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29 de setembro de 2026

Agro Mato Grosso

Agro MT “América, Clima e Mercado” avalia potencial produtivo da soja e do milho na Dakota do Sul

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Visitas técnicas mostram contrastes de solo, impacto positivo das chuvas e otimismo dos produtores com a safra 24/25

Nesta quarta-feira (13.08), a série América Clima e Mercado, da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT), percorreu o estado de Dakota do Sul para avaliar o cenário agrícola local. Durante as visitas técnicas, foi possível identificar diferenças significativas entre as regiões sudeste e oeste do estado. Enquanto o sudeste conta com uma estrutura de solo mais profunda e fértil, o oeste apresenta solos mais rasos e arenosos, o que influencia diretamente nas produtividades.

A média geral no estado é de cerca de 48 sacas de soja por hectare no ano de 2024. Neste ano, o índice pluviométrico foi favorecido por chuvas acima da média e regulares durante o ciclo, o que, segundo produtores locais, pode resultar em um acréscimo de até três sacas por hectare na soja e dez no milho se comparado aos números do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos da América (USDA) da safra passada.

O produtor Justin Campbell, da Dakota do Sul, avaliou o cenário com otimismo e disse que as condições de clima registradas ao longo da safra devem garantir resultados expressivos. Segundo ele, a expectativa é de produtividades bastante positivas para a soja, inclusive com áreas de destaque no estado. “Com base em conversas com produtores aqui na Dakota do Sul, estão todos muito animados com as condições de clima que tivemos ao longo desta safra. Estão esperando boas produtividades para a soja, entre 55 e 65 sacas por hectare, com algumas áreas chegando até em torno de 80 sacas por hectare. A faixa de 55 a 65 é para as lavouras em sequeiro. Os preços das commodities e a questão das tarifas também são fatores que influenciam as decisões dos produtores de soja, que estarão acompanhando de perto os acontecimentos antes de bater o martelo quanto ao que fazer com o produto colhido”.

De acordo com a avaliação de Justin, a soja apresenta maior dependência de compradores externos, especialmente da Ásia. O cenário de tarifas adotadas pelo governo dos EUA e preços internacionais tem feito com que produtores considerem a possibilidade de armazenar o produto até obter maior clareza sobre as condições de comercialização. Já o milho, segundo ele, em sua maior parte é destinado ao mercado interno, principalmente para criadores de gado leiteiro e usinas de etanol.

O proprietário da Mossing’s Dairy, Michael Jopson, explicou que a safra 24/25 tem sido boa e que o alinhamento entre manejo, clima e aplicação de insumos foi decisivo para o bom desempenho da lavoura. Ele ressaltou que a temporada atual contrasta fortemente com anos anteriores marcados por dificuldades. “Tivemos muita sorte este ano, em comparação com as últimas cinco safras. Foi a chamada tempestade perfeita, o dejeto do gado esteve ótimo este ano, temos parceiro terceirizado que nos ajuda a aplicar nos talhões certos. E as chuvas também ajudaram, vieram de forma regular e bem distribuída. Tivemos mesmo muita sorte, comparado por exemplo com 2019, quando tivemos chuvas fortes praticamente todos os dias, o que destruiu a lavoura. Muitos produtores tiveram que recorrer ao seguro agrícola, as fazendas estavam encharcadas. Mas, como falei, este ano foi perfeito, muita sorte”.

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O produtor Ray Epp, de Mission Hill, comparou as condições atuais de umidade e desenvolvimento da soja com as do ciclo anterior, destacando que as lavouras deste ano apresentam potencial de rendimento acima do histórico recente. “Estamos agora em meados de agosto e tivemos, até aqui, em torno de 430 milímetros de chuva. No ano passado, nesta mesma época, tivemos cerca de 230 milímetros. A soja, naquele momento, estava com 50 cm de altura, 60 cm no máximo quando colhemos. Agora, já estamos com 90 cm e ainda está florescendo. Há previsão de mais chuvas e tempo quente e úmido o que para a soja são boas condições. Temos potencial de alcançar os números do ano passado, e quando digo alcançar, quero dizer 23 sacas a mais por hectare, com base no que vemos no momento”.

Encerrando o dia, o diretor administrativo da Aprosoja MT, Diego Bertuol, fez um balanço das visitas, ressaltando que a boa distribuição das chuvas ao longo do ciclo tem sustentado o potencial produtivo, mas que ainda existem riscos a serem observados, especialmente no milho. Ele também destacou pontos de atenção com a soja identificados nas áreas com solos mais arenosos. “Finalizando o dia aqui na Dakota do Sul, onde os produtores nos relataram o potencial produtivo das lavouras devido principalmente à distribuição de chuvas durante o ciclo das lavouras. Mas vale destacar que, principalmente na soja, onde tem solos mais arenosos, nós quantificamos potenciais perdas. E quando olhamos para o milho, daqui para frente a preocupação são os ventos, que podem trazer a quebra da planta e também a perda foliar”.

