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26 de setembro de 2026

Sustentabilidade

Sumitomo Chemical lança programa que transforma a forma de se relacionar com parceiros – MAIS SOJA

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Com 50 anos de atuação no Brasil, a Sumitomo Chemical lança seu programa de incentivo chamado de Yen, para todo mercado nacional, estabelecendo relações e negócios ainda mais consolidados com os distribuidores parceiros de todo o país. A iniciativa é apresentada oficialmente no Congresso Andav 2025, principal evento da distribuição de insumos agropecuários, que acontece entre os dias 5 e 7 de agosto, em São Paulo (SP).

“O Programa Yen é reflexo do compromisso da companhia com o sucesso dos nossos parceiros. Acreditamos na força da união, e esse programa reconhece, valoriza e impulsiona quem constrói esse setor conosco todos os dias”, afirma Everson Zin, gerente sênior de Estratégia de Acesso ao Mercado da Sumitomo Chemical.

O Programa Yen nasce como parte de uma nova proposta de valor para os parceiros comerciais da Sumitomo Chemical, reforçando o compromisso da companhia com o desenvolvimento conjunto, a sustentabilidade da agropecuária brasileira e o fortalecimento das relações comerciais.

Com o objetivo de lançar 20 novas soluções até 2028, a empresa segue fortalecendo sua atuação e presença nas principais culturas do país, sempre com foco em rentabilidade, sustentabilidade e inovação. Entre os pilares estratégicos de sua oferta, além de portfolio, se destacam também a logística eficiente e o compromisso com boas práticas ambientais. E, no campo do marketing,  a Sumitomo Chemical anunciou seu novo posicionamento de marca “Agricultura Nos Une” e “Pastagem nos Une”, presentes pela primeira vez na Andav.

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Programa Yen
Inspirado no conceito de prosperidade coletiva, fortemente presente na cultura oriental, o Programa Yen oferece aos distribuidores oportunidades de crescimento e acesso à ferramentas exclusivas para expansão comercial conjunta. Através dele a empresa reafirma sua confiança em cada parceiro, com uma comunicação que inspira e promove o desenvolvimento mútuo.

Agricultura nos Une e Pastagem nos Une
Esse ano de 2025 é um ano muito especial para a Sumitomo Chemical: completamos 50 anos de atuação no Brasil e 5 anos no varejo de insumos agropecuários. E para celebrar essas duas importantes datas, lançamos o posicionamento da marca “Agricultura nos Une” e “Pastagem nos Une”, com o objetivo de expressar e estabelecer a relação cada vez mais próxima que temos com nossos clientes, parceiros e influenciadores da cadeia agropecuária de forma coerente, contínua e consistente para entender e atender às suas necessidades.

Soluções Sustentáveis para parceiros
Agricultura de Baixo Carbono –  Medição da pegada de carbono da propriedade e comercialização de crédito ESG.

Parceria de sustentabilidade com Distribuidor e Cliente –  Software de gerenciamento de emissões de GEE para controle de inventário de carbono.

MIP Experience – Certificação que atesta a aplicação de boas práticas no manejo correto de HF, produzindo um HF para o mercado premium.

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Pastagem Certificação Regenerativa  – Certificação da propriedade em pastagem regenerativa para acesso ao mercado premium .

Recuperação de Pastagem Degradada – Suporte em boas práticas no controle de ervas daninhas no pasto e manejo adequado dos animais, resultando em aumento de @/ha e menos tempo para abate.

Pastagem Geração de Crédito de Carbono Implementação de recuperação de pastagem degradada e boas práticas de manejo de pastagem, cálculo de crédito de carbono e comercialização do crédito.

Soja e Milho com Certificação RTRS – Certificação em boas práticas e rastreabilidade de soja e milho para acesso a um mercado premium.

Algodão com Certificação Regenerativa – Certificação de algodão como agricultura regenerativa para acesso a um mercado premium.

