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Alckmin diz que tarifaço de Trump atinge 3,3% das exportações brasileiras

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O vice-presidente Geraldo Alckmin afirmou que o Brasil vai superar a crise comercial aberta pelas tarifas impostas pelo governo dos Estados Unidos e destacou que a dependência brasileira em relação ao mercado norte-americano é menor do que no passado. “Vai passar. Na década de 1980, era 24% a nossa exportação para os EUA. Hoje, é 12%. E o que está afetado é 3,3%”, disse. As informações são da Agência Brasil.

Segundo Alckmin, que também é ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, os setores mais impactados são os de manufaturados, como máquinas, equipamentos, calçados e têxtil. Ele ressaltou que, enquanto alimentos como carne e café encontram alternativas em outros mercados, os produtos industrializados têm mais dificuldade de realocação. “Acaba realocando, mas demora um pouco mais”, pontuou.

O vice-presidente reforçou que continuará negociando para reduzir a alíquota de 50% e retirar mais itens da lista de sobretaxados. Ele lembrou que 42% dos produtos brasileiros exportados aos EUA não foram afetados e que outros 16% foram incluídos em taxas semelhantes às aplicadas a outros países, como aço, alumínio e cobre.

Como alternativa, Alckmin citou a ampliação de mercados por meio de acordos internacionais. O governo aposta na assinatura do tratado Mercosul-União Europeia até o fim do ano, além de negociações em andamento com o EFTA (Islândia, Liechtenstein, Noruega e Suíça), Singapura e Emirados Árabes Unidos.

No plano interno, o governo anunciou medidas de apoio aos exportadores brasileiros, como linhas de crédito, suspensão de tributos sobre insumos importados e aumento da restituição de tributos federais. Já no âmbito internacional, o Brasil levou o caso à Organização Mundial do Comércio (OMC) e não descarta acionar também a Justiça norte-americana. “Você não pode usar política regulatória por razões partidárias, políticas”, afirmou o vice-presidente.

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Agro Mato Grosso

Abertura do Show Safra em Lucas do Rio Verde governador destaca a força do agro em MT

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Com a presença do governador Mauro Mendes, do ministro Carlos Fávaro e outras autoridades, a abertura do Show Safra Mato Grosso ocorreu, ontem. O presidente da Fundação Rio Verde, Joci Piccini, agradeceu a participação de todas as autoridades presentes e destacou que o agro tem transformado o Estado de Mato Grosso. “O Agro transforma a educação, tem transformado toda a infraestrutura, mas é preciso enxergar o futuro, debate das potencialidades e aqui no Show Safra Mato Grosso é o lugar para isso”, destacou o presidente.

O governador de Mato Grosso, Mauro Mendes, destacou a pujança da feira. “Aqui foi construída uma trajetória de muito trabalho, com muita competência por todos que aqui estão, todos que estiveram e por aqueles que estarão nos próximos anos. Essa feira é a grande demonstração da capacidade e determinação de um povo com objetivo.”

O Ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, enfatizou a importância da Fundação Rio Verde, que começou as pesquisas e desenvolver o Show Safra do zero. “Nós vimos essa fundação sair do zero, mas as ideias, as conexões, fizeram a feira chegar nesse maravilhoso momento e em toda essa magnitude”, afirmou o ministro.

O vice-governador e ex-prefeito de Lucas do Rio Verde, Otaviano Pivetta, relembrou o início de sua trajetória política e empresarial na cidade e destacou o protagonismo econômico e agroindustrial do município. “Mato Grosso é um Estado relativamente novo, mas é um Estado que tem muita atração, tem muita energia, tem um povo trabalhador e tem o agronegócio que é o mais desenvolvido do mundo e Lucas do Rio Verde tem protagonizado um desenvolvimento incrível, por essa razão a usamos como exemplo, pois aqui é onde a política dá certo”, afirmou Pivetta.

Durante a cerimônia de abertura, as autoridades salientaram a relevância do agronegócio como motor da economia brasileira, ressaltando o papel estratégico de Mato Grosso na produção de alimentos e no fortalecimento do Produto Interno Bruto (PIB) nacional. Em seus discursos, também enfatizaram a importância de eventos como o Show Safra para impulsionar a inovação, fomentar negócios e promover o desenvolvimento sustentável do setor.

