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25 de maio de 2026

Sustentabilidade

Bayer submete pedidos de registro para novo herbicida em quatro grandes mercados – MAIS SOJA

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A Bayer avança com seu pipeline de sucesso, submetendo pedidos de registro para Icafolin-metil na União Europeia, após a conclusão das submissões no Brasil, Estados Unidos e Canadá. O Icafolin é o primeiro novo mecanismo de ação em mais de 30 anos para o controle em pós-emergência das plantas daninhas recomendado em culturas anuais e perenes. Com potencial de vendas globais estimado em torno de € 750 milhões, a Bayer espera que seja lançado a partir de 2028, com disponibilidade inicial no Brasil.

O Icafolin pertence a uma nova classe química que oferece propriedades únicas que permitem doses mais baixas e aplicações direcionadas, além de um perfil excepcional de segurança e sustentabilidade. Além disso, a molécula complementa herbicidas existentes, como o glifosato, adicionando uma solução inovadora no combate à resistência de plantas daninhas, uma prioridade para os agricultores. O avanço global da resistência de plantas daninhas nos últimos anos ameaça a produção de alimentos, uma vez que essas espécies competem com as culturas agrícolas por luz e nutrientes, impactando negativamente o rendimento e a qualidade da produção.

“As plantas daninhas ameaçam a segurança alimentar e a subsistência dos agricultores, e é por isso que investir em inovações disruptivas como o Icafolin é tão vital”, disse Mike Graham, líder global de Pesquisa e Desenvolvimento da divisão agrícola da Bayer. “O acesso a uma classe de herbicidas totalmente nova, que complementa as ferramentas existentes, não só ajuda os agricultores a combater e prevenir a resistência de ervas daninhas, como também a adotar e manter práticas de plantio direto e cultivo reduzido, que melhoram a saúde do solo, um pilar fundamental da agricultura regenerativa.”

O Icafolin foi desenvolvido para uso inicial em soja, cereais, leguminosas e oleaginosas, bem como em frutas de caroço e de pomar, nozes, uvas e cítricos. Como um mecanismo de ação único, possui propriedades e benefícios únicos. As ervas daninhas tratadas ficam “congeladas” nos campos, o que significa que param de competir com as culturas por água, nutrientes e luz solar, mas as plantas daninhas controladas permanecem no campo por mais tempo formando uma cobertura que ajuda a prevenir a erosão e a reter a umidade no solo. Ao proporcionar um controle eficaz de ervas daninhas, reduz a necessidade de preparo do solo, apoiando práticas de agricultura regenerativa que podem melhorar a saúde do solo.

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Além disso, as propriedades intrínsecas do Icafolin o tornam adequado para aplicações localizadas e doses mais baixas. O Icafolin é o primeiro produto a utilizar o CropKey, a abordagem inovadora de P&D da Bayer para o desenvolvimento de novos produtos de proteção de cultivos, que otimizou a formulação considerando múltiplas dimensões, que incluem critérios de eficácia, segurança e sustentabilidade, além da conveniência para o agricultor. O CropKey continuará a acelerar a forma como os pesquisadores projetam, em vez de rastrear, novas moléculas, apoiando o desenvolvimento mais rápido de produtos futuros que visam proteínas específicas em plantas daninhas, pragas e doenças de cultivos.

“Com o CropKey, não estamos apenas respondendo aos desafios agrícolas atuais com mais rapidez, mas também sendo proativos e antecipando necessidades futuras”, disse Rachel Rama, vice-presidente global sênior e líder de Pequenas Moléculas da divisão agrícola da Bayer. “Utilizar a inteligência artificial acelera significativamente nossa jornada do conceito ao mercado, permitindo que os agricultores tenham acesso aos produtos de proteção de cultivos mais eficazes e ambientalmente responsáveis.”

Após o primeiro lançamento previsto para 2028 no Brasil, a Bayer prevê vender o Icafolin nos EUA, Canadá, UE e outras regiões nos próximos anos.

Fonte: Assessoria de Imprensa Bayer



 

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Agro Mato Grosso

Fundação Rio Verde fortalece intercâmbio em viagens técnicas e apresentação de pesquisas

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A pesquisadora Luana Belufi participou de visitas nacionais e internacionais, e apresentou avanços da Fundação Rio Verde no manejo de doenças do Cerrado.