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Referência em Logística: eficiência e inovação
Em nossa busca constante em oferecer conveniência e eficiência, em parceria com a Bravo, lançamos uma novidade que transforma a experiência de retirada de produtos: os Lockers (Armários Inteligentes). Com capacidade para armazenar volumes de até 360 litros, esses armários permitem que clientes e parceiros retirem seus pedidos 24 horas por dia, 7 dias por semana, de forma prática e segura. Essa experiência vocês podem verificar na prática no stand.

A operação logística da Sumitomo Chemical é reconhecida como referência no mercado, com uma estrutura robusta formada por 13 Centros de Distribuição em 12 estados do Brasil. Esses CDs estão estrategicamente localizados nas principais fronteiras agrícolas, garantindo uma experiência superior aos nossos clientes por meio de agilidade e excelência nas entregas.

A Logística da Sumitomo atua nos quatro principais modais logísticos (Rodoviário, Aéreo, Marítimo e Ferroviário), assegurando flexibilidade e cobertura nacional. Além disso, contamos com diversas ferramentas e soluções inovadoras: BioVan; Caminhão blindado; Monitoramento em tempo real de todas as nossas operações logísticas; Entregas aéreas voltado a atender produtos e clientes estratégicos e o Logística em Campo – nossas equipes visitam clientes e parceiros para conhecer de perto suas necessidades e desenvolver soluções personalizadas.

Em nossa busca constante em oferecer conveniência e eficiência, em parceria com a Bravo, lançamos uma novidade que transforma a experiência de retirada de produtos: os Lockers (Armários Inteligentes). Com capacidade para armazenar volumes de até 360 litros, esses armários permitem que clientes e parceiros retirem seus pedidos 24 horas por dia, 7 dias por semana, de forma prática e segura. Essa experiência vocês podem verificar na prática no stand.

Tecnologias inovadoras
A companhia apresenta um completo portfólio para atender as necessidades dos agricultores e pecuaristas de qualquer região do país e nessa atual safra e para as próximas, o ritmo de lançamentos continuará acelerado, confira:

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Segmento de manejo com soluções químicas:
Terceira geração da Flumioxazina Original Sumitomo Chemical, ZethaMaxx EVO®, herbicida pré-emergente para soja com formulação única em três modos de ação distintos: inibidor de enzima acetolactato sintase (ALS), protox e divisão celular. A solução tem efeito de controle residual ampliado, contribuindo para menor matocompetição durante o estabelecimento, além da soja, do algodão, feijão, milho e trigo em segunda safra.

Tempest® E é o herbicida seletivo de ação sistêmica, com amplo espectro de controle pós-emergente das plantas daninhas em pastagens. Sua formulação inovadora, com proporção estratégica de ingredientes ativos, proporcionam uma performance superior no controle de plantas daninhas de difícil e extremo controle, tanto na recuperação, quanto na manutenção das pastagens.

Referência nas últimas três safras, o fungicida Excalia Max® tem uma combinação única contendo indiflin, ingrediente ativo desenvolvido originalmente pela Sumitomo Chemical, associado ao tebuconazol. Essa formulação se destaca como a melhor escolha para o programa de manejo de doenças na soja como ferrugem asiática, mancha-alvo, podridão de vagens e grãos, quebramento das hastes e doenças de fim de ciclo (DFCs). Com isso, proporciona eficiente controle do complexo de doenças, manejo de resistência, seletividade e manutenção do potencial produtivo da soja. Já são mais de 5 milhões de hectares tratados desde o seu lançamento.

Segmento de manejo com BioRacionais:
Desenvolvido pela Sumitomo Chemical, o programa “CANA+” une tecnologias de origem natural para saúde de solo e manejo hormonal, permitindo aos produtores explorarem o máximo potencial de seus canaviais. Composto por ácido giberélico (GA3) em alta concentração, sendo inclusive certificado pelo IBD para agricultura orgânica, o ProGibb® é uma das tecnologias que integram o “CANA+”, sendo um regulador de crescimento indispensável para a obtenção de canaviais de alto rendimento.