A série América Clima e Mercado segue nesta quinta-feira (14.08) para o estado do Nebraska, onde a equipe continuará o monitoramento de lavouras e as análises de produtividade.

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Duas pessoas morrem em batida entre carro e carreta na BR-364 em MT

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Duas pessoas, que ainda não tiveram as identidades divulgadas, morreram após o veículo utilitário em que estavam bater de frente com uma carreta, no km 551 da BR-364, em Rosário Oeste, a 105 km de Cuiabá, nesta terça-feira (29).

Vídeos registrados por motoristas que passam pela região mostram o congestionamento no local após o acidente (veja abaixo).

Uma equipe de resgate da Nova Rota do Oeste, concessionária que administra o trecho, foi até o local para prestar atendimento às vítimas. Os dois ocupantes do utilitário morreram ainda no local.

Na carreta estavam duas pessoas que não ficaram feridas e assinaram um termo de recusa de encaminhamento médico.

Ainda conforme a Nova Rota, até a publicação desta reportagem, a rodovia estava interditada nos dois sentidos para a realização da perícia. Após o procedimento, a concessionária deve fazer a remoção dos veículos para liberar o tráfego.

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A dinâmica do acidente ainda será investigada.

veja;

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MPF realiza visita de quatro dias a terra indígena em Mato Grosso e ouve lideranças

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O Ministério Público Federal (MPF) realizou uma visita institucional à Terra Indígena Enawenê-Nawê, localizada no estado de Mato Grosso. A atividade, que durou quatro dias, teve como objetivo promover escuta direta das lideranças e dos moradores da comunidade, conhecer suas principais necessidades e reafirmar a atuação presencial do órgão na defesa dos direitos dos povos originários.

Durante a permanência no território indígena, a equipe do MPF dialogou com os integrantes da comunidade, fortalecendo os canais de interlocução e aproximação entre a instituição e o povo Enawenê-Nawê. “A presença em campo permitiu acompanhar de perto a realidade local, compreender seu modo de vida e registrar presencialmente as manifestações das lideranças”, destacou a servidora do MPF, Keren Baesso.

O encontro foi uma oportunidade para informar aos indígenas sobre os fatos dos processos judiciais e procedimentos administrativos em curso, seus trâmites e estados atuais e também para ouvir a posição da comunidade sobre os rumos possíveis para essas causas. Os diálogos com a comunidade ocorreram mediante tradução linguística, no momento definido com observância à realização dos rituais.

Para o procurador da República Daniel Luis Dalberto, em nossas relações com os Enawenê-Nawê precisamos ter sensibilidade para compreensão e respeito à sua cosmologia, onde tudo se encaixa e tem um lugar definido, o que pode ser visto a partir das apresentações ritualísticas, que evidenciam a beleza estética e a força da cultura desse povo.

Segundo o Dalberto, o contato direto e os diálogos no território são fundamentais para consolidar uma atuação institucional mais eficiente, humana e acessível. “A aproximação presencial assegura que o Ministério Público Federal conheça a rotina comunitária a partir da perspectiva dos próprios indígenas, orientando os trabalhos do órgão de forma respeitosa e alinhada às garantias constitucionais”, acrescentou o procurador da República.

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Defesa dos povos indígenas – A iniciativa foi desenvolvida em parceria pelo Ofício Povos Indígenas em Isolamento Voluntário e de Recente Contato, vinculado à Câmara de Populações Indígenas e Comunidades Tradicionais do MPF (6ª Câmara de Coordenação e Revisão), e pelo 2º Ofício de Populações Indígenas e Comunidades Tradicionais de Mato Grosso, sediado na Procuradoria da República no Município (PRM) de Sinop (MT).

A visita integra o conjunto de ações do MPF voltadas à proteção e à salvaguarda dos direitos dos povos indígenas, especialmente de recente contato ou em situação de isolamento voluntário. As informações subsidiarão a atuação do órgão, permitindo a definição de encaminhamentos institucionais adequados e a manutenção de um fluxo de diálogo permanente com a comunidade.

“A atuação conjunta entre o órgão setorial nacional e a unidade de Sinop reforça a estratégia do MPF de manter um acompanhamento contínuo e integrado sobre as demandas das populações tradicionais em todo o estado de Mato Grosso”, ressalta o procurador-chefe do MPF em Mato Grosso, Ricardo Pael Ardenghi.

