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6 de agosto de 2026

Sustentabilidade

Dólar dispara e deve aquecer preços da soja no Brasil – MAIS SOJA

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O mercado brasileiro de soja deve receber a influência positiva da disparada do dólar frente ao real, após Donald Trump anunciar uma tarifa de 50% sobre o produto importado do Brasil a partir de 1º de agosto. Este movimento deve trazer suporte aos preços, mesmo que a Bolsa de Mercadorias de Chicago opere com perdas moderadas neste início da manhã.

Nesta terça-feira, o mercado brasileiro de soja apresentou preços fracos, de estáveis a mais baixos. Segundo o consultor de Safras & Mercado, Rafael Silveira, a Bolsa de Chicago recuou novamente, os prêmios ajudam a compensar e o dólar avançou, mas não durante a sessão em bolsa. No interior, os preços cederam, mas pouco, e ainda seguem bem acima da paridade de exportação. “O Basis está muito alto, os produtores seguram o produto. Há poucas indicações, com negócios em melhores volumes ocorrendo no porto Paranaguá, Rio Grande e Santos. Interior bem fraco, sem ofertas e indústrias pouco compradas”, apontou.

Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos recuou de R$ 129,00 para R$ 128,00. Em Santa Rosa (RS), a cotação baixou de R$ 130,00 para R$ 129,00 a saca. No Porto de Rio Grande, o preço se manteve estável em R$ 135,00 por saca.

Em Cascavel (PR), a saca caiu de R$ 131,00 para R$ 129,00. No porto de Paranaguá (PR), o preço ficou estável em R$ 134,00 para a saca.

Em Rondonópolis (MT), o valor da saca caiu de R$ 117,00 para R$ 116,00. Em Dourados (MS), o preço baixou de R$ 119,00 para R$ 118,00 a saca. Já em Rio Verde (GO), a saca permaneceu em R$ 117,00.

CHICAGO

* A Bolsa de Mercadorias de Chicago tem queda de 0,24% na posição novembro/25, cotado a 10,04 3/4 centavos de dólar por bushel.

* O mercado busca um movimento de recuperação técnica na véspera da divulgação do relatório mensal do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), previsto para esta sexta-feira (11), com novas estimativas de oferta e demanda global de grãos. A oleaginosa vem de três sessões consecutivas de queda.

CÂMBIO

* O dólar comercial registra alta de 1,84%, a R$ 5,6040. O Dollar Index registra alta de 0,02%, a 97,583 pontos.

INDICADORES FINANCEIROS

* As principais bolsas da Ásia encerram em sentidos opostos. Xangai, +0,48%. Tóquio, -0,44%.

* A maioria das bolsas na Europa opera com ganhos. Paris, +0,36%. Frankfurt, -0,02%. Londres, +0,98%.

* O petróleo com preços mais baixos. Agosto do WTI em NY: US$ 67,86 o barril (-0,76%).

AGENDA

—–Quinta-feira (10/07)

– Relatório de condições das lavouras da Argentina – Ministério da Agricultura, na parte da tarde.

– Dados de desenvolvimento das lavouras argentinas – Bolsa de Cereais de Buenos Aires, 15hs.

– Dados de desenvolvimento das lavouras no RS – Emater, na parte da tarde.

—–Sexta-feira (11/07)

– Alemanha: A leitura revisada do índice de preços ao consumidor de junho será publicada às 3h pelo Destatis.

– Reino Unido: A leitura mensal do PIB de maio será publicada às 3h pelo departamento de estatísticas.

– Reino Unido: A leitura da produção industrial de maio será publicada às 3h pelo departamento de estatísticas.

– Reino Unido: O saldo da balança comercial de maio será publicado às 3h pelo departamento de estatísticas.

– AIE: O relatório mensal de petróleo será publicado às 4h pela AIE.

– Relatório de oferta e demanda mundial e norte-americana de grãos – USDA/Wasde, 13h.

– Dados de evolução das lavouras do Mato Grosso – IMEA, 16h.

– China: O saldo da balança comercial de junho será publicado à meia-noite de sábado pela alfândega.

Fonte: Rodrigo Ramos / Safras News



 

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Sustentabilidade

O que sustentou os preços da soja hoje? Confira as cotações em dia menos movimentado

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Foto: Famasul

O mercado brasileiro de soja registrou alguns negócios nesta quarta-feira (5), envolvendo portos e indústria, mas o ritmo de comercialização permaneceu lento. De acordo com o analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, as cotações ficaram praticamente estáveis, com exceção de poucas praças.

Silveira destaca que a Bolsa de Chicago apresentou leves quedas, enquanto o dólar operou com volatilidade. Os prêmios, por sua vez, seguem elevados nos portos, contribuindo para a sustentação dos preços.

