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24 de junho de 2026

Sustentabilidade

Sumitomo Chemical lança programa que transforma a forma de se relacionar com parceiros – MAIS SOJA

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Com 50 anos de atuação no Brasil, a Sumitomo Chemical lança seu programa de incentivo chamado de Yen, para todo mercado nacional, estabelecendo relações e negócios ainda mais consolidados com os distribuidores parceiros de todo o país. A iniciativa é apresentada oficialmente no Congresso Andav 2025, principal evento da distribuição de insumos agropecuários, que acontece entre os dias 5 e 7 de agosto, em São Paulo (SP).

“O Programa Yen é reflexo do compromisso da companhia com o sucesso dos nossos parceiros. Acreditamos na força da união, e esse programa reconhece, valoriza e impulsiona quem constrói esse setor conosco todos os dias”, afirma Everson Zin, gerente sênior de Estratégia de Acesso ao Mercado da Sumitomo Chemical.

O Programa Yen nasce como parte de uma nova proposta de valor para os parceiros comerciais da Sumitomo Chemical, reforçando o compromisso da companhia com o desenvolvimento conjunto, a sustentabilidade da agropecuária brasileira e o fortalecimento das relações comerciais.

Com o objetivo de lançar 20 novas soluções até 2028, a empresa segue fortalecendo sua atuação e presença nas principais culturas do país, sempre com foco em rentabilidade, sustentabilidade e inovação. Entre os pilares estratégicos de sua oferta, além de portfolio, se destacam também a logística eficiente e o compromisso com boas práticas ambientais. E, no campo do marketing,  a Sumitomo Chemical anunciou seu novo posicionamento de marca “Agricultura Nos Une” e “Pastagem nos Une”, presentes pela primeira vez na Andav.

Programa Yen
Inspirado no conceito de prosperidade coletiva, fortemente presente na cultura oriental, o Programa Yen oferece aos distribuidores oportunidades de crescimento e acesso à ferramentas exclusivas para expansão comercial conjunta. Através dele a empresa reafirma sua confiança em cada parceiro, com uma comunicação que inspira e promove o desenvolvimento mútuo.

Agricultura nos Une e Pastagem nos Une
Esse ano de 2025 é um ano muito especial para a Sumitomo Chemical: completamos 50 anos de atuação no Brasil e 5 anos no varejo de insumos agropecuários. E para celebrar essas duas importantes datas, lançamos o posicionamento da marca “Agricultura nos Une” e “Pastagem nos Une”, com o objetivo de expressar e estabelecer a relação cada vez mais próxima que temos com nossos clientes, parceiros e influenciadores da cadeia agropecuária de forma coerente, contínua e consistente para entender e atender às suas necessidades.

Soluções Sustentáveis para parceiros
Agricultura de Baixo Carbono –  Medição da pegada de carbono da propriedade e comercialização de crédito ESG.

Parceria de sustentabilidade com Distribuidor e Cliente –  Software de gerenciamento de emissões de GEE para controle de inventário de carbono.

MIP Experience – Certificação que atesta a aplicação de boas práticas no manejo correto de HF, produzindo um HF para o mercado premium.

Pastagem Certificação Regenerativa  – Certificação da propriedade em pastagem regenerativa para acesso ao mercado premium .

Recuperação de Pastagem Degradada – Suporte em boas práticas no controle de ervas daninhas no pasto e manejo adequado dos animais, resultando em aumento de @/ha e menos tempo para abate.

Pastagem Geração de Crédito de Carbono Implementação de recuperação de pastagem degradada e boas práticas de manejo de pastagem, cálculo de crédito de carbono e comercialização do crédito.

Soja e Milho com Certificação RTRS – Certificação em boas práticas e rastreabilidade de soja e milho para acesso a um mercado premium.

Algodão com Certificação Regenerativa – Certificação de algodão como agricultura regenerativa para acesso a um mercado premium.

Referência em Logística: eficiência e inovação
Em nossa busca constante em oferecer conveniência e eficiência, em parceria com a Bravo, lançamos uma novidade que transforma a experiência de retirada de produtos: os Lockers (Armários Inteligentes). Com capacidade para armazenar volumes de até 360 litros, esses armários permitem que clientes e parceiros retirem seus pedidos 24 horas por dia, 7 dias por semana, de forma prática e segura. Essa experiência vocês podem verificar na prática no stand.

A operação logística da Sumitomo Chemical é reconhecida como referência no mercado, com uma estrutura robusta formada por 13 Centros de Distribuição em 12 estados do Brasil. Esses CDs estão estrategicamente localizados nas principais fronteiras agrícolas, garantindo uma experiência superior aos nossos clientes por meio de agilidade e excelência nas entregas.

