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11 de junho de 2026

Sustentabilidade

Milliken lança nova tecnologia de encapsulamento de biológicos e anuncia parcerias no mercado brasileiro – MAIS SOJA

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A fabricante global Milliken & Company anuncia o lançamento de nova tecnologia de encapsulamento para atender parceiros do setor agrícola no mercado brasileiro. A empresa está prestes a concluir a instalação de uma nova estrutura de última geração de prototipagem, análise e testes, com o objetivo de oferecer formulações inovadoras para insumos agrícolas, desenvolvidas com base em dados, garantindo inovação, conformidade regulatória e alta qualidade. Ajudando, assim, os clientes a se manterem à frente das demandas deste mercado em constante evolução.

Com décadas de experiência em microencapsulamento, a Milliken fornece mecanismos de liberação controlada que aumentam a estabilidade, prolongam a vida útil e melhoram a resistência aos raios UV de agroquímicos e biológicos. Essa tecnologia melhora a eficácia por meio de uma aplicação mais precisa, ao mesmo tempo em que minimiza o escoamento, reforçando práticas agrícolas mais responsáveis.

A novidade da empresa chega em um momento em que o crescimento dos biológicos no Brasil é rápido, impulsionado por um sistema regulatório favorável, sendo que mais da metade dos agricultores utiliza bioinsumos de alguma forma, segundo pesquisa da EMBRAPA (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária). “Expandir nossa presença global em encapsulamento, especialmente com foco no segmento crescente de biológicos agrícolas no Brasil, reflete o compromisso da Milliken em utilizar ciência e tecnologia para proteger os recursos naturais por meio de estratégias de aplicação eficientes e responsáveis,” disse Cristina Neri, Vice-Presidente de Soluções em Polímeros da Milliken.

A nova unidade no Brasil marca a primeira expansão da exclusiva tecnologia de microencapsulamento Encapsys™ da Milliken para agricultura fora de seu centro de excelência nos Estados Unidos, localizado em Appleton, Wisconsin. Em ambas as unidades, especialistas internos em P&D (Pesquisa e Desenvolvimento) irão facilitar o processo desde a inovação em laboratório até a produção em escala industrial, atuando com uma ampla gama de soluções químicas biodegradáveis, compatíveis com insumos, tanto convencionais, quanto biológicos.

Parceria entre Milliken e IdeeLab

Além do laboratório, a Milliken está ampliando suas parcerias com outras empresas inovadoras do setor agrícola no Brasil. A empresa anunciou um acordo (não exclusivo) com a IdeeLab, uma companhia brasileira especializada no desenvolvimento de soluções biológicas inovadoras para a agricultura. As empresas irão unir seus conhecimentos especializados para oferecer soluções integradas mais robustas aos clientes e impulsionar programas de P&D voltados para o mercado de biológicos.

A IdeeLab está na liderança no desenvolvimento de produtos agrícolas biológicos e sustentáveis no Brasil, impulsionando novas tecnologias em nome de seus clientes para o mercado de insumos. Recentemente, a empresa inaugurou sua unidade de fabricação em escala industrial no país. A tecnologia de microencapsulamento pode trazer estabilidade para formulações líquidas, prolongar a vida útil e oferecer resistência à radiação UV e à temperatura em produtos biológicos. Ambas as empresas colaborarão para acelerar projetos que possam trazer soluções exclusivas ao mercado brasileiro de biológicos. A Milliken continuará firmando novas parcerias para expandir seu portfólio e permitir que mais clientes no Brasil tenham acesso às soluções avançadas da empresa para a agricultura moderna.

Juntas, a Milliken e a IdeeLab participarão do evento internacional Biocontrol and Biostimulants Latam, em Campinas/SP, de 28 a 30 de julho, para apresentar suas tecnologias e reforçar as sinergias esperadas dessa parceria. Além disso, Ryan Michaud, Líder Global de Produto da Milliken, fará uma apresentação sobre o potencial do encapsulamento para melhorar o desempenho e a estabilidade dos insumos biológicos.

Ronaldo Dalio, CEO da IdeeLab, afirmou: “Trabalhar com as tecnologias de encapsulamento da Milliken nos ajudará a acelerar a inovação e permitirá que ambas as empresas entreguem soluções responsáveis aos agricultores brasileiros de forma mais eficiente. A IdeeLab tem liderado o desenvolvimento da próxima geração de bioinsumos no Brasil, e conectar-se ao legado da Milliken nos ajudará a explorar novas rotas para melhorar o desempenho dos produtos em campo para nossos clientes.”