Atuação coordenada – A Câmara de Populações Indígenas e Comunidades Tradicionais (6ª Câmara de Coordenação e Revisão) é o órgão do Ministério Público Federal responsável por coordenar, integrar e revisar a atuação institucional nos temas afetos aos povos indígenas, comunidades tradicionais e povos em isolamento voluntário ou de recente contato.

 

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Produtor agrega valor em cada etapa da produção MT

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A produção de milho ganhou uma função estratégica na diversificação dos negócios da família Vesz em Mato Grosso. Em Campo Verde, parte dos grãos é destinada à alimentação do gado, que passa por recria e engorda na própria fazenda antes de chegar ao mercado da família na forma de carne.

Esse modelo integra agricultura, pecuária e comércio em diferentes etapas da cadeia produtiva e é resultado de uma trajetória iniciada em 1984, quando a família chegou à região de Campo Verde. Além da produção rural, o grupo mantém negócios no comércio e estruturou a sucessão familiar ao longo das décadas.

A combinação entre comércio e produção rural acompanhou a trajetória da família desde então. O supermercado surgiu tanto pela necessidade de atender os moradores que chegavam à nova fronteira agrícola quanto pela oportunidade de negócio. Nos primeiros anos, a loja comercializava alimentos, roupas, calçados, bicicletas e outros produtos que eram difíceis de encontrar na região.

A atividade comercial cresceu junto com a chegada de produtores vindos principalmente do Paraná e do Rio Grande do Sul. Muitos traziam recursos para abrir áreas próprias ou arrendadas e precisavam de um local para se abastecer. O supermercado chegou a receber clientes de municípios e fazendas distantes de Campo Verde, em uma época em que as opções de comércio ainda eram restritas.

O início, porém, exigiu adaptações. Sem fornecedores que circulassem pela região, Vitor Vesz precisava viajar até Cuiabá para comprar produtos como mussarela e mortadela. Enquanto um dos irmãos ajudava na abertura das áreas agrícolas, ele ficava mais ligado ao comércio e às compras.

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“Eu fui filho de agricultor, neto de agricultor e me criei na roça. Com sete anos, oito anos, a gente já estava trabalhando na roça”, conta Vitor ao Especial Mais Milho, ao recordar a infância no Rio Grande do Sul. A experiência familiar no campo acabou se tornando uma das bases para a expansão dos negócios após a mudança para Mato Grosso.

Da fronteira gaúcha à nova fronteira agrícola

Antes de chegar a Campo Verde, Vitor e a esposa, com quem se casou em 1970, mantinham atividades de comércio e agricultura no Rio Grande do Sul. A decisão de mudar para Mato Grosso ganhou força depois da Guerra das Malvinas, em 1982, que afetou diretamente os negócios da família na região de fronteira com a Argentina.

A desvalorização da moeda argentina reduziu o poder de compra dos clientes que movimentavam boa parte do comércio da família. Mesmo com a loja cheia e uma estrutura já estabelecida, o produtor rural e empresário passou a procurar alternativas para continuar crescendo. As informações sobre a expansão da fronteira agrícola em Mato Grosso ajudaram a direcionar a mudança.

Durante uma viagem, ele recebeu novas referências sobre a região da BR-070 e decidiu conhecer o local. Antes mesmo de retornar ao Sul, ligou para a esposa para contar que havia encontrado uma possibilidade para a família. A resposta dela acabou sendo decisiva: “Se isso for bom para ti, vai ser bom para nós, para a nossa família”.

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Foto: Família Vesz/Arquivo Pessoal

A família chegou a Campo Verde em 1984 e, desde então, ampliou a atuação tanto no comércio quanto na produção agropecuária. Atualmente, as áreas agrícolas estão concentradas em Campo Verde e também em Juara, onde a família iniciou uma frente mais recente de produção.

Em Campo Verde, são cultivadas soja, milho e algodão. Parte da produção agrícola passou a contar com maior estrutura de logística com a proximidade de uma ferrovia na região. Na Fazenda Brasil, a busca por maior segurança produtiva também levou à implantação de irrigação.

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A propriedade conta atualmente com 12 pivôs, que atendem 1,5 mil hectares hectares, além de uma outorga para outros 500 hectares. A irrigação permite produzir milho para consumo, milho destinado à produção de sementes para empresas e outras culturas em uma área em que parte dos solos apresenta maior arenosidade.