A Logística da Sumitomo atua nos quatro principais modais logísticos (Rodoviário, Aéreo, Marítimo e Ferroviário), assegurando flexibilidade e cobertura nacional. Além disso, contamos com diversas ferramentas e soluções inovadoras: BioVan; Caminhão blindado; Monitoramento em tempo real de todas as nossas operações logísticas; Entregas aéreas voltado a atender produtos e clientes estratégicos e o Logística em Campo – nossas equipes visitam clientes e parceiros para conhecer de perto suas necessidades e desenvolver soluções personalizadas.

Em nossa busca constante em oferecer conveniência e eficiência, em parceria com a Bravo, lançamos uma novidade que transforma a experiência de retirada de produtos: os Lockers (Armários Inteligentes). Com capacidade para armazenar volumes de até 360 litros, esses armários permitem que clientes e parceiros retirem seus pedidos 24 horas por dia, 7 dias por semana, de forma prática e segura. Essa experiência vocês podem verificar na prática no stand.

Tecnologias inovadoras
A companhia apresenta um completo portfólio para atender as necessidades dos agricultores e pecuaristas de qualquer região do país e nessa atual safra e para as próximas, o ritmo de lançamentos continuará acelerado, confira:

Segmento de manejo com soluções químicas:
Terceira geração da Flumioxazina Original Sumitomo Chemical, ZethaMaxx EVO®, herbicida pré-emergente para soja com formulação única em três modos de ação distintos: inibidor de enzima acetolactato sintase (ALS), protox e divisão celular. A solução tem efeito de controle residual ampliado, contribuindo para menor matocompetição durante o estabelecimento, além da soja, do algodão, feijão, milho e trigo em segunda safra.

Tempest® E é o herbicida seletivo de ação sistêmica, com amplo espectro de controle pós-emergente das plantas daninhas em pastagens. Sua formulação inovadora, com proporção estratégica de ingredientes ativos, proporcionam uma performance superior no controle de plantas daninhas de difícil e extremo controle, tanto na recuperação, quanto na manutenção das pastagens.

Referência nas últimas três safras, o fungicida Excalia Max® tem uma combinação única contendo indiflin, ingrediente ativo desenvolvido originalmente pela Sumitomo Chemical, associado ao tebuconazol. Essa formulação se destaca como a melhor escolha para o programa de manejo de doenças na soja como ferrugem asiática, mancha-alvo, podridão de vagens e grãos, quebramento das hastes e doenças de fim de ciclo (DFCs). Com isso, proporciona eficiente controle do complexo de doenças, manejo de resistência, seletividade e manutenção do potencial produtivo da soja. Já são mais de 5 milhões de hectares tratados desde o seu lançamento.

Segmento de manejo com BioRacionais:
Desenvolvido pela Sumitomo Chemical, o programa “CANA+” une tecnologias de origem natural para saúde de solo e manejo hormonal, permitindo aos produtores explorarem o máximo potencial de seus canaviais. Composto por ácido giberélico (GA3) em alta concentração, sendo inclusive certificado pelo IBD para agricultura orgânica, o ProGibb® é uma das tecnologias que integram o “CANA+”, sendo um regulador de crescimento indispensável para a obtenção de canaviais de alto rendimento.

O produto age diretamente no crescimento celular e promove forte estímulo ao desenvolvimento de colmos e, consequentemente, maior produção de biomassa. Dados de áreas comerciais de usinas e agrícolas mostram que o incremento médio de produtividade agrícola com o uso de ProGibb® é de 7 toneladas por hectare. Pensando em retorno sobre o investimento, estimamos que, para cada R$ 1,00 investido no produto, é possível obter um retorno de produtividade equivalente a R$ 20.”

O Aveo® EZ cria uma simbiose com as raízes, formando um biofilme que protege do ataque de nematoides (vermes que ficam no solo). A solução biológica produz substâncias que causam paralisia dos nematoides nos estágios juvenis, diminui a reprodução e, assim, reduz o ataque e a população das próximas safras.

Os Programas Inteligentes de Manejo Fisiológico Soja+ e Milho+ que contam com recomendações técnicas personalizadas para cada cultura no manejo de florada, maturação e colheita, com produtos sustentáveis para a arquitetura ideal de plantas e ganho expressivo de produtividade.

Com origem no Japão e presente no Brasil desde 1975, a Sumitomo Chemical soma cinco décadas de contribuição ao agronegócio brasileiro. Os últimos cinco anos foram marcados pela expansão no varejo de insumos agropecuários.

