Connect with us

Sustentabilidade

Tecnologia nacional em fertilizantes especiais garante mais produtividade nas lavouras de verão – MAIS SOJA

Published

on


Em um cenário de instabilidade climática que tem reduzido a produtividade agrícola no país, produtores que apostam na nutrição do solo de forma estratégica têm conseguido resultados expressivos, especialmente na soja, principal cultivo brasileiro. A catarinense MaxiSolo, referência nacional em fertilizantes minerais granulados, vem ampliando o acesso a tecnologias desenvolvidas no Brasil para garantir altos rendimentos, mesmo diante de estiagens prolongadas ou excesso de chuvas.

Um exemplo é o SulfaBor, fertilizante mineral misto com liberação controlada de boro, além de cálcio e enxofre. A fórmula combina uma fonte de liberação rápida e outra de liberação gradual, protegendo o nutriente contra perdas e garantindo disponibilidade durante todo o ciclo da cultura. De acordo com resultados registrados em campo, o uso do SulfaBor pode proporcionar ganhos de pelo menos 4,8 sacas por hectare na soja.

“Tanto o excesso de calor quanto de chuvas impacta negativamente no solo e, consequentemente, na planta. A suplementação equilibrada é uma forma de repor nutrientes e minimizar perdas, seja pela lixiviação em períodos chuvosos ou para auxiliar na resiliência durante estiagens”, explica Caio Kolling, gerente de marketing da MaxiSolo e especialista em solos.

O SulfaBor também atua como inibidor e neutralizador de alumínio no solo, estimula o enraizamento e fortalece a planta desde o início do ciclo, garantindo formação adequada de grãos e frutos.

Outra solução de destaque no portfólio é o KBMaxi, fertilizante mineral granulado com cálcio, boro, enxofre, e potássio de baixa salinidade e alta eficiência na conversão de produção de grãos. Pode ser utilizado em todos os cultivos e solos, aumentando a eficiência de absorção de nutrientes. Na soja, por exemplo, é fundamental para o desenvolvimento radicular, formação de folhas e ramos e enchimento dos grãos.  A tecnologia também tem uma liberação desejável de nutrientes de acordo com a demanda da safra e também melhora a eficiência do uso de demais fertilizantes.

Sobre a MaxiSolo

Site: https://www.maxisolo.com/
Facebook: maxisolo.agro
Instagram: maxisolo.agro
Youtube: youtube.com/sulgesso

Fonte: Assessoria de Imprensa MaxiSolo



 

Continue Reading

Sustentabilidade

Line-up prevê embarques de 3,379 milhões de toneladas pelo Brasil em dezembro – MAIS SOJA

Published

on


 O line-up, a programação de embarques nos portos brasileiros, projeta a exportação de 3,379 milhões de toneladas de soja em grão para dezembro, conforme levantamento realizado por Safras & Mercado. No mesmo mês do ano passado, exportações somaram 1,472 milhão de toneladas segundo a estimativa.

Em novembro, foram embarcadas 4,234 milhões de toneladas.

De janeiro a dezembro de 2025, o line-up projeta o embarque de 109,246 milhões de toneladas. Pelo Secex, de janeiro a dezembro de 2024 foram embarcadas 98,812 milhões de toneladas.

Fonte: Rodrigo Ramos / Agência Safras News



 

Continue Reading

Sustentabilidade

CNA apresenta potencial do agro para energias renováveis – MAIS SOJA

Published

on


A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) participou, na terça (09), do evento “Diplomatas da Agricultura no Brasil (DAB)”, realizado na Embaixada da Colômbia, em Brasília. O encontro reuniu adidos agrícolas e autoridades para debater o tema “Agro e novas indústrias energéticas no Brasil”, com foco em biogás e biometano.

Durante o painel, a assessora técnica da CNA, Eduarda Lee, destacou o papel estratégico do agronegócio brasileiro na transição energética. Em sua apresentação, ela reforçou que o país possui uma das matrizes energéticas mais renováveis do mundo e grande capacidade de expandir soluções limpas, sustentáveis e competitivas.

Eduarda também ressaltou que o agro é parte essencial desse processo, ao integrar produção de alimentos, energia e sustentabilidade, além de enfatizar o potencial dos biocombustíveis, que estão plenamente integrados à produção agropecuária.

Segundo ela, essas fontes permitem transformar resíduos agrícolas e pecuários em energia, substituir o uso de diesel no campo e reduzir emissões de carbono e de outros gases de efeito estufa.

