Featured
Polícia Civil prende executor de “salves” de facção foragido no Norte de MT

Suspeito de torturar pelo menos quatro vítimas em Guarantã do Norte foi capturado escondido em sítio de Matupá
A Polícia Civil realizou, nesta quinta-feira (15.10), uma ação policial que resultou na prisão de um foragido da Operação Autoridade, deflagrada em setembro deste ano.
As investigações, conduzidas pela Delegacia de Guarantã do Norte, apuram a prática de torturas e agressões, conhecidas como “salves”, cometidas no contexto de facção criminosa, em Guarantã do Norte, entre os anos de 2025 e 2026.
No decorrer das apurações, pelo menos quatro vítimas já foram identificadas, sendo que um dos suspeitos apontados como executor direto das agressões permanecia foragido.
Após troca de informações entre as Delegacias de Guarantã do Norte e Matupá, as equipes conseguiram localizar o investigado em uma área rural do município de Matupá, onde foi realizada a prisão.
A captura representa mais um avanço nas investigações da Operação Autoridade, que tem como objetivo identificar e responsabilizar integrantes de facções criminosas envolvidos em práticas violentas, especialmente atos de intimidação, tortura e punições ilegais impostas à margem da lei.
A Polícia Civil reforça que informações repassadas pela população têm sido fundamentais para o avanço das investigações e para a localização de pessoas procuradas pela Justiça. As denúncias podem ser realizadas diretamente nas unidades da Polícia Civil, de forma anônima e sigilosa.
O sigilo é preservado, e uma informação pode ser decisiva para localizar criminosos, evitar novos delitos e proteger vidas.
Featured
Lula e Flávio Bolsonaro apresentam propostas opostas para economia e controle da dívida pública

Projetos divergem sobre tamanho do Estado, impostos e leis trabalhistas, mas ambas as campanhas prometem manter programas sociais
As propostas econômicas dos candidatos Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) apresentam diferenças na condução das contas públicas, na política tributária e nas relações de trabalho. 
Enquanto Lula aposta na continuidade do modelo atual, com investimentos públicos, programas sociais e valorização da renda, Flávio defende a redução da estrutura estatal, cortes de despesas e diminuição de impostos e encargos.
Apesar das divergências, as duas campanhas reconhecem a necessidade de enfrentar o crescimento da dívida pública. O principal contraste está nos instrumentos previstos para equilibrar as contas e estimular a atividade econômica.
Resumo das propostas econômicas
Lula
- Continuidade com ampliação de investimentos e políticas sociais
- Contas públicas: manter o arcabouço fiscal, controlar o crescimento das despesas e buscar resultados fiscais melhores com crescimento econômico.
- Impostos: aprofundar a tributação progressiva, com maior contribuição proporcional das rendas mais altas.
- Trabalho e renda: manter a valorização real do salário mínimo e defender a redução da jornada semanal para 40 horas, sem corte salarial.
- Investimentos: ampliar infraestrutura, reindustrialização, inovação e energia renovável.
- Programas sociais: manter o Bolsa Família e expandir políticas habitacionais e de combate à fome.
Flávio Bolsonaro
- Redução do Estado e contenção mais forte das despesas
- Contas públicas: criar uma nova regra fiscal, com limites para despesas associados à trajetória da dívida.
- Gastos públicos: reduzir ministérios, cargos comissionados e despesas administrativas.
- Impostos: propor reduções tributárias e simplificação regulatória.
- Trabalho e emprego: criar modalidades de contratação com menor custo para empregadores em determinados grupos etários.
- Produção: estimular o agronegócio, melhorar a logística, ampliar o armazenamento de safras e apoiar a produção nacional de fertilizantes.
Ajuste fiscal
Lula pretende manter o arcabouço fiscal, mecanismo que estabelece limites para o crescimento das despesas públicas. A estratégia combina controle de gastos, busca por maior arrecadação e crescimento econômico para melhorar os resultados das contas públicas.
A política econômica também prevê investimentos em infraestrutura, reindustrialização, inovação e energia renovável. A avaliação da equipe é que a expansão da atividade econômica pode contribuir para elevar a arrecadação e sustentar políticas públicas.