Sobre a Sumitomo Chemical – Soluções para o Agro
Sediada em Tóquio, no Japão, a Sumitomo Chemical – Soluções para o Agro é uma das principais empresas de pesquisa e desenvolvimento de inovações para a agropecuária no mundo. Fundada em 1913, está presente em mais de 180 países, com cerca de 34 mil funcionários. Na América Latina, a companhia opera com soluções para a agricultura e saúde ambiental, com o objetivo de promover o bem-estar e oferecer propostas sustentáveis para a produção de alimentos e a saúde da sociedade. No Brasil, a Sumitomo Chemical realiza suas atividades a partir de um escritório central, localizado em São Paulo (SP), um centro de pesquisas em Mogi Mirim (SP), um centro de inovação e uma fábrica, ambos em Maracanaú (CE), além de contar com unidades de distribuição e equipe técnica altamente capacitada em todo o território nacional. É signatária do Pacto Global e promove ações para contribuir com os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), iniciativa da Organização das Nações Unidas (ONU) que estipula metas para transformar o mundo até 2030.

Fonte: Assessoria de Imprensa Sumitomo Chemical 



 

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Sustentabilidade

Preços da soja no Brasil: Chicago cai e dólar sobe; confira as cotações

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Foto: Daniel Popov/ Canal Rural

O mercado brasileiro de soja teve uma sessão sem registro de movimentos mais firmes, com negociações restritas a pequenos lotes.

O analista da consultoria Safras & Mercado Rafael Silveira destaca que os prêmios seguem sustentados, enquanto os demais formadores de preços apresentaram movimentos limitados ao longo do dia.

A Bolsa de Chicago recuou, enquanto o dólar registro u leve alta. Com isso, as cotações permaneceram praticamente estáveis na maior parte das praças, com algumas situações pontuais mais favoráveis.

“Algumas praças trabalharam com preços melhores do que a paridade”, observa Silveira. Segundo ele, as indicações continuaram trazendo oportunidades de negociação, mesmo sem um avanço mais consistente dos negócios.

O analista ressalta que os produtores seguem administrando o ritmo das vendas. “O produtor está segurando e cadenciando as ofertas”, afirma.

Mercado físico da soja

  • Passo Fundo (RS): R$ 128
  • Santa Rosa (RS): R$ 129
  • Cascavel (PR): R$ 124
  • Rondonópolis (MT): R$ 114
  • Dourados (MS): subiram de R$ 116 para R$ 116,50
  • Rio Verde (GO): R$ 117
  • Porto de Paranaguá (PR): R$ 135
  • Porto de Rio Grande (RS): R$ 135

Mercado atacadista

Os contratos futuros da soja fecharam em baixa nesta quarta-feira na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). Vendas por parte de fundos predominaram na sessão, em meio a um cenário fundamental baixista.

O analista de Safras & Mercado pontua que o clima segue beneficiando as lavouras norte-americanas, apontando para uma produção cheia em 2026.

O desempenho de outros mercados também ajudou a motivar os participantes a permanecer na defensiva. O petróleo voltou a cair forte, refletindo o otimismo sobre a retomada do fluxo pelo Estreito de Ormuz.

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Para completar, o dólar sobe frente a seus pares, retirando competitividade dos produtos de exportação estadunidenses, caso da soja.

Os agentes começaram a posicionar suas carteiras frente aos importantes relatórios que serão divulgados na próxima semana pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Na terça (30), saem os dados de plantio da temporada 2026/27 e os estoques trimestrais norte-americanos na quarta (1).

Contratos futuros

Os contratos da soja em grão com entrega em julho fecharam com baixa de 8,25 centavos de dólar, ou 0,73%, a US$ 11,08 3/4 por bushel. A posição agosto teve cotação de US$ 11,16 3/4 por bushel, com retração de 7,25 centavos de dólar ou 0,64%.

Nos subprodutos, a posição julho do farelo fechou com alta de US$ 0,70 ou 0,23% a US$ 303,60 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em julho fecharam a 69,46 centavos de dólar, com perda de 1,13 centavo ou 1,60%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão com alta de 0,28%, sendo negociado a R$ 5,2002 para venda e a R$ 5,1982 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,1872 e a máxima de R$ 5,2212.

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Sustentabilidade

Doenças em soja: controle de fungos necrotróficos exige medidas integradas de manejo – MAIS SOJA

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Durante o ciclo de desenvolvimento da soja, diversas doenças podem acometer a cultura, afetando diferentes órgãos e estádios fenológicos da planta. Os patógenos responsáveis por essas doenças são, em sua maioria, de origem fúngica e podem estar presentes no ambiente de cultivo antes mesmo da semeadura, comprometendo inclusive as fases iniciais de estabelecimento da lavoura.

Além dos fungos biotróficos, que dependem de tecidos vivos do hospedeiro para sua sobrevivência e desenvolvimento, como ocorre com o agente causal da ferrugem-asiática da soja (Phakopsora pachyrhizi), existem fungos capazes de sobreviver em restos culturais e matéria orgânica presentes no solo. Esses patógenos, classificados como fungos necrotróficos, utilizam tecidos vegetais mortos como fonte de sobrevivência e podem permanecer viáveis entre safras, dificultando a redução do inóculo e favorecendo a ocorrência de novas infecções quando encontram condições ambientais adequadas de temperatura e umidade.

Entre os principais patógenos necrotróficos associados às doenças da soja destacam-se a mancha olho-de-rã (Cercospora sojina), a cercosporiose (Cercospora kikuchii), a mancha-parda (Septoria glycines), a antracnose (Colletotrichum truncatum), a mancha-alvo (Corynespora cassiicola), o mofo-branco (Sclerotinia sclerotiorum) e as podridões radiculares e de colmo associadas a espécies dos gêneros Rhizoctonia, Fusarium e Sclerotinia. A capacidade de sobrevivência desses patógenos em resíduos culturais dificulta a controle efetivo dessas doenças e reforça a importância do manejo integrado de doenças, envolvendo práticas como rotação de culturas, tratamento de sementes, manejo da população de plantas, nutrição equilibrada e uso estratégico de fungicidas (Forcelini, 2010).

Figura 1. Esquema de manejo integrado de doenças causadas por fungos necrotróficos em soja.
Adaptado: Forcelini (2010)

Considerando que a manutenção da cobertura permanente do solo é uma das premissas fundamentais do sistema plantio direto, a destruição dos resíduos culturais (palhada) não constitui uma estratégia tecnicamente recomendada para o manejo de fungos necrotróficos em ambientes agrícolas. Nesse contexto, a redução da sobrevivência e do potencial de inóculo desses patógenos deve ser baseada em práticas integradas, reforçando a necessidade da rotação de culturas com espécies não hospedeiras, do uso de cultivares com maior resistência genética e do tratamento de sementes com fungicidas eficientes e específicos.

Dessa forma, a definição adequada das culturas que compõem o sistema de rotação, priorizando espécies pertencentes a diferentes famílias botânicas e sem relação de hospedeiro com os principais patógenos, é fundamental para interromper o ciclo de sobrevivência dos fungos necrotróficos e reduzir a pressão de doenças na soja. Além disso, estudos indicam que sementes infectadas ou contaminadas podem representar importantes fontes de inóculo inicial desses patógenos em áreas de cultivo de soja (Reis; Reis; Zanatta, 2022). Portanto, o uso de sementes com elevada qualidade fisiológica e sanitária, associado ao tratamento de sementes com fungicidas apropriados, constitui uma etapa essencial no manejo integrado de doenças, contribuindo para a proteção inicial das plantas e para a redução da disseminação dos patógenos na lavoura.



Referências:

FORCELINI, C. A. DOENÇAS EM SOJA: ENTENDENDO AS DIFERENÇAS ENTRE BIOTRÓFICOS E NECROTRÓFICOS. Revista Plantio Direto, N. 7, 2010. Disponível em: < https://pt.scribd.com/document/711702511/3-230207-193658 >, acesso em: 24/06/2026.

REIS, E. M.; REIS, A. C.; ZANATTA, M. QUANTO A EFICÁCIA DO TRATAMENTO DE SEMENTES COM FUNGICIDAS. – ÊNFASE EM GRANDES CULTURAS DE GRÃOS. Summa Phytopathol, 2022. Disponível em: < https://www.scielo.br/j/sp/a/5CQ64Z9QkJkhM7yvGr9xgcw/?format=pdf&lang=pt >, acesso em: 24/06/2026.

 

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Sustentabilidade

ARROZ/CEPEA: Oferta restrita sustenta preços – MAIS SOJA

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Mesmo com o retorno pontual de compradores em parte das regiões produtoras, o mercado de arroz em casca no Rio Grande do Sul apresenta baixa liquidez. De acordo com o Cepea, produtores seguem retraídos diante dos atuais patamares de preços, considerados insuficientes para remunerar adequadamente a atividade.

Com isso, segundo o Centro de Pesquisas, a oferta disponível continua restrita em parte do estado, sustentando as cotações em praças específicas. Ao mesmo tempo, agentes consultados pelo Cepea acompanham novos sinais do mercado internacional e as perspectivas climáticas para a safra 2026/27, fatores que podem influenciar as estratégias de comercialização nos próximos meses.

Fonte: Cepea



FONTE

Autor:Cepea

Site: Cepea

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