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5 de agosto de 2026

Sustentabilidade

Mercado de soja interno deve manter baixa liquidez com formadores de preços voláteis – MAIS SOJA

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O mercado brasileiro de soja tende a registrar novamente um menor volume de negócios nesta terça-feira, caso os principais formadores de preços mantenham o ritmo de volatilidade. Em Chicago, a Bolsa de Mercadorias oscila e opera, em sua maioria, em território negativo, diante das expectativas de ampla oferta global. Já o dólar comercial iniciou o dia em leve alta.

Ontem, o mercado de soja teve sessão marcada por poucos reportes de negócios, avaliou Rafael Silveira, analista de Safras & Mercado. Apesar da sustentação das cotações, não houve grandes movimentações no dia. Nos portos, as indicações foram escassas, enquanto Chicago trabalhou de forma volátil, mas dentro de margens estreitas. O dólar apresentou firmeza, porém sem reflexos relevantes nas ofertas.

Segundo Silveira, depois do volume expressivo de negócios registrado na semana passada, os vendedores agora se mostram mais cautelosos, aguardando novas oportunidades em meio a possíveis volatilidades externas.

No mercado físico, a saca de 60 quilos permaneceu em R$ 135,00 em Passo Fundo (RS) e em R$ 136,00 em Santa Rosa (RS). No porto de Rio Grande (RS), o valor avançou de R$ 142,00 para R$ 142,50.

Em Cascavel (PR), a cotação subiu de R$ 135,00 para R$ 136,00, enquanto no porto de Paranaguá (PR) passou de R$ 141,00 para R$ 141,50.

Em Rondonópolis (MT), o preço ficou estável em R$ 126,00. Em Dourados (MS), seguiu em R$ 126,00. Já em Rio Verde (GO), a saca permaneceu em R$ 127,00.

CHICAGO

* A Bolsa de Mercadorias de Chicago opera com leve baixa de 0,04% para o contrato novembro de 2025, cotado a 10,40 3/4 centavos de dólar por bushel.

* Sem tendência clara, o mercado oscila dentro de margens estreitas. Predomina sobre a oleaginosa a pressão das expectativas de uma safra robusta após o clima favorável em grande parte do Meio-Oeste neste verão.

* Ao mesmo tempo, os traders acompanham os resultados do Crop Tour no Meio-Oeste, organizado pela Pro Farmer, que nesta semana avalia os campos de milho e soja nos Estados Unidos. Segundo os avaliadores da turnê anual nos principais estados produtores, o potencial de rendimento do milho e a contagem de vagens de soja em Ohio e Dakota do Sul superaram tanto os níveis do ano passado quanto a média dos últimos três anos.

* Além disso, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) também divulgou dados atualizados sobre as condições das lavouras de soja. Até 17 de agosto, 68% estavam classificadas como boas a excelentes, 24% em condição regular e 8% em situação ruim ou muito ruim. Na semana anterior, os índices eram de 68%, 25% e 7%, respectivamente.

CÂMBIO

* O dólar comercial registra leve alta de 0,09% a R$ 5,4380. O Dollar Index cai 0,14%, a 98,026 pontos.

INDICADORES FINANCEIROS

* As principais bolsas da Ásia fecharam em baixa. Xangai, -0,02%. Tóquio, -0,38%.

* As principais bolsas na Europa operam com índices mais altos. Paris, +0,90%. Frankfurt, +0,22%. Londres, +0,34%.

* O petróleo opera com preços mais altos. Setembro do WTI em NY: US$ 65,78 o barril (+0,81%)

AGENDA

—-Terça-feira (19/08)

– Dados sobre as lavouras do Paraná – Deral, na parte da manhã.

– Japão: O saldo da balança comercial de julho será publicado às 20h50 pelo Ministério das

Finanças.

– China: A decisão de política monetária será publicada às 22h15 pelo PBOC.

—–Quarta-feira (20/08)

– Alemanha: A leitura do índice de preços ao produtor de julho será publicada às 3h pelo

Destatis.

– Reino Unido: A leitura do índice de preços ao consumidor de julho será publicada às 3h pelo

departamento de estatísticas.

– Eurozona: A leitura revisada do índice de preços ao consumidor de julho será publicada às 6h

pelo Eurostat.

– EUA: A posição dos estoques de petróleo até sexta-feira da semana passada será publicada às

11h30 pelo Departamento de Energia (DoE).

– EUA: A ata da reunião do Fed dos dias 29 e 30 de julho será publicada às 15h pelo Fed

—–Quinta-feira (21/08)

– Exportações semanais de grãos dos EUA – USDA, 9h30.

– Relatório de condições das lavouras da Argentina – Ministério da Agricultura, na parte da

tarde.

– Dados de desenvolvimento das lavouras argentinas – Bolsa de Cereais de Buenos Aires, 15hs.

– Dados de desenvolvimento das lavouras no RS – Emater, na parte da tarde.

– Japão: A leitura do índice de preços ao consumidor de julho será publicada às 20h30 pelo

departamento de estatísticas.

—–Sexta-feira (22/08)

– Alemanha: A leitura revisada do PIB do segundo trimestre será publicada às 3h pelo Destatis.

– Dados de evolução das lavouras do Mato Grosso – IMEA, 16h.

