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22 de junho de 2026

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Geadas podem comprometer mais de 400 mil sacas de café em MG, diz Expocacer

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A Cooperativa dos Cafeicultores do Cerrado Ltda. (Expocacer) divulgou nesta quarta-feira (20), em nota, levantamento preliminar sobre os efeitos das geadas registradas nos dias 10 e 11 de agosto nas lavouras de café no Cerrado Mineiro.

Segundo a cooperativa, há impacto direto em 1.173 hectares — o equivalente a 9,13% de um total de 12.850 hectares avaliados —, com perdas que podem chegar a pelo menos 412 mil sacas na safra 2025/26.

O relatório parcial aponta que 67 produtores cooperados foram atingidos. A massa de ar polar provocou temperaturas negativas, chegando a -2ºC em alguns pontos, com danos que variam de redução parcial de produtividade a perdas severas em determinadas áreas.

A Expocacer ressaltou no comunicado que o levantamento segue em andamento, com equipes técnicas em campo para avaliar também áreas sem geada visível, mas expostas ao frio intenso.

“Além dos danos aparentes, precisamos entender os impactos indiretos, como o estresse fisiológico das plantas e perdas no pegamento da florada”, afirmou na nota a gerente técnica de sustentabilidade da Expocacer, Farlla Gomes.

A entidade informou que seguirá atualizando os dados até a conclusão das análises e reforçou que prestará suporte técnico e estratégico aos produtores afetados.

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Prêmios de exportação do óleo de soja seguem perto das mínimas históricas, aponta Cepea

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Freepik

Os prêmios de exportação do óleo de soja registraram recuperação na última semana, mas continuam em patamares historicamente baixos, segundo levantamento do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). A avaliação considera a série histórica iniciada pela instituição em junho de 2004.

De acordo com os pesquisadores, o cenário é resultado da ampla oferta de óleo de soja na América do Sul e de uma demanda por biodiesel no Brasil abaixo das expectativas do mercado, fatores que seguem pressionando as cotações no mercado internacional.

Apesar desse contexto, o Cepea destaca que a queda dos prêmios também tem um efeito positivo para o setor exportador. Com preços mais competitivos, o óleo de soja brasileiro ganha espaço no mercado externo, impulsionando os embarques.

Na avaliação do centro de pesquisas, o maior volume exportado ajuda a reduzir a pressão sobre o mercado interno, limitando os impactos baixistas sobre os preços praticados no Brasil.

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Médio-norte lidera colheita do milho em MT, enquanto o sudeste engatinha

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Foto: Israel Baumann/Canal Rural Mato Grosso

A colheita do milho segunda safra em Mato Grosso alcançou na última sexta-feira (19) 20,86% da área cultivada nesta temporada 2025/26. A liderança dos trabalhos segue com a região médio-norte, que já retirou das lavouras 29,92%, enquanto o sudeste do estado ainda engatinha com apenas 5,48%.

Dados divulgados pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) revelam que a colheita, em comparação ao ciclo 2024/25, está 6,78 pontos percentuais à frente. Entretanto, segue atrás da média dos últimos cinco anos de 23,26%.

Em relação às demais regiões produtoras do estado, o norte mato-grossense já retirou das lavouras 22,79% do milho plantado, enquanto o noroeste 20,70% e o nordeste 19,59%.

Já as regiões oeste e centro-sul, conforme o Instituto, colheram 14,84% e 14,21% de suas respectivas áreas.

A projeção é que Mato Grosso colha 53,349 milhões de toneladas de milho na segunda safra e registre uma produtividade média de 120,28 sacas por hectare.


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Do corte no seguro ao café premiado: os destaques do novo Radar Rural; ASSISTA

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Apresentado por Beatriz Gunther e Victor Faverin, o Radar Rural vai ao ar primeiro no Youtube

O agronegócio não para, e o novo episódio do Radar Rural traz uma análise profunda sobre os temas que estão movimentando os bastidores do setor — da política fiscal que tira o sono do produtor às histórias de superação que conquistam o paladar internacional.

Apresentado por Beatriz Gunther e Victor Faverin, o programa vai ao ar primeiro no YouTube, às sextas-feiras, às 15h, e na tela do Canal Rural aos sábados (9h15) e segundas-feiras (11h30).

Assista ao episódio completo:

O “cobertor curto” do seguro rural: corte de R$ 461 milhões preocupa o setor

O fantasma da instabilidade climática ganha um ingrediente extra de preocupação para os produtores brasileiros. O governo federal oficializou o contingenciamento de R$ 461,7 milhões do Programa de Subvenção ao Seguro Rural (PSR). Na prática, a verba encolheu quase pela metade: caiu de R$ 1,1 bilhão previsto para apenas R$ 638 milhões.

O corte ocorre no pior momento possível, às vésperas do anúncio do Plano Safra e com a consolidação do fenômeno El Niño. Em entrevista ao Canal Rural, o coordenador do Observatório de Crédito Rural e Seguro Rural da FGV Agro, Pedro Loyola, alertou que a medida dá “sinais trocados” ao mercado.

“Duas semanas antes, o governo afirma que o seguro seria prioridade no Plano Safra. Logo depois, vem um corte dessa magnitude. Isso reduz a previsibilidade para produtores e seguradoras, desenhando um dos piores cenários dos últimos anos”, avalia Loyola.

O reflexo do desinvestimento histórico é claro: a área segurada no país despencou de quase 14 milhões de hectares em 2021 para míseros 3,2 milhões de hectares atualmente. O número representa menos de 5% da nossa área produtiva, enquanto potências como os Estados Unidos protegem até 90% de sua produção por meio de políticas públicas eficientes.

Embargo da União Europeia: setor de proteína animal se mobiliza por comprovação e rastreabilidade

Outro tema quente no radar é a pressão da União Europeia sobre os produtos de origem animal do Brasil, motivada pelas restrições ao uso de antimicrobianos. Para conter os danos à credibilidade do país, a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) e a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec) uniram forças em um documento enviado ao Ministério da Agricultura e pecuária (Mapa).

As entidades pleiteiam a proibição de mais três substâncias antibióticas (enramicina, avilamicina e flavomicina), somando-se às restrições já existentes do ácido fosfônico. O setor argumenta que a cadeia exportadora já não utiliza esses produtos e que o grande desafio atual não é a falta de regras, mas sim a comunicação e a comprovação da fiscalização perante o bloco europeu.

Como a União Europeia dita tendências globais de normatização, o alinhamento rápido é vital para evitar um efeito cascata em outros mercados, como o Reino Unido.

Nova fronteira agrícola: o fenômeno do Chaco paraguaio

O Radar Rural cruza as fronteiras para analisar a ascensão do Chaco, região que desponta como a nova promessa da produção de grãos na América do Sul. Um estudo recente da StoneX estima a safra de soja do Paraguai em 12,3 milhões de toneladas, impulsionada pelos altos índices de produtividade da região.

Algumas fazendas no Chaco já atingem a marca de 4 toneladas de soja por hectare, um patamar comparável ao da Bahia — estado brasileiro referência em alta tecnologia e irrigação. O bioma, que também se estende por Argentina e Bolívia, promete redesenhar o mapa da competitividade do Mercosul nos próximos anos.

Da rejeição ao topo: a virada histórica do café de Caparaó

Para fechar o episódio com “coisa boa”, o programa traz uma reportagem especial direto de Gramado (RS), onde as principais Indicações Geográficas (IG) do Brasil se reuniram. O grande destaque foi a história de superação dos produtores de café da região de Caparaó, na divisa entre o Espírito Santo e Minas Gerais.

Antigamente rotulado injustamente por compradores como “um dos piores cafés do Brasil” devido à maturação irregular em altas altitudes, o território deu a volta por cima. Com o apoio do Sebrae e redesenhando as próprias regras de secagem fora das cartilhas tradicionais, os produtores conquistaram a Denominação de Origem.

O resultado prático? No último prêmio Coffee of the Year, o Caparaó arrebatou 8 das 10 medalhas possíveis.

Além do café, o episódio revela os segredos da banana mais doce do Brasil (que matura por até um ano e meio na Serra Catarinense) e as estratégias dos vitivinicultores brasileiros para enfrentar o acordo Mercosul-União Europeia focando no mercado do Leste Europeu.

Fique Ligado!

Quer entender como esses fatores impactam o seu bolso e o futuro do campo? Não perca os episódios semanais do Radar Rural:

  • No YouTube: Sexta-feira, a partir das 15h (Aproveite para se inscrever e ativar as notificações!).
  • Na TV (Canal Rural): Sábados, às 9h15, e segundas-feiras, às 11h30.

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