“O produtor continua um pouco afastado do mercado, buscando ofertas melhores. Assim, os negócios seguem restritos às necessidades da mão para a boca”, resume o analista.

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Preços de soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): subiu de R$ 138,00 para R$ 139,00
  • Santa Rosa (RS): subiu de R$ 139,00 para R$ 140,00
  • Cascavel (PR): subiu de R$ 132,00 para R$ 134,00
  • Rondonópolis (MT): manteve em R$ 127,00
  • Dourados (MS): subiu de R$ 128,00 para R$ 129,00
  • Rio Verde (GO): manteve em R$ 127,00
  • Paranaguá (PR): subiu de R$ 144,00 para R$ 145,00
  • Rio Grande (RS): subiu de R$ 144,00 para R$ 145,00

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja fecharam em baixa hoje, na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). A previsão climática segue indicando chuvas para o Meio Oeste dos Estados Unidos nos próximos dias, favorecendo as lavouras. A queda do petróleo completou o cenário de pressão sobre as cotações.

Neste mês de agosto, vital para a consolidação do potencial produtivo da safra americana, o clima não tem sido motivo de preocupação, encaminhando uma produção cheia no segundo maior produtor de soja do mundo.

Após tentar recuperação na parte da manhã, o petróleo registrava perdas pela terceira sessão seguida, adicionando pressão às commodities. A possibilidade de Irã e Estados Unidos chegarem a um acordo sobre o conflito no Oriente Médio está determinando as perdas do petróleo.

Na sessão de hoje, a retração foi contida pelos sinais de demanda pela soja americana, principalmente através de compras por parte dos chineses. O recuo do dólar frente a outras moedas torna a soja dos Estados Unidos mais competitiva.

Contratos futuros de soja

Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com baixa de 3,00 centavos de dólar, ou 0,25%, a US$ 11,74 3/4 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 11,89 3/4 por bushel, com retração de 3,50 centavos de dólar ou 0,29%.

Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com baixa de US$ 2,80 ou 0,87% a US$ 315,60 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 67,17 centavos de dólar, com perda de 0,35 centavo ou 0,51%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão com baixa de 0,07%, sendo negociado a R$ 5,1299 para venda e a R$ 5,1279 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,0989 e a máxima de R$ 5,1344.

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Sustentabilidade

Algodão avança em NY com dólar fraco e alta dos mercados vizinhos – MAIS SOJA

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A Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures) para o algodão fechou com preços mais altos nesta quarta-feira.

As cotações da pluma avançaram no dia sustentadas pelo dólar fraco contra outras moedas. A subida de mercados vizinhos, como o café e o açúcar em NY contribuíram para o suporte, além de fatores técnicos. A piora nas condições das lavouras americanas seguiu como fator positivo para os preços.

Os investidores também se posicionam para o relatório das exportações semanais norte-americanas de algodão, que será divulgado nesta quinta-feira, dia 6, às 9h30 (horário de Brasília), pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

Os contratos com entrega em dezembro/2026 fecharam a 83,02 centavos de dólar por libra-peso, alta de 0,56 centavo, ou de 0,7%. Março/2027 fechou a 84,71 centavos, ganho de 0,66 centavo, ou de 0,8%.

Fonte: Agência Safras



 

FONTE

Autor:Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência Safras News

Site: Agência Safras

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Sustentabilidade

ARROZ/CEPEA: Oferta restrita eleva média ao maior patamar em 11 meses – MAIS SOJA

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Em julho, a média mensal do arroz em casca no Rio Grande do Sul atingiu o maior patamar dos últimos 11 meses, refletindo a combinação entre oferta restrita e demanda aquecida.

Segundo o Cepea, a necessidade de aquisição de matéria-prima levou parte das indústrias a reajustar sucessivamente as ofertas de compra, mas a comercialização permaneceu limitada pela baixa disponibilidade do cereal.

De acordo com pesquisadores do Cepea, os produtores permaneceram retraídos, avaliando que os preços ainda não remuneram adequadamente os custos de produção e apostando em novas valorizações durante a entressafra. A procura de indústrias de outros estados também intensificou a concorrência pela matéria-prima e favoreceu a recuperação dos preços.

O Centro de Pesquisas ressalta que o anúncio de futuras aquisições públicas de arroz e milho reforçou a expectativa de valorização entre os produtores, que passaram a postergar ainda mais as vendas. Até o fim de julho, contudo, o edital e as regras para operacionalização das compras ainda não haviam sido divulgados, mantendo o mercado na expectativa.

Fonte: Cepea



FONTE

Autor:Cepea

Site: Cepea

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