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Sustentabilidade

Primeira semana de setembro pode ser marcada por chuvas no RS, SC e em algumas áreas do PR – Rural Clima – MAIS SOJA

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 De acordo com o alerta agroclimático da Rural Clima, a primeira semana de setembro deve ser marcada por chuvas no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e em algumas áreas do Paraná.

Mais para o curto prazo, a meteorologista Ludmila Camparotto sinaliza que chuvas irregulares entre hoje e amanhã podem atingir áreas de São Paulo, Mato Grosso do Sul, extremo sul de Goiás, Triângulo e sul de Minas Gerais e o litoral do Nordeste.

Um novo sistema que se forma no Rio Grande do Sul no começo da próxima semana favorece a formação de um corredor de umidade vinda da Amazônia que pode provocar chuvas em Rondônia, Roraima e no leste e noroeste do Mato Grosso.

No final da primeira semana de setembro, Ludmila destaca que um novo sistema deve voltar a atingir Sul do Brasil, bem como o Mato Grosso do Sul e o oeste de Mato Grosso.

Na retaguarda dessa frente fria, uma massa de ar polar pode reduzir temperaturas na Região Sul e no Paraguai, embora o frio previsto não seja muito intenso.

Na segunda semana de setembro, instabilidades podem atingir algumas áreas do Sudeste e do Centro-Oeste.

Ludmila comenta que na segunda quinzena de setembro as condições de avanço das frentes frias devem ser melhores para região central do Brasil, o que deve fazer com que as temperaturas agora bastante elevadas diminuam um pouco.

Paraguai

A meteorologista destaca que o Paraguai pode ter chuvas irregulares no começo da próxima semana em áreas do Centro-Sul, do Chaco e na fronteira com o Mato Grosso do Sul.

No dia 8, um novo sistema deverá ingressar no Paraguai, favorecendo a ocorrência de chuvas.

Ludmila acrescenta que as frentes frias devem passar mais rapidamente pelo país na segunda quinzena de setembro, embora a cada semana devam ser registradas precipitações.

Fonte: Arno Baasch / Safras News



 

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Sustentabilidade

vem chuva por aí! Confira como fica o tempo no começo de setembro

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O final de semana terá tempo firme na maior parte das áreas produtoras de soja do país. No entanto, de domingo (31) para segunda-feira (1º), estão previstos temporais no Oeste de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Rondônia, com risco de granizo e rajadas de vento fortes. Apesar disso, não se esperam chuvas volumosas que possam impactar o plantio de soja.

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No município de Sinop, em Mato Grosso, a previsão indica que as chuvas só começarão a se intensificar na última semana de setembro e início de outubro. Por isso, mesmo com a liberação do plantio a partir do dia 7, os produtores devem aguardar para não comprometer a germinação das sementes devido ao tempo quente e seco.

Em Primavera do Leste, também em Mato Grosso, a chuva deve chegar entre os dias 20 e 25 de setembro, reforçando a orientação para que o plantio seja iniciado somente no final do mês ou início de outubro.

No Centro-Oeste, de 4 a 8 de setembro, Rondônia poderá registrar volumes próximos de 50 mm, beneficiando a reposição hídrica do solo. Já no Rio Grande do Sul, as chuvas podem ultrapassar 200 mm, configurando uma semana muito úmida, mas garantindo boa reserva de água para o início da semeadura em outubro.

O tempo entre 9 a 13 de setembro

Entre os dias 9 e 13 de setembro, algumas pancadas de chuva atingem o Oeste de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e norte do Paraná, mas os volumes devem ser baixos, entre 10 e 15 mm. Chuvas mais significativas, acima de 50 a 100 mm na semana, são esperadas apenas a partir de outubro na região Centro-Oeste.

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Sustentabilidade

Agosto encerra com preços do arroz estagnados e cenário é desafiador – MAIS SOJA

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Com preços sem reação e liquidez muito reduzida, o mercado do arroz continua preso a um quadro de estagnação neste final de agosto. Segundo o analista e consultor de Safras & Mercado, Evandro Oliveira, o contexto vem forçando uma mudança de comportamento entre os produtores: a expectativa de “esperar valorização” tem dado lugar a um reconhecimento pragmático da dificuldade de recuperação imediata e há sinais de que muitos estarão mais dispostos a vender nos próximos meses.

“A urgência desse ajuste está diretamente ligada ao fechamento rápido da janela de exportação: com a colheita norte-americana a caminho, a competitividade do arroz brasileiro no mercado internacional tende a reduzir-se significativamente”, explica Oliveira.

Esse deslocamento da demanda externa implica risco real de acúmulo de estoques domésticos em níveis históricos — podendo ser os maiores em cerca de 15 anos — levando a prolongamento da pressão de baixa se não houver canais efetivos de escoamento.

Diante dessa nova realidade, percebe-se ampla adesão aos Contratos de Opção de Venda (COV) da Conab, especialmente entre produtores da Fronteira Oeste. “A opção pelo COV reflete uma estratégia de sobrevivência: garantir preço mínimo e aliviar caixa diante das elevadas incertezas comerciais e dos custos logísticos que tornam a exportação inviável para parcelas importantes da produção”, pondera o consultor.

Para o analista, essa preferência por venda ao governo sinaliza perda de confiança no mercado spot e traduz a necessidade imperativa de mitigar riscos financeiros imediatos, mesmo que a solução não seja plenamente remuneradora. “A dimensão logística agrava a desigualdade competitiva entre produtores”, acrescenta. A proximidade ao porto (Rio Grande) confere vantagem clara — custos de frete menores e maior viabilidade de acessar embarques — enquanto produtores distantes, principalmente na Fronteira Oeste, sofrem com fretes elevados (em alguns casos até R$ 9 por saca), reduzindo margens e empurrando muitos para a alternativa do COV.

Em relação aos preços, a média da saca de 50 quilos de arroz no Rio Grande do Sul (58/62% de grãos inteiros, pagamento à vista) encerrou o dia 28 cotada a R$ 68,84, queda de 0,48% em relação à semana anterior. Na comparação com o mesmo período do mês passado, a baixa era de 0,52%, enquanto, em relação a 2024, a desvalorização atingia 42,19%.

Fonte: Rodrigo Ramos/ Agência Safras News



 

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Sustentabilidade

Soja segue o ritmo da semana e lentidão é destaque no mercado da oleaginosa

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O mercado brasileiro de soja manteve o mesmo ritmo ao longo da semana, com poucas ofertas no físico. De acordo com o analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, os produtores seguem firmes nas pedidas, o que mantém o spread elevado entre comprador e vendedor.

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A soja disponível aparece apenas em algumas indicações nominais, sem negócios efetivos. A safra antecipada também teve pouca movimentação nos últimos dias, apontou o consultor.

Na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), as oscilações foram pequenas, com certa volatilidade, mas sem alterações relevantes. Conforme Silveira, os prêmios ajustaram levemente e, no físico, os preços ficaram entre estáveis e um pouco mais altos em algumas praças, mas só como referência, sem negócios reportados.

Soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): subiu de R$ 133,00 para R$ 134,00
  • Santa Rosa (RS): subiu de R$ 134,00 para R$ 135,00
  • Rio Grande (RS): manteve em R$ 139,00
  • Cascavel (PR): subiu de R$ 134,00 para R$ 135,00
  • Paranaguá (PR): subiu de R$ 139,00 para R$ 140,00
  • Rondonópolis (MT): caiu de R$ 127,00 para R$ 126,00
  • Dourados (MS): manteve em R$ 127,00
  • Rio Verde (GO): subiu de R$ 124,00 para R$ 125,00

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a sexta-feira com preços mais altos, recuperando parte das perdas da semana e ampliando os ganhos de agosto, que superaram 7%. O dia foi de volatilidade e ajustes de carteira, em função do final do mês e do feriado prolongado.

Nos fundamentos, poucas mudanças. O clima segue beneficiando as lavouras americanas e a expectativa é de safra cheia, embora menor que a inicialmente prevista. O mercado segue atento à demanda chinesa e às negociações comerciais entre os dois países.

Contratos futuros de soja

Os contratos da soja em grão com entrega em setembro fecharam com alta de 8,50 centavos de dólar, ou 0,82%, a US$ 10,36 3/4 por bushel. A posição novembro encerrou a US$ 10,54 1/2 por bushel, com avanço de 6,50 centavos ou 0,62%.

Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com alta de US$ 1,70, ou 0,59%, a US$ 289,00 por tonelada. No óleo, os contratos para dezembro caíram 0,29 centavo ou 0,55%, a 52,14 centavos de dólar por libra-peso.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,29%, sendo negociado a R$ 5,4219 para venda e a R$ 5,4199 para compra. Durante o dia, a moeda oscilou entre a mínima de R$ 5,4128 e a máxima de R$ 5,4531. Na semana, acumulou leve desvalorização de 0,06%, enquanto no mês o recuo foi de 3,18%.

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