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22 de setembro de 2026

Agro Mato Grosso

Campo Limpo destaca economia circular no Congresso Andav

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Empresa mostra como reciclagem de embalagens gera valor à cadeia de insumos e reforça parcerias no agro

A Campo Limpo participa do Congresso Andav 2025 — principal evento do País voltado à distribuição de insumos agropecuários — com a proposta de mostrar como a economia circular pode agregar valor real à cadeia produtiva do agronegócio. A empresa reforça, durante o evento, o papel estratégico da reciclagem de embalagens de defensivos agrícolas e o fortalecimento de parcerias com a rede de distribuição.

Com capacidade instalada para reciclar até 25 mil toneladas de plástico por ano, a Campo Limpo é pioneira mundial na transformação de resíduos em novas embalagens que retornam ao campo em forma de insumos certificados. Desde sua fundação, em 2008, a empresa já reciclou mais de 68,5 mil toneladas de embalagens e produziu cerca de 130 milhões de novas unidades.

“Mais do que uma pauta ambiental, o trabalho da Campo Limpo é uma oportunidade concreta de agregar valor, reduzir riscos e fortalecer a reputação do setor. A reciclagem de embalagens reduz impactos ambientais, gera economia de recursos e contribui diretamente para o posicionamento ESG das empresas do agro”, afirma Marcelo Okamura (na foto), presidente da Campo Limpo.

Entre as soluções desenvolvidas pela empresa estão a Ecoplástica,  primeira embalagem do mundo feita com resina reciclada de defensivos com certificação UN, e a Ecocap, tampa de alta performance produzida com 100% de matéria-prima reciclada. Outra inovação é a Ecologic Tex, chapa plástica patenteada utilizada na fabricação de pallets híbridos. Toda a operação da Campo Limpo é certificada pela ISO 9001 e segue normas rigorosas de qualidade nacionais e internacionais.

A atuação da empresa envolve uma ampla rede de parceiros, incluindo fabricantes, revendas e produtores rurais. Nomes como Albaugh, Bayer, Corteva, FMC, Ihara, Ourofino, Sipcam Nichino, Sumitomo Chemical, Syngenta e UPL integram essa rede de colaboração que garante a rastreabilidade e a segurança no ciclo da economia circular.

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“Temos uma conexão direta com toda a cadeia de insumos. Atuamos junto aos distribuidores, à indústria e ao produtor rural para garantir que esse ciclo aconteça de forma segura, rastreável e em conformidade com as normas ambientais”, reforça Okamura.

A participação da Campo Limpo no Congresso Andav 2025 evidencia como a economia circular está integrada ao dia a dia do agronegócio brasileiro. Ao transformar resíduos em soluções de alto desempenho e ampliar parcerias com a rede de distribuição, a empresa contribui ativamente para a competitividade, a inovação e a sustentabilidade do setor.

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Agro Mato Grosso

Fazendeiro é condenado por degradação na Terra Indígena Marãiwatséd, em MT

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O Ministério Público Federal (MPF) obteve a condenação de um fazendeiro a recuperar 145,81 hectares degradados dentro da Terra Indígena Marãiwatsédé, em Mato Grosso. A sentença, da Vara Federal Cível e Criminal de Barra do Garças, também determinou que ele não realize atividades incompatíveis com a recuperação ambiental e fixou indenização por dano moral coletivo.

A ação civil pública apurou o impedimento da regeneração de floresta nativa e a manutenção de lavoura de soja mesmo após o embargo da área. Em 2008, fiscais do Ibama constataram a degradação e aplicaram multa de R$ 7,86 milhões. Em 2010, nova fiscalização encontrou plantação de soja na área embargada, resultando em outra multa, de R$ 1 milhão, e na apreensão de 47 mil sacas do produto.

A área originalmente discutida na ação tinha 1.571,20 hectares. Como 1.425,39 hectares já eram objeto de outro processo, a sentença analisou os 145,81 hectares remanescentes.