Fonte: Ritiele Rodrigues – Safras News



 

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Sustentabilidade

O que sustentou os preços da soja hoje? Confira as cotações em dia menos movimentado

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Foto: Famasul

O mercado brasileiro de soja registrou alguns negócios nesta quarta-feira (5), envolvendo portos e indústria, mas o ritmo de comercialização permaneceu lento. De acordo com o analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, as cotações ficaram praticamente estáveis, com exceção de poucas praças.

Silveira destaca que a Bolsa de Chicago apresentou leves quedas, enquanto o dólar operou com volatilidade. Os prêmios, por sua vez, seguem elevados nos portos, contribuindo para a sustentação dos preços.

“O produtor continua um pouco afastado do mercado, buscando ofertas melhores. Assim, os negócios seguem restritos às necessidades da mão para a boca”, resume o analista.

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Preços de soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): subiu de R$ 138,00 para R$ 139,00
  • Santa Rosa (RS): subiu de R$ 139,00 para R$ 140,00
  • Cascavel (PR): subiu de R$ 132,00 para R$ 134,00
  • Rondonópolis (MT): manteve em R$ 127,00
  • Dourados (MS): subiu de R$ 128,00 para R$ 129,00
  • Rio Verde (GO): manteve em R$ 127,00
  • Paranaguá (PR): subiu de R$ 144,00 para R$ 145,00
  • Rio Grande (RS): subiu de R$ 144,00 para R$ 145,00

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja fecharam em baixa hoje, na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). A previsão climática segue indicando chuvas para o Meio Oeste dos Estados Unidos nos próximos dias, favorecendo as lavouras. A queda do petróleo completou o cenário de pressão sobre as cotações.

Neste mês de agosto, vital para a consolidação do potencial produtivo da safra americana, o clima não tem sido motivo de preocupação, encaminhando uma produção cheia no segundo maior produtor de soja do mundo.

Após tentar recuperação na parte da manhã, o petróleo registrava perdas pela terceira sessão seguida, adicionando pressão às commodities. A possibilidade de Irã e Estados Unidos chegarem a um acordo sobre o conflito no Oriente Médio está determinando as perdas do petróleo.

Na sessão de hoje, a retração foi contida pelos sinais de demanda pela soja americana, principalmente através de compras por parte dos chineses. O recuo do dólar frente a outras moedas torna a soja dos Estados Unidos mais competitiva.

Contratos futuros de soja

Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com baixa de 3,00 centavos de dólar, ou 0,25%, a US$ 11,74 3/4 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 11,89 3/4 por bushel, com retração de 3,50 centavos de dólar ou 0,29%.

Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com baixa de US$ 2,80 ou 0,87% a US$ 315,60 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 67,17 centavos de dólar, com perda de 0,35 centavo ou 0,51%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão com baixa de 0,07%, sendo negociado a R$ 5,1299 para venda e a R$ 5,1279 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,0989 e a máxima de R$ 5,1344.

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Sustentabilidade

Algodão avança em NY com dólar fraco e alta dos mercados vizinhos – MAIS SOJA

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A Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures) para o algodão fechou com preços mais altos nesta quarta-feira.

As cotações da pluma avançaram no dia sustentadas pelo dólar fraco contra outras moedas. A subida de mercados vizinhos, como o café e o açúcar em NY contribuíram para o suporte, além de fatores técnicos. A piora nas condições das lavouras americanas seguiu como fator positivo para os preços.

Os investidores também se posicionam para o relatório das exportações semanais norte-americanas de algodão, que será divulgado nesta quinta-feira, dia 6, às 9h30 (horário de Brasília), pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

Os contratos com entrega em dezembro/2026 fecharam a 83,02 centavos de dólar por libra-peso, alta de 0,56 centavo, ou de 0,7%. Março/2027 fechou a 84,71 centavos, ganho de 0,66 centavo, ou de 0,8%.

Fonte: Agência Safras



 

FONTE

Autor:Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência Safras News

Site: Agência Safras

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Sustentabilidade

ARROZ/CEPEA: Oferta restrita eleva média ao maior patamar em 11 meses – MAIS SOJA

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Em julho, a média mensal do arroz em casca no Rio Grande do Sul atingiu o maior patamar dos últimos 11 meses, refletindo a combinação entre oferta restrita e demanda aquecida.

Segundo o Cepea, a necessidade de aquisição de matéria-prima levou parte das indústrias a reajustar sucessivamente as ofertas de compra, mas a comercialização permaneceu limitada pela baixa disponibilidade do cereal.

De acordo com pesquisadores do Cepea, os produtores permaneceram retraídos, avaliando que os preços ainda não remuneram adequadamente os custos de produção e apostando em novas valorizações durante a entressafra. A procura de indústrias de outros estados também intensificou a concorrência pela matéria-prima e favoreceu a recuperação dos preços.

O Centro de Pesquisas ressalta que o anúncio de futuras aquisições públicas de arroz e milho reforçou a expectativa de valorização entre os produtores, que passaram a postergar ainda mais as vendas. Até o fim de julho, contudo, o edital e as regras para operacionalização das compras ainda não haviam sido divulgados, mantendo o mercado na expectativa.

Fonte: Cepea



FONTE

Autor:Cepea

Site: Cepea

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