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17 de setembro de 2026

Tecnologia do Agro

El Niño e La Niña: fenômenos chegam às lavouras de soja?

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Com o inverno se aproximando, a lavouras de soja do Brasil devem enfrentar um cenário marcado pela neutralidade climática no Pacífico Equatorial, fica o questionamento se o El Niño ou La Niña aparecerão nos próximos meses. A previsão especial é do meteorologista do Canal Rural, Arthur Müller, que destaca: o inverno será seco e quente, mas a chuva volta no momento certo para quem vai plantar soja.

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Julho e agosto: período seco e muito quente para a soja

Segundo Müller, os meses de julho e agosto terão pouquíssima chuva no Centro-Oeste e no Sudeste. A expectativa é de um período seco, sem volumes significativos. A boa notícia vem a partir de setembro, com o retorno das chuvas acima da média nas principais regiões produtoras de soja, especialmente no Centro-Oeste.

O problema é a anomalia de temperatura. Julho, agosto e setembro devem registrar temperaturas acima da média, com ondas de calor, focos de incêndio e até temperaturas do solo superiores a 50 °C em regiões do Centro-Oeste. O produtor precisa ficar atento à semeadura e aguardar as ondas de calor passarem e as chuvas se concretizarem para começar o plantio. Isso evita replantio e protege o desenvolvimento inicial da lavoura, já que solo acima de 41 °C já é ruim, e a 50 °C, pior ainda.

Neutralidade climática e retorno das chuvas

De acordo com a NOAA, agência climática dos Estados Unidos, as chances de formação de El Niño ou La Niña nos próximos meses são muito baixas. A condição de neutralidade deve permanecer ao longo do segundo semestre, favorecendo o retorno das chuvas na época ideal.

A umidade volta a atingir o Centro-Oeste em setembro. No início de outubro, já alcança o interior do Matopiba. O Sudeste também começa a registrar precipitações regulares a partir de setembro.

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No decorrer do verão, a chance de La Niña continua baixa, e a tendência é que a neutralidade climática se mantenha até pelo menos a metade de 2025. A previsão é de chuvas dentro da média, o que é positivo para a safra.

Produtor de soja com irrigação pode ‘sair na frente’

Mesmo com o retorno das chuvas, o período será quente. A combinação entre calor e precipitação pode resultar em chuvas irregulares, o que exige atenção no manejo. Produtores que contam com sistemas de irrigação tendem a sair na frente, já que conseguem manter o ritmo da lavoura mesmo diante de irregularidades no volume ou na frequência das chuvas.

No geral, a próxima safra de soja tende a ser muito boa, com chuvas dentro da média. No entanto, a temperatura deve permanecer elevada durante todo o ciclo, exigindo estratégia e cuidado no momento da semeadura.

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Agro Mato Grosso

Valtra reúne gerações de tratores em expedição na Bahia

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Caravana percorre 206 km pelo Oeste Baiano com modelos históricos e máquinas equipadas com alta tecnologia

A história da mecanização agrícola brasileira estará em movimento durante a quinta edição do Viajando com V de Valtra – Caminhos do Oeste Baiano. Entre os dias 18 e 20 de setembro, uma caravana com 14 tratores percorrerá 206 quilômetros ligando os municípios de Correntina e Bom Jesus da Lapa (BA). Realizada em parceria com a concessionária Nossa, a expedição promoverá um encontro inédito entre tratores clássicos da era Valmet e os mais modernos equipamentos da Valtra, demonstrando a evolução tecnológica do setor em uma das regiões agrícolas mais produtivas do país.

Pioneira no setor ao se instalar no país em 1960 em Mogi das Cruzes (SP), a trajetória da Valtra reflete os grandes marcos da agricultura nacional. A jornada técnica teve início na Era da Força Bruta e Mecânica Simples (décadas de 1970 e 1980), focada em robustez, motores de injeção mecânica (como a linha MWM), tração 4×2 e postos de operação acavalados com alavancas centrais. A marca promoveu a revolução ergonômica e o pioneirismo do câmbio lateral (finais das décadas de 1980 e 1990) ao introduzir a primeira plataforma plana com câmbio lateral sincronizado do Brasil, além do sistema Multitorque (16×8) e motores de 6 cilindros.

Na sequência, a Consolidação das Séries A, BM e o Conforto Plataformado (anos 2000 a 2010) marcou a transição para a marca Valtra e a padronização dos motores AGCO Power Turbo Intercooler, maior capacidade hidráulica e tração 4×4 (TDA) de série. Atualmente, A Era da Cabine de Alta Tecnologia, Automação e Transmissão CVT (a partir de 2017) representa o salto para a agricultura moderna, trazendo transmissões continuamente variáveis sem escalonamento de marchas, gestão eletrônica Power Control DTM, reversor eletro-hidráulico Power Shuttle, telemetria e piloto automático centimétrico.

