Sustentabilidade
FPA reafirma independência e sinaliza diálogo com governo reeleito – MAIS SOJA

A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) realizou a primeira reunião-almoço após o pleito para encaminhar os próximos passos da bancada. O presidente da FPA, deputado Pedro Lupion (Republicanos-PR), indicou que a frente vai apoiar pautas do governo que tenham convergência com interesses dos produtores rurais.
“Passou a eleição, então, nós precisamos virar a página. Tudo que for convergente com a gente, vamos estar juntos, vamos apoiar, vamos trabalhar junto e tudo aquilo que for frontalmente contrário ao nosso setor, nós vamos enfrentar com toda a força que nós temos”, apontou o parlamentar.
Ele também destacou que a bancada deve manter a postura adotada nos últimos anos em relação ao governo federal. “Vamos ser proativos e estar próximos nas pautas convergentes e ser críticos e reativos nas pautas que atrapalham diretamente o produtor. A Frente Parlamentar da Agropecuária não existe para atender governo nenhum. A Frente Parlamentar da Agropecuária existe para atender os interesses dos produtores rurais”, ressaltou.
Lupion citou exemplos de colaboração da FPA com o governo, como a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Transição, o novo arcabouço fiscal e a Reforma Tributária. Ele também lembrou de pautas que foram motivo de embates, como a tributação sobre os títulos de investimento ligados ao financiamento da agropecuária e a Medida Provisória 1.227/2024, conhecida como “MP do fim do mundo”.
Apesar de não ter apoiado a candidatura do presidente reeleito, a percepção é de que o governo também precisará negociar nas pautas relacionadas ao setor. “Acho que o governo tem um entendimento claro de que precisa conversar mais com a sociedade, precisa ampliar o diálogo com o Brasil, um Brasil completamente rachado, completamente dividido, a gente precisa buscar essas convergências”, complementou Lupion.
O presidente da bancada fez um balanço das eleições. Projeções da FPA indicam que a frente pode ter cerca de 330 deputados e 49 senadores na próxima legislatura.
Bancada articula para acelerar tramitação da MP 1.376
Uma das pautas do encontro desta terça-feira (27) foi o andamento da Medida Provisória 1.376/2026, que trata da renegociação das dívidas rurais. De acordo com dados do Banco Central, cerca de R$ 14,3 bilhões foram contratados até a última segunda-feira (26). O volume ainda é pequeno diante das previsões do Ministério da Fazenda, que indicavam uma renegociação de aproximadamente R$ 100 bilhões.
Atualmente, a MP está na Comissão Mista e aguarda sessão para ser analisada. O relator, deputado Paulo Pimenta (PT-RS), apresentou uma primeira versão do relatório, mas o entendimento da FPA é de que as alterações propostas não atendem às necessidades do setor. A bancada busca uma posição do presidente da comissão, senador Renan Calheiros (MDB-AL), sobre a votação.
As articulações em torno da MP também devem se intensificar diante da preocupação com o prazo de tramitação. A medida tem validade até o dia 11 de novembro.
“Estamos trabalhando para mudar o relatório e aprovar um texto condizente com a necessidade do setor ou até mesmo forçar no Plenário a volta do PL 5.122”, disse Lupion. Outra alternativa estudada pela bancada é apresentar um voto em separado ao relatório, ainda na Comissão Mista.
Produtores enfrentam dificuldades para acessar renegociação
Um dos fatores apontados para a baixa adesão às condições da MP 1.376/26 é a exigência de garantias. Produtores têm relatado exigências como o pagamento de uma entrada equivalente a 15% da dívida e a apresentação de novas garantias, não exigidas nas operações anteriores. Esse é um dos pontos da MP que a FPA quer modificar.
Segundo o presidente da bancada, é possível facilitar a renegociação sem comprometer a segurança das operações. “As garantias oferecidas nas operações anteriores poderiam ser aproveitadas na renegociação, tanto para dívidas vencidas quanto para aquelas ainda a vencer. Caso o produtor não cumpra o novo acordo, o banco poderia executar essas garantias”, explicou Lupion.
Veja o que disseram integrantes da FPA:
“A Frente Parlamentar tem o desafio de seguir garantindo segurança jurídica, oferecendo respaldo e entregando resultados. A nossa função aqui, no Legislativo, é trazer essas dores, mas também levar as respostas de volta aos nossos estados”, comentou a deputada Marussa Boldrin (Republicanos-GO), vice-presidente da FPA para a região Centro-Oeste.
“Precisamos buscar a sensibilização para minimizar os danos, embora esse não seja o cenário ideal. Ainda acho que a estratégia é a do entendimento”, disse o deputado Zé Vitor (PL-MG), coordenador político da FPA na Câmara.
“A inclusão dos adimplentes [no texto da MP 1.376] também é importante, senão fica parecendo que há um incentivo para que a pessoa fique inadimplente e depois possa ser contemplada”, afirmou a deputada Bia Kicis (PL-DF), coordenadora jurídica da FPA.
“Temos algumas situações para resolver, como o endividamento e o seguro rural, porque os produtores estão com dificuldades para obter novos financiamentos e acessar crédito devido ao endividamento”, comentou o segundo vice-presidente da FPA no Senado, senador Jaime Bagattoli (PL-RO).
“Nesses últimos anos, aprovamos uma série de leis muito importantes, como as dos defensivos, da regularização fundiária, dos bioinsumos e do autocontrole. Algumas ainda dependem de regulamentação. Mas não conseguimos garantir ao produtor rural estabilidade econômica e previsibilidade nos resultados do negócio. Essa instabilidade se agrava neste ano com os efeitos climáticos. Por isso, o seguro rural precisa ser debatido com profundidade”, disse o deputado Sérgio Souza (MDB-PR), coordenador da Comissão Tributária da FPA.
“Essas promessas de campanha feitas pelo governo terão um preço, que recairá sobre a população, com inflação e menos recursos nas diversas áreas. O agro precisa ficar atento, porque o rebate de juros é a única parte em que o governo entra com dinheiro, e ele pode querer encolher esse valor”, apontou o deputado Luiz Carlos Hauly (Pode-PR), integrante da FPA.
Fonte: Agência FPA
Sustentabilidade
Preço da soja cai no mercado internacional com avanço da colheita nos EUA

Os preços da soja operam em queda na Bolsa de Chicago (CBOT) nesta quinta-feira (29), pressionados pelo avanço da colheita nos Estados Unidos e pelo recuo das cotações do petróleo em Nova York.
Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News!
Segundo informações da Safras News, a maior disponibilidade do grão norte-americano tem influenciado o mercado, levando os contratos futuros da soja, do farelo e do óleo a registrarem perdas na sessão eletrônica.
Os investidores também avaliam os dados semanais de exportações dos Estados Unidos, que ficaram dentro das expectativas do mercado, com destaque para a participação da China nas compras.
China lidera compras de soja dos Estados Unidos
De acordo com o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), as vendas líquidas de soja norte-americana da safra 2026/27 totalizaram 2,576 milhões de toneladas na semana encerrada em 22 de outubro.
A China foi o principal destino, com aproximadamente 1,627 milhão de toneladas adquiridas no período.
O resultado ficou dentro das projeções dos analistas, que esperavam vendas entre 1,3 milhão e 2,8 milhões de toneladas.
Apesar do volume expressivo de negócios, os dados não foram suficientes para reverter a pressão sobre os preços, diante do aumento da oferta provocado pelo avanço da colheita norte-americana.
Confira as cotações da soja em Chicago
Na sessão eletrônica desta quinta-feira, antes do intervalo, os contratos de soja com vencimento em janeiro de 2027 eram negociados a US$ 12,30 3/4 por bushel, queda de 7,25 centavos de dólar, equivalente a 0,58%.
O farelo e o óleo de soja também apresentavam desvalorização:
| Produto | Contrato | Cotação | Variação |
|---|---|---|---|
| Soja | Janeiro/2027 | US$ 12,30 3/4/bushel | -0,58% |
| Farelo | Dezembro/2026 | US$ 333,30/tonelada | -0,71% |
| Óleo | Dezembro/2026 | US$ 0,6466/libra-peso | -1,37% |
No farelo, a queda era de US$ 2,40 por tonelada. Já o óleo de soja recuava 0,90 centavo de dólar por libra-peso.
