Sustentabilidade
Algodão fecha em baixa em NY com estimativa de maior produção brasileira e expectativa por vendas americanas – MAIS SOJA

A Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures) para o algodão fechou com preços mais baixos nesta quinta-feira.
O mercado recuou com as perspectivas de uma maior safra do Brasil, embora em pequena escala, e aguardando os dados com as exportações semanais norte-americanas. O relatório das exportações será divulgado nesta sexta-feira, dia 16, às 9h30 (horário de Brasília), pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).
A safra brasileira de algodão em pluma na temporada 2026/27 está estimada em 4,157 milhões de toneladas, ante as 4,145 milhões de toneladas indicadas na safra 2025/26. Os números fazem parte do 1o levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) para a safra 2026/27, divulgado hoje.
A produtividade das lavouras está estimada em 1.986 quilos de algodão em pluma por hectare, ante 2.054 quilos por hectare na temporada 2025/26. A área plantada com algodão na temporada 2026/27 está estimada em 2,093 milhões de hectares, avanço de 3,7% na comparação com os 2,018 milhões de hectares da safra passada.
Os contratos com entrega em dezembro/2026 fecharam o dia a 80,06 centavos de dólar por libra-peso, queda de 0,60 centavo, ou de 0,7%. Março/2027 fechou a 83,42 centavos, desvalorização de 0,58 centavo, ou de 0,7%.
Fonte: Agência Safras
Sustentabilidade
Preços agrícolas disparam com alta de soja, milho e arroz, aponta Cepea

Os preços recebidos pelos produtores agropecuários brasileiros registraram alta de 3,62% em setembro, na comparação com agosto, impulsionados principalmente pela valorização dos grãos. Os dados são do Índice de Preços ao Produtor de Grupos de Produtos Agropecuários (IPPA/Cepea), divulgado pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) nesta quinta-feira (15).
O principal destaque do mês foi o grupo dos grãos, que apresentou valorização de 6,58%. Também houve aumento nos preços dos produtos da pecuária, de 2,08%, e do grupo formado por cana-de-açúcar e café, de 0,15%. Em contrapartida, os hortifrutícolas registraram queda de 3,98%.
Entre os produtos que contribuíram para a alta do índice estão algodão, arroz, milho, soja, trigo, boi gordo, frango vivo, suíno vivo, leite, batata, tomate e cana-de-açúcar. Por outro lado, ovos, banana, laranja, uva e café apresentaram recuos, pressionando os resultados de seus respectivos grupos.
Segundo o Cepea, o desempenho dos preços agropecuários em setembro superou o registrado pelos preços industriais. No mesmo período, o Índice de Preços por Atacado – Oferta Global – Disponibilidade Interna (IPA-OG-DI) avançou 1,57%, abaixo da valorização de 3,62% observada no IPPA/CEPEA.
No mercado internacional, os preços dos alimentos em dólares subiram 1,48% em setembro. Entretanto, a valorização de 0,16% do real frente à moeda norte-americana reduziu o impacto desse movimento no mercado brasileiro. Com isso, os preços internacionais dos alimentos convertidos em reais registraram aumento de 1,31%.
Preços agropecuários acumulam queda em 2026
Apesar da recuperação registrada em setembro, os preços recebidos pelos produtores ainda apresentam retração na comparação anual.
Entre janeiro e setembro de 2026, o IPPA/CEPEA acumulou queda de 6,56% em relação ao mesmo período de 2025. Todos os grupos analisados apresentaram variações negativas, com destaque para cana-de-açúcar e café, que registraram a maior retração, de 20,90%.
Os hortifrutícolas acumularam queda de 8,58%, enquanto os grãos apresentaram recuo de 3,49%. Na pecuária, a redução foi de 2,54% na mesma base de comparação.
O desempenho contrasta com o comportamento dos preços industriais, que registraram alta de 1,24% no período, segundo o IPA-OG-DI.
No cenário internacional, os preços dos alimentos acumularam queda de 8,39% quando convertidos em reais, apesar da leve valorização de 0,75% em dólares.
Essa diferença está relacionada ao comportamento do câmbio. Na comparação entre janeiro e setembro de 2026 e o mesmo intervalo do ano anterior, o real apresentou valorização de 8,96% frente ao dólar, contribuindo para reduzir os preços internacionais dos alimentos quando expressos na moeda brasileira.
Assim, embora setembro tenha sido marcado pela recuperação das cotações agropecuárias, especialmente dos grãos, o balanço dos nove primeiros meses do ano ainda aponta preços inferiores aos registrados em 2025.