A feira segue até a sexta-feira (27).

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Agro Mato Grosso

Sema de Alta Floresta apreende 1,5 mil lascas de itaúba sem licença ambiental em MT

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A operação contou com o apoio de investigadores da Polícia Judiciária Civil e madeira foi doada à prefeitura de Alta floresta

Após denúncia anônima, a Secretaria de Estado de Meio Ambiente de Mato Grosso (Sema-MT) apreendeu 1.592 lascas de itaúba armazenadas ilegalmente em uma propriedade rural de Nova Monte Verde, no norte do estado. A ação foi conduzida pela Diretoria de Unidade Desconcentrada de Alta Floresta e constatou a ausência de licença ambiental para o material.

Deste total, 1.045 lascas de itaúba-preta, foram encontradas dentro de um depósito na propriedade e mais 547 unidades empilhadas em montes de lascas na área externa.

O proprietário, ao ser questionado pela equipe de fiscalização, informou ter comprado a madeira em outro município para manutenção das cercas do seu imóvel, porém não possuía nota fiscal e nem guia florestal da lasca. A multa é no valor de R$12 mil.

A operação contou com o apoio de investigadores da Polícia Judiciária Civil e ocorreu entre os dias 18 e 20 de março. A madeira foi doada à prefeitura de Alta floresta.

“Realizamos constantemente atividades de fiscalização ambiental, visando o combate a ilícitos ambientais na região de atuação da unidade regional. É muito importante lembrar que é necessário sempre obter as licenças ambientais ou autorização para a extração de madeira,  bem como exigir nota fiscal acompanhadas de guia florestal no ato da compra”, ressaltou o coordenador da Diretoria de Unidade Desconcentrada de Alta Floresta, Leandro Rodinei Brauwers.

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‘É questão de segurança nacional’, diz Tereza Cristina sobre fertilizantes

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Foto: Arquivo/Canal Rural

O agronegócio acompanha com atenção os desdobramentos da guerra no Irã, que vêm impactando o preço dos fertilizantes no mercado internacional. Prova disso é a recorrência do tema em eventos do setor durante esta semana.

“É um problema de segurança nacional”, afirmou a senadora Tereza Cristina (PP-MS). A fala ocorreu durante conversa com jornalistas em evento realizado na última segunda-feira (23), em São Paulo.

Na avaliação da ex-ministra da Agricultura, falta planejamento. Criado para reduzir a dependência externa brasileira, o Plano Nacional de Fertilizantes ainda não foi implementado totalmente. “Na minha opinião, é falta de visão estratégica do país”, disse.

Tereza Cristina também citou entraves ambientais e regulatórios, como o projeto de Autazes (MA), que obteve licenças ambientais mas enfrentou contestações na Justiça. Com orçamento de cerca de US$ 2,5 bilhões, a iniciativa prevê produção anual de 2,2 milhões de toneladas de cloreto de potássio.

Além de pressionar os fertilizantes, o conflito no Oriente Médio impacta diretamente o preço do petróleo e o mercado energético. No Brasil, os efeitos são sentidos na alta do diesel e no abastecimento do combustível em algumas regiões.

Nesse contexto, a senadora avalia que o país deveria aumentar a mistura de biodiesel no diesel, atualmente em 15%.

“É preciso incentivar essas políticas e esses produtos, para que, em um momento como este, possamos ‘virar a chave’ e usar mais biocombustíveis e etanol na nossa matriz energética”, concluiu.

Economista da FGV tem visão mais otimista

Para o economista Felipe Serigatti, da Fundação Getulio Vargas (FGV), o Brasil não é a economia mais exposta aos impactos da guerra no Irã. Durante palestra no primeiro dia da Fruit Attraction São Paulo, feira voltada ao setor de frutas, ele fez uma análise sobre o cenário.

“A situação do Brasil não é a mais problemática, mas a [falta de] disponibilidade de diesel preocupa”, afirmou. Segundo Serigatti, por se tratar de um ano eleitoral, os efeitos na economia brasileira ficarão mais explícitos em 2027.

Na apresentação, o professor da FGV também analisou o momento de safra vivido pelo país, que deve colher uma produção recorde de grãos. Apesar da avaliação positiva, ele apontou que as margens da atividade seguirão pressionadas diante de um cenário global incerto e preços mais acomodados.

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