

Por outro lado, o sorgo apresenta produtividade inferior à do milho e, historicamente, também costuma receber preço menor. Por isso, custos, rendimento esperado, preço e risco climático precisam ser colocados na balança antes da escolha.

Rosa também chama atenção para um equívoco de manejo que ainda acompanha a cultura: a ideia de que, por ser resistente, o sorgo praticamente não precisa ser adubado.

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Segundo ele, a falta de fertilização adequada pode reduzir a produtividade e ainda fazer com que a cultura utilize nutrientes disponíveis no solo, afetando a cultura seguinte.

Alimentação animal continua sendo importante mercado

A alimentação animal permanece como o principal destino doméstico do sorgo. O cereal é utilizado nas dietas de aves, suínos e bovinos e pode funcionar como alternativa parcial ao milho.

A substituição, porém, não deve ser feita automaticamente. “O milho vai ter a soja como fonte de proteína, o milho como uma fonte energética e o sorgo vai estar ali no meio. Ele tem um pouco mais de proteína, mas é menos energético. Então, o pecuarista, na hora que for fazer a ração, tem que levar isso em consideração”, explica Rosa.

A expansão do etanol pode fortalecer ainda mais essa relação entre agricultura, energia e pecuária, já que o processamento do cereal gera DDG para utilização nas dietas animais.

Brasil pode chegar a 15 milhões de toneladas

O potencial de crescimento permanece elevado. Rosa cita projeção da Embrapa de que o Brasil poderia chegar a 15 milhões de toneladas de sorgo entre 2030 e 2035, praticamente o dobro das 7,5 milhões de toneladas atuais.

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A expansão poderia ocorrer tanto pelo aumento da produtividade quanto pela incorporação de áreas que atualmente recebem apenas soja no verão e permanecem sem cultivo na segunda safra.

“Temos um potencial de área, temos um potencial de aumentar a produtividade e, o mais importante, temos um aumento da demanda com a exportação para a China e com o etanol”, afirma.

Para o diretor da Abramilho, portanto, o sorgo não deve ser tratado apenas como um substituto ou “primo pobre” do milho. A cultura começa a construir mercado próprio e a ganhar liquidez. “Eu não diria complemento, eu diria como mais uma opção”, resume Rosa.

Essa mudança também pode provocar efeitos na infraestrutura brasileira. Hoje, segundo ele, boa parte das exportações passa pelo Porto de Santos, mas a necessidade de separar o sorgo de outros grãos está estimulando a busca por rotas alternativas, como o Porto de Tubarão, no Espírito Santo.

O principal desafio será transformar o crescimento recente em uma demanda permanente. Para Rosa, o comportamento da China terá papel importante nessa trajetória.

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“Se a gente tiver uma China demandando muito sorgo do Brasil, a gente pode ver um aumento também bem expressivo aqui”, afirma.

Ao mesmo tempo, o crescimento do etanol amplia o mercado interno e dá ao produtor mais uma possibilidade para a segunda safra. Para Rosa, esse conjunto de fatores pode consolidar o cereal como uma terceira alternativa relevante ao lado das duas culturas que hoje dominam a produção brasileira de grãos.

“Ele traz mais uma cadeia produtiva importante, que se acopla a esse produtor que produzia só soja, depois passou a produzir soja e milho, e agora passa a produzir soja, milho e sorgo.”

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Conab fará coletiva sobre leilões de milho e safra 2026/2027

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A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) realiza nesta terça-feira (22), às 10h, uma coletiva de imprensa em Brasília para apresentar os resultados dos recentes leilões públicos de compra de milho. Segundo a estatal, a medida está relacionada à prevenção de possíveis impactos do El Niño no abastecimento de grãos e à oferta do produto pelo Programa de Vendas em Balcão (ProVB).

Durante o encontro, a Conab também vai detalhar o cenário atual dos preços da cesta básica nas capitais do país e apresentar as projeções para a agropecuária na safra 2026/2027.

A coletiva contará com a presença do presidente da Conab, Silvio Porto, e da ministra do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), Fernanda Machiaveli.

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O evento será realizado na matriz da Conab, localizada no SGAS 901, Lote 69, em Brasília (DF), às 10h, no horário de Brasília. A agenda reúne temas ligados ao mercado de milho, à política de abastecimento e às estimativas para o próximo ciclo agropecuário.

A apresentação desta terça-feira (22) concentrará os dados dos leilões públicos de milho, o comportamento dos preços da cesta básica e as projeções da Conab para a safra 2026/2027.

Fonte: gov.br

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