Sustentabilidade
Colheita da canola avança no RS marcada por perdas de qualidade e custos de secagem – MAIS SOJA

As lavouras de canola estão predominantemente em maturação e colheita. O encerramento do ciclo em um período de excesso de precipitações e de elevada umidade impactou negativamente as operações de colheita, aumentando os riscos de germinação dos grãos ainda nas síliquas e os custos de secagem.
Há diferenças expressivas entre lavouras e municípios, relacionadas às condições ambientais, ao nível de investimento e ao manejo adotado. Em algumas áreas severamente
atingidas, a produtividade projetada pode não compensar os custos de colheita, enquanto outras mantêm rendimentos próximos das expectativas iniciais.
A área cultivada no Estado está estimada em 353.397 hectares, e a produtividade média projetada em 1.619 kg/ha. Na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Bagé, o início de um período sem chuvas permitiu a realização dos trabalhos de colheita em pequenas áreas em Itaqui, Maçambará, Manoel Viana, Itacurubi e São Gabriel. Em São Borja, 5% dos 13.500 hectares cultivados já foram colhidos, com produtividades apresentando variação significativa.
Essas diferenças estão relacionadas às condições meteorológicas ao longo do ciclo, ao nível de investimento e ao manejo adotado. Como 75% das lavouras do município estão em fase de maturação, há grande apreensão devido à previsão de precipitações volumosas para os próximos dias, o que eleva os riscos de perdas por debulha natural e redução da qualidade dos grãos. Em Manoel Viana, pequenas áreas colhidas apresentaram rendimento dentro das expectativas iniciais.
Na de Erechim, 65% dos cultivos se encontram em fase de formação de síliquas e em enchimento de grãos, e 35% já foram colhidos. Na de Frederico Westphalen, estão 10% em enchimento de grãos, 40% em maturação e 50% colhidos. Na de Ijuí, a colheita alcança 16% da área e está sendo realizada com teor de umidade muito acima do adequado a fim de evitar o aumento de perdas por debulha e por germinação de sementes nas síliquas.
Em Tenente Portela, onde há uma pequena área plantada como primeira experiência dos produtores com a cultura, a colheita foi concluída. O rendimento das lavouras ficou abaixo do esperado, variando entre 1.140 a 1.620 kg/ha. Porém, apesar das condições climáticas adversas, os produtores avaliaram positivamente a cultura em comparação ao trigo. Nos demais municípios com área mais expressiva, a colheita está apenas se iniciando.
Na de Passo Fundo, as lavouras se distribuem em formação de síliquas e enchimento de grãos (10%), maturação de colheita (40%) e colhidas (50%). Na de Santa Rosa, os cultivos se distribuem nas fases de enchimento de grãos (11%), maduros(54%) e colhidos(35%). Nas regiões mais atingidas pela ocorrência de granizo, além da deiscência das síliquas maduras, observaram-se danos severos nos caules e nos ramos das plantas, comprometendo as síliquas mais verdes que não haviam sido atingidas diretamente. Os produtores avaliam que parte das áreas não possui viabilidade econômica para a realização da colheita, uma vez que a produtividade não cobrirá os custos da operação. Em lavouras com síliquas intactas, a colheita será realizada para mitigar prejuízos e fracionar a palha da cultura, favorecendo a operação de semeadura do próximo cultivo.
Na de Soledade, 10% das lavouras se encontram em enchimento de grãos, 30% em maturação fisiológica, 40% em maturação de colheita e 20% colhidas. A rápida evolução dos estádios finais de desenvolvimento se deve ao uso da dessecação para acelerar e uniformizar a maturação.
Comercialização (saca de 60 quilos)
Na região de Ijuí, o preço médio praticado é de R$ 141,00, com variação entre R$ 135,00 e R$ 150,00. Em Santa Rosa, a cotação média praticada foi R$ 144,53. O preço praticado em Bagé e Dom Pedrito é de R$ 143,00.
Fonte: Emater/RS
Sustentabilidade
Emater/RS: Inicia emergência da soja no RS – MAIS SOJA

A semeadura de soja da Safra 2026/2027 no Rio Grande do Sul segue limitada pelas chuvas frequentes, pela elevada umidade do solo e pelo reduzido acesso de máquinas, e se concentra nos locais com autorização para a semeadura antecipada, ou que não estão sujeitos às restrições de financiamentos referentes às normas do Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc). Na maior parte do Estado, quando possível, os produtores priorizaram a dessecação de plantas de cobertura e prepararam as áreas, enquanto aguardam condições mais favoráveis para iniciar ou ampliar a implantação das lavouras. Essa cautela também está relacionada ao risco de necessidade de ressemeadura após as precipitações intensas, considerando os custos envolvidos no estabelecimento da cultura.
