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Chefe-geral da Embrapa Soja destaca papel da ciência no avanço da oleaginosa no Brasil

Durante o 10º Congresso Brasileiro de Soja (Cbsoja), realizado em Campinas (SP), o chefe-geral da Embrapa Soja, Alexandre Nepomuceno, conversou com a equipe do Soja Brasil e destacou os 50 anos da instituição e sua contribuição estratégica para transformar o Brasil em uma potência global na produção da oleaginosa.
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Segundo ele, a evolução da soja no país, responsável por quase 7% do Produto Interno Bruto (PIB) e por mais de 2 milhões de empregos, só foi possível graças à ciência, à tecnologia e à formação de pessoas. Nepomuceno afirmou que toda a força do agro brasileiro, especialmente da soja, é resultado direto do investimento em pesquisa, inovação e da parceria com universidades e institutos de pesquisa.
Criada em 1975, a Embrapa Soja liderou o processo de adaptação da cultura ao clima tropical. O trabalho envolveu desde a correção de solos e o controle de pragas até o desenvolvimento de cultivares com genética de alta produtividade, adequadas às condições brasileiras. Segundo o pesquisador, foi necessário adaptar tecnologias de regiões de clima temperado e criar soluções específicas para áreas como o Cerrado, o que representou um grande desafio científico e tecnológico.
Com esse esforço, o Brasil se consolidou como líder mundial em agricultura tropical. Essa posição é fruto de décadas de dedicação com base no conhecimento científico desenvolvido no país.
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Falta de “Casa do Mel” barra expansão de pequenos produtores em Várzea Grande, aponta estudo

Diagnóstico da Prefeitura revela grande potencial da atividade, mas ausência de selo sanitário impede a venda em supermercados e farmácias
Um diagnóstico elaborado pela Coordenadoria de Desenvolvimento Rural Sustentável, da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural Sustentável (SEMMADRS), revelou que a cadeia produtiva da apicultura em Várzea Grande possui grande potencial para ampliar a geração de renda no campo. No entanto, o estudo também identificou entraves estruturais que ainda impedem o crescimento da atividade.
O levantamento, realizado entre abril e junho deste ano, identificou apicultores em atividade nas comunidades rurais Formigueiro, P.A. Dorcelina Folador, P.A. Sadia I e P.A. Sadia III. Além disso, mapeou a produção local, os principais desafios enfrentados pelos produtores e as oportunidades para fortalecer o setor.
Entre os principais gargalos está a ausência de uma Casa do Mel no município. Sem uma unidade de beneficiamento e o Selo de Inspeção Municipal (SIM), os apicultores ficam impedidos de agregar valor à produção e de comercializar o mel em supermercados, farmácias e outros estabelecimentos, além de perderem a oportunidade de explorar economicamente derivados como própolis, cera e geleia real.
“A Casa do Mel é uma unidade de beneficiamento que permite processar, envasar e certificar o mel dentro das normas sanitárias. Com ela, os apicultores podem vender a produção para supermercados, farmácias e programas públicos, agregando valor ao produto e ampliando a renda no campo. Hoje, a ausência dessa estrutura é o principal entrave para o crescimento da apicultura em Várzea Grande, e queremos ajudar esses pequenos produtores a conquistar essa estrutura”, afirma o secretário Ricardo Amorim.
O diagnóstico também mostra que o mel é comercializado diretamente nas propriedades rurais, em embalagens de um litro, com preço médio de R$ 100, evidenciando o potencial econômico da atividade para fortalecer a agricultura familiar.
O coordenador de Desenvolvimento Rural Sustentável, Leandro Silva, destaca que o estudo oferece um panorama inédito da apicultura no município e aponta caminhos para o fortalecimento da cadeia produtiva.
“Identificamos os principais desafios enfrentados pelos apicultores e as oportunidades para o setor. A implantação da Casa do Mel e a obtenção do Selo de Inspeção Municipal são medidas estratégicas para ampliar a produção, abrir novos mercados e fortalecer a agricultura familiar”, ressalta.
Além da necessidade de uma unidade de beneficiamento, o diagnóstico aponta outros desafios, como os longos períodos de estiagem, que reduzem a florada do Cerrado, e o alto custo dos insumos utilizados no manejo das colmeias. O documento também recomenda a criação de núcleos de produtores e o fortalecimento de parcerias institucionais para ampliar a produtividade e consolidar a apicultura como uma alternativa sustentável de geração de emprego, renda e desenvolvimento no meio rural de Várzea Grande.
Com Prefeitura de Várzea Grande
Agro Mato Grosso
Aprosoja MT repudia violência contra produtor rural em Feliz Natal

A Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT) manifesta repúdio ao episódio de violência ocorrido nesta sexta-feira (26.06), em Feliz Natal, envolvendo o produtor rural Maikel Alan Tespesal.
Segundo informações da imprensa, o produtor foi baleado durante diligência em sua propriedade, na presença de familiares. O caso causa consternação e exige apuração imediata, rigorosa e transparente.
A Aprosoja MT reforça que controvérsias comerciais e o cumprimento de decisões judiciais devem ocorrer dentro dos limites da legalidade, com segurança, responsabilidade e absoluto respeito à vida.
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A entidade informa que está em contato com a Secretaria de Estado de Segurança Pública de Mato Grosso – SESP/MT e acompanhará o caso para que os fatos sejam integralmente esclarecidos.
Agro Mato Grosso
Prêmio Aprosoja MT reconhece profissionais que fortalecem o diálogo entre agro e sociedade

Premiação fortalece a conexão entre o agro e a sociedade, inscrições seguem até o próximo dia 7 de agosto
A 4ª edição do Prêmio Aprosoja MT de Jornalismo segue com inscrições abertas até o próximo dia 7 de agosto. A premiação, promovida pela Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT), foi criada para valorizar, incentivar e aproximar os comunicadores do agro mato-grossense. Para a jornalista Simone Guedes, o prêmio trouxe informações novas sobre temas que muitas pessoas ainda desconhecem, especialmente a relação entre o agro e a saúde coletiva.
Simone Guedes, segunda colocada na categoria Reportagem em Áudio, pela Rádio Bom Jesus FM, destacou que esta foi a primeira vez que participou da premiação. Durante o processo de produção do material, ela descobriu que a adição de etanol e biodiesel aos combustíveis contribui para a redução da emissão de fuligem gerada pela queima dos combustíveis veiculares. Essa redução torna o ar das cidades mais limpo.
“Para mim, levantar essas informações e levá-las à sociedade foi muito importante, até para que eu pudesse conhecer um pouco mais do que acontece em nosso estado, da nossa cultura pecuária e do nosso agronegócio. Esses assuntos precisam ser mais abordados. Durante a produção da matéria, descobri o impacto que isso tem na nossa saúde e como o agronegócio pode contribuir para que tenhamos mais qualidade de vida”, disse.
O tema da premiação incentiva os profissionais a explorarem a conexão entre o campo e a cidade, mostrando a importância da produção agrícola para além dos municípios do interior, assim como fez a jornalista premiada. Para realizar uma boa apuração, Simone contou que buscou diversas fontes e acompanhou o trabalho de outros profissionais. Mesmo diante dos desafios, ela manteve a confiança e o desejo de conquistar uma colocação na categoria.
“Meu recado para todos os comunicadores é que se dediquem, estudem e procurem informações sobre o agro, sobre a soja, sobre o milho. Enfim, nós temos um leque enorme de oportunidades para mostrar a importância do nosso estado e fazer com que Mato Grosso seja ainda mais reconhecido”, afirmou.
Além da categoria Reportagem de Aúdio, profissionais de todo o país podem se inscrever nas categorias Reportagem em Vídeo, Reportagem em Texto, Jornalismo Universitário, Fotojornalismo e Destaques Mato-grossenses, para os profissionais do estado.
Com mais de R$ 210 mil em premiação, o concurso busca reconhecer o trabalho dos profissionais da comunicação que fortalecem o diálogo entre o agro e a sociedade. Ao todo, 17 participantes serão premiados durante a cerimônia de entrega dos prêmios, marcada para novembro. Além da premiação em dinheiro, os dez finalistas de cada categoria e os cinco finalistas da categoria Destaques Mato-grossenses concorrerão ao Prêmio Master, que consiste em uma viagem aos Estados Unidos com a Aprosoja MT, prevista para 2027.
Para concorrer, os comunicadores devem inscrever trabalhos publicados entre 12 de setembro de 2025 e 7 de agosto de 2026, em veículos de comunicação de todo o Brasil. Cada participante poderá inscrever até dois trabalhos jornalísticos, desde que ambos estejam na mesma categoria.
Os interessados podem consultar o regulamento e realizar a inscrição no site da Aprosoja MT. Os vencedores serão anunciados no dia 19 de novembro, durante a cerimônia de premiação promovida pela entidade.
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