“O Oeste da Bahia foi escolhido por ser uma referência nacional em agricultura de precisão, produtividade e inovação. É o cenário ideal para demonstrar como a Valtra se traduz em mais eficiência, tecnologia, rentabilidade e sustentabilidade para o produtor”, destaca Claudio Esteves, diretor de vendas da Valtra.

Uma viagem pela evolução dos tratores

A diversidade de máquinas será um dos elementos que mais chamará a atenção durante a expedição. A caravana reunirá tratores atuais e modelos históricos, permitindo observar, lado a lado, como a tecnologia agrícola evoluiu ao longo das décadas sem deixar para trás características que sempre fizeram parte da identidade da marca, como robustez, confiabilidade, versatilidade e eficiência.

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Entre os modelos mais atuais estão o A990 Cabinado e o A800 Cabinado, da Série A2R; o BM115 nas versões cabinada e plataformada; o T250, da Série T CVT; o A750 Plataformado, da Série A; e o A134 HiTech, da Série A4 HiTech. A relação também inclui modelos históricos da época da Valmet, como o 85 ID, 1280 Plataformado, 885 Plataformado, 985 Cabinado e 1680.

O resultado é uma composição que representa diferentes perfis de produtor, operações e necessidades do campo. De tratores compactos e versáteis, voltados a atividades como fruticultura e pecuária, a máquinas de maior potência destinadas a operações pesadas e de grande escala, a expedição apresenta um panorama da evolução dos equipamentos agrícolas e da própria trajetória da marca no Brasil.

Um dos exemplos dessa evolução está nos tratores A800 e A990 da Série A2R. A linha combina simplicidade, versatilidade e economia de combustível, com motores trabalhando em alto torque e baixa rotação. Segundo a Valtra, a Série A2R pode proporcionar até 10% de redução no consumo de combustível, além de capacidade de levante até 6% superior às opções de mercado. Os modelos contam ainda com diferentes opções de transmissão e versões com cabine de fábrica, ampliando o conforto para jornadas mais longas.

Já o BM115 cabinado e plataformado representam uma das linhas mais tradicionais da Valtra entre os produtores brasileiros. A família BM é reconhecida pela combinação de robustez, confiabilidade, simplicidade e baixo custo operacional. O BM115 possui 117 cv, motor AGCO Power de quatro cilindros e transmissão de 16 marchas à frente e oito à ré. A tecnologia Multitorque permite rapidez na troca de velocidade de operação e contribui para uma economia de combustível de até 15%, de acordo com a Valtra. A linha está disponível nas versões plataformada e cabinada.

A presença dos BM também reforça o caráter histórico da expedição. A linha tem mais de duas décadas de mercado e ganhou uma edição especial para celebrar os 65 anos da Valtra no Brasil, preservando os atributos que fizeram do modelo uma referência entre os produtores.

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Quando se pensa em alta tecnologia, o T250 CVT simboliza o topo de linha da Valtra em desempenho, potência e inteligência embarcada. Com 250 cv e motor AGCO Power de seis cilindros, o modelo é destinado a operações de maior demanda, como preparo de solo, transporte e plantio em larga escala. Seu principal diferencial é a transmissão continuamente variável (CVT), que ajusta a rotação do motor a partir da velocidade, de acordo com a operação, permitindo trabalhar na faixa mais eficiente do conjunto. A Valtra destaca que a tecnologia pode proporcionar redução de consumo de combustível e maior eficiência operacional.

O T250 também representa a aproximação entre potência e agricultura de precisão. A Série T CVT pode sair de fábrica com piloto automático e recursos voltados ao controle das operações agrícolas, além de oferecer cabine projetada para jornadas prolongadas e integração com tecnologias de gestão e produtividade.

Outro representante da atual geração é o A134 HiTech, de 135 cv. O modelo integra a Série A4 HiTech e combina motor eletrônico AGCO Power de quatro cilindros com transmissão PowerShift, permitindo mudanças de marcha sem a necessidade de acionar o pedal da embreagem. A configuração foi desenvolvida para proporcionar maior eficiência e reduzir o esforço do operador, além de estar preparada para receber recursos de agricultura de precisão.

A diversidade também aparece no A750 Plataformado, de 75 cv, pensado para operações que exigem agilidade e manobrabilidade, como atividades de agricultura familiar, fruticultura e pecuária. O modelo combina dimensões compactas, facilidade de operação e baixo consumo de combustível, características que ampliam sua versatilidade em diferentes propriedades.

Do 85 ID ao 1680: máquinas que ajudam a contar a história do campo

Se os modelos mais modernos mostram o presente e o futuro da mecanização, os tratores históricos levam para a estrada a memória de diferentes fases da agricultura brasileira.