Cristina Neri acrescentou: “A IdeeLab vem inspirando uma nova era na agricultura brasileira, e estamos entusiasmados em recebê-la em nosso ecossistema. À medida que a Milliken amplia sua oferta para fomentar a inovação em produtos biológicos — especialmente produtos de nova geração baseados em extratos vegetais, feromônios e microrganismos — parceiros como a IdeeLab nos ajudarão a gerar ainda mais impacto.”

Sobre a Milliken

A Milliken & Company é uma líder global em manufatura que foca em ciência de materiais para entregar as inovações do futuro hoje. De moléculas líderes de mercado a soluções sustentáveis, a Milliken cria produtos que melhoram a vida das pessoas e oferecem soluções para clientes e comunidades. Com milhares de patentes e um portfólio com aplicações nos setores têxtil, de revestimento de pisos, químicos e saúde, a empresa usa integridade e excelência compartilhadas para impactar positivamente o mundo por gerações. Saiba mais em milliken.com e nas redes sociais Facebook, Instagram e LinkedIn.

Sobre a IdeeLab

A IdeeLab Biotecnologia é uma CDMO (Organização de Desenvolvimento e Fabricação sob Contrato) pioneira em biológicos agrícolas no Brasil, integrando desenvolvimento científico avançado com capacidade robusta de escalonamento e fabricação de produtos biológicos de alto desempenho. Fundada a partir das pesquisas do Prof. Dr. Sérgio F. Pascholati e do Dr. Ronaldo JD Dalio, a empresa nasceu com a missão de transformar descobertas científicas em tecnologias prontas para o campo, de forma eficiente e sustentável.

Do descobrimento de microrganismos à produção em escala industrial, a IdeeLab oferece soluções completas que ajudam empresas do agronegócio a levar ao mercado a próxima geração de biológicos com mais rapidez e confiabilidade. Sua infraestrutura moderna, capacidade de produção ampliada e equipe altamente qualificada posicionam a empresa como um parceiro estratégico para players globais em busca de excelência em biotecnologia agrícola.

Fonte: Assessoria de Imprensa Milliken



 

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Sustentabilidade

Aplicação aérea de defensivos é alternativa para reduzir perdas por amassamento – MAIS SOJA

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A aplicação de defensivos agrícolas por pulverização é uma prática essencial nas lavouras de soja, viabilizando o controle eficiente de pragas, doenças e plantas daninhas em escala comercial. Para o manejo fitossanitário da cultura, diferentes modalidades de aplicação podem ser adotadas, conforme as características da propriedade rural, as condições operacionais e a tecnologia disponível. Nesse cenário, a aplicação terrestre, realizada por meio de pulverizadores tratorizados ou autopropelidos, destaca-se como uma das principais estratégias utilizadas pelos sojicultores.

Por outro lado, a aplicação aérea de defensivos agrícolas, realizada por aeronaves tripuladas ou remotamente pilotadas (drones), tem ganhado espaço no campo e se consolidado como uma alternativa tecnicamente viável para grande parte das propriedades rurais. O avanço tecnológico e a crescente adoção dos drones na agricultura têm ampliado o interesse dos produtores por essa modalidade de aplicação. Entre suas principais vantagens, destacam-se a eliminação do amassamento de plantas causado pelo tráfego dos pulverizadores terrestres e a possibilidade de realização das aplicações em áreas ou condições que dificultam o acesso de máquinas ao interior da lavoura. Como resultado, a pulverização aérea pode contribuir para a preservação do potencial produtivo da cultura e para o aumento da eficiência das operações fitossanitárias.

Figura 1. Rastros oriundos do tráfegos de máquinas para pulverização. Amassamento de plantas.

Pesquisas demonstram que as perdas por amassamento em lavouras de soja, causadas por aplicações terrestres de defensivos agrícolas, podem variar de 4% a 7%, especialmente quando são realizadas entre três e cinco aplicações ao longo do ciclo da cultura (Costa, 2017). Considerando uma produtividade média de 60 sc ha⁻¹ (3.600 kg ha⁻¹) e uma taxa de amassamento de 5%, a perda pode chegar a aproximadamente 3 sc ha⁻¹ (180 kg ha⁻¹), o que representa uma redução expressiva na produtividade e, consequentemente, na rentabilidade da lavoura.