O produto age diretamente no crescimento celular e promove forte estímulo ao desenvolvimento de colmos e, consequentemente, maior produção de biomassa. Dados de áreas comerciais de usinas e agrícolas mostram que o incremento médio de produtividade agrícola com o uso de ProGibb® é de 7 toneladas por hectare. Pensando em retorno sobre o investimento, estimamos que, para cada R$ 1,00 investido no produto, é possível obter um retorno de produtividade equivalente a R$ 20.”

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O Aveo® EZ cria uma simbiose com as raízes, formando um biofilme que protege do ataque de nematoides (vermes que ficam no solo). A solução biológica produz substâncias que causam paralisia dos nematoides nos estágios juvenis, diminui a reprodução e, assim, reduz o ataque e a população das próximas safras.

Os Programas Inteligentes de Manejo Fisiológico Soja+ e Milho+ que contam com recomendações técnicas personalizadas para cada cultura no manejo de florada, maturação e colheita, com produtos sustentáveis para a arquitetura ideal de plantas e ganho expressivo de produtividade.

Com origem no Japão e presente no Brasil desde 1975, a Sumitomo Chemical soma cinco décadas de contribuição ao agronegócio brasileiro. Os últimos cinco anos foram marcados pela expansão no varejo de insumos agropecuários.

Sobre a Sumitomo Chemical – Soluções para o Agro
Sediada em Tóquio, no Japão, a Sumitomo Chemical – Soluções para o Agro é uma das principais empresas de pesquisa e desenvolvimento de inovações para a agropecuária no mundo. Fundada em 1913, está presente em mais de 180 países, com cerca de 34 mil funcionários. Na América Latina, a companhia opera com soluções para a agricultura e saúde ambiental, com o objetivo de promover o bem-estar e oferecer propostas sustentáveis para a produção de alimentos e a saúde da sociedade. No Brasil, a Sumitomo Chemical realiza suas atividades a partir de um escritório central, localizado em São Paulo (SP), um centro de pesquisas em Mogi Mirim (SP), um centro de inovação e uma fábrica, ambos em Maracanaú (CE), além de contar com unidades de distribuição e equipe técnica altamente capacitada em todo o território nacional. É signatária do Pacto Global e promove ações para contribuir com os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), iniciativa da Organização das Nações Unidas (ONU) que estipula metas para transformar o mundo até 2030.

Fonte: Assessoria de Imprensa Sumitomo Chemical 

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Ceema: Alta em Chicago e geopolítica impulsionam cotações da soja no Brasil – MAIS SOJA

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Nestes quase 30 dias em que estivemos ausentes deste comentário, o mercado da soja registrou importante elevação das cotações em Chicago. O bushel da oleaginosa passou de US$ 12,56 no dia 27/08 para US$ 13,28 no dia 21/09, tendo recuado um pouco após esta data, para fechar a quinta-feira (24) em US$ 13,16, contra US$ 13,19 uma semana antes. Destacando que a média de agosto chegou a US$ 11,98/bushel, com aumento de 0,17% sobre a média de julho, porém, neste momento estando longe dos preços praticados.

Este forte aumento em Chicago, além das especulações climáticas sobre a safra dos EUA, vem da pressão do preço do petróleo no mercado mundial, com o mesmo tendo atingido a pouco mais de US$ 100,00/barril neste período de setembro, devido a continuidade da guerra no Oriente Médio e da piora no conflito entre Rússia e Ucrânia.

Aliás, na Europa existe um grande temor de que este último saia da região dos dois países em conflito e se espalhe pelo continente, resultando em uma guerra mais ampla e destruidora. Alguns analistas chegam a falar que o mundo estaria às portas da 3ª Guerra Mundial. Junta-se a isso a forte especulação dos Fundos em Chicago.

