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23 de junho de 2026

Sustentabilidade

Chicago/CBOT: Soja fechou em alta por compras de oportunidade e clima mais seco – MAIS SOJA

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Por T&F Agroeconômica, comentários referentes à 08/09/2025
FECHAMENTOS DO DIA 08/09

O contrato de soja para novembro fechou em alta de 0,66% ou $ 6,75 cents/bushel, a $1.033,75. A cotação de janeiro encerrou em alta de 0,69% ou $ 7,25 cents/bushel, a $1.052,75. O contrato de farelo de soja para outubro fechou em alta de 0,50% ou $ 1,40/ton curta, a $ 281,90. O contrato de óleo de soja para outubro fechou em alta de 0,33% ou $ 0,17/libra-peso, a $ 50,98.

ANÁLISE DA ALTA

A soja negociada em Chicago fechou em alta nesta segunda-feira. As cotações da oleaginosa fecharam com leves ganhos, impulsionadas por compras técnicas de investidores e pela previsão de tempo seco contínuo no Centro-Oeste americano, o que pode impactar a produtividade das lavouras. A expectativa do mercado é que o USDA reduza sua estimativa de soja em boas/excelentes condições em seu próximo relatório.

As importações de soja da China em agosto atingiram o recorde de 12,28 milhões de toneladas, 5,2% acima do volume de julho, de 11,67 milhões de toneladas. Até 86% desse total foi proveniente do Brasil, segundo dados comerciais.

NOTÍCIAS IMPORTANTES
EUA-PRODUÇÃO ABAIXO DO ESPERADO (altista)

Após uma sessão volátil, a soja fechou em alta em Chicago, após cair pouco mais de 2,5% na semana anterior. A recuperação foi impulsionada pelas proteções dos investidores após as recentes quedas e pela previsão de tempo seco para toda a semana no Centro-Oeste, o que pode piorar as condições das lavouras em estágio final de desenvolvimento e fundamentar as estimativas privadas que preveem uma produção americana abaixo dos 116,82 milhões de toneladas projetados pelo USDA para agosto.

EUA- INÍCIO DA COLHEITA E AUSÊNCIA DA CHINA (baixista)

A melhora foi limitada pelo início da colheita em áreas do sul dos Estados Unidos e pela persistente falta de compras chinesas de grãos americanos, em uma situação sem precedentes para esta época do ano e enquadrada na guerra comercial em curso entre os Estados Unidos e a China, ou melhor, entre a Casa Branca e o resto do mundo.

EUA-EXPORTAÇÕES DENTRO DO ESPERADO (altista)

Em seu relatório semanal sobre a inspeção dos embarques dos EUA, referente ao período de 29 de agosto a 4 de setembro, o USDA reportou hoje embarques de soja totalizando 452.151 toneladas, abaixo das 491.428 toneladas do relatório anterior, mas dentro da faixa estimada pelos produtores do setor privado, que era de 300.000 a 500.000 toneladas.

BRASIL-PLANTIO COMEÇOU (baixista)

No Brasil, a consultoria AgRural indicou que o plantio da soja para a safra 2025/2026 já começou no Brasil, mas ainda está restrito a áreas bem específicas do Paraná. Até a última quinta-feira, essas áreas isoladas representavam um aumento de mais de 0,02% da área projetada para o país. Há um ano, o plantio ainda não havia começado.

EUA-ESTÁGIO DAS LAVOURAS DE SOJA

O USDA informou no final da tarde dessa segunda-feira que o plantio da soja está encerrado e 100% emergido para a temporada 25/26. As plantas criando vagem está em 97%, ante 94% da semana passada, 97% do ano passado e 97% da média histórica. As plantas desfolhando estão em 21%, ante 11% da semana passada, 23% do ano anterior e 22% da média histórica.

EUA-CONDIÇÕES DAS LAVOURAS DE SOJA

O USDA informou uma leve piora na qualidade das lavouras americanas. 64% das lavouras de soja estão em condições boas/excelentes condições, ante 65% da semana passada e 65% do ano anterior. 26% em condições regulares, ante 25% da semana anterior e 25% do ano passado. 10% classificados como pobres/muito pobres, ante 10% da semana passada e 10% do ano anterior.

Fonte: T&F Agroeconômica



 

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Sustentabilidade

TRIGO/CEPEA: Clima e menor oferta no spot mantêm preços em alta no BR – MAIS SOJA

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Os preços do trigo em grão seguem em alta na maior parte das regiões acompanhadas pelo Cepea. As negociações estão pontuais, refletindo a menor disponibilidade do cereal no mercado spot.

Pesquisadores do Cepea destacam também que agentes permanecem atentos às condições climáticas para a safra 2026/27, especialmente no Sul do País, onde a perspectiva de maior volume de chuvas ao longo do ciclo pode comprometer a qualidade dos grãos. Esse cenário mantém compradores e vendedores cautelosos, o que contribui para a sustentação dos preços domésticos.

No campo, segundo a Conab, até 12 de junho, 59,5% da área destinada ao trigo na safra 2026 já havia sido semeada no Brasil. Os trabalhos já estavam concluídos em Minas Gerais, São Paulo e Mato Grosso do Sul. Em Goiás, a semeadura atingia 99% da área prevista; no Paraná, 78%; na Bahia, 60%; no Rio Grande do Sul, 36%; e em Santa Catarina, 7,3%.