Sobretudo, embora as aplicações aéreas possibilitem uma redução das perdas decorrentes do amassamento das plantas, sua eficácia é por vezes questionada, principalmente se tratando de novas tecnologias como os drones. Contudo, ao comparar a aplicação terrestre e aérea para determinar qual dessas operações proporcionou ganhos produtivos na cultura da soja, Hamada et al. (2025) observaram que as aplicações aéreas, utilizado drones, demonstraram resultados de rendimentos superiores em comparação com as aplicações terrestres, possibilitando ganhos de produtividade de até 6,3 sc/ha em comparação a pulverização terrestre (figura 2).

Figura 2. Comparação de médias de produtividade da soja entre as aplicações aéreas com aeronave remotamente pilotada e terrestres com trator.
Letras diferentes indicam diferença significativa entre os tratamentos, de acordo com o teste de Tukey (p < 0,05).
Adaptado: Hamada et al. (2025)

Dentre os fatores atribuídos a maior produtividade obtida com as aplicações áreas de defensivos, os autores destacam o desempenho eficaz das pulverizações, bem como a maior uniformidade das aplicações e menor dano mecânico em comparação a aplicação terrestre, reforçando que as aplicações áreas são ferramentas eficazes para o manejo fitossanitário da soja e que as aeronaves remotamente pilotadas (drones) são uma opção viável, eficiente e sustentável para a pulverização terrestre.

Confira o estudo completo desenvolvido por Hamada e colaboradores (2025) clicando aqui!

Referências:

COSTA, C. C. CUSTOS E BENEFÍCIOS DO SUO DA PULVERIZAÇÃO AÉREA DE AGROTÓXICOS NA AGRÍCULTURA. Embrapa, Boletim de Pesquisa e Desenvolvimento, n. 39, 2017. Disponível em: < https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/bitstream/doc/1085336/1/BoletimPD39Custoebeneficio….pdf >, acesso em 11/06/2026.

HAMADA, B. H. et al. AERIAL  APPLICATION  RESULTS  IN  PRODUCTION  GAINS  IN  RELATION  TO  GROUNDAPPLICATION IN SOYBEAN. Revista Caatinga, 2025. Disponível em: < https://www.scielo.br/j/rcaat/a/G9kC9TQLq7nQThGV5qPkkBR/?lang=en >, acesso em: 11/06/2026.

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Sustentabilidade

Capacidade de armazenagem agrícola cresce 1,1% e chega a 233,8 milhões de toneladas no 2 semestre de 2025

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No 2º semestre de 2025, a capacidade disponível para armazenamento no Brasil foi de 233,8 milhões de toneladas, 1,1% superior ao semestre anterior. O número de estabelecimentos (9.668) cresceu 0,5% frente ao primeiro semestre de 2025.

Neste período, apenas a Região Sul apresentou redução no número de estabelecimentos, enquanto as demais apresentaram aumento, com destaque para a Região Norte, que subiu 4,7%; seguido do Nordeste (1,9%); Sudeste (1,5%) e Centro-Oeste (0,3%).

Em relação aos estoques dos cinco principais produtos agrícolas existentes nas unidades armazenadoras, em 31/12/2025, os estoques de milho representaram o maior volume (22,8 milhões de toneladas), seguidos pelos estoques de soja (7,3 milhões), trigo (6,0 milhões), arroz (2,9 milhões) e café (0,8 milhão). Estes produtos constituem 90,3% do total estocado entre os produtos monitorados por esta pesquisa, sendo os 9,7% restantes compostos por algodão, feijão preto, feijão de cor, e outros grãos e sementes. No total, a pesquisa levantou 44,1 milhões de toneladas de produtos que monitora.

Capacidade dos silos atinge 124,7 milhões de toneladas, com alta de 1,2%

O total de capacidade útil disponível no Brasil para armazenamento, registrado no segundo semestre de 2025, em estabelecimentos ativos na pesquisa, foi de 233,8 milhões de toneladas, 1,1% superior ao semestre anterior. Em termos de capacidade útil armazenável, os silos predominam no País, tendo alcançado 124,7 milhões de toneladas, o que representa 53,3% da capacidade útil total. Em relação ao semestre anterior, os silos apresentaram um acréscimo de 1,2% na capacidade.

Na Região Sul, os silos são responsáveis por 65,6% da capacidade armazenadora regional. A Região concentra 42,7% da capacidade total de silos do País.

Os armazéns convencionais, estruturais e infláveis predominam na Região Sul (34,1%), seguida pela Região Sudeste (32,2%). Essas Regiões são, respectivamente, grandes produtoras de arroz e café, produtos que são armazenados em sacarias e que utilizam este tipo de armazém. O Sul e o Sudeste, juntos, correspondem a 66,3% da capacidade total de armazéns convencionais, estruturais e infláveis do país.