Dito isso, importante se faz alertar que o último relatório do USDA, sobre oferta e demanda, divulgado neste mês de setembro, não revelou perdas na futura safra de soja dos EUA cuja colheita iniciou neste mês de setembro. Ao contrário, o mesmo até aumentou a produção esperada, agora indicando uma colheita de 123,4 milhões de toneladas, com estoques finais estadunidenses em 8,4 milhões, com pequena baixa em relação a agosto. Já a produção mundial foi mantida em 442 milhões de toneladas e os estoques finais mundiais mantidos em 124 milhões. Por sua vez, mesmo com o aumento no preço mundial do petróleo, o óleo de soja, após atingir a 71,28 centavos de dólar por libra-peso no dia 10/09, recuou para 66,82 centavos no dia 24/09, sendo esta a quarta mais baixa cotação desde o dia 30 de junho em Chicago.

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Por sua vez, o farelo se manteve firme, atingindo a US$ 375,20/tonelada curta no dia 24/09, a mais alta cotação desde o dia 11 de julho de 2024. Enfim, lembrar que os Fundos estão muito comprados em Chicago devendo, assim que a ocasião se apresentar, iniciar um movimento mais amplo de correção, vendendo contratos, fato que pode pressionar para baixo as cotações dependendo da intensidade do movimento.

Por outro lado, os embarques de soja, pelos EUA, na semana encerrada em 17/09, chegaram a 759.200 toneladas, superando levemente as expectativas do mercado. Na comparação anual, o desempenho também foi superior, já que na mesma semana de 2025 haviam sido embarcadas 565.600 toneladas, o que representa crescimento de aproximadamente 34%. A China respondeu por 59% destes embarques.

Enquanto isso, a colheita da soja nos EUA atingia a 12% da área no dia 20/09, contra 8% na média histórica. De forma mais conjuntural, nesta semana os preços brasileiros da soja se mantiveram firmes, em alta. No Rio Grande do Sul, onde muitas praças estão sem cotação, a média semanal atingiu a R$ 141,72/saco. No final de agosto esta média estava em R$ 131,38. Ou seja, no período o saco de soja ganhou pouco mais de 10 reais junto ao produtor gaúcho. Nas demais praças nacionais o produto oscilou entre R$ 139,00 e R$ 145,00/saco. Um mês atrás os valores ficavam entre R$ 130,00 e R$ 140,00/saco. Ou seja, um aumento entre 5 e 9 reais por saco no período, dependendo da região do país. Auxiliou para isso a boa demanda pelo produto nacional, a relativa escassez do mesmo agora na entressafra, fato que elevou o prêmio nos portos (US$ 1,85/bushel para setembro, em Paranaguá), e a manutenção de um câmbio ao redor de R$ 5,15 por dólar.

No front externo, o mercado olha os resultados da nova reunião entre os presidentes da China e dos EUA. Xi Jinping chegou nesta quinta-feira (24) à capital norteamericana. Dentre os assuntos em discussão, existe a possibilidade de aumento nas compras de soja estadunidense pela China, fato que fortalece Chicago. Já no front interno, destaque para o início do plantio da nova safra de soja no Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Paraná. No conjunto do país, 0,5% da área esperada havia sido semeada até o dia 18/09. Vale lembrar que no Mato Grosso, no momento, há umidade insuficiente no solo para um plantio adequado.

Enfim, embora os preços tenham perdido um pouco de fôlego nestes últimos dias, o produto posto nos portos segue com preços firmes. Para a soja disponível os mesmos seguem acima dos R$ 160,00/saco, enquanto a soja da safra 2026/27 continua trabalhando acima dos R$ 150,00 nos portos (R$ 155,00 para entrega em fevereiro e pagamento em abril, e R$ 151,00 para entrega em março, também com pagamento em abril).

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Fonte: Informativo CEEMA UNIJUÍ, do prof. Dr. Argemiro Luís Brum¹

1 – Professor Titular do PPGDR da UNIJUÍ, doutor em Economia Internacional pela EHESS de Paris-França, coordenador, pesquisador e analista de mercado da CEEMA (FIDENE/UNIJUÍ).