“A diversidade de matérias-primas disponíveis no país, especialmente do setor sucroenergético, da pecuária, da suinocultura e das agroindústrias, coloca o Brasil em posição privilegiada para ampliar a produção de energia renovável, com impactos positivos sobre a sustentabilidade, a eficiência produtiva e o desenvolvimento regional”, disse.

Para ela, “esses biocombustíveis permitem uma economia circular efetiva, gerando energia firme, biofertilizantes e redução de custos no ciclo produtivo”.

No debate, a CNA reforçou que a expansão das cadeias de biogás e biometano depende de previsibilidade e segurança regulatória, além de infraestrutura adequada e instrumentos de incentivo capazes de atrair investimentos.

Políticas públicas como o RenovaBio, o Combustível do Futuro e o Paten foram citadas como exemplos de iniciativas que impulsionam o desenvolvimento do setor.

Fonte: CNA



 

FONTE

Autor:Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil

Site: CNA

Continue Reading

Sustentabilidade

Reta final do ano: soja’perde fôlego’ em Chicago e desacelera nos portos brasileiros

Published

on


Foto: Pixabay

A última semana da soja foi marcada por forte pressão sobre os preços da soja na Bolsa de Chicago (CBOT). O contrato janeiro/26 rompeu um suporte psicológico relevante ao perder o patamar de US$ 11,00 por bushel e encerrou a sexta-feira (12) cotado a US$ 10,76/bushel.

Segundo a plataforma Grão Direto, o registro de vendas diárias da soja norte-americana, os volumes divulgados pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) foram considerados insuficientes para reduzir o excedente do país, frustrando a expectativa de uma reação mais consistente da demanda.

  • Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱

Relatório do USDA

O relatório mensal de oferta e demanda do USDA, divulgado na terça-feira (9), manteve a estimativa de produção brasileira em 175 milhões de toneladas e a argentina em 48,5 milhões. Os números reforçaram a percepção de uma oferta global confortável para 2026.

Com o plantio praticamente concluído no Brasil e condições climáticas favoráveis na maior parte das regiões produtoras, o mercado retirou o prêmio de risco climático, passando a precificar um cenário de “safra cheia”, que deve ampliar a disponibilidade do grão a partir de janeiro.

Mercado brasileiro

No mercado físico brasileiro, a queda em Chicago reduziu o ritmo de comercialização. O câmbio, operando próximo de R$ 5,40, não foi suficiente para compensar as perdas externas. Nos portos, o comportamento dos preços mostrou uma divergência regional. O Índice Soja FOB Santos, da Grão Direto, encerrou a semana com leve alta de 0,35%, cotado a R$ 147,50, sustentado por demandas pontuais.

Já o Índice Soja FOB Rio Grande sentiu de forma mais intensa a pressão internacional, recuando 1,51% e fechando a semana anterior a R$ 145,18. Diante de margens mais apertadas e da volatilidade nos portos, o produtor optou por se retrair, resultando em baixa liquidez no mercado.

Clima e demanda no centro das atenções

Para os próximos dias, o mercado entra em modo de atenção máxima ao chamado “mercado de clima”. As previsões indicam chuvas irregulares e abaixo da média no Rio Grande do Sul e no Paraná durante a segunda quinzena de dezembro. Como as lavouras dessas regiões avançam para fases reprodutivas críticas, qualquer confirmação de estresse hídrico pode devolver rapidamente o prêmio de risco às cotações, abrindo espaço para repiques tanto em Chicago quanto nos prêmios de exportação.

Outro ponto decisivo será a demanda chinesa. O mercado aguarda a continuidade dos anúncios diários de vendas pelo USDA como uma espécie de “prova real” do compromisso de compra de 12 milhões de toneladas. Caso o fluxo de vendas perca força ou surjam notícias sobre gargalos logísticos na China, a pressão baixista sobre Chicago tende a persistir, com o mercado testando novos suportes técnicos.

Além disso, a proximidade das festas de fim de ano pode reduzir a liquidez. Fundos de investimento costumam ajustar posições neste período, o que pode aumentar a volatilidade sem a necessidade de fatos novos. O produtor deve manter atenção redobrada aos prêmios de exportação para fevereiro e março, que passam a ser o principal termômetro da competitividade brasileira na entrada da safra.

O post Reta final do ano: soja’perde fôlego’ em Chicago e desacelera nos portos brasileiros apareceu primeiro em Canal Rural.

Continue Reading
Advertisement

Agro MT