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6 de agosto de 2026

Sustentabilidade

Chicago/CBOT: Soja fechou em baixa com tensões comerciais e baixa demanda – MAIS SOJA

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Por T&F Agroeconômica. comentários referentes à 14/07/2025
FECHAMENTOS DO DIA 14/07

O contrato de soja para agosto, referência para a safra brasileira, fechou em baixa de -0,32%, ou $ -3,25 cents/bushel a $ 1001,00. A cotação de setembro fechou em baixa de -0,18% ou $ -1,75 cents/bushel a $ 993,25. O contrato de farelo de soja para agosto fechou em baixa de -0,96% ou $ -2,60/ton curta a $ 267,7 e o contrato de óleo de soja para agosto fechou em alta de 0,78% ou $ 0,42/libra-peso a $ 54,17.

ANÁLISE DO MIX

A soja negociada em Chicago fechou de forma mista nesta segunda-feira. As cotações mais curtas, que refletiram as dúvidas comerciais fecharam em queda, enquanto as mais longas fecham com pequenos ganhos. O movimento baixista foi impulsionado pela ausência contínua da China nas compras da nova safra americana, pelas condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento das lavouras nos EUA e por vendas técnicas dos traders.

Além disso, os especuladores aumentaram suas posições líquidas vendidas, refletindo o sentimento pessimista do mercado. As inspeções para embarques das exportações de soja americana caíram -63% no comparativo semanal, ficando abaixo da expectativa mínima do mercado. Nesse cenário, a China ampliou as suas compras em junho, atingindo um recorde
para o mês, onde 80% dos grãos vieram do Brasil, fruto das tensões comerciais entre EUA e China.

NOTÍCIAS IMPORTANTES
EUA-AUMENTO DA DEMANDA DE OLEO PARA BIODIESEL (altista)

Previsões de aumento da demanda doméstica para atender ao aumento do uso de biodiesel durante a safra obrigatória e às restrições que o óleo de canola canadense enfrentaria para entrar nos Estados Unidos se as tarifas recíprocas de 35% sobre produtos importados daquele país finalmente entrassem em vigor em 1º de agosto.

EUA-EXPORTAÇÕES MENORES (baixista)

Embora com um dia útil a menos devido ao feriado do Dia da Independência, o relatório semanal do USDA sobre a inspeção de embarques dos EUA foi negativo, neste caso para o período de 4 a 10 de julho. O USDA relatou hoje embarques de soja totalizando 147.045 toneladas, abaixo das 399.600 toneladas relatadas no relatório anterior e da faixa estimada pelas importações do setor privado entre 200.000 e 500.000 toneladas

AUSÊNCIA DE COMPRAS CHINESAS E EUROPEIAS (baixista)

Como nos dias anteriores, a ausência de compras chinesas de soja nova dos EUA está exercendo um impacto baixista sobre os preços, assim como as tarifas recíprocas de 30% impostas pela Casa Branca à União Europeia, bloco que está entre os destinos alternativos à China.

MAS IMPORTAÇÕES DA CHINA CONTINUAM BATENDO RECORDE (baixista para CBOT, altista para o Brasil)

De acordo com seus próprios cálculos, a Reuters relatou que as importações chinesas de soja em junho atingiram um recorde de 12,26 milhões de toneladas, um volume 10,35% superior aos 11,11 milhões de toneladas do ano anterior. “O aumento nas importações de junho foi impulsionado pelo aumento das compras de soja brasileira em meio às tensões comerciais entre a China e os Estados Unidos”, disse Wan Chengzhi, analista da Jingdu Futures Capital, à agência.

De acordo com a Kpler, provedora de dados de logística portuária, a China importou 9,73 milhões de toneladas de soja do Brasil em junho, enquanto os embarques dos EUA totalizaram apenas 724 mil toneladas. “A China ainda não comprou soja da nova safra dos EUA e suas decisões de compra provavelmente dependerão do resultado de futuras negociações comerciais com os Estados Unidos”, disse Wan. As chegadas de soja à China em julho devem totalizar 10,48 milhões de toneladas, em comparação com 9,85 milhões de toneladas em 2024, segundo estimativas privadas.

EUA-ESTÁGIO DAS LAVOURAS DE SOJA

O USDA informou no final da tarde dessa segunda-feira que o plantio da soja está encerrado e 100% emergido para a temporada 25/26. As plantas em floração representam 47% da área semeada, ante 32% da semana passada, 49% do ano anterior e 47% da média histórica.

As plantas criando vagem está em 15%, ante 8% da semana passada, 17% do ano passado e 14% da média histórica.

EUA-CONDIÇÕES DAS LAVOURAS DE SOJA

O USDA informou uma melhora na qualidade das lavouras americanas. 70% das lavouras de soja estão em condições boas/excelentes condições, ante 66% da semana passada e 68% do ano anterior. 25% em condições regulares, ante 27% da semana anterior e 24% do ano passado. 5% classificados como pobres/muito pobres, ante 7% da semana passada e 7% do ano anterior.