De acordo com o Informativo Conjuntural, divulgado nesta quinta-feira (15/10) pela Emater/RS-Ascar, na região de Santa Rosa estima-se que 6% da área projetada, de 786.234 hectares, tenha sido semeada. As primeiras lavouras implantadas se concentram em áreas anteriormente em pousio e em propriedades sem vinculação a financiamentos sujeitos às normas do Zarc, utilizando recursos próprios. No RS, a Emater/RS-Ascar estima o plantio de 6.645.384 hectares e produtividade de 3.183 kg/ha. A produtividade esperada para a região Noroeste é de 3.215 kg/ha.
Na região de Pelotas, as primeiras lavouras de soja foram implantadas em Herval, Canguçu e Piratini. Grande parte das áreas destinadas à cultura continua ocupada por pastagens, e os produtores vêm retirando gradualmente os animais, realizando a dessecação e a preparação das áreas para a semeadura. A projeção de plantio é de 515.970 hectares e a produtividade estimada em 2.606 kg/ha. Já na região de Soledade, a semeadura da soja avançou em ritmo reduzido. Muitas áreas já estão dessecadas e preparadas para receber as sementes. Conforme o calendário do Zarc, o período de implantação se estende até 28/01/2027. Estima-se o cultivo de 487.640 hectares e produtividade de 3.275 kg/ha.
Milho – A semeadura de milho alcança 76% da área projetada para esta safra no RS, que é de 896.401 hectares. As chuvas frequentes, a elevada umidade do solo, a baixa luminosidade e as temperaturas amenas têm restringido o acesso das máquinas e retardado o desenvolvimento inicial das lavouras na maior parte do Estado. A baixa disponibilidade de radiação solar limitou o crescimento das plantas, e os elevados volumes de precipitação podem favorecer a lixiviação de nutrientes. Além disso, os temporais com granizo e ventos fortes provocaram danos em lavouras estabelecidas, comprometendo o estande no Noroeste do Estado. Contudo, parte das lavouras apresenta recuperação satisfatória após os danos iniciais.
Milho silagem – A semeadura evoluiu apenas 3% nos últimos dias, alcançando 53% da área prevista para o Estado, que é de 369.389 hectares. As chuvas frequentes, a elevada umidade do solo, a baixa disponibilidade de radiação solar e as temperaturas amenas têm restringido as operações e retardado o desenvolvimento inicial em algumas áreas. Nas lavouras estabelecidas predominam os estágios vegetativos, que correspondem a 99% da área implantada, e menos de 1% iniciou a floração. A Emater/RS-Ascar estima para o milho silagem uma produtividade média de 38.392 kg/ha.
Arroz – A semeadura de arroz irrigado prossegue em ritmo diferenciado entre as regiões produtoras, sendo mais expressiva na Fronteira Oeste e no Sul. Já na Região Central e Litoral, as chuvas volumosas das últimas semanas restringiram o preparo do solo e a implantação das lavouras. No Estado, aproximadamente um terço da área foi semeada. O excesso hídrico dificultou as operações e provocou alagamentos, danos em taipas e problemas no estabelecimento inicial nos talhões já semeados. Em áreas de várzea próximas a cursos dágua, as inundações elevam a preocupação com a continuidade do plantio e com a manutenção da área cultivada prevista para a safra. A área projetada de cultivo pelo Instituto Riograndense do Arroz (Irga) para a Safra 2026/2027 alcança 861.779 hectares, e a produtividade inicial estimada pela Emater/RS-Ascar é de 8.741 kg/ha.
Feijão 1ª safra – A semeadura de feijão da 1ª safra avançou pouco, condicionada pela elevada umidade do solo e pelas condições de acesso às áreas. Estima-se que aproximados 20% da área prevista, que é de 24.587 hectares, foram semeados. O estabelecimento da cultura ocorre de forma satisfatória, mas há registro de redução das áreas comerciais em algumas regiões. Nas lavouras mais precoces, estão em andamento as operações de adubação em cobertura.
CULTURAS DE INVERNO
Trigo – A colheita de trigo avança para 9% da área plantada, de forma irregular e com interrupções em função das chuvas. A dessecação para a uniformização da maturação foi utilizada para antecipar a retirada das lavouras e para a manutenção da qualidade dos grãos, embora a colheita com maior umidade eleve os custos operacionais nas unidades de beneficiamento e secagem. As estimativas regionais de produtividade apresentam variações, mas há indicativo de redução em diversas áreas. Já as lavouras com melhor manejo ou não afetadas por eventos climáticos, ainda mantêm potencial produtivo satisfatório.