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Entre eles está o 85 ID, associado à tradição dos tratores Valmet e reconhecido pela simplicidade mecânica, facilidade de manutenção e versatilidade operacional. O modelo foi desenvolvido para atender atividades de transporte, preparo do solo e acionamento de implementos, ajudando a consolidar a reputação de robustez e confiabilidade que acompanha a marca.

O 1280 Plataformado, por sua vez, integra a histórica linha de tratores pesados e foi desenvolvido para operações de maior exigência de tração. Com motor turboalimentado e elevada capacidade de torque, o modelo representa uma geração de máquinas concebidas para trabalhar com implementos de grande porte e enfrentar operações pesadas no campo.

Também estará presente o 885 Plataformado, modelo reconhecido pelo equilíbrio entre peso, potência e aderência. A máquina participou de diferentes etapas do ciclo produtivo, do plantio ao transporte, e ficou marcada pela longevidade de seu motor, facilidade de manutenção e capacidade de trabalho.

Outro clássico da caravana será o 985 Cabinado, trator de aproximadamente 100 cv que marcou época pela robustez mecânica e pela facilidade de manutenção. A versão cabinada representa também um momento importante da evolução dos equipamentos agrícolas, quando o conforto e a proteção do operador passaram a ganhar cada vez mais espaço no desenvolvimento das máquinas.

Fechando esse passeio pela história está o 1680, um dos modelos mais emblemáticos entre os tratores pesados da época Valmet. Desenvolvido para operações de preparo profundo de solo e tracionamento de grandes implementos, o modelo contava com motor turbo de seis cilindros e estrutura robusta, características que fizeram dele uma referência em força, aderência e resistência.

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Uma expedição que atravessa gerações

Desde 2022, o Viajando com V de Valtra percorre diferentes regiões do Brasil. A primeira edição passou pelo Caminho da Fé, em direção ao Santuário Nacional de Aparecida. Em 2023, a caravana esteve nos Caminhos de Caravaggio, no Rio Grande do Sul. Em 2024, percorreu a Estrada Real, em Minas Gerais, e, em 2025, os Caminhos dos Engenhos, em Pernambuco.

A quinta edição mantém a mesma essência: utilizar os tratores como instrumentos para aproximar pessoas, mostrar diferentes realidades agrícolas e valorizar o Brasil que produz.

No Oeste da Bahia, essa história será contada por meio de uma caravana que reúne passado, presente e futuro. De modelos que ajudaram a construir a mecanização brasileira a máquinas equipadas com transmissão CVT, motores com gerenciamento eletrônico e recursos de agricultura de precisão, os tratores mostrarão que a evolução tecnológica não apaga a tradição, mas sim faz parte dela.

Ao longo dos 206 quilômetros, a expedição pretende colocar em evidência não apenas a evolução das máquinas, mas também a evolução do próprio campo brasileiro: um setor que preserva sua história, incorpora novas tecnologias e busca continuamente mais produtividade, eficiência e sustentabilidade.

A edição Caminhos do Oeste Baiano reforça, assim, o propósito do Viajando com V de Valtra de percorrer as principais regiões produtoras do Brasil e dar visibilidade às diferentes histórias que formam o agronegócio nacional. Ao atravessar estradas, fazendas, rios e comunidades, os tratores levam consigo uma mensagem que vai além da tecnologia: a de que cada região tem uma história para contar e que o campo brasileiro é formado por muitas realidades, culturas e gerações que, juntas, ajudam a movimentar o País.

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Agro Mato Grosso

Do pequeno ao grande, tratores acompanham o agro brasileiro

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Portfólio da Massey Ferguson reúne modelos para diferentes perfis de produtores, culturas e níveis de mecanização

Celebrado em 12 de setembro, o Dia do Trator destaca a importância de uma máquina que acompanha a transformação da agricultura há décadas. Da agricultura familiar às grandes áreas de produção, o trator evoluiu para atender às diferentes realidades do campo brasileiro. Hoje, além de fornecer potência para as operações agrícolas, os equipamentos incorporam tecnologias de agricultura de precisão, conectividade e automação, contribuindo para aumentar a eficiência, reduzir desperdícios e apoiar a tomada de decisão nas propriedades rurais.

Segundo Eder Pinheiro, coordenador de Marketing de Produto Tratores da Massey Ferguson, a escolha do trator deve considerar muito mais do que a potência. “O Brasil possui uma agricultura extremamente diversa. Temos desde pequenas propriedades com produção de hortaliças, frutas e café até grandes fazendas de grãos e cana-de-açúcar. Cada realidade exige um conjunto diferente de características, como capacidade hidráulica, dimensão, transmissão, tecnologia embarcada e conforto para o operador. Por isso, hoje o produtor encontra máquinas desenvolvidas para atender necessidades bastante específicas”.

Essa diversidade também está presente no portfólio da Massey Ferguson, que reúne modelos voltados às diferentes etapas de crescimento das propriedades rurais. Nas pequenas propriedades e em culturas especializadas, como horticultura, fruticultura, cafeicultura, citricultura e arroz, os tratores das séries MF 2700 e MF 3700 atendem produtores que buscam máquinas compactas, robustas e de fácil operação. Com potências entre 35 cv e 85 cv, os modelos também são utilizados em atividades pecuárias e serviços gerais, oferecendo versatilidade para operações de menor escala.

O portfólio de tratores compactos da Massey Ferguson inclui as séries MF 3300 Xtra e MF 3400. O trator MF 3300 Xtra combina robustez e versatilidade para atender às demandas do dia a dia. A série conta com potências entre 59 cv e 78 cv e capacidade máxima de levante de 2.100 kg. Já a série MF 3400 oferece quatro modelos, que podem ser plataformados ou cabinados, com potências de 69 cv e 79 cv, equipados com motor de injeção mecânica, e de 89 cv e 99 cv, com motor de injeção eletrônica. Um dos diferenciais da série é a versatilidade nas opções de transmissão: 8×4, 12×8 (creeper), 12×12 com reversão mecânica e 16×8, que permitem diferentes configurações de acordo com a aplicação.

Para operações que demandam maior capacidade operacional, a série MF 5M atende produtores de grãos, pecuária, arroz e cana-de-açúcar. Com potências entre 105 cv e 145 cv, a linha reúne robustez e recursos tecnológicos, como piloto automático e telemetria, permitindo que tecnologias antes restritas a máquinas de maior porte também estejam disponíveis para propriedades de pequeno e médio porte.

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A série MF 6M amplia a capacidade operacional com modelos voltados para atividades como preparo de solo, transbordo, cana-de-açúcar e operações florestais. O conjunto foi desenvolvido para oferecer maior resistência estrutural, elevada capacidade hidráulica e eficiência em operações que utilizam implementos de maior porte.

Já nas grandes propriedades agrícolas, onde as janelas de plantio e colheita são cada vez mais curtas, a série MF 8S Xtra combina potência, conforto e tecnologias voltadas ao aumento da produtividade. Recursos como piloto automático, tráfego controlado, hélice reversível e transmissão continuamente variável contribuem para melhorar o desempenho operacional e preservar o solo durante as operações.

Trator MF 9S  
Trator MF 9S  

A série MF 9S representa a faixa de maior potência do portfólio da Massey Ferguson. Com modelos de até 425 cv, foi desenvolvida para grandes áreas de produção de grãos e cana-de-açúcar, incorporando soluções de conectividade, automação e gerenciamento das operações que aumentam a precisão e a eficiência no trabalho com implementos de grande porte.

Segundo o especialista, a evolução dos tratores acompanha as transformações da agricultura e o crescimento das propriedades. “O trator passou a ser uma plataforma tecnológica. Hoje ele gera informações, se comunica com outros equipamentos, auxilia no planejamento das operações e contribui para reduzir custos e otimizar recursos. Essa evolução beneficia produtores de todos os portes, porque a tecnologia está cada vez mais acessível.”

Além da conectividade e da agricultura de precisão, a nova geração de tratores também prioriza conforto, ergonomia, eficiência energética e menor impacto ambiental. Cabines mais silenciosas, comandos intuitivos, iluminação em LED e sistemas inteligentes de gerenciamento das operações permitem que o operador trabalhe com mais segurança e produtividade, mesmo durante longas jornadas.

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Agro Mato Grosso

AGCO nomeia Ederson Soares como gerente de Marketing

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Gestor amplia atuação na empresa e passa a responder pela estratégia de produtos da Massey Ferguson

A AGCO nomeou Ederson Soares (na foto) como gerente de Marketing de Produto. Ele passa a atuar na estratégia de marketing da marca Massey Ferguson no Brasil e na América Latina, com responsabilidade pela linha de produtos de colheita, que inclui máquinas para colheita de grãos e equipamentos para feno e forragem.

Entre as atribuições estão o desenvolvimento e a introdução de novos produtos, gestão do ciclo de vida do portfólio, posicionamento de preços, análise de participação de mercado e acompanhamento de volumes e projeções. Soares também será responsável por apoiar estratégias de redução de custos, mantendo os argumentos de valor dos produtos, além de conduzir alinhamentos táticos e comerciais e a definição de estratégias de entrada dos produtos no mercado.

Antes de assumir a gerência, Soares atuou por quatro anos como coordenador de Marketing de Produto para a América Latina na própria AGCO, também com foco estratégico na Massey Ferguson. Ao longo da carreira, acumulou experiências nas áreas de gestão de produtos, desenvolvimento de mercado e engenharia, com passagens por empresas como Stihl e John Deere.

Engenheiro mecânico formado pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Soares também possui MBA em Gestão de Pessoas pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

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