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6 de agosto de 2026

Sustentabilidade

Mercado brasileiro de milho deve registrar mais um dia de cautela nos negócios – MAIS SOJA

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O mercado brasileiro de milho deve ter uma quarta-feira de cautela nos negócios. As atenções estão voltadas para a logística e colheita da safrinha, travando a comercialização no cenário doméstico. No contexto internacional, a Bolsa de Chicago recua e o dólar cai frente ao real, desencorajando ainda mais movimentações expressivas no momento.

O mercado brasileiro de milho continuou travado nesta terça-feira, sem mudanças significativas nas cotações. Segundo a Safras Consultoria, consumidores e produtores atuaram de maneira cautelosa nas negociações. Em várias localidades do país, os consumidores estão focados no recebimento de contratos ou comprando lotes pontuais para necessidades mais curtas.

Agentes do mercado estão atentos na evolução da colheita da safrinha, no movimento de queda dos futuros do milho, no câmbio e na paridade de exportação. A logística também é ponto de atenção, difícil neste momento e com preços dos fretes firmes.

No dia, os agentes do mercado acompanham o movimento de valorização do real frente ao dólar, o movimento dos futuros do milho e a paridade de exportação, destaca a Safras Consultoria.

No Porto de Santos, o preço ficou entre R$ 67,00/70,00 a saca (CIF). Já no Porto de Paranaguá, cotação entre R$ 66,00/69,00 a saca.

No Paraná, a cotação ficou em R$ 58,00/59,00 a saca em Cascavel. Em São Paulo, preço de R$ 60,00/62,00 na Mogiana. Em Campinas CIF, preço de R$ 65,00/66,00 a saca.

No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 68,00/70,00 a saca em Erechim. Em Minas Gerais, preço em R$ 58,00/60,00 a saca em Uberlândia. Em Goiás, preço esteve em R$ 53,50/55,00 a saca em Rio Verde – CIF. No Mato Grosso, preço ficou a R$ 56,00/58,00 a saca em Rondonópolis.

CHICAGO

* Os contratos com entrega em dezembro de 2025 operaram com queda de 1,50 centavo, ou 0,37% em relação ao fechamento do último pregão, cotados a US$ 4,00 1/2 por bushel.

* A oferta global aquecida, seguindo a produção abundante dos Estados Unidos e da América do Sul, pressionou o mercado. Com isso, a concorrência mundial com o trigo deve aumentar, já que os dois grãos disputam espaço no setor de ração animal. A desvalorização do dólar frente a outras moedas e os ganhos do petróleo em Nova York, por outro lado, impediram maiores perdas.

* Ontem (5), os contratos com entrega em setembro de 2025 fecharam com baixa de 1,42%, ou 5,50 centavos, cotados a US$ 3,81 1/2 por bushel. Os contratos com entrega em dezembro de 2025 fecharam com queda de 5,00 centavos, ou 1,22%, cotados a US$ 4,02 por bushel.

CÂMBIO

* O dólar comercial opera em baixa de 0,32%, cotado a R$ 5,4879. O Dollar Index registra desvalorização de 0,30% a 98,48 pontos.

INDICADORES FINANCEIROS

* As principais bolsas da Ásia fecharam com preços altos. Xangai, +0,45%. Japão, +0,60%.

* As principais bolsas na Europa operam com índices firmes. Paris, +0,29%. Frankfurt, +0,06%. Londres, +0,27%.

* O petróleo opera em alta. Setembro do WTI em NY: US$ 66,15 o barril (+1,51%).

AGENDA

– O Ministério do Desenvolvimento, da Indústria, do Comércio e Serviços divulga, às 15h, os dados consolidados de julho.

– Resultados financeiros do Minerva e da Santo Brasil, após às 17h.

– EUA: O McDonald’s divulga seu relatório de lucros referente ao último trimestre.

—–Quinta-feira (7/08)

– China: O saldo da balança comercial de julho será publicado à meia-noite pela alfândega.

– Alemanha: O saldo da balança comercial de junho será publicado às 3h pelo Destatis.

– Alemanha: A produção industrial de junho será publicada às 3h pelo Destatis.

– Reino Unido: A decisão de política monetária será publicada às 8h pelo BOE.

– A FGV divulga, às 8h, o IGP-DI referente a julho.

– O IBGE divulga, às 9h, o Índice de Preços ao Produtor – Indústrias extrativas e de transformação referente a junho.

– Exportações semanais de grãos dos EUA – USDA, 9h30.

– A Anfavea divulga, às 11h, os dados de exportação, importação e produção de veículos referentes julho.

– Relatório de condições das lavouras da Argentina – Ministério da Agricultura, na parte da tarde.

– Dados de desenvolvimento das lavouras argentinas – Bolsa de Cereais de Buenos Aires, 15hs.

– Dados de desenvolvimento das lavouras no RS – Emater, na parte da tarde.

– Resultado financeiro da Petrobras e da Rumo, após às 17h.

—–Sexta-feira (8/08)

– Dados de evolução das lavouras do Mato Grosso – IMEA, 16h.

– China: O índice de preços ao consumidor de julho será publicado às 22h30 pelo departamento de estatísticas.

– China: O índice de preços ao produtor de julho será publicado às 22h30 pelo departamento de estatísticas.

Fonte: Pedro Carneiro / Safras News



 

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Sustentabilidade

O que sustentou os preços da soja hoje? Confira as cotações em dia menos movimentado

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Foto: Famasul

O mercado brasileiro de soja registrou alguns negócios nesta quarta-feira (5), envolvendo portos e indústria, mas o ritmo de comercialização permaneceu lento. De acordo com o analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, as cotações ficaram praticamente estáveis, com exceção de poucas praças.

Silveira destaca que a Bolsa de Chicago apresentou leves quedas, enquanto o dólar operou com volatilidade. Os prêmios, por sua vez, seguem elevados nos portos, contribuindo para a sustentação dos preços.

“O produtor continua um pouco afastado do mercado, buscando ofertas melhores. Assim, os negócios seguem restritos às necessidades da mão para a boca”, resume o analista.

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Preços de soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): subiu de R$ 138,00 para R$ 139,00
  • Santa Rosa (RS): subiu de R$ 139,00 para R$ 140,00
  • Cascavel (PR): subiu de R$ 132,00 para R$ 134,00
  • Rondonópolis (MT): manteve em R$ 127,00
  • Dourados (MS): subiu de R$ 128,00 para R$ 129,00
  • Rio Verde (GO): manteve em R$ 127,00
  • Paranaguá (PR): subiu de R$ 144,00 para R$ 145,00
  • Rio Grande (RS): subiu de R$ 144,00 para R$ 145,00

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja fecharam em baixa hoje, na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). A previsão climática segue indicando chuvas para o Meio Oeste dos Estados Unidos nos próximos dias, favorecendo as lavouras. A queda do petróleo completou o cenário de pressão sobre as cotações.

Neste mês de agosto, vital para a consolidação do potencial produtivo da safra americana, o clima não tem sido motivo de preocupação, encaminhando uma produção cheia no segundo maior produtor de soja do mundo.

Após tentar recuperação na parte da manhã, o petróleo registrava perdas pela terceira sessão seguida, adicionando pressão às commodities. A possibilidade de Irã e Estados Unidos chegarem a um acordo sobre o conflito no Oriente Médio está determinando as perdas do petróleo.

Na sessão de hoje, a retração foi contida pelos sinais de demanda pela soja americana, principalmente através de compras por parte dos chineses. O recuo do dólar frente a outras moedas torna a soja dos Estados Unidos mais competitiva.

Contratos futuros de soja

Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com baixa de 3,00 centavos de dólar, ou 0,25%, a US$ 11,74 3/4 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 11,89 3/4 por bushel, com retração de 3,50 centavos de dólar ou 0,29%.

Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com baixa de US$ 2,80 ou 0,87% a US$ 315,60 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 67,17 centavos de dólar, com perda de 0,35 centavo ou 0,51%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão com baixa de 0,07%, sendo negociado a R$ 5,1299 para venda e a R$ 5,1279 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,0989 e a máxima de R$ 5,1344.

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Sustentabilidade

Algodão avança em NY com dólar fraco e alta dos mercados vizinhos – MAIS SOJA

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A Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures) para o algodão fechou com preços mais altos nesta quarta-feira.

As cotações da pluma avançaram no dia sustentadas pelo dólar fraco contra outras moedas. A subida de mercados vizinhos, como o café e o açúcar em NY contribuíram para o suporte, além de fatores técnicos. A piora nas condições das lavouras americanas seguiu como fator positivo para os preços.

Os investidores também se posicionam para o relatório das exportações semanais norte-americanas de algodão, que será divulgado nesta quinta-feira, dia 6, às 9h30 (horário de Brasília), pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

Os contratos com entrega em dezembro/2026 fecharam a 83,02 centavos de dólar por libra-peso, alta de 0,56 centavo, ou de 0,7%. Março/2027 fechou a 84,71 centavos, ganho de 0,66 centavo, ou de 0,8%.

Fonte: Agência Safras



 

FONTE

Autor:Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência Safras News

Site: Agência Safras

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Sustentabilidade

ARROZ/CEPEA: Oferta restrita eleva média ao maior patamar em 11 meses – MAIS SOJA

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Em julho, a média mensal do arroz em casca no Rio Grande do Sul atingiu o maior patamar dos últimos 11 meses, refletindo a combinação entre oferta restrita e demanda aquecida.

Segundo o Cepea, a necessidade de aquisição de matéria-prima levou parte das indústrias a reajustar sucessivamente as ofertas de compra, mas a comercialização permaneceu limitada pela baixa disponibilidade do cereal.

De acordo com pesquisadores do Cepea, os produtores permaneceram retraídos, avaliando que os preços ainda não remuneram adequadamente os custos de produção e apostando em novas valorizações durante a entressafra. A procura de indústrias de outros estados também intensificou a concorrência pela matéria-prima e favoreceu a recuperação dos preços.

O Centro de Pesquisas ressalta que o anúncio de futuras aquisições públicas de arroz e milho reforçou a expectativa de valorização entre os produtores, que passaram a postergar ainda mais as vendas. Até o fim de julho, contudo, o edital e as regras para operacionalização das compras ainda não haviam sido divulgados, mantendo o mercado na expectativa.

Fonte: Cepea



FONTE

Autor:Cepea

Site: Cepea

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