Flávio Bolsonaro propõe uma nova regra fiscal vinculada à trajetória da dívida e medidas para reduzir despesas administrativas, incluindo a estrutura ministerial e os cargos comissionados. A campanha também defende a simplificação regulatória e a redução de tributos.
Em agosto deste ano, em entrevista à Globo News, a coordenadora da equipe econômica de Flávio Bolsonaro, Daniella Marques, afirmou que o plano do candidato prevê mudanças nas regras fiscais para controlar a dívida pública, o que inclui um ajuste de 1,5% do Produto Interno Bruto, algo em torno de R$ 190 bilhões, considerado o PIB de 2025.
O detalhamento dos cortes e seus efeitos sobre os serviços públicos permanecem entre os pontos que exigem esclarecimento. No último dia 9, o candidato negou que acabará com programas sociais, como o Bolsa Família e o Farmácia Popular.
Impostos e investimentos
Na área tributária, Lula defende maior progressividade, com participação proporcionalmente maior das rendas mais altas no financiamento do Estado. O governo também pretende dar continuidade a investimentos do Novo PAC e a políticas de incentivo à indústria nacional.
Flávio, por sua vez, prioriza a redução de impostos, a diminuição dos custos para empresas e a desburocratização. Entre as propostas para o agronegócio estão melhorias na logística, ampliação da capacidade de armazenamento de safras, seguro rural e estímulo à produção nacional de fertilizantes.
A execução dessas medidas dependerá da compatibilidade entre as reduções tributárias e as metas fiscais. No caso de Flávio, cortes de despesas teriam de compensar, ao menos em parte, eventuais perdas de arrecadação. Na proposta de Lula, os resultados dependeriam do crescimento econômico, da arrecadação e do controle dos gastos.
Trabalho e renda
Lula defende a valorização real do salário mínimo e a redução da jornada semanal para 40 horas, sem diminuição salarial. A agenda também prioriza a manutenção de direitos trabalhistas e a ampliação da proteção social.
Flávio enfatiza a redução dos custos de contratação e a flexibilização de modalidades específicas de trabalho. As propostas partem de perspectivas diferentes sobre como estimular o emprego, com possíveis efeitos sobre salários, formalização e custos das empresas que dependerão da implementação das medidas.
Programas sociais
Lula pretende manter e aperfeiçoar programas como Bolsa Família e Minha Casa, Minha Vida, além de preservar políticas de combate à fome.
A equipe de Flávio também declarou intenção de manter programas sociais, entre eles Bolsa Família, Minha Casa, Minha Vida e Farmácia Popular. A questão central é como financiar essas iniciativas diante das respectivas metas de ajuste fiscal.
Governos anteriores
De 2019 a 2022, o governo Jair Bolsonaro enfrentou a pandemia de covid-19 e os efeitos da guerra na Ucrânia, que pressionaram a atividade econômica e os preços. O Produto Interno Bruto (PIB) cresceu, em média, cerca de 1,4% ao ano. A gestão adotou medidas emergenciais de auxílio, promoveu privatizações e concessões e encerrou 2022 com a dívida bruta em torno de 72% do PIB, com o adiamento do pagamento de precatórios.
No terceiro mandato de Lula, entre 2023 e 2025, o PIB cresceu, em média, aproximadamente 2,9% ao ano, considerando os dados revisados do período. O governo ampliou investimentos em infraestrutura, retomou políticas sociais, valorizou o salário mínimo e aprovou a reforma tributária sobre o consumo. O desemprego também caiu, atingindo 5,6% em 2025, segundo o IBGE.
Na área fiscal, a dívida pública diminuiu em proporção do PIB ao final do governo Bolsonaro, mas voltou a crescer durante o terceiro mandato de Lula, atingindo 82,9% do PIB em agosto deste ano. A comparação, porém, exige considerar a pandemia, o cenário internacional, os juros e as medidas adotadas em cada período. Os indicadores mostram trajetórias diferentes de crescimento, emprego e endividamento, sem permitir atribuir todos os resultados exclusivamente às decisões de cada presidente.
