Connect with us
5 de novembro de 2026

Featured

Após atingir menor preço em 11 semanas, soja sobe em Chicago

Published

on

Os preços da soja registram alta na Bolsa de Chicago (CBOT) na manhã desta quinta-feira (5), interrompendo uma sequência de oito pregões consecutivos de queda. O movimento é impulsionado pela valorização do petróleo em Nova York, que favorece uma recuperação técnica das cotações da oleaginosa.

Por volta das 8h56 (horário de Brasília), os contratos futuros com vencimento em janeiro eram negociados a US$ 12,0625 por bushel, avanço de 4 centavos de dólar, equivalente a 0,33%, em relação ao fechamento anterior.

Segundo a Safras News, a recuperação ocorre após os contratos acumularem perdas expressivas nas últimas sessões, pressionados pelo avanço da colheita norte-americana e por uma demanda chinesa abaixo das expectativas.

Soja atingiu menor preço em 11 semanas

Na quarta-feira (4), os contratos futuros da soja encerraram o pregão em baixa, atingindo os menores patamares em 11 semanas.

A posição janeiro fechou cotada a US$ 12,0225 por bushel, recuo de 11,75 centavos de dólar, ou 0,96%.

Advertisement

Já os contratos com vencimento em março terminaram a sessão a US$ 12,1025 por bushel, queda de 10,50 centavos de dólar, equivalente a 0,86%.

Além da desvalorização do petróleo, o cenário de oferta e demanda contribuiu para pressionar as cotações.

Safra recorde nos EUA e demanda chinesa pressionam preços

O avanço da colheita de soja nos Estados Unidos continua sendo um dos principais fatores de pressão sobre o mercado internacional.

Os produtores norte-americanos estão colocando no mercado a maior safra da história, ampliando a disponibilidade do grão e limitando uma recuperação mais consistente dos preços.

Do lado da demanda, as compras chinesas seguem abaixo das expectativas dos agentes do mercado. Apesar das vendas recentes, o ritmo de aquisição pela China ainda não foi suficiente para compensar a pressão exercida pela oferta elevada.

Advertisement

Nesse cenário, a valorização do petróleo favorece uma reação das cotações nesta quinta-feira, mas os fundamentos de oferta e demanda continuam pesando sobre o mercado da soja em Chicago.

Continue Reading
Advertisement

Featured

Ex-técnico do TCE paga fiança de R$ 97 mil e é libertado de prisão pela Justiça

Published

on


Jocimauro Bento do Carmo está na lista de pessoas investigadas como membros de suposta organização que desviou ao menos R$ 75 milhões

O ex-servidor do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT), Jocimauro Bento do Carmo, foi libertado ontem (4) pela Justiça após pagar fiança de R$ 97,2 mil. Ele estava preso desde o dia 29 de outubro durante o cumprimento mandados judiciais da Operação Tomada de Contas. 

A juíza Henriqueta Fernanda Lima, do Núcleo do Juízo das Garantias, disse que Jocimauro fora preso por ter sido encontrada uma arma de fogo em sua casa pela Polícia Federal. Ele esteve na lista de alvos de mandado de busca e apreensão. 

Jocimauro Bento do Carmo exercia o cargo de técnico de controle público no TCE-MT no gabinete do conselheiro afastado José Carlos Novelli. A Polícia Federal o aponta como o destinatário de R$ 3 milhões no esquema de pagamentos com suposta participação de agências de publicidade. 

Advertisement

A Operação Tomada de Contas atingiu a cúpula do Tribunal de Contas, implicando o presidente Sérgio Ricardo de Almeida e outros quatro conselheiros em esquema que teria desviado ao menos R$ 75 milhões. 

Continue Reading

Featured

Mato Grosso registra criação de 2,2 mil vagas com carteira assinada em setembro

Published

on


Mato Grosso encerrou o mês de setembro com a criação de 2.233 empregos com carteira assinada e chegou a 39.681 novos postos de trabalho no acumulado de janeiro a setembro de 2026. O resultado foi impulsionado principalmente pelos setores de serviços e agropecuária, que registraram saldos positivos no mês. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados nesta quarta-feira (4) pelo Ministério do Trabalho e Emprego.