Sustentabilidade
Chuvas favorecem cultivos de verão no Centro-Oeste, mas o excesso de umidade afeta lavouras de inverno no Sul – MAIS SOJA

As chuvas favoreceram a recuperação da umidade do solo e o avanço da semeadura dos cultivos de verão em áreas do Centro-Oeste, especialmente da soja em Mato Grosso e Goiás. Em contrapartida, o clima chuvoso também impôs restrições às atividades agrícolas em outras regiões. No Sul, o excesso de umidade afetou lavouras de inverno, enquanto a baixa precipitação dificultou o avanço do plantio da oleaginosa em algumas áreas do Norte e do Nordeste.
As informações são da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e estão reunidas na edição de outubro do Boletim de Monitoramento Agrícola, publicado nesta sexta-feira (23). O documento analisa as condições agrometeorológicas e o desenvolvimento das lavouras brasileiras entre 1º e 21 de outubro de 2026, com destaque para os efeitos da distribuição irregular das chuvas sobre os cultivos de inverno da safra 2025/26 e os cultivos de verão da safra 2026/27.
Segundo o acompanhamento da Conab, os indicadores de vegetação apontam condições favoráveis no início da safra, com índices acima da média histórica em todas as regiões monitoradas, embora a comparação com o ciclo anterior apresente diferenças regionais. Na comparação com a safra passada, os índices estão acima dos níveis registrados no sul de Goiás e no sudoeste de Mato Grosso do Sul, enquanto no norte de Mato Grosso e no oeste do Paraná permanecem próximos aos do ciclo anterior.
O monitoramento por cultura detalha os efeitos das condições climáticas sobre o andamento das safras. No trigo, o excesso de chuvas prejudicou a qualidade dos grãos em São Paulo e no Paraná e contribuiu para o avanço mais lento da colheita no Rio Grande do Sul. Já nos cultivos de verão, a semeadura ocorre em ritmos distintos entre os estados, com destaque para o avanço da soja em Mato Grosso e para as dificuldades operacionais provocadas pelo excesso de umidade em outras regiões.
SAFRA 2025/26
Trigo – Chuvas afetam qualidade dos grãos em São Paulo e no Paraná
O excesso de chuvas comprometeu a qualidade do trigo em São Paulo, onde a colheita está em finalização. Grande parte dos grãos já colhidos apresenta qualidade inferior ao padrão esperado pela indústria de moagem. No Paraná, a qualidade também foi afetada, com o produto apresentando peso hectolítrico (PH) abaixo do esperado. A colheita paranaense já alcança 75% da área plantada.
No Rio Grande do Sul, o avanço da colheita é lento devido ao volume elevado de chuvas e à menor radiação solar. A maioria das lavouras está em enchimento de grãos e maturação, fases sensíveis à ocorrência de doenças nas espigas. Em Santa Catarina, a sequência de períodos chuvosos aumenta a preocupação com doenças fúngicas, como giberela, ferrugens, oídio e manchas foliares, sobretudo nas áreas mais precoces.
Em Mato Grosso do Sul, Goiás e Minas Gerais, a colheita foi concluída.
SAFRA 2026/27
Soja – Mato Grosso supera 60% da área prevista para semeadura, enquanto condições de umidade do solo dificultam o plantio em parte das demais regiões
Em Mato Grosso, a semeadura avança em todas as macrorregiões e já supera 60% da área prevista. Os produtores aproveitaram as condições favoráveis de umidade do solo para intensificar os trabalhos. No Paraná, o plantio também progride, e a maior parte das lavouras implantadas apresenta bom desenvolvimento. No entanto, o excesso de umidade pode provocar falhas na germinação, favorecer o surgimento de plantas invasoras e aumentar a ocorrência de pragas e doenças.
O ritmo da semeadura em Goiás varia entre regiões: no sudoeste, os trabalhos avançam favorecidos pela umidade do solo, e devem ser concluídos ainda em outubro. No sul, enquanto alguns municípios intensificaram as operações, outros suspenderam temporariamente o plantio devido à rápida perda de umidade após o revolvimento do solo. Já nas regiões leste, oeste e norte, a semeadura em áreas de sequeiro é pouco expressiva, e as operações se concentram nas áreas irrigadas.
Em Mato Grosso do Sul, a elevada umidade do solo levou à suspensão temporária da semeadura na maior parte das regiões produtoras. A exceção são as regiões norte e nordeste, onde chuvas esparsas permitiram a continuidade dos trabalhos. No Rio Grande do Sul, os produtores aguardam a redução do encharcamento da terra e dias sem chuva para intensificar as operações. Em Minas Gerais, a semeadura avança nas áreas de sequeiro. Já em São Paulo, o excesso de umidade dificulta o acesso e o deslocamento de máquinas nas lavouras, limitando o avanço do plantio.
Arroz – Semeadura alcança cerca de 40% no Rio Grande do Sul e supera metade em Santa Catarina
Cerca de 40% da área prevista para a semeadura do arroz no Rio Grande do Sul havia sido plantada até a primeira quinzena de outubro. Grandes volumes de chuva e o excesso de umidade do solo encarecem as operações de campo e prejudicam o desenvolvimento inicial das lavouras. Em Santa Catarina, segundo maior produtor nacional, atrás apenas do Rio Grande do Sul, o plantio havia alcançado pouco mais da metade da área prevista no mesmo período. As condições climáticas recentes, porém, têm dificultado tanto a semeadura quanto o desenvolvimento vegetativo inicial das lavouras recém-implantadas.
No Maranhão e no Pará, o cultivo já começou nas áreas irrigadas. Nas áreas de sequeiro dos dois estados, a semeadura está prevista para novembro e dezembro, período em que se espera maior regularidade das chuvas.
Milho primeira safra – Semeadura avança em ritmos distintos nos estados produtores
A semeadura do milho primeira safra no Paraná está próxima do fim, e as lavouras encontram-se em desenvolvimento vegetativo. Chuvas acompanhadas de granizo e vendavais provocaram desfolhamento em áreas pontuais e favoreceram a ocorrência de pragas, como lagartas e tripes. Em Goiás, o avanço do plantio varia entre as regiões produtoras, com destaque para a região leste, onde alguns municípios já semearam entre 50% e 70% da área prevista.
Enquanto em Minas Gerais a semeadura avança de forma lenta e gradual, o Rio Grande do Sul já supera 80% da área prevista. No estado gaúcho, a combinação de nebulosidade persistente, temperaturas amenas e alta umidade do ar aumenta a pressão de doenças, especialmente nas lavouras em estádios mais avançados de desenvolvimento ou atingidas por granizo.
O Boletim de Monitoramento Agrícola é fruto da parceria entre a Conab, o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e o Grupo de Monitoramento Global da Agricultura (Glam). A análise completa integrando dados de satélites, mapas, gráficos e análises detalhadas sobre o comportamento climático e o desenvolvimento das lavouras está disponível no portal da Conab.
Fonte: Conab
Autor:Conab
Site: Conab
Sustentabilidade
Especialistas anteveem ataques da cigarrinha-do-milho na próxima ‘safrinha’, ante efeitos do El Niño – MAIS SOJA

Embora ainda distante da semeadura, a segunda safra de milho, a chamada ‘safrinha’, deverá sofrer ataques potencialmente intensos da cigarrinha-do-milho (Daubulus maidis). A previsão vem da equipe técnica da companhia Sipcam Nichino Brasil, com base em modelos climáticos que apontam para a prevalência do fenômeno El Niño no próximo ciclo da cultura, sobretudo em regiões como Oeste da Bahia, Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso e Tocantins.
“A presença do El Niño, com temperaturas elevadas, favorece a proliferação de lagartas de alta complexidade como a cigarrinha-do-milho”, antecipa o engenheiro agrônomo Heberton de Melo, representante técnico de desenvolvimento comercial da Sipcam Nichino.
“Os principais problemas decorrentes de infestações da ‘cigarrinha’ estão relacionados ao ‘enfezamento’ da cultura do milho”, diz Melo. “O inseto constitui um vetor de doenças (fitoplasma, espiroplasma e molicutes) e de duas viroses, a do ‘raiado fino’ e a do ‘mosaico estriado’. Não contida, em híbridos suscetíveis, a praga leva ao produtor perdas situadas entre 30% e 90% de uma lavoura”, ele alerta.
Conforme o agrônomo, estudos desenvolvidos pela companhia, realizados com suporte de consultores e pesquisadores, comprovam que o controle efetivo dessa praga hoje passa por um ‘novo olhar’ do produtor quanto a mecanismos de manejo disponíveis.
“O controle do estágio ‘ninfa’ da ‘cigarrinha’ tornou-se central na estratégia de manejo do produtor, para obter sucesso na contenção e produzir mais e melhor”, explica Melo. Segundo ele, essa constatação veio de quase 80 trabalhos de campo, envolvendo a participação de 24 consultorias, institutos de pesquisas e universidades de ponta, como Unesp de Botucatu, Desafios Agro, Ceres, Fundação Rio Verde, Multcrop e outras.
Quebra do ciclo, novo olhar técnico
Esses estudos, ele esclarece, antecederam ao lançamento do inseticida Fiera®, colocado no mercado pela Sipcam Nichino há cerca de três anos e já situado entre os chamados produtos-estrela da companhia. “O manejo da ninfa, até pouco tempo atrás, não era prioridade nos tratamentos voltados à cigarrinha-do-milho, visavam somente à fase adulta do inseto, sem focar, portanto, na quebra do ciclo da praga”, comenta Melo.
“Oferecemos hoje ao mercado um novo olhar técnico: o controle de todas as fases jovens da praga. A pesquisa demonstrou a relevância exercida pelas ninfas no processo de disseminação da contaminação do milho por vírus e molicutes”, ele complementa
Segundo Heberton de Melo, Fiera® constitui um inseticida fisiológico, seletivo e regulador de crescimento de insetos. Ele reforça que o conjunto de ensaios realizados trouxe indicadores robustos de controle de ninfas da Daubulus maidis, na faixa de 95% a 100%.
De acordo com o agrônomo, o inseticida Fiera® acarreta efeitos, ainda, na fertilidade e fecundidade das fêmeas adultas da cigarrinha, com reduções de mais de 65% na ‘postura’ de ovos e de 90% na eclosão de ninfas. “Isto representa uma queda significativa na capacidade reprodutiva do inseto. A solução reduz a multiplicação da praga na fazenda e evita surtos de infestação.”
Melo adianta também que o inseticida apresenta ação de contato, vapor e “afeta velozmente todos os estágios do ciclo de vida da Daubulus maidis”. Conforme a Sipcam Nichino, Fiera® tem por ingrediente ativo o Buprofezina 250 (SC), desenvolvido pela Nichino no Japão.
Criada no Brasil em 1979, a Sipcam Nichino resulta da união entre a italiana Sipcam Oxon, fundada em 1946, especialista em agroquímicos e bioestimulantes e a japonesa Nihon Nohyaku (Nichino). A Nichino tornou-se a primeira companhia de agroquímicos do Japão, em 1928, e desde sua chegada ao mercado atua centrada na inovação e no desenvolvimento de novas moléculas para proteção de cultivos.
Fonte: Assessoria de imprensa
Sustentabilidade23 horas agoMilho perde saída pelos portos, e preços caem até 22% no interior do país – MAIS SOJA
Agro Mato Grosso24 horas agoEtanol de milho cresce 23,7% no Brasil, MT desponta
Featured20 horas agoCPI conclui apuração e diz que contrato com CS Mobi tem “irregularidades insanáveis”
Sustentabilidade17 horas agoSoja sobe no mercado brasileiro, mas negócios seguem pontuais; Chicago fecha em baixa
Featured19 horas agoAvião com Flávio Bolsonaro e família pousa em Miami após rota por Argentina e Equador
Featured23 horas agoPolícia Civil prende foragido por homicídio em Alagoas escondido em Juara
Featured16 horas agoBombeiros socorrem motociclista após queda em avenida de Água Boa
Featured16 horas agoPonto de venda de drogas é desmantelado pela Polícia Civil no interior de MT

