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Sustentabilidade

De advogada a produtora rural: Flávia Garcia Cid transforma fazenda em referência nacional em óleos essenciais – MAIS SOJA

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Foto de capa:  Assessoria

No agronegócio onde a produção de commodities como soja e milho é proeminente, a história de Flávia Garcia Cid foge do tradicional. De advogada a empresária do campo, Flávia tornou a Fazenda Jaracatiá, em Querência do Norte (PR), em um polo de produção de plantas aromáticas, óleos essenciais e bioinsumos. Sua dedicação ao segmento a consagrou como uma das maiores produtoras de óleos essenciais orgânicos certificados do Brasil, com mais de 200 hectares de cultivo. O país é um dos três maiores exportadores mundiais de óleos essenciais, segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).

Além disso, Flávia foi uma das vencedoras da categoria Grande Propriedade do Prêmio Mulheres do Agro em 2025, promovido pela Bayer em parceria com a Associação Brasileira do Agronegócio (Abag) e que está com as inscrições abertas. Ela destaca a importância de as produtoras rurais participarem da iniciativa para dar visibilidade a seus trabalhos e impacto no setor. “O meu conselho para as mulheres que querem se inscrever no prêmio é: não hesitem, pois todas podem e serão valorizadas. Fazemos parte de uma rede que só funciona com todas atuando, e cada papel é importante.”

A transição de Flávia para o agro começou em 1999, ao lado do marido. Sem experiência prévia no setor, ela abraçou o desafio de implantar o cultivo de plantas aromáticas após uma viagem despretensiosa, que despertou no casal o interesse nas propriedades terapêuticas das plantas para o cuidado e bem-estar humano. A paixão pelo campo e o desejo de inovar guiaram sua jornada. Para a produtora, a trajetória comprova que “tudo é possível quando se coloca o coração e a dedicação ao trabalho”.

Tecnologia e ESG no DNA

A Fazenda Jaracatiá opera com um modelo de negócios inovador e verticalizado. Flávia implementou uma indústria de destilação própria, desenvolvendo maquinários específicos para culturas não convencionais e controlando todo o processo, do cultivo à comercialização direta para grandes empresas farmacêuticas, cosméticas e de aromaterapia. Um diferencial é a produção de bioinsumos a partir de resíduos de sua própria atividade, posicionando-se no mercado de insumos – neste caso totalmente naturais e de base vegetal – para grãos e pastagens.

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Flávia Garcia Cid, vencedora da categoria “Grande propriedade” do Prêmio Mulheres do Agro em 2025

A propriedade também é referência em práticas ESG, utilizando energia solar e biogás, promovendo a conservação da mata nativa via Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN), reutilizando resíduos e otimizando a gestão hídrica com tecnologia, além de operar com desperdício zero. No âmbito social, foi criado o Instituto Fazenda Jaracatiá, para atuar junto a comunidades vizinhas com foco em suas necessidades e capacitação.

Essas práticas de ponta renderam à produtora prêmios como o Fazenda Sustentável (Globo Rural, 2024) e Produtor 4.0 (AgroBIT, 2024), além da vitória na categoria “Grande Propriedade” do Prêmio Mulheres do Agro em 2025, promovido pela Bayer em parceria com a Associação Brasileira do Agronegócio (ABAG).

Prêmio Mulheres do Agro 2026

Em sua 9ª edição, o Prêmio Mulheres do Agro reforça o compromisso da Bayer com o reconhecimento de produtoras rurais que contribuem para um agronegócio mais inovador, sustentável e inclusivo. Desde sua criação, a iniciativa já recebeu mais de 1.500 inscrições e reconheceu mulheres de diferentes regiões do país por suas boas práticas no campo.

“Olho para a Flávia que subiu ao palco para receber o prêmio e vejo que é possível uma pessoa que almejava se aposentar, sem experiência no agro, hoje ser reconhecida e impactar tantas outras mulheres. É a prova de que, com paixão e esforço, podemos ir muito além do que imaginamos”, incentiva Flávia.

Em um ano simbólico, em que a Bayer celebra 130 anos de atuação no Brasil, a cerimônia de premiação ocorrerá durante um evento proprietário realizado pela Bayer e a ABAG, no segundo semestre, em São Paulo.

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Daniela Barros, Diretora de Comunicação da Divisão Agrícola da Bayer no Brasil, destaca que “ao longo dos últimos anos, o Prêmio Mulheres do Agro se consolidou como uma importante plataforma de reconhecimento das mulheres no campo. Nesta nova edição, queremos ampliar ainda mais a visibilidade dessas histórias e fortalecer as conexões entre as produtoras, o setor e toda a cadeia do agronegócio.”