O fazendeiro deverá apresentar, em até 90 dias após o trânsito em julgado, um plano de recuperação de área degradada (PRAD) e executá-lo até a completa recuperação da área. A sentença também estabeleceu que eventual indenização por danos materiais será aplicada apenas se a recuperação for tecnicamente impossível ou houver descumprimento injustificado das medidas determinadas.

A indenização por dano moral coletivo foi fixada em 5% do valor da reparação material, a ser calculado posteriormente. Segundo a sentença, a degradação atingiu extensa área de floresta amazônica dentro de terra indígena e continuou mesmo após o embargo, afetando bem ambiental coletivo e território destinado constitucionalmente ao povo Xavante.

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Os valores deverão ser destinados ao fundo previsto na Lei da Ação Civil Pública, com preferência para projetos de recuperação da própria Terra Indígena Marãiwatsédé.

A decisão é de primeira instância e pode ser contestada no Tribunal Regional Federal da 1ª Região.

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Agro Mato Grosso

Ave rara e ameaçada é registrada em área de preservação em MT

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Uma marianinha-de-cabeça-amarela (Pionites leucogaster), ave ameaçada de extinção, foi registrada nesse fim de semana por uma equipe de monitoramento ambiental na área de preservação do reservatório de uma usina hidrelétrica, entre Nova Canaã do Norte e Colíder, a 696 km e 650 km de Cuiabá, respectivamente.

O registro foi feito durante um trabalho de acompanhamento dos animais que vivem na região. De acordo com a equipe, a identificação da ave ajuda os pesquisadores a conhecer melhor a fauna local e a reunir informações para ações de proteção da espécie.

marianinha-de-cabeça-amarela é classificada como “em Perigo” pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN), o que significa que existe um alto risco de extinção. A ave é difícil de ser encontrada e costuma viver nas partes mais altas das árvores da Amazônia.

Com cerca de 23 centímetros, a ave tem cabeça alaranjada, rosto e pescoço amarelos, peito branco e corpo verde. Ela faz parte da mesma família dos papagaios e periquitos e também é conhecida como periquito-d’anta.

A espécie também é encontrada no Peru e na Bolívia. Ela vive principalmente em florestas preservadas e se alimenta de frutos, pétalas e néctar de flores. Ao espalhar sementes, ajuda no crescimento de novas plantas e na renovação das florestas.

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A ave faz seus ninhos em buracos de árvores que ficam entre 15 e 30 metros de altura. A reprodução acontece principalmente em janeiro, quando a fêmea coloca ovos branco-amarelados.

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Avião que buscaria deputado Júlio Campos em MT pousa às margens de rodovia após emergência

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avião que buscaria o deputado Júlio Campos (União) realizou um pouso de emergência em Araguaiana, a 570 km de Cuiabá, na manhã desta terça-feira (22). Conforme informações da assessoria, o parlamentar não estava na aeronave no momento do acidente.

A aeronave faria o translado de Aragarças (GO) para o município de Araguaiana (MT), onde embarcaria o deputado Júlio Campos e assessores para retorno a capital.

“Por motivos ainda desconhecidos a referida aeronave teve que fazer um pouso de emergência as margens da rodovia MT-100, na ocasião a aeronave estava apenas com o comandante a bordo, estamos providenciando comunicado as autoridades competentes. O comandante passou por avaliação médica no local e já foi liberado”, informou a empresa de táxi aéreo.

 

Um vídeo gravado no local mostra a aeronave às margens de uma estrada, próximo a uma fazenda (vídeo abaixo). Alguns carros circulavam na região no momento do pouco, mas nenhum veículo foi atingido.

Avião do deputado Julio Campos parou às margens de estrada em MT — Foto: Reprodução

Avião do deputado Julio Campos parou às margens de estrada em MT — Foto: Reprodução

Segundo a assessoria, a situação foi controlada rapidamente e não há feridos. As circunstâncias que levaram ao pouso de emergência ainda são investigadas.

A aeronave de prefixo PT-VOD é um bimotor de pequeno porte, modelo Neiva EMB-810D Seneca III, usada para táxi aéreo no estado. Segundo o Registro Aeronáutico Brasileiro da Anac, ela foi fabricada em 1991.

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