Milho conecta lavoura e pecuária

A diversificação ganhou uma função ainda mais direta quando o milho passou a ser utilizado dentro da própria propriedade. Parte da produção é destinada à alimentação do gado, enquanto a outra parcela é comercializada. O sistema também inclui sorgo e milho produzido fora das áreas irrigadas.

Na avaliação de Vitor, a expansão das usinas de etanol de milho em Mato Grosso alterou o cenário para a cultura, ao ampliar as alternativas de comercialização e gerar coprodutos utilizados na alimentação animal. “Essas usinas de etanol que estão vindo para o Mato Grosso nos ajudaram demais a alavancar o nosso milho”, afirma ao Canal Rural Mato Grosso.

Na última safrinha, a Fazenda Brasil alcançou média de 135 sacas de milho por hectare para produção de grãos destinados ao consumo. Em Juara, onde as condições de chuva e solo favoreceram a lavoura, a média no milho chegou a 155 sacas por hectare.

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Foto: Israel Baumann/Canal Rural Mato Grosso

A pecuária também foi incorporada à propriedade a partir de uma iniciativa da própria família. Quando a Fazenda Brasil foi comprada, em 1988, havia apenas cinco vacas e um cavalo. Valtair Vesz, filho mais velho de Vitor, insistiu para que a atividade fosse desenvolvida junto à agricultura.

O trabalho com gado ganhou escala e passou a envolver melhoramento genético, inseminação e confinamento. Segundo Valtair, a propriedade trabalha com animais abatidos antes dos 24 meses e realiza o acabamento do gado na própria fazenda. Cerca de 900 a 1.000 cabeças são abatidas por ano para abastecer o mercado da família.

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A integração também permite aproveitar parte do milho produzido na lavoura e resíduos gerados durante o processo de secagem. “A gente transforma o milho em carne e ajuda a agregar muito valor”, resume Valtair.

A escolha pelo Senepol também faz parte da estratégia da pecuária. Valtair destaca a capacidade da raça taurina de trabalhar em condições de campo e o desempenho dos animais no sistema adotado pela propriedade. Para ele, a integração entre lavoura e pecuária tende a continuar avançando dentro da atividade da família.

Gestão familiar e continuidade dos negócios

A divisão das atividades entre os filhos ocorreu de forma gradual. O filho do meio permaneceu ligado ao supermercado, o mais novo assumiu a agricultura e Valtair ficou à frente da pecuária. A filha caçula, Marcele, também participa dos negócios da família, de acordo com Vitor.

A organização passou a ser estruturada por meio de uma holding familiar, com participação definida entre os integrantes. A intenção é manter a gestão conjunta e preparar a continuidade dos negócios para as próximas gerações.

A trajetória também foi construída com apoio financeiro para a expansão das atividades. Vitor conta que, antes da chegada do Sicredi a Campo Verde, a família dependia de instituições financeiras de outras cidades. Posteriormente, participou da formação da cooperativa no município e manteve uma relação de crédito ao longo dos anos.

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“Com certeza, a gente sozinho não é ninguém. Tem sempre que ter os parceiros, porque para tocar essa vida tem que sempre ter apoio”, afirma o produtor rural. Segundo ele, o acesso ao crédito foi importante para investimentos em máquinas, estrutura e capital de giro.

Vitor Vesz Foto: Israel Baumann/Canal Rural Mato Grosso
Foto: Israel Baumann/Canal Rural Mato Grosso

A gerente de negócios agro do Sicredi em Campo Verde, Leidiane Freitas, relata que a relação com a família começou ainda na implantação da cooperativa no município. O atendimento, pontua ela, envolve visitas à propriedade e identificação das necessidades de cada produtor para definir as modalidades de financiamento.

A gerente de agência Kely Lewandowski destaca ainda a ligação histórica da cooperativa com o setor agropecuário e a atuação junto à comunidade. No caso da família Vesz, a relação financeira acompanha diferentes momentos da expansão dos negócios, incluindo investimentos ligados à agricultura e à pecuária.

Para Vitor Vesz, a continuidade passa principalmente pela organização dos sucessores e pela manutenção da união entre os integrantes da família. A estrutura societária já foi definida e os filhos participam dos negócios em diferentes áreas.

“Eu tenho muita confiança nesse futuro e talvez nós não vamos acompanhar uma parte desse futuro aí. Mas, como diz o outro, as coisas estão muito bem encaminhado”, afirma.

A perspectiva do produtor rural e empresário, portanto, é de continuidade de um modelo construído desde a chegada a Mato Grosso: comércio, agricultura e pecuária funcionando em diferentes etapas do mesmo negócio e com a participação das novas gerações.

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