Featured
A Gestão de Tempo na Arquitetura e a Ciência da Precificação de Projetos Complexos

A gestão de empresas no segmento da arquitetura e do design corporativo passa por uma reestruturação profunda nos modelos de trabalho. Historicamente, a precificação de serviços criativos e técnicos apoiava-se em tabelas genéricas por metro quadrado ou em estimativas empíricas da liderança do escritório. No entanto, o surgimento de novos arranjos de trabalho, como a descentralização de equipes via contratação PJ, subcontratação de prestadores especialistas e alocação de profissionais CLT, revelou as fragilidades dessa abordagem tradicional. Sem o monitoramento exato do tempo investido por cada colaborador nas etapas de desenvolvimento, os gestores perdem a visibilidade sobre o custo real da produção. Por esse motivo, estruturar uma gestão do tempo para arquitetos pautada pela auditoria de dados torna-se a premissa fundamental para assegurar a lucratividade sustentável dos negócios.
Quando a liderança estabelece métricas precisas sobre a dedicação horária da equipe, ela substitui o palpite comercial por margens de lucro reais e previsíveis.
O Desafio da Subcontratação e a Invisibilidade dos Custos Operacionais
Em primeiro lugar, a elaboração de projetos arquitetônicos contemporâneos exige integrar diversas disciplinas complementares. Freqüentemente, os escritórios subcontratam especialistas em maquetes virtuais, consultores de iluminação, projetistas de acústica e calculistas estruturais para compor o escopo global entregue ao cliente final.
Entretanto, gerenciar essa rede heterogênea de prestadores sem uma ferramenta centralizada de rastreabilidade gera vazamentos financeiros graves.
A ausência de controle sobre as revisões solicitadas pelos clientes impõe retrabalhos não faturados à equipe interna e aos terceiros contratados.
Sem o registro individual de horas apontadas por disciplina, o sócio do escritório assimila o custo da refação como perda operacional invisível, corroendo a receita líquida do contrato.
Para resolver esse gargalo, a implementação da plataforma CSP viabiliza o controle unificado do timesheet. Os gestores conectam tanto a equipe CLT quanto os prestadores subcontratados em um único ambiente auditável, atribuindo o custo-hora exato de cada profissional à etapa específica do projeto.
Normas Reguladoras e o Padrão de Qualidade na Elaboração de Projetos
Por outro lado, otimizar a gestão do tempo e a rentabilidade não pode, em hipótese alguma, comprometer o rigor normativo das entregas. A garantia de qualidade na arquitetura exige alinhamento estrito às diretrizes da ABNT NBR 16636 (Elaboração de Projetos de Arquitetura e Engenharia), que estabelece a padronização das fases do projeto:
- Fase Conceitual e Estudo Preliminar: Definição do partido arquitetônico e atendimento às leis urbanísticas e zoneamento municipal.
- Anteprojeto e Projeto Legal: Compatibilização com o Código de Edificações local para aprovação do alvará de construção na prefeitura.
- Projeto Executivo: Detalhamento construtivo minucioso focado na montagem em canteiro, atendendo à ABNT NBR 15575 (Norma de Desempenho).
A aplicação sistemática dos checklists previstos pela ABNT NBR 16636 garante que o escritório entregue pranchas completas, reduzindo dúvidas na fase de obras e evitando pedidos imprevistos de aditivos por falhas de escopo.
A Precificação Científica e o Cálculo do Custo-Hora Real
Certamente, o benefício mais estratégico de auditar o tempo de produção reflete-se no momento de formar preços para novas propostas comerciais. A formação de preços científica exige somar três componentes financeiros fundamentais:
- Custo Direto das Horas: Multiplicação do tempo previsto para cada etapa pelo valor-hora real de cada profissional envolvido.
- Rateio de Custos Indiretos e Administrativos: Distribuição proporcional das despesas fixas da empresa (aluguel, sistemas, utilidades e suporte).
- Margem de Lucro Comercial Líquida: Percentual definido estrategicamente sobre o custo total acumulado do projeto.
Ao histórico consolidar dados reais de consumo de horas em empreendimentos anteriores, a equipe comercial cota honorários com precisão cirúrgica.
Consequentemente, o escritório apresenta valores altamente competitivos e protege a empresa contra contratos deficitários.
