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6 de maio de 2026

Business

Criação de abelhas sem ferrão gera renda sustentável para famílias no Amazonas

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A criação orgânica de abelhas sem ferrão tem se consolidado como alternativa de renda sustentável para cerca de 120 famílias no Amazonas. A atividade, chamada de meliponicultura, valoriza espécies nativas do Brasil e fortalece a conservação ambiental e a economia de base comunitária, especialmente em áreas rurais.

As abelhas sem ferrão, conhecidas como melíponas, habitavam o território brasileiro antes da introdução das abelhas europeias e africanas, estas últimas responsáveis pelas chamadas abelhas africanizadas. Diferentemente das abelhas com ferrão, as nativas possuem um ferrão atrofiado e não o utilizam para defesa, agindo de forma menos agressiva e sendo ideais para manejo em áreas residenciais ou de preservação ambiental. Entre as espécies mais comuns estão a Jataí, a Uruçu, a Mandaçaia e a Iraí.

O meliponicultor João Fernandes, meliponicultor há mais de 20 anos, lidera uma iniciativa que conecta conservação e geração de renda no quilômetro 5 da rodovia AM-070, no meliponário. A história começou a partir do contato com colmeias encontradas na lenha utilizada na olaria do pai. Com formação técnica e dedicação à causa, João passou a coletar e cuidar dessas abelhas, transformando o que era apenas um resgate em um projeto estruturado.

Famílias da região

Atualmente, o meliponário atua com um banco de matrizes, onde são mantidas e reproduzidas colônias de mais de 20 espécies de abelhas. O foco principal está na multiplicação dos enxames, que são repassados a moradores da região interessados na atividade. Esses criadores ficam responsáveis pela produção de mel, própolis e pólen, enquanto João realiza a compra dos produtos durante a safra. O modelo garante autonomia aos parceiros locais e um mercado estável para o escoamento da produção.

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Entre as espécies mais produtivas da região estão a Jandaíra e as uruçus, como a Melipona interrupta e a Melipona seminigra. Essas abelhas respondem por grande parte do mel comercializado, enquanto outras espécies são direcionadas à produção de própolis e pólen. A estrutura do meliponário inclui ainda experimentos com suplementação alimentar para acelerar o desenvolvimento das colônias, permitindo até quatro reproduções por ano, número significativamente superior ao ciclo natural.

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Agro Mato Grosso

Algodão em pluma acumula quinta alta seguida e atinge maior nível em MT

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Avanço dos preços é impulsionado por exportações firmes, estoques reduzidos e influência do petróleo, aponta Cepea

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Business

Maior oferta global e expectativa de boa safra provocam queda nos preços do café

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Foto: Pixabay

Os preços do café arábica e do robusta encerraram abril em queda nos mercados interno e externo, pressionados pelas expectativas de maior oferta global no ciclo 2026/27 e pelas projeções de uma boa safra brasileira. A avaliação é do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Segundo os pesquisadores, o avanço da colheita no Brasil ao longo de maio também contribuiu para pressionar as cotações futuras na Bolsa de Nova York (ICE Futures). Apesar disso, as baixas foram limitadas pelo baixo nível dos estoques certificados da bolsa e pelas tensões geopolíticas no Oriente Médio, que seguem gerando incertezas sobre o fluxo global da commodity.

Arábica acumula queda de mais de 26% em um ano

O Indicador Cepea/Esalq do café arábica tipo 6, bebida dura para melhor, posto na capital paulista, registrou média de R$ 1.811,87 por saca de 60 quilos em abril. O valor representa recuo de 5,3% em relação à média de março, quando a cotação ficou em R$ 1.913,89 por saca.

Na comparação anual, a queda é ainda mais intensa. Em relação a abril de 2025, quando o indicador teve média de R$ 2.476,40 por saca, o recuo chega a 26,8% em termos reais, considerando os valores corrigidos pelo IGP-DI de março de 2026.

Robusta cai mais de 40% frente ao ano passado

Para o café robusta, o Indicador Cepea/Esalq do tipo 6, peneira 13 acima, a retirar no Espírito Santo, teve média de R$ 917,15 por saca em abril.

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O valor representa queda de 10,3% frente à média de março, de R$ 1.021,92 por saca. Já na comparação com abril do ano passado, quando a média foi de R$ 1.549,59, a baixa acumulada chega a 40,1% em termos reais.

Bolsa de Nova York também registra baixa

Na ICE Futures, o contrato julho/2026 do café arábica encerrou abril cotado a 285,55 centavos de dólar por libra-peso, recuo de 525 pontos em relação ao fechamento de março.
Segundo o Cepea, as perspectivas de maior oferta global e o avanço da colheita brasileira foram os principais fatores de pressão sobre os contratos futuros ao longo do mês.

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Agro Mato Grosso

Dois acidentes com carretas são registrados em menos de 30 minutos na BR-163 em MT; vídeo

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Dois acidentes com carretas foram registrados em trechos da BR-163, em Rondonópolis (MT), em menos de 30 minutos, nesta quarta-feira (6). O primeiro foi após uma carreta invadir a pista contrária, e o segundo foi uma batida traseira entre dois veículos de carga.

Imagens feitas por testemunhas mostram o trânsito paralisado e uma carreta em chamas, com a pista sendo tomada pela fumaça (vídeo abaixo).

De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), a equipe foi acionada para atender o primeiro acidente, após o motorista perder o controle da direção e invadir a pista contrária. Logo depois, houve outra batida envolvendo duas carretas, sendo que uma delas pegou fogo e ficou imobilizada no canteiro central da rodovia.

VIDEO:

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fumaça intensa do segundo acidente comprometeu a visibilidade nos dois sentidos da pista e levou à interdição completa da via. Equipes da PRF, da concessionária que administra a rodovia e do Corpo de Bombeiros foram até o local e controlaram as chamas, além de atuarem na segurança do tráfego.

A concessionaria responsável pelo trecho, Nova Rota do Oeste, informou que o condutor da carreta que invadiu a pista foi levado ao Hospital Regional. Já no outro acidente, apenas um dos motoristas ficou ferido e foi levado até uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA).

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Agro MT