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22 de setembro de 2026

Agro Mato Grosso

Pai, mãe e bebê morrem e filho mais velho fica em estado grave em acidente em rodovia de MT | MT

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Pai, mãe e uma bebê de 1 ano morreram em um acidente entre um carro e uma caminhonete na rodovia MT-338, entre Tapurah e Itanhangá, a 414 km e 447 km de Cuiabá, respectivamente, nessa sexta-feira (12). O filho mais velho do casal, de 15 anos, foi socorrido em estado grave. Uma idosa que pegava carona no veículo da família também não resistiu aos ferimentos e morreu no local.

De acordo com a Polícia Militar, as vítimas foram identificadas como:

  • Izael Paulo de Souza, de 58 anos – pai da família; marido de Angelice.
  • Angelice Krause da Silva, de 32 anos – mãe da família; esposa de Izael.
  • Ana Vitória Krause de Sousa, de 1 ano – filha do casal.
  • Adolescente de 15 anos – filho mais velho do casal; socorrido em estado grave.
  • Eneide Massarotto Mascarello, de 70 anos – não era da família; pegava carona no carro.

 

A idosa que pegava carona: Eneide Massarotto Mascarello, de 70 anos — Foto: Reprodução

A idosa que pegava carona: Eneide Massarotto Mascarello, de 70 anos — Foto: Reprodução

Conforme o boletim de ocorrência, o acidente ocorreu nas proximidades do Posto Corujinha, após o carro em que a família estava bater de frente contra uma caminhonete.

De acordo com a PM, o pai, a mãe, a bebê e a idosa morreram ainda no local do acidente, enquanto o filho mais velho do casal foi socorrido em estado grave por equipes do Centro Integrado de Saúde (CIS) de Itanhangá. Duas das vítimas mortas ficaram presas às ferragens, sendo necessário aguardar a chegada do Corpo de Bombeiros, da Polícia Civil e da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) para os procedimentos de liberação e perícia.

O motorista da caminhonete sofreu uma fratura em um dos braços e foi atendido no local. Ele passou pelo teste do bafômetro, que descartou a ingestão de álcool.

Colisão foi entre caminhonete e Fiat Uno

Os dois veículos ficaram atravessados na pista, e a Polícia Militar atuou na preservação do local e no controle do tráfego até a chegada dos demais órgãos responsáveis.

A dinâmica do acidente deve ser investigada pela Delegacia de Tapurah, que está responsável pelo caso.

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Fazendeiro é condenado por degradação na Terra Indígena Marãiwatséd, em MT

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O Ministério Público Federal (MPF) obteve a condenação de um fazendeiro a recuperar 145,81 hectares degradados dentro da Terra Indígena Marãiwatsédé, em Mato Grosso. A sentença, da Vara Federal Cível e Criminal de Barra do Garças, também determinou que ele não realize atividades incompatíveis com a recuperação ambiental e fixou indenização por dano moral coletivo.

A ação civil pública apurou o impedimento da regeneração de floresta nativa e a manutenção de lavoura de soja mesmo após o embargo da área. Em 2008, fiscais do Ibama constataram a degradação e aplicaram multa de R$ 7,86 milhões. Em 2010, nova fiscalização encontrou plantação de soja na área embargada, resultando em outra multa, de R$ 1 milhão, e na apreensão de 47 mil sacas do produto.

A área originalmente discutida na ação tinha 1.571,20 hectares. Como 1.425,39 hectares já eram objeto de outro processo, a sentença analisou os 145,81 hectares remanescentes.

O fazendeiro deverá apresentar, em até 90 dias após o trânsito em julgado, um plano de recuperação de área degradada (PRAD) e executá-lo até a completa recuperação da área. A sentença também estabeleceu que eventual indenização por danos materiais será aplicada apenas se a recuperação for tecnicamente impossível ou houver descumprimento injustificado das medidas determinadas.

A indenização por dano moral coletivo foi fixada em 5% do valor da reparação material, a ser calculado posteriormente. Segundo a sentença, a degradação atingiu extensa área de floresta amazônica dentro de terra indígena e continuou mesmo após o embargo, afetando bem ambiental coletivo e território destinado constitucionalmente ao povo Xavante.

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Os valores deverão ser destinados ao fundo previsto na Lei da Ação Civil Pública, com preferência para projetos de recuperação da própria Terra Indígena Marãiwatsédé.

A decisão é de primeira instância e pode ser contestada no Tribunal Regional Federal da 1ª Região.

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Ave rara e ameaçada é registrada em área de preservação em MT

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Uma marianinha-de-cabeça-amarela (Pionites leucogaster), ave ameaçada de extinção, foi registrada nesse fim de semana por uma equipe de monitoramento ambiental na área de preservação do reservatório de uma usina hidrelétrica, entre Nova Canaã do Norte e Colíder, a 696 km e 650 km de Cuiabá, respectivamente.

O registro foi feito durante um trabalho de acompanhamento dos animais que vivem na região. De acordo com a equipe, a identificação da ave ajuda os pesquisadores a conhecer melhor a fauna local e a reunir informações para ações de proteção da espécie.

marianinha-de-cabeça-amarela é classificada como “em Perigo” pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN), o que significa que existe um alto risco de extinção. A ave é difícil de ser encontrada e costuma viver nas partes mais altas das árvores da Amazônia.

Com cerca de 23 centímetros, a ave tem cabeça alaranjada, rosto e pescoço amarelos, peito branco e corpo verde. Ela faz parte da mesma família dos papagaios e periquitos e também é conhecida como periquito-d’anta.

A espécie também é encontrada no Peru e na Bolívia. Ela vive principalmente em florestas preservadas e se alimenta de frutos, pétalas e néctar de flores. Ao espalhar sementes, ajuda no crescimento de novas plantas e na renovação das florestas.

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A ave faz seus ninhos em buracos de árvores que ficam entre 15 e 30 metros de altura. A reprodução acontece principalmente em janeiro, quando a fêmea coloca ovos branco-amarelados.

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Avião que buscaria deputado Júlio Campos em MT pousa às margens de rodovia após emergência

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avião que buscaria o deputado Júlio Campos (União) realizou um pouso de emergência em Araguaiana, a 570 km de Cuiabá, na manhã desta terça-feira (22). Conforme informações da assessoria, o parlamentar não estava na aeronave no momento do acidente.

A aeronave faria o translado de Aragarças (GO) para o município de Araguaiana (MT), onde embarcaria o deputado Júlio Campos e assessores para retorno a capital.

“Por motivos ainda desconhecidos a referida aeronave teve que fazer um pouso de emergência as margens da rodovia MT-100, na ocasião a aeronave estava apenas com o comandante a bordo, estamos providenciando comunicado as autoridades competentes. O comandante passou por avaliação médica no local e já foi liberado”, informou a empresa de táxi aéreo.

 

Um vídeo gravado no local mostra a aeronave às margens de uma estrada, próximo a uma fazenda (vídeo abaixo). Alguns carros circulavam na região no momento do pouco, mas nenhum veículo foi atingido.

Avião do deputado Julio Campos parou às margens de estrada em MT — Foto: Reprodução

Avião do deputado Julio Campos parou às margens de estrada em MT — Foto: Reprodução

Segundo a assessoria, a situação foi controlada rapidamente e não há feridos. As circunstâncias que levaram ao pouso de emergência ainda são investigadas.

A aeronave de prefixo PT-VOD é um bimotor de pequeno porte, modelo Neiva EMB-810D Seneca III, usada para táxi aéreo no estado. Segundo o Registro Aeronáutico Brasileiro da Anac, ela foi fabricada em 1991.

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