O Modelo de Excelência Operacional da WGB na Arquitetura
Em última análise, a consolidação de uma marca de destaque no mercado nacional decorre da capacidade de associar design autoral, rigor metodológico e governança financeira. O ecossistema de trabalho desenvolvido pela equipe de arquitetura da WGB exemplifica a maturidade na gestão de projetos em larga escala.
Ao integrar o desenvolvimento de projetos tridimensionais em BIM ao controle rigoroso de produtividade oferecido pelo software CSP, a WGB mantém o gerenciamento simultâneo de centenas de empreendimentos no país.
A empresa rastreia as horas dedicadas em cada fase executiva, assegurando que o padrão de qualidade ISO 9001 e o cumprimento das normas NBR sejam mantidos dentro do orçamento previsto pelo cliente.
Em resumo, o futuro da arquitetura de alta performance pertence às organizações que dominam a gestão do tempo e a ciência dos custos. Ao adotar o software CSP para monitorar equipes, ratear despesas e fundamentar propostas comerciais, os escritórios eliminam a estagnação, garantem a satisfação dos clientes e alcançam a rentabilidade máxima do negócio.
Featured
CPI da Saúde questiona ex-secretário sobre R$ 1,1 bilhão em indenizatórios e a “Mulher da SES”

Gilberto Figueiredo respondeu a 70 perguntas do deputado Wilson Santos; comissão vai convocar secretária adjunta após citações da Operação Espelho
A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Saúde da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) ouviu o ex-secretário de Estado de Saúde (SES), Gilberto Figueiredo, na condição de investigado, para esclarecer questões relacionadas aos contratos firmados pela pasta entre 2019 e 2025. Durante a oitiva, conduzida pelo presidente da comissão, deputado estadual Wilson Santos (PSD), foram feitas cerca de 70 perguntas. O depoente, que estava acompanhado de advogado, abriu mão do direito ao silêncio para apresentar a sua defesa.
Ao ser questionado sobre a participação nas contratações, nos reconhecimentos de dívidas e nos pagamentos realizados pela Secretaria de Estado de Saúde, Gilberto explicou que as decisões não dependiam exclusivamente de sua autorização e que os processos passavam por diferentes departamentos e recebiam pareceres e observações de integrantes das nove secretarias adjuntas da pasta e que o seu papel era tomar a decisão final sobre os processos previamente analisados.
Em relação aos pagamentos indenizatórios que somaram R$ 1,1 bilhão ao longo de sete anos, com base no Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) nº 01/2019, ele confirmou o montante e afirmou que, durante o período em que esteve à frente da SES, o orçamento da pasta ultrapassou R$ 31 bilhões. “Os pagamentos indenizatórios não nascem na sala de um secretário e, sim, por uma atividade que foi realizada, contratada ou adquirida e que depois o Estado está obrigado a pagá-la por questão de não ter risco de enriquecimento ilícito”, justificou.
Wilson Santos contestou a explicação e observou que a pandemia da Covid-19 foi uma situação excepcional, durante a qual houve flexibilização da legislação, mas que o pagamento por indenização parece ter se tornado uma prática mantida mesmo após o período emergencial. Ele acrescentou que houve um crescimento de quase 500% no número de pagamentos indenizatórios no período pós-pandemia.
Em resposta, Gilberto afirmou que não houve acomodação da gestão diante da situação e defendeu a existência de procedimentos para comprovar os serviços prestados. “Nós tomamos as decisões e reformulamos a estrutura da SES. Não acostumei. Vou querer aprofundar sobre essa situação (indenizatórios). Não existe pagamento que não esteja com um robusto processo de comprovação de serviços realizados”, declarou.
O ex-secretário também esclareceu que o TAC teria sido firmado inicialmente com duração de dois anos e afirmou que o instrumento permanecia vigente. O presidente da CPI, por sua vez, contrapôs a informação, alegando que o prazo havia se encerrado em 31 de agosto de 2026. Logo, Gilberto confirmou que a atual gestão da SES prorrogou o acordo por mais 60 dias. “Eu mesmo fui autor do comunicado ao Ministério Público Estadual que era o TAC nº 01/2019. O objetivo primeiro era não paralisar e não colapsar o serviço de saúde. No TAC existe o compromisso elaborado tanto na questão da gestão de pessoal como também na contratação de serviço”, explicou.