As produtoras rurais interessadas em participar podem se inscrever até o dia 7 de junho pelo site oficial do prêmio. Para concorrer, as candidatas devem comprovar atuação alinhada aos pilares de sustentabilidade, governança e impacto social.

Sobre a Bayer

Guiada por sua missão “saúde para todos, fome para ninguém”, a Bayer é uma empresa global que atua para desenvolver soluções inovadoras que respondam a alguns dos maiores desafios da humanidade nas áreas de saúde e agricultura. Fundada na Alemanha em 1863 e presente em mais de 80 países, está no Brasil há 130 anos — seu segundo maior mercado no mundo — com negócios nos segmentos de Agricultura, Farmacêutico e Saúde do Consumidor. É comprometida com a inovação, a diversidade e a sustentabilidade, investindo continuamente em pesquisa e desenvolvimento para promover avanços que unam produtividade, preservação ambiental e acesso à saúde de qualidade. Mais informações no site.

Sobre a ABAG

Com mais de 3 décadas de atuação, a Associação Brasileira do Agronegócio (ABAG) é a única entidade que reúne, em uma só voz, todos os elos da cadeia produtiva, do campo à indústria, distribuição e serviços. Promove uma visão integrada e de futuro para o agronegócio brasileiro, fomentando o desenvolvimento sustentado e a bioeconomia, ao mesmo tempo em que aproxima o setor de seus principais públicos estratégicos. A ABAG tornou-se referência na articulação de alianças nacionais e internacionais, estimulando conexões, diálogos e inovação, mobilizando a força de suas mais de 80 associadas para dinamizar o setor e ampliar o protagonismo de toda a cadeia.

Fonte: Assessoria

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Sustentabilidade

Mercado de milho com foco na pré-colheita da safrinha, sem maiores chances de reações nos preços – MAIS SOJA

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A semana foi de negociações contidas no mercado brasileiro de milho. Segundo o analista de Safras & Mercado, Paulo Molinari, o mercado está com foco na pré-colheita da safrinha. Os preços no porto estão sob pressão. Destaque ainda para o fato de que a indústria de etanol está começando suas compras no Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. “As colheitas à frente evitam alguma recuperação de preços. E o câmbio e Bolsa de Chicago prejudicam no momento”, pondera Molinari.

Em linhas gerais, o mercado brasileiro de milho esteve difícil na comercialização. Os produtores estão avançando na fixação de oferta em várias localidades do país, contudo, buscando sustentação nos preços, em muitos casos distantes dos níveis de intenção de compra dos consumidores.

Já os consumidores estão atuando de maneira morosa, sinalizando bom abastecimento e esperando por preços mais fracos em breve por conta da safrinha. Atenções no dia na forte queda de Chicago e no enfraquecimento do dólar, o que não deixa espaço para avanço de preço no porto.

No balanço desta semana, entre as quintas-feiras 14 e 21 de maio, o milho na base de venda em Cascavel, Paraná, subiu de R$ 61,00 para R$ 63,00 a saca, alta de 3,3%. Em Campinas/CIF, o milho caiu na base de venda neste intervalo de R$ 68,00 para R$ 67,00 a saca, queda de 1,5%. Na região Mogiana paulista, o cereal recuou de R$ 63,00 para R$ 62,00 a saca, baixa de 1,6%.

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Em Rondonópolis, Mato Grosso, a cotação avançou de R$ 50,00 para R$ 53,00 a saca, elevação de 6% entre as quintas-feiras 14 e 21 de maio. Já em Erechim, Rio Grande do Sul, o preço permaneceu estável em R$ 68,00 a saca.

Em Uberlândia, Minas Gerais, o preço na venda na semana ficou inalterado em R$ 60,00. E em Rio Verde, Goiás, o preço na venda passou de R$ 57,00 para R$ 58,00 a saca, alta de 1,75%.

No Porto de Paranaguá/Paraná, preço avançando na base de venda na semana de R$ 68,00 para R$ 70,00 a saca. No Porto de Santos/São Paulo, cotação subiu no intervalo entre 14 e 21 de maio, de R$ 68,50 para R$ 70,00 a saca, alta de 2,2%.

Autor/Fonte: Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência Safras News

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