Na distribuição dos tipos de armazenagem, por Unidade da Federação, o Rio Grande do Sul possui o maior número de estabelecimentos de armazenagem (2.444), seguido do Mato Grosso, com 1.799 e Paraná, com 1.372 unidades.

Mato Grosso possui a maior capacidade de armazenagem do País, com 64,2 milhões de toneladas. Deste total, 58,8% são do tipo graneleiros e 37,1% são silos. O Rio Grande do Sul e o Paraná possuem 38,9 e 35,7 milhões de toneladas de capacidade, respectivamente, sendo o silo o tipo de armazém predominante nesses Estados. A capacidade instalada está diretamente relacionada com a distribuição da produção de grãos no País.

Entre os dez municípios com maior capacidade instalada no País, sete se encontram no Mato Grosso, sendo Sorriso o que possui maior capacidade do País com 5,9 milhões de toneladas . Os armazéns graneleiros são responsáveis por 76,4% da capacidade total municipal, que é o maior produtor nacional de soja e milho. Sorriso responde por 9,1% da capacidade de armazenagem do Estado e, juntamente a Nova Mutum, Primavera do Leste, Sinop, Campo Novo do Parecis, Sapezal e Lucas do Rio Verde respondem por 37,8% da capacidade estadual.

Em Goiás, o destaque é a municipalidade de Rio Verde, que responde por 14,5% da capacidade de armazenagem do Estado. Ponta Grossa se destaca com a maior capacidade de armazenagem instalada do Paraná e o sétimo município do País, com 2,6 milhões de toneladas, sendo o graneleiro o principal tipo de estrutura (48,8%), seguido pelos silos, com 41,4%.

Em São Paulo, o destaque é Santos, onde se encontra o maior porto do país, que possui 15,0% da capacidade de armazenamento estadual, sendo predominantes os graneleiros com 60,5% da capacidade de armazenagem santista.

A série histórica da Pesquisa de Estoques mostra que desde 1997, a capacidade útil total instalada teve um acréscimo de 112,5%, passando de 110,0 para 233,8 milhões de toneladas.

Fonte: IBGE



FONTE

Autor:IBGE

Site: IBGE

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Sustentabilidade

Chicago fecha a soja em alta por compras de barganha e ganhos do petróleo – MAIS SOJA

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Os contratos futuros da soja fecharam em alta nesta quarta-feira na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). Após atingir o menor patamar em cerca de quatro meses, os agentes aproveitaram para reposicionar suas carteiras através de compras de barganha. A alta do petróleo ajudou neste movimento, com os participantes buscando se posicionar frente ao relatório de amanhã do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

O USDA deverá, no seu relatório de junho, indicar leve redução nas suas estimativas para safra e estoques de passagem norte-americanos em 2026/27. Os dados para oferta e demanda americana e mundial serão divulgados na quinta, 11, às 13h.

Analistas consultados pelas agências internacionais indicam que o número para a safra dos EUA em 2026/27 deverá ficar em 4,433 bilhões de bushels. Em maio, a previsão era de 4,435 bilhões.

Em relação aos estoques de passagem, o mercado aposta em número 309 milhões de bushels, contra 310 milhões projetados anteriormente. Para 2025/26, a previsão é de que o Departamento reduza seu número de 340 milhões para 336 milhões de bushels.

Em relação ao quadro de oferta e demanda mundial da soja, o mercado aposta em estoques finais 2026/27 de 125,3 milhões de toneladas, subindo frente ao atuais 124,8 milhões. Para 2025/26, o USDA deverá aumentar sua estimativa de 125,1 milhões para 125,7 milhões de toneladas.

O USDA, na avaliação do mercado, deverá elevar a sua estimativa para a safra brasileira, de 180 milhões para 180,4 milhões de toneladas em 2025/26. Já a previsão para a produção argentina em 2025/26 deverá ser elevada de 48 milhões para 48,6 milhões de toneladas.

Os contratos da soja em grão com entrega em julho fecharam com alta de 9,25 centavos de dólar, ou 0,83%, a US$ 11,23 por bushel. A posição agosto teve cotação de US$ 11,27 3/4 por bushel, com elevação de 9,00 centavos de dólar ou 0,80%.

Nos subprodutos, a posição julho do farelo fechou com alta de US$ 0,80 ou 0,26% a US$ 301,90 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em julho fecharam a 75,33 centavos de dólar, com ganho de 0,42 centavo ou 0,56%.

Fonte: Agência Safras



 

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