Diante das informações apresentadas, a CPI vai requisitar novos esclarecimentos sobre a tramitação do TAC para a Secretaria de Estado de Saúde. Outras indagações feitas ao ex-secretário foram referentes aos motivos pelos quais a pasta não teria atendido a alertas de órgãos de controle, como a Controladoria-Geral do Estado (CGE) e a Procuradoria-Geral do Estado (PGE), que identificaram irregularidades e recomendaram a suspensão ou a correção de determinados procedimentos.
Gilberto esclareceu que interromper a prestação de um serviço de saúde poderia colocar vidas em risco e que, diante dessas situações, cabia ao gestor avaliar os pareceres e tomar decisões. “O gestor, sim, ele é assessorado por parecer, mas ele está sentado no cargo para tomar a decisão. Eu nunca fui omisso, nunca abri mão de tomar uma decisão por causa de alerta para não deixar o paciente morrer. Eu tive o coração de correr os riscos. E estou sujeito a eles. Vou passar pelos escrutínios”, afirmou o investigado.
Outro ponto abordado durante a oitiva foi a contratação de empresas sem processo licitatório e a ocorrência de irregularidades envolvendo prestadoras de serviços. O depoente afirmou que é difícil para a administração pública acompanhar mudanças na composição societária, na razão social ou no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) das empresas. “Tem empresas que têm mais de 100 sócios. Eu apurei e fui buscar. Como um gestor vai conseguir controlar isso? Tomei conhecimento, sim, fiz demanda junto da PGE de como poder evitar isso. Infelizmente, tem empresas que não cumprem contrato e no outro dia nasce com um outro nome ou outro CNPJ e o governo não tem como impedir”, declarou.
A CPI também questionou o ex-secretário sobre a pessoa mencionada em autos de processos investigatórios relacionados à Operação Espelho como a “Mulher da SES”, apontada no contexto das investigações sobre contratos e licitações. Gilberto contestou a referência e afirmou que não existia uma pessoa identificada dessa forma, mas um quadro de aproximadamente 6,5 mil servidores na Secretaria, dos quais 4.194 seriam mulheres. Diante da resposta, Wilson Santos informou que apresentará requerimento para convocar, na condição de testemunha, a atual secretária adjunta de Orçamento e Finanças da SES, Ivone Rosset. “Eu não vou ficar dando nomes às pessoas que estão legalmente investidas nos cargos publicados em Diário Oficial”, disse o ex-secretário.
Ao final da oitiva, Gilberto solicitou que um exemplar de seu livro “Sem tempo para respirar”, fosse incluído nos autos da CPI da Saúde. Segundo ele, a obra apresenta detalhes da atuação da SES durante a pandemia e das medidas adotadas para salvar vidas. “Não fico feliz com os óbitos que ocorreram, mas fico feliz, se muitos de nós estamos aqui hoje, é que trabalhamos muito para que isso acontecesse. Criamos o maior centro de triagem de Covid-19 e atendemos milhares de pessoas”, declarou.
Também participaram da reunião o relator da CPI, deputado estadual Beto Dois a Um (União), e os membros Dilmar Dal Bosco (União) e Chico Guarnieri (PSDB).
Agro Mato Grosso20 horas agoDia Internacional da Mulher Rural: Mulheres do campo transformam legado para novas gerações
Agro Mato Grosso21 horas agoMercado de defensivos para algodão em MT cresce 14% safra 25/26
Agro Mato Grosso21 horas agoEtanol de milho: MT projeta crescimento de 18,67% na produção
Featured17 horas agoMenina de 10 anos morre após disparo acidental dentro de casa em Sinop
Sustentabilidade16 horas agoIPPA//CEPEA: Índice avança em setembro, impulsionado pelos preços dos grãos – MAIS SOJA
Sustentabilidade19 horas agoIBGE estima safra de grãos recorde em 2026: 354,5 milhões de toneladas – MAIS SOJA
Business12 horas agoCNA apresenta documento com 8 propostas e prioridades para o agro na COP 31
Featured20 horas agoDerf de Confresa recupera retroescavadeira de R$ 500 mil em menos de duas horas

