Em setembro, foram registradas 53.927 contratações e 51.694 demissões no Estado. O setor de serviços liderou a geração de empregos, com saldo de 1.757 vagas, seguido pela agropecuária, com 1.043, e pelo comércio, com 299. Já a indústria e a construção civil fecharam mais postos do que abriram, com saldos negativos de 602 e 264 vagas, respectivamente.

O desempenho da agropecuária chama a atenção porque setembro marca o início do plantio da safra de soja 2026/2027 em Mato Grosso. A movimentação nas propriedades rurais amplia a necessidade de trabalhadores para o preparo do solo, operação de máquinas e outras atividades ligadas à produção agrícola.

O ciclo também movimenta setores como transporte, armazenamento, comércio de insumos e prestação de serviços. Enquanto Mato Grosso criou mais de mil empregos no campo, a agropecuária brasileira registrou saldo negativo de 4.381 vagas no mesmo período.

Advertisement

Para a secretária de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec), Mayran Beckman, os números mostram a importância da atividade agropecuária e da diversificação da economia para a manutenção dos empregos.

“O início do plantio da soja movimenta não apenas as propriedades rurais, mas toda uma cadeia de atividades que depende da produção agrícola. Mato Grosso tem essa característica de integrar o agronegócio à indústria, ao comércio e aos serviços. Mesmo com oscilações em alguns setores, seguimos criando oportunidades de trabalho, principalmente no interior, onde o crescimento econômico se reflete na geração de emprego e renda”, destacou a secretária.

No acumulado dos nove primeiros meses do ano, o saldo positivo foi registrado em todos os cinco grandes setores da economia. Serviços liderou a abertura de vagas, com 17.933 novos empregos, seguido pela agropecuária (7.432), construção civil (6.815), indústria (4.805) e comércio (2.697). Ao todo, foram 529.994 admissões e 490.313 desligamentos entre janeiro e setembro.

Outro destaque de setembro foi a maior participação feminina nas novas vagas. As mulheres responderam por um saldo de 1.222 empregos, contra 1.011 entre os homens. A faixa etária de 18 a 24 anos concentrou a maior parte das novas oportunidades, e o levantamento também registrou 331 trabalhadores estrangeiros entre os contratados.

Com os resultados, Mato Grosso encerrou setembro com 987.057 vínculos de trabalho com carteira assinada. O setor de serviços concentra o maior número, com 351.969, reforçando sua importância na economia estadual.

Advertisement
Continue Reading

Featured

Bolsonaristas de Mato Grosso apoiam candidatura de Rogério Marinho a presidente do Senado

Published

on


Chegada de senador à Mesa Diretora seria parte do plano que teve sucesso na montagem da maior bancada do PL para a próxima legislatura

Senadores eleitos e em mandato por Mato Grosso apoiam a candidatura do Rogério Marinho (PL-RN) para presidente do Senado, a partir de 2027. Wellington Fagundes, José Medeiros e o suplente eleito Odílio Balbinotti participaram ontem (4) da reunião do Partido Liberal (PL) de lançamento de candidatura de Marinho. 

Eles defendem a escolha de Marinho para presidente da Mesa Diretora como parte sequencial da estratégia que iniciou com as campanhas eleitorais e sucesso na montagem da maior bancada bolsonarista no Senado. 

José Medeiros afirmou em suas redes sociais que a eleição de Marinho “passa obrigatoriamente pelo resgate da democracia, por um parlamento que faça cumprir a Constituição e que não assista passivamente ela [a democracia] ser destruída”. 

Advertisement

Ele faz referência aos pedidos de impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) por atos considerados por parte dos congressistas como inconstitucionais. Medeiros mesmo é autor de alguns pedidos, principalmente do ministro Alexandre de Moraes. 

Porém, o mais recente, na semana seguinte ao segundo turno da eleição presidencial, foi contra o ministro Cristiano Zanin, que autorizou a extensão do horário de votação, sem, segundo o parlamentar, justificar o motivo da ordem. 

A articulação para a eleição da Mesa Diretora do Senado inicia com três candidaturas. Além de Rogério Marinho, o atual presidente Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) tenta permanecer no cargo, e a senadora Tereza Cristina (PP-MS), ex-ministra da Agricultura de Jair Bolsonaro, quer ser a primeira mulher eleita ao cargo. 

Advertisement
Continue Reading
Advertisement
Advertisement
Advertisement

Agro MT