Fonte: Cepea



FONTE

Autor:Cepea

Site: Cepea

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Sustentabilidade

Como ficaram os preços da soja? Cotações variam entre queda e estabilidade em regiões do Brasil

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Foto: Pixabay

O mercado brasileiro de soja começou a semana com pouca movimentação e sem registro de grandes volumes negociados. De acordo com o analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, nesta segunda-feira (22), as melhores ofertas apareceram no porto de Santos, mas o ritmo dos negócios permaneceu lento.

As cotações oscilaram entre estáveis e mais fracas ao longo do dia, refletindo o comportamento do dólar e da Bolsa de Chicago. Os prêmios apresentaram alguma alta, fator que ajudou a conter quedas mais acentuadas nos preços.

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Segundo o analista, a semana começou com poucos movimentos e sem negociações de maior relevância, mantendo o mercado em espera.

Preços de soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): desceu de R$ 127,00 para R$ 126,00
  • Santa Rosa (RS): desceu de R$ 128,00 para R$ 127,00
  • Cascavel (PR): manteve em R$ 121,50
  • Rondonópolis (MT): manteve em R$ 113,00
  • Dourados (MS): manteve em R$ 115,00
  • Rio Verde (GO): desceu de R$ 116,00 para R$ 115,00
  • Paranaguá (PR): manteve em R$ 132,50
  • Rio Grande (RS): desceu de R$ 134,00 para R$ 133,00

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja fecharam em baixa nesta segunda-feira na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). O mercado foi pressionado pela queda dos preços do petróleo, diante dos avanços das conversas entre Irã e Estados Unidos em busca de um acordo para o encerramento do conflito no Oriente Médio.

O bom desenvolvimento das lavouras norte-americanas reforçou o cenário baixista para os preços na abertura da semana. Ainda nesta segunda-feira, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgará seu relatório mensal com os dados sobre o avanço da soja americana.

As inspeções de exportação norte-americanas de soja somaram 241.045 toneladas na semana encerrada em 18 de junho, segundo relatório semanal do USDA. Na semana anterior, o volume havia sido de 533.438 toneladas. No mesmo período do ano passado, o total inspecionado alcançou 202.391 toneladas.

Contratos futuros

Os contratos da soja em grão com entrega em julho fecharam com baixa de 7,00 centavos de dólar, ou 0,62%, a US$ 11,15 3/4 por bushel. A posição agosto encerrou cotada a US$ 11,22 1/2 por bushel, com recuo de 5,75 centavos de dólar, ou 0,50%.

Nos subprodutos, o farelo para julho fechou com queda de US$ 1,50, ou 0,49%, a US$ 299,80 por tonelada. Já o óleo de soja para julho terminou a sessão em 71,15 centavos de dólar por libra-peso, com ganho de 1,46 centavo, ou 2,09%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão com baixa de 0,61%, negociado a R$ 5,1422 para venda e R$ 5,1402 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,1237 e a máxima de R$ 5,1685.

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Sustentabilidade

Vazio sanitário da soja já está em vigor em Mato Grosso do Sul – MAIS SOJA

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O vazio sanitário da soja já está em vigor em Mato Grosso do Sul desde o dia 15 de junho e segue até 15 de setembro de 2026. Durante esse período, é proibida a manutenção de plantas vivas de soja em qualquer estágio de desenvolvimento, incluindo plantas voluntárias (guaxas) que possam surgir após a colheita. A medida é uma das principais estratégias para o controle da ferrugem asiática.

De acordo com a Portaria SDA/MAPA nº 1.579/2026, após o término do vazio sanitário, a semeadura da soja para a safra 2026/2027 estará autorizada entre 16 de setembro e 31 de dezembro de 2026.

A ferrugem asiática, causada pelo fungo Phakopsora pachyrhizi, pode provocar perdas expressivas na produtividade quando não controlada adequadamente. Como o fungo necessita de plantas vivas para sobreviver e se multiplicar, a eliminação da soja durante a entressafra reduz significativamente a quantidade de inóculo presente no ambiente e contribui para retardar o aparecimento da doença na safra seguinte.

Segundo o coordenador técnico da Aprosoja/MS, Gabriel Balta, o cumprimento do vazio sanitário é uma responsabilidade coletiva que beneficia toda a cadeia produtiva.

“O vazio sanitário é uma ferramenta fundamental para reduzir a pressão da ferrugem asiática nas lavouras. Quando cada produtor faz sua parte e elimina as plantas vivas de soja durante esse período, contribuímos para diminuir a sobrevivência do fungo e aumentar a eficiência das estratégias de controle na próxima safra”, destaca Balta.

Além de contribuir para a sanidade das lavouras, o respeito ao calendário fitossanitário ajuda a reduzir a necessidade de aplicações de fungicidas ao longo do ciclo produtivo, favorecendo a sustentabilidade da produção e reduzindo os riscos de desenvolvimento de resistência dos patógenos aos produtos utilizados no manejo.

Datas importantes para a safra 2026/2027 em MS
  • Vazio sanitário da soja: 15 de junho a 15 de setembro de 2026;
  • Semeadura: 16 de setembro a 31 de dezembro de 2026.

A Aprosoja/MS orienta os produtores a seguirem rigorosamente as determinações fitossanitárias, contribuindo para a manutenção da produtividade, competitividade e sustentabilidade da soja sul-mato-grossense.

Fonte: Aprosoja/MS



FONTE

Autor:Crislaine Oliveira (Assessoria de Comunicação da Aprosoja/MS)

Site: Aprosoja MS

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