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Sustentabilidade

Como ficaram as cotações da soja no fim desta semana? Saiba os preços por região

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O mercado brasileiro de soja encerrou a semana com poucas alterações nesta sexta-feira (25), em um ambiente de baixa movimentação e poucas ofertas. O analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, destaca que algumas praças do mercado interno registraram recuo nos preços, com certo alívio nos basis locais.

Nos portos, o cenário permaneceu parado, sem reporte de movimentos firmes. Segundo Silveira, o quadro geral foi de poucas ofertas e de um mercado bastante travado, situação que também predominou ao longo da semana.

Na Bolsa de Chicago, a sessão foi marcada por bastante volatilidade, com o mercado encerrando com leves ganhos no spot. O dólar atingiu bons níveis ao longo do dia e ajudou a segurar os movimentos de queda registrados em tela.

Preços de soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): manteve em R$ 156,00
  • Santa Rosa (RS): manteve em R$ 157,00
  • Cascavel (PR): manteve em R$ 151,00
  • Rondonópolis (MT): manteve em R$ 147,00
  • Dourados (MS): subiu de R$ 147,50 para R$ 148,00
  • Rio Verde (GO): desceu de R$ 148,00 para R$ 147,00

Nos portos, em Paranaguá (PR), a saca seguiu em R$ 162,00. Em Rio Grande (RS), as referências não saíram de R$ 164,00.

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja fecharam em leve alta na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), nesta sexta-feira (25). Após operar em baixa durante parte da sessão, o mercado reverteu o movimento, enquanto os participantes seguem à espera de detalhes dos acordos comerciais entre Estados Unidos e China após a cúpula realizada na quinta-feira (24).

Embora o governo dos Estados Unidos tenha informado que acordos comerciais foram firmados para determinados produtos, os detalhes serão divulgados apenas na segunda-feira. A aguardada cúpula entre os dois países, até o momento, não resultou em novos compromissos chineses para compras de produtos agrícolas norte-americanos.

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A queda do petróleo pressionou as cotações durante a sessão. Os preços recuaram diante de notícias sobre possíveis negociações entre Estados Unidos e Irã para uma reabertura gradual do Estreito de Ormuz, após o barril superar US$ 108 na sessão anterior.

Em sentido contrário, as chuvas persistentes no Meio-Oeste dos Estados Unidos atrasam o início da colheita em algumas regiões e restringem a oferta disponível para processamento.

Contratos futuros da soja

Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com alta de 2,25 centavos de dólar ou 0,17%, a US$ 13,19 3/4 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 13,32 3/4 por bushel, com avanço de 1,00 centavo de dólar ou 0,07%.

Na semana, a posição novembro/26 registrou ganho acumulado de 1,25%.

Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com baixa de US$ 1,80 ou 0,48%, a US$ 370,60 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 67,84 centavos de dólar, com ganho de 0,29 centavo ou 0,42%.

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Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em baixa de 0,17%, sendo negociado a R$ 5,1847 para venda e a R$ 5,1827 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,1732 e a máxima de R$ 5,2137. Na semana, o dólar acumulou alta de 0,72% ante o real.

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Sustentabilidade

Ceema: Quebra de safra, problemas de qualidade e importações aquecem o mercado do Trigo – MAIS SOJA

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Após disparar no final de agosto e início de setembro, quando o bushel atingiu a US$ 7,64 no dia 1º do corrente mês, a cotação do trigo, em Chicago, cedeu bastante, fechando a quinta-feira (24) em US$ 7,05, contra US$ 7,27 uma semana antes. A média de agosto ficou em US$ 6,76/bushel, ganhando 4,3% sobre a média de julho.

Apesar dos conflitos bélicos, especialmente entre Rússia e Ucrânia, o mercado do trigo cedeu, e vem oscilando em patamares menores nesta segunda quinzena de setembro. Enquanto isso, o plantio do trigo de inverno, nos EUA, chegava a 17% da área esperada no dia 20/09, contra 21% na média histórica. Já o trigo de primavera estava com 96% de sua área colhida relativa a última safra.

