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6 de maio de 2026

Business

Casos de raiva em morcegos ‘acendem’ alerta no DF

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Dois morcegos encontrados no Distrito Federal testaram positivo para a raiva, segundo informações divulgadas pela Secretaria de Saúde. Os animais foram recolhidos nas regiões de Planaltina e Sobradinho, nos dias 2 e 5 de julho. Ambos pertencem à espécie Artibeus lituratus, conhecida como morcego-da-cara-branca, que se alimenta de frutas.

De acordo com a Agência Brasil, não houve registro de exposição humana. Os morcegos tiveram contato apenas com cães, mas as autoridades seguem em estado de alerta. A raiva é uma doença extremamente letal, com quase 100% de taxa de mortalidade. Por isso, o governo do Distrito Federal vai reforçar ações de vigilância, prevenção e controle. Entre as medidas está a instalação de armadilhas para captura e monitoramento de morcegos nas áreas afetadas.

População também em alerta

A população também deve redobrar os cuidados. A recomendação é que qualquer contato com morcegos, vivos ou mortos, seja comunicado imediatamente à equipe de zoonoses, pelos telefones (61) 3449-4432 ou 3449-4434, ou ainda pelo Disque Saúde no número 160. Não se deve, em hipótese alguma, tocar ou tentar recolher os animais.

Entre as principais orientações da Secretaria de Saúde estão as seguintes:

  • Manter a vacinação anual de cães e gatos em dia, participando das campanhas promovidas pela secretaria;
  • Evitar alimentar, tocar ou abrigar animais silvestres, já que não é possível saber se estão saudáveis ou infectados;
  • Em caso de mordida ou arranhão causado por morcegos, animais silvestres ou desconhecidos, lavar o ferimento com água e sabão imediatamente e procurar a unidade de saúde mais próxima.

A Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural também realiza o acompanhamento da vacinação de rebanhos, especialmente em áreas rurais.

A doença

A raiva é causada por um vírus do gênero Lyssavirus que afeta o sistema nervoso central de mamíferos, inclusive seres humanos. A infecção ocorre por meio do contato com saliva contaminada, geralmente por mordidas, arranhões ou lambidas de animais doentes.

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Quando o vírus atinge o sistema nervoso, ele se multiplica de forma rápida e causa uma encefalite grave e fatal. Não há tratamento eficaz comprovado. Existem apenas alguns casos raríssimos de cura em todo o mundo, todos com sequelas neurológicas permanentes.

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Noz-pecã ganha valor com alimentos e cosméticos

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Imagem gerada por IA para o Canal Rural

A abertura da colheita da noz-pecã, marcada para a próxima sexta-feira (8) em Nova Pádua (RS), deve ir além da produção in natura. O foco deste ano está nos produtos derivados, que ganham espaço como alternativa de agregação de valor à cultura.

Entre os destaques da programação estão alimentos e cosméticos desenvolvidos a partir da noz-pecã. A proposta é mostrar, na prática, como a matéria-prima pode ser aproveitada em diferentes segmentos.

Salame com noz-pecã

Um dos exemplos vem da agroindústria local, com a produção de salame com noz-pecã. O produto foi desenvolvido após meses de testes pela Salumeria Smiderle, que já atua no segmento de embutidos.

Segundo o sócio-proprietário, Samoel Smiderle, a ideia surgiu da combinação entre a tradição da charcutaria e a presença da pecanicultura na região. A formulação buscou equilíbrio entre sabor e textura. “A gente teve a ideia de testar a noz-pecã no embutido e chegou a um resultado com boa aceitação”, afirma.

O salame leva temperos naturais e passa por processo de maturação. A noz-pecã entra como diferencial, trazendo crocância ao produto. De acordo com Smiderle, a proposta foi manter um perfil mais suave, sem uso de realçadores de sabor.

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A aceitação inicial já reflete na produção. “Quem prova costuma aprovar e até substituir o tradicional”, diz.

Cosméticos à base de pecã

Outro destaque vem do setor de cosméticos. A empresa Nozes Pitol, de Anta Gorda (RS), apresenta uma nova fase da marca, agora chamada Fiorenoz, com foco em produtos de skincare.

A linha utiliza óleo e casca da noz-pecã como base das formulações. Segundo a representante da empresa, Victoria Pitol, a proposta é conectar o uso da matéria-prima ao bem-estar. “São ativos que trazem naturalidade para a pele”, explica.

A reformulação também busca ampliar a percepção sobre o uso da noz-pecã. “A ideia é mostrar que ela vai além do consumo alimentar e pode estar presente também no cuidado pessoal”, afirma.

Programação do evento

Além da apresentação dos produtos, a programação inclui visitação a estandes, painel temático e colheita simbólica.

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O evento será realizado no Salão Comunitário da Capela Sagrado Coração de Jesus, na Comunidade Travessão Bonito, e em propriedade rural do município. A abertura da colheita é promovida pelo Instituto Brasileiro de Pecanicultura (IBPecan), com apoio de entidades do setor.

*Com informações da assessoria de imprensa

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Agro Mato Grosso

Algodão em pluma acumula quinta alta seguida e atinge maior nível em MT

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Avanço dos preços é impulsionado por exportações firmes, estoques reduzidos e influência do petróleo, aponta Cepea

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Maior oferta global e expectativa de boa safra provocam queda nos preços do café

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Foto: Pixabay

Os preços do café arábica e do robusta encerraram abril em queda nos mercados interno e externo, pressionados pelas expectativas de maior oferta global no ciclo 2026/27 e pelas projeções de uma boa safra brasileira. A avaliação é do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Segundo os pesquisadores, o avanço da colheita no Brasil ao longo de maio também contribuiu para pressionar as cotações futuras na Bolsa de Nova York (ICE Futures). Apesar disso, as baixas foram limitadas pelo baixo nível dos estoques certificados da bolsa e pelas tensões geopolíticas no Oriente Médio, que seguem gerando incertezas sobre o fluxo global da commodity.

Arábica acumula queda de mais de 26% em um ano

O Indicador Cepea/Esalq do café arábica tipo 6, bebida dura para melhor, posto na capital paulista, registrou média de R$ 1.811,87 por saca de 60 quilos em abril. O valor representa recuo de 5,3% em relação à média de março, quando a cotação ficou em R$ 1.913,89 por saca.

Na comparação anual, a queda é ainda mais intensa. Em relação a abril de 2025, quando o indicador teve média de R$ 2.476,40 por saca, o recuo chega a 26,8% em termos reais, considerando os valores corrigidos pelo IGP-DI de março de 2026.

Robusta cai mais de 40% frente ao ano passado

Para o café robusta, o Indicador Cepea/Esalq do tipo 6, peneira 13 acima, a retirar no Espírito Santo, teve média de R$ 917,15 por saca em abril.

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O valor representa queda de 10,3% frente à média de março, de R$ 1.021,92 por saca. Já na comparação com abril do ano passado, quando a média foi de R$ 1.549,59, a baixa acumulada chega a 40,1% em termos reais.

Bolsa de Nova York também registra baixa

Na ICE Futures, o contrato julho/2026 do café arábica encerrou abril cotado a 285,55 centavos de dólar por libra-peso, recuo de 525 pontos em relação ao fechamento de março.
Segundo o Cepea, as perspectivas de maior oferta global e o avanço da colheita brasileira foram os principais fatores de pressão sobre os contratos futuros ao longo do mês.

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Agro MT