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FIT Pantanal 2026 é lançada no 9º Salão Nacional do Turismo em Brasília

Mato Grosso lançou oficialmente a FIT Pantanal 2026 – Feira Internacional do Turismo durante o 9º Salão Nacional do Turismo, realizado em São Paulo. O anúncio foi feito no estande do Estado, no fim da tarde de sexta-feira (22.8). O evento será realizado numa parceria entre a Fecomércio-MT e o Governo do Estado.
O vice-presidente do Conselho Empresarial do Turismo e Hospitalidade da Fecomércio-MT, Jayme Okamura, destacou que a escolha de anunciar a feira neste espaço estratégico tem relação direta com o planejamento do setor.
“Quando antecipamos a divulgação, damos tempo para que empresas, entidades e governos se organizem. No setor de eventos, quem chega primeiro bebe água limpa. A partir de agora, a FIT Pantanal 2026 já entra no calendário de todo o Brasil”, disse.
Com o tema “FIT Pantanal 2026 – Para o Brasil e o Mundo”, a próxima edição será marcada pela internacionalização. A programação terá quatro fóruns: um internacional, dois nacionais e um estadual, com debates sobre desafios globais e locais do turismo.
Entre os temas, estarão em pauta a crise do transporte aéreo, o fortalecimento do turismo de base comunitária e da agricultura familiar, além da integração regional entre Amazônia e Centro-Oeste.
Outra novidade será a Aldeia do Conhecimento, espaço voltado para oficinas, palestras e encontros de negócios, permitindo maior participação de entidades e empresários.
“A FIT já mostrou que é referência no Brasil. Agora é hora de ampliar, atrair novos mercados e consolidar Mato Grosso como destino estratégico também no cenário internacional”, ressaltou Okamura.
A secretária adjunta de Turismo, Maria Leticia Arruda, reforçou que a parceria entre o Governo do Estado e a Fecomércio-MT tem sido decisiva para a consolidação da feira.
“A FIT Pantanal já é um evento consolidado. Ao lançá-la em espaços como o Salão Nacional do Turismo, ampliamos a divulgação, fortalecemos o networking e mostramos como Mato Grosso trabalha de forma integrada para crescer no setor. Já há, inclusive, interesse de outros estados em participar da próxima edição”, destacou.
Na última edição, realizada em 2025, a feira atraiu 70 mil visitantes em Cuiabá, número que representa cerca de 10% da população da capital mato-grossense. O resultado surpreendeu lideranças nacionais do setor.
“O que vocês alcançaram em Mato Grosso é algo único no Brasil. A FIT Pantanal virou exemplo de união e mobilização. Espero que esse modelo inspire o Norte a também criar grandes feiras”, afirmou o vice-presidente da Fecomércio Amazonas, Paulo Tadros.
No estande de Mato Grosso também teve o lançamento do livro “Como desenvolver o turismo no seu município”, de Nelson Eduardo Pereira da Costa, apresentações do grupo Flor Ribeirinha, que atraiu a atenção dos visitantes com as cores, alegrias e os batuques pantaneiros. O chef Marcelo Cotrim também serviu aperitivos com paçoca de pilão com tartar de banana e canapés com o premiado queijo Diamante Cartucheira, de Nossa Senhora do Livramento.
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Banco Master associado a apurações sem fundamento

Mais uma vez, rumores sem qualquer base tentam arrastar o nome do Banco Master para o noticiário negativo, vinculando a instituição a supostas investigações na Faria Lima.
A estratégia é velha conhecida: usar um banco em ascensão como peça de narrativa para gerar manchetes fáceis, sem apresentar provas, documentos ou confirmações de órgãos oficiais.
O Master, na realidade, não aparece em nenhuma apuração. Não há citação formal, não há processos, não há comunicados.
A Reag, gestora que presta serviços de administração de fundos, foi citada em investigações — e o Master é apenas um entre vários clientes da empresa. Isso é rotina no setor.
O problema é que, em vez de esclarecer essa distinção básica, alguns jornalistas preferiram inflar a narrativa.
Não é coincidência que isso aconteça justamente em um momento de crescimento do Master. O banco tem ganhado espaço no mercado, protagonizado operações relevantes e atraído atenção de concorrentes.
É natural que, nesse contexto, também desperte desconforto e ataques. Mas transformar essa disputa de bastidores em “notícia” é ultrapassar os limites da responsabilidade jornalística.
O mercado financeiro exige precisão. Um rumor pode afetar preços de ativos, decisões de investidores e até confiança de clientes. Por isso, manchetes sem base documental são perigosas.
No caso do Master, é evidente que a intenção foi lançar dúvida sobre sua reputação, ainda que a realidade mostre exatamente o contrário: governança sólida, compliance reforçado e auditorias que validam a consistência da sua atuação.
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Clima favorável deve impulsionar crescimento da produção de soja para a safra 2025/26

A produção de soja para a safra 2025/2026 deve atingir 75,5 milhões de toneladas, representando um crescimento de 3,1% em relação à safra anterior, segundo dados da Cog Consultoria. Esse aumento é impulsionado por uma combinação de fatores, como a recuperação da produtividade no Rio Grande do Sul, que superou um ciclo difícil de adversidades climáticas, e o crescimento da área plantada, especialmente nas regiões do Arco Norte.
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O aumento na área plantada será mais moderado em relação às temporadas anteriores, estimando um crescimento de cerca de 2%, o que corresponde a aproximadamente 900.000 hectares, Carlos Cogo, analista da Cog Consultoria. A expansão da soja será concentrada no Arco Norte, que inclui estados como Rondônia, Acre, e partes do Pará e Matopíba, além de uma substituição de arroz por soja no Rio Grande do Sul, que enfrenta um mercado negativo para o grão.
Clima favorável
Ao contrário de anos anteriores, a safra 2025/2026 se beneficiará de uma “neutralidade climática”, explica Arthur Müller, meteorologista do Canal Rural. Isso significa que o fenômeno El Niño, que causou grandes prejuízos no passado, não será um fator determinante nesta temporada. Müller diz que as chuvas deverão retornar no momento adequado para a maioria das regiões produtoras, o que favorece as colheitas no Centro-Oeste e Sudeste do Brasil. A expectativa é que as condições climáticas, como a redução do calor excessivo, beneficiem a safra como um todo.
Geopolítica
Outro ponto crucial para a safra 2025/26 será o impacto das tensões comerciais entre os Estados Unidos e a China sobre o mercado global de soja. Cogo destacou que a guerra tarifária e o aumento das tarifas impostas pelos EUA à soja chinesa vêm gerando mudanças no fluxo de comércio. Em agosto, os EUA não conseguiram vender soja para a China, um mês tradicionalmente crucial para as encomendas. Esse cenário tem beneficiado o Brasil, que já exportou 75% de sua soja para o mercado chinês até julho deste ano, alcançando um recorde histórico.
Apesar disso, Cogo alerta que a evolução do mercado internacional dependerá de um eventual acordo entre os EUA e a China, o que poderia reverter as atuais condições comerciais. Caso a tarifa de 23% seja reduzida ou eliminada, as exportações dos EUA poderiam voltar a ser competitivas, afetando diretamente o preço da soja no Brasil.
Estoques e demanda
A alta demanda por soja não se limita ao mercado externo. A mistura de biodiesel, com 15% de biodiesel no óleo diesel a partir de agosto, tem aumentado a demanda interna por óleo de soja. O analista da COG Consultoria avalia que o Brasil pode enfrentar um estoque muito baixo de soja na virada da safra, com estoques quase zerados devido à intensa exportação e à crescente demanda interna. Em 2026, as exportações dependem do ritmo de colheita precoce, com a soja do Cerrado, por exemplo, podendo atender à demanda da China já em janeiro.
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Ao lado do governador, Amaggi e Inpasa anunciam parceria para mais três usinas de etanol em MT

Após reunião com o governador Mauro Mendes, as multinacionais Amaggi e Inpasa anunciaram uma parceria para a construção de mais três usinas de etanol de milho em Mato Grosso.
A reunião ocorreu na última semana e o anúncio foi feito nesta sexta-feira (29.9), após a confirmação oficial dos investimentos, que giram na casa dos R$ 2,5 bilhões, com previsão de gerar centenas de empregos diretos e indiretos.
O encontro, mediado pelo ex-senador e presidente do Conselho Administrativo da Nova Rota do Oeste, Cidinho Santos, contou com a presença do ex-governador e investidor da Amaggi, Blairo Maggi, bem como de toda a diretoria da empresa, além do fundador e principal controlador da Inpasa, José Lopes.
De acordo com os representantes de ambas as empresas, as medidas do Governo de Mato Grosso para fortalecer a indústria “foram fundamentais” para a tomada de decisão.
Entre as medidas, se destacam a rapidez e isonomia na concessão de incentivos fiscais, desburocratização, a retomada do equilíbrio fiscal, a redução de mais de 140 taxas e impostos que o Estado promoveu para toda a população desde o início da gestão, e os recordes em investimentos em todas as áreas.
“Hoje Mato Grosso é o melhor lugar do país para se investir, porque construímos um ambiente favorável para isso. E é por esse motivo que temos atraído tantas empresas e indústrias para cá. Nenhuma empresa faria investimentos dessa magnitude se não confiasse no potencial do nosso estado”, destacou o governador Mauro Mendes.
O setor
Mato Grosso é hoje o maior produtor de etanol de milho do país e o segundo maior produtor de etanol em geral, perdendo apenas para o estado de São Paulo.
Na safra 2023/2024, foram produzidos 4,54 bilhões de litros de etanol de milho no estado, por meio das 14 usinas que processam milho, sendo 11 exclusivas de milho.
A estimativa é que, até 2031, esse volume de produção aumente para até 9,6 bilhões de litros por ano.
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