Fonte: T&F Agroeconômica



 

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Sustentabilidade

O que sustentou os preços da soja hoje? Confira as cotações em dia menos movimentado

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Foto: Famasul

O mercado brasileiro de soja registrou alguns negócios nesta quarta-feira (5), envolvendo portos e indústria, mas o ritmo de comercialização permaneceu lento. De acordo com o analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, as cotações ficaram praticamente estáveis, com exceção de poucas praças.

Silveira destaca que a Bolsa de Chicago apresentou leves quedas, enquanto o dólar operou com volatilidade. Os prêmios, por sua vez, seguem elevados nos portos, contribuindo para a sustentação dos preços.

“O produtor continua um pouco afastado do mercado, buscando ofertas melhores. Assim, os negócios seguem restritos às necessidades da mão para a boca”, resume o analista.

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Preços de soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): subiu de R$ 138,00 para R$ 139,00
  • Santa Rosa (RS): subiu de R$ 139,00 para R$ 140,00
  • Cascavel (PR): subiu de R$ 132,00 para R$ 134,00
  • Rondonópolis (MT): manteve em R$ 127,00
  • Dourados (MS): subiu de R$ 128,00 para R$ 129,00
  • Rio Verde (GO): manteve em R$ 127,00
  • Paranaguá (PR): subiu de R$ 144,00 para R$ 145,00
  • Rio Grande (RS): subiu de R$ 144,00 para R$ 145,00

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja fecharam em baixa hoje, na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). A previsão climática segue indicando chuvas para o Meio Oeste dos Estados Unidos nos próximos dias, favorecendo as lavouras. A queda do petróleo completou o cenário de pressão sobre as cotações.

Neste mês de agosto, vital para a consolidação do potencial produtivo da safra americana, o clima não tem sido motivo de preocupação, encaminhando uma produção cheia no segundo maior produtor de soja do mundo.

Após tentar recuperação na parte da manhã, o petróleo registrava perdas pela terceira sessão seguida, adicionando pressão às commodities. A possibilidade de Irã e Estados Unidos chegarem a um acordo sobre o conflito no Oriente Médio está determinando as perdas do petróleo.

Na sessão de hoje, a retração foi contida pelos sinais de demanda pela soja americana, principalmente através de compras por parte dos chineses. O recuo do dólar frente a outras moedas torna a soja dos Estados Unidos mais competitiva.

Contratos futuros de soja

Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com baixa de 3,00 centavos de dólar, ou 0,25%, a US$ 11,74 3/4 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 11,89 3/4 por bushel, com retração de 3,50 centavos de dólar ou 0,29%.

Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com baixa de US$ 2,80 ou 0,87% a US$ 315,60 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 67,17 centavos de dólar, com perda de 0,35 centavo ou 0,51%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão com baixa de 0,07%, sendo negociado a R$ 5,1299 para venda e a R$ 5,1279 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,0989 e a máxima de R$ 5,1344.

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Sustentabilidade

Algodão avança em NY com dólar fraco e alta dos mercados vizinhos – MAIS SOJA

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A Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures) para o algodão fechou com preços mais altos nesta quarta-feira.

As cotações da pluma avançaram no dia sustentadas pelo dólar fraco contra outras moedas. A subida de mercados vizinhos, como o café e o açúcar em NY contribuíram para o suporte, além de fatores técnicos. A piora nas condições das lavouras americanas seguiu como fator positivo para os preços.

Os investidores também se posicionam para o relatório das exportações semanais norte-americanas de algodão, que será divulgado nesta quinta-feira, dia 6, às 9h30 (horário de Brasília), pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

Os contratos com entrega em dezembro/2026 fecharam a 83,02 centavos de dólar por libra-peso, alta de 0,56 centavo, ou de 0,7%. Março/2027 fechou a 84,71 centavos, ganho de 0,66 centavo, ou de 0,8%.

Fonte: Agência Safras



 

FONTE

Autor:Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência Safras News

Site: Agência Safras

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Sustentabilidade

ARROZ/CEPEA: Oferta restrita eleva média ao maior patamar em 11 meses – MAIS SOJA

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Em julho, a média mensal do arroz em casca no Rio Grande do Sul atingiu o maior patamar dos últimos 11 meses, refletindo a combinação entre oferta restrita e demanda aquecida.

Segundo o Cepea, a necessidade de aquisição de matéria-prima levou parte das indústrias a reajustar sucessivamente as ofertas de compra, mas a comercialização permaneceu limitada pela baixa disponibilidade do cereal.

De acordo com pesquisadores do Cepea, os produtores permaneceram retraídos, avaliando que os preços ainda não remuneram adequadamente os custos de produção e apostando em novas valorizações durante a entressafra. A procura de indústrias de outros estados também intensificou a concorrência pela matéria-prima e favoreceu a recuperação dos preços.

O Centro de Pesquisas ressalta que o anúncio de futuras aquisições públicas de arroz e milho reforçou a expectativa de valorização entre os produtores, que passaram a postergar ainda mais as vendas. Até o fim de julho, contudo, o edital e as regras para operacionalização das compras ainda não haviam sido divulgados, mantendo o mercado na expectativa.

Fonte: Cepea



FONTE

Autor:Cepea

Site: Cepea

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