Quanto às exportações, na semana encerrada em 17/09 as mesmas atingiram a 335.300 toneladas nos EUA, ficando dentro das expectativas do mercado. Importante lembrar que o relatório de oferta e demanda do USDA, anunciado em 11/09, manteve uma safra reduzida de trigo nos EUA, com 41,7 milhões de toneladas e estoques finais, para 2026/27, em 19,5 milhões. No ano anterior a colheita e os estoques atingiram, respectivamente, 54 e 25 milhões de toneladas. Ou seja, a atual produção estadunidense é 22,8% menor do que a do ano anterior, enquanto os estoques finais são 22% menores. Já a produção mundial somaria 822,4 milhões de toneladas, ficando 22 milhões de toneladas menor do que a registrada no ano anterior. E no Brasil os preços subiram, com o cereal atingindo a média de R$ 71,94/saco no Rio Grande do Sul, enquanto no Paraná o produto atingiu valores entre R$ 79,00 e R$ 82,00/saco.

As condições das lavouras paranaenses pioraram diante das geadas tardias e do excesso de chuvas dos últimos dias. Com 46% da área colhida, apenas 64% das lavouras restantes se apresentavam em boas condições. O produto colhido apresenta baixa qualidade industrial, na maioria dos casos, enquanto a produtividade média está em recuo. Em termos gerais, aumenta a presença de trigo tipos 2 e 3, enquanto o produto de qualidade superior, tipo 1, está com menor disponibilidade.

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No Rio Grande do Sul a colheita ainda está distante, com apenas 1% da área realizada, e as constantes e significativas chuvas, acompanhadas de granizo e ventos fortes, vêm causando estragos nas lavouras. Nesta safra, o Estado gaúcho plantou 814.000 hectares com trigo, uma queda de 30% em relação ao ano anterior, e projeta uma produção quase 40% menor, estimada em cerca de 2 milhões de toneladas.

Assim, a disponibilidade de trigo será ainda menor no Brasil, após o forte recuo na área semeada. Isso eleva o preço interno do cereal e obriga o país a importar mais no ano comercial 2026/27. “A desuniformidade no desenvolvimento das lavouras é uma das marcas da atual safra gaúcha”. Afora tudo isso, as lavouras do sul do país está sendo atacadas por diferentes doenças, especialmente oídio e giberela.

Por enquanto, a Conab ainda projeta uma safra nacional de 5,7 milhões de toneladas (recuo de 27,1% sobre o ano anterior), porém, a qualidade do produto será baixa em grande parte das áreas colhidas. Com isso, as importações nacionais de trigo devem ficar entre 7 e 8 milhões de toneladas. Boa parte deverá vir da Argentina, porém, a dificuldade de produção em outras regiões do mundo tende a aumentar a concorrência pelo trigo do vizinho país.

Em tal contexto, para o produtor, “em um cenário de menor disponibilidade de trigo tipo 1, lotes que mantenham PH, força de glúten e demais parâmetros exigidos pela indústria podem encontrar valorização relativa, enquanto grãos de classificação inferior ficam mais expostos a descontos. Já para os moinhos, a questão será inversa: saber quanto da safra doméstica poderá efetivamente entrar na produção de farinha e quanto precisará ser substituído por produto argentino ou de outras origens” (cf. Cepea).

Enfim, se por um lado a safra menor sustenta as cotações, por outro lado será a qualidade do produto que definirá quem conseguirá aproveitar esse movimento. Em 2026, produzir trigo não será suficiente: os ganhos ficarão com quem conseguir entregar o grão exigido pela indústria.

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Fonte: Informativo CEEMA UNIJUÍ, do prof. Dr. Argemiro Luís Brum¹

1 – Professor Titular do PPGDR da UNIJUÍ, doutor em Economia Internacional pela EHESS de Paris-França, coordenador, pesquisador e analista de mercado da CEEMA (FIDENE/UNIJUÍ).


FONTE

Autor:Dr. Argemiro Luís Brum/CEEMA-UNIJUÍ

Site: Ceema/Unijuí

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