Nas áreas de trigo em fase reprodutiva (50%), o excesso de chuvas, a manutenção da umidade do ar e a baixa disponibilidade de radiação solar têm prejudicado o enchimento de grãos, com reflexos negativos sobre o rendimento e a qualidade do produto. Em lavouras próximas à colheita (40%), são observados descoloração da palha e enrugamento dos grãos, o que aumenta os riscos de redução do peso hectolitro (PH) e de outros parâmetros comerciais. Na região de Santa Rosa, 1% das lavouras de trigo está em floração, 33% em enchimento de grãos, 53% maduras e 13% colhidos. Os temporais com granizo e ventos fortes provocaram acamamento, quebra de espigas e debulha, sobretudo em lavouras maduras ou próximas da colheita. Os produtores seguem muito preocupados com a redução do PH e com os custos de secagem. Nas áreas atingidas, eles acionaram o Proagro e os seguros privados, e seguem as vistorias para a avaliação dos danos.
Aveia-branca – Os cultivos de aveia-branca estão se aproximando do final do ciclo, e 30% da área está em enchimento de grãos, 48% em maturação e 22% colhidos. O padrão produtivo está variável entre as regiões: há lavouras com resultados satisfatórios, e outras afetadas por eventos climáticos recentes, que provocaram acamamento, debulha das panículas e perdas de produtividade. Em algumas áreas, a baixa qualidade dos grãos tem dificultado a comercialização para a indústria, levando à destinação para a alimentação animal. A estimativa estadual de área cultivada é de 387.697 hectares, e a produtividade média projetada em 2.322 kg/ha.
Canola – As lavouras estão em maturação e colheita. O encerramento do ciclo em um período de excesso de precipitações e de elevada umidade impactou de forma negativa as operações de colheita, aumentando os riscos de germinação dos grãos ainda nas síliquas e os custos de secagem. Há diferenças expressivas entre lavouras e municípios, relacionadas às condições ambientais, ao nível de investimento e ao manejo adotado. Em algumas áreas severamente atingidas, a produtividade projetada pode não compensar os custos de colheita, enquanto outras mantêm rendimentos próximos das expectativas iniciais. A área cultivada no Estado está estimada em 353.397 hectares, e a produtividade média projetada em 1.619 kg/ha.
Carinata – A cultura está em enchimento de grãos e maturação. A colheita foi efetuada em aproximadamente 5% das áreas. Os temporais com granizo e ventos fortes provocaram o acamamento e a queda de síliquas, comprometendo componentes de rendimento. As perdas podem ser expressivas nos locais mais atingidos. A área estimada de plantio pela Emater/RS-Ascar é de 12.365 hectares.
Cevada – A cevada se encontra em enchimento de grãos (40%) e maturação (22%), sob condições de elevada umidade, que aumenta a preocupação com a qualidade industrial. A colheita está em fase inicial e abrange menos de 2% da área. Apesar do satisfatório potencial produtivo e das condições sanitárias, as chuvas frequentes podem comprometer os parâmetros de qualidade exigidos pela indústria cervejeira, especialmente a capacidade germinativa dos grãos. Os resultados finais dependerão da evolução da maturação e das condições meteorológicas até a colheita. A área de cultivo estimada é de 20.320 hectares no Estado, e a produtividade média de 3.020 kg/ha.
CRIAÇÕES
BOVINOCULTURA DE CORTE – Nas áreas de integração lavoura-pecuária, a destinação de áreas para o cultivo de soja tem exigido o remanejo de bovinos que ainda não atingiram peso e acabamento adequados para o abate. As parições estão em andamento, com terneiros em bom desenvolvimento e matrizes em condições corporais satisfatórias em algumas regiões. Prosseguem os manejos pré-acasalamento, como vacinação reprodutiva, exames andrológicos e protocolos de inseminação artificial em tempo fixo. O tempo chuvoso tem demandado atenção adicional com os recém-nascidos.
BOVINOCULTURA DE LEITE – O manejo dos bovinos leiteiros foi dificultado pelas chuvas frequentes e pela elevada umidade, que aumentam a formação de barro nas áreas de circulação e de alimentação e afetam a manutenção das camas secas nos sistemas confinados, exigindo cuidados adicionais com a sanidade dos animais. Em algumas propriedades, a falta de energia elétrica comprometeu a ordenha e a conservação do leite, elevando os custos operacionais. Os vendavais do período geraram demandas por crédito para a reconstrução de estruturas danificadas. Apesar das dificuldades, as temperaturas mais amenas favoreceram o bem-estar animal, e as parições seguiram nos rebanhos leiteiros.
OVINOCULTURA – Os nascimentos têm evoluído de forma satisfatória. Há elