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22 de setembro de 2026

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Presidente da AL deputado Max Russi diz EUA não podem querer mandar no Brasil, sobre tarifaço I MT

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O deputado estadual Max Russi (PSB), disse que o Brasil não pode aceitar interferências externas e que é preciso se impor diante do aumento da taxação de 10% para 50% sobre produtos brasileiros, imposta pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e anunciada na última semana.

Para o presidente da AL, o Brasil não pode abaixar a cabeça, pois não é uma colônia dos EUA. Ao mesmo tempo, Russi acredita na diplomacia do Governo Federal brasileiro para reverter a situação.

“Não podemos abaixar a cabeça, os Estados Unidos não pode mandar no Brasil. Não somos uma colônia, muito pelo contrário, a gente tem que se impor, lógico através do diálogo, através da conversação, através da negociação para que não possa ter prejuízo para o nosso trabalhador, para a geração de emprego e de venda dos nossos produtos”, disse Max Russi na manhã desta quarta-feira (16).

Desde que o aumento do tarifaço foi anunciado, o presidente americano vem apresentando justificativas. Uma delas é a forma como o Brasil tratou o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), em relação ao julgamento sobre a suposta tentativa de golpe, o que Trump chamou de “caça às bruxas”.

Além disso, o presidente dos Estados Unidos disse que o Brasil ataca os direitos fundamentais de liberdade de expressão dos americanos através de censura das mídias sociais e considerou a relação comercial entre o Brasil e os EUA injusta.

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Por último, Donald Trump disse que vai taxar os produtos brasileiros em 50% porque ele “pode fazer isso” e porque quer ver “dinheiro entrando” no país dele.

Max Russi acredita que a medida do presidente americano de taxar os produtos brasileiros em 50% foi tomada sem critério, mas mostrou esperança de que a elevação da taxação não se concretize.

“Ele toma uma decisão sem critério técnico nenhum, da cabeça dele, esperamos que isso não se efetive”, ressaltou o presidente da AL.

Caso o tarifaço se concretize, passará a valer a partir do dia 1º de agosto.

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Flávia Moretti diz que crise com PL é anterior à campanha eleitoral e não teme expulsão

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Prefeita reclamou que procurou a direção do partido para ajudá-la a resolver problemas, inclusive no diretório de Várzea Grande, mas não teve apoio

A prefeita de Várzea Grande Flávia Moretti disse ontem (21) que não teme eventual expulsão do Partido Liberal (PL). A divergência entre ela e seu grupo político seria anterior à declaração do apoio dela ao governador Otaviano Pivetta (Republicanos). 

Flávia afirmou que procurou a direção do partido para ajudá-la resolver conflitos internos, na época que Tião Zaeli (PL) seu vice-prefeito, em 2025, mas não teria havido retorno do comando do diretório. 

“Não temo expulsão. Antes de tudo, eu sempre procurei o presidente [Ananias Filho, para resolver problemas], desde o ano passado, sempre tentando diálogo, tentando uma solução para os problemas, até políticos, dentro do PL, mas não houve êxito”, disse. 

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Flávia afirmou que não descarta mudar de sigla, independente de expulsão ou não. Segundo ela, outros partidos políticos já a teriam procurado recentemente, após a crise forte com PL, com convite de filiação. 

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Google é multado em 403 milhões de euros por tratamento de dados de localização na UE

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Regulador da Irlanda apontou violações do GDPR em recursos como Histórico de localização e Atividade na Web e em aplicativos; empresa diz ter atualizado as políticas desde o período investigado

A principal autoridade reguladora de proteção de dados da União Europeia (UE) multou o Google em 403 milhões de euros, após uma investigação sobre o tratamento de dados de localização.

A empresa alega que suas políticas já foram atualizadas.

A Comissão de Proteção de Dados da Irlanda (DPC, na sigla em inglês) informou ter constatado que o Google havia infringido as regras de privacidade da UE, conhecidas como Regulamento Geral de Proteção de Dados, por meio de três de seus recursos específicos: “Atividade na Web e em aplicativos”, “Histórico de localização” e “Precisão de localização”. As infrações teriam ocorrido entre 2018 e 2020.

Um porta-voz do Google afirmou que o caso girava em torno de políticas antigas e que a empresa havia lançado ferramentas robustas e aprimorado significativamente suas práticas de gerenciamento de dados de localização desde 2019.

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O Google, que está sujeito a três inquéritos legais distintos em andamento, foi intimado pelo órgão regulador a adequar seu processamento de dados de localização às normas em vigor no prazo de seis meses.

A multa foi a quarta maior entre os mais de 4 bilhões de euros aplicados pela DPC desde que se tornou o principal órgão regulador da União Europeia para a maioria das grandes empresas de tecnologia dos EUA, conforme o regulamento de 2018, devido à localização das operações dessas companhias na Irlanda.

“Como resultado das falhas do Google, as pessoas poderiam não ter percebido que sua localização estava sendo usada, por exemplo, para influenciá-las com anúncios ou para inferir seus interesses, e poderiam perder o controle sobre seus dados pessoais”, afirmou o vice-comissário da DPC, Graham Doyle, em comunicado.

A DPC iniciou a investigação em 2020, após reclamações de várias entidades europeias de defesa dos direitos do consumidor, incluindo a organização pan-europeia de consumidores BEUC, relativas ao tratamento de dados de localização pelo Google.

As infrações incluíram a legalidade e a equidade do tratamento de dados de localização pelo Google na “Atividade na Web e em aplicativos”, uma configuração de conta que processa informações relacionadas à atividade dos usuários nos serviços da ferramenta de busca, e no “Histórico de localização”, que rastreia a localização dos usuários por meio de dispositivos móveis.

*É proibida a reprodução deste conteúdo.

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O Google afirmou que, desde o período investigado, introduziu atualizações que permitem aos usuários excluir automaticamente dados pessoais de forma contínua, armazenar dados da linha do tempo diretamente no dispositivo e gerenciar como os dados, incluindo a localização, são utilizados para anúncios.

Além disso, a empresa armazena uma área geral estimada, em vez da localização precisa do dispositivo, quando um usuário realiza uma busca no Google, acrescentou.

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El Niño deve intensificar seca no Centro-Oeste e chuvas no Sul e Sudeste

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Inmet prevê temperaturas acima da média em praticamente todo o Brasil durante a primavera e aponta possibilidade de déficit de chuva no centro-norte de Mato Grosso e norte de Goiás

De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a influência do El Niño deve acentuar a seca nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. Já no Sudeste e no Sul do país, a projeção é de que o fenômeno vai agravar o excesso de chuvas.

 

“O El Niño tem potencial para influenciar as condições climáticas no Brasil durante a primavera, especialmente nas regiões Sul, Norte e Nordeste”, afirma o meteorologista do Inmet, Mozar de Araújo Salvador.

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Nesta primavera, o El Niño tem mais de 90% de probabilidade de atingir a categoria de muito forte e 75% de chance de ser o evento mais forte registrado desde 1950, conforme as projeções do Centro de Previsão Climática da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (CPC/NOAA).

 

Segundo Mozar Salvador, a influência do fenômeno El Niño na primavera deste ano faz com que a estação ganhe diferentes contornos em relação aos anos anteriores.

 

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“De modo geral, as temperaturas devem ficar elevadas, podendo ultrapassar a média para o período em praticamente todo o Brasil, variando de intensidade conforme a região”, conclui.

 

Temporais e seca

Durante a primavera, o fluxo de umidade vinda da Amazônia fica mais intenso, levando chuvas para o centro-sul da Região Norte, Centro-Oeste e Sudeste do país.

 

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Na Região Sul, também devem ocorrer Complexos Convectivos de Mesoescala – um aglomerado de tempestades em formato circular.

 

Segundo o meteorologista do Inmet, esses sistemas fazem com que haja significativa probabilidade de chuvas acima da média na Região Sul, assim como em parte das regiões Sudeste e Centro-Oeste.

 

“Nessas duas últimas regiões, os estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul podem se destacar com maiores volumes de chuvas”, complementa Salvador.

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Manaus (AM), 20/11/2023, Rio Negro, no bairro São Raimundo em Manaus, próximo ao estaleiro Santa Fé, com seu nível muito baixo, sendo a maior seca em 121 anos. Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

Rio Negro, no bairro São Raimundo, em Manaus, durante maior seca em 121 anos, em 2023. Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

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Por outro lado, o norte da Região Nordeste, especialmente o norte do Piauí e o noroeste do Ceará, deve receber menos chuvas.

 

“Nas Regiões Norte e Nordeste, há maior potencial para chuvas mais irregulares, resultando em déficit de chuvas em grande parte dessas regiões. Também há possibilidade de predomínio de déficit de chuva no centro-norte de Mato Grosso e no norte de Goiás”, afirma Salvador.

 

Equinócio

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A primavera do Hemisfério Sul começa quando o planeta alcança o equinócio de setembro ─ dia do ano em que os Hemisférios Norte e Sul recebem a mesma incidência de raios solares, tendo dia e noite com a mesma duração.

 

O fenômeno se repete duas vezes por ano: em março e em setembro, marcando o início da primavera ou do outono.

 

Ao longo dos próximos três meses, os dias passarão a ficar cada vez mais longos no Hemisfério Sul, até que seja atingido o solstício de dezembro, às 18h50 do dia 21, dando início ao verão.

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No Hemisfério Norte, ocorre o oposto: o equinócio de setembro inicia o outono, e as noites ficam cada vez mais longas até que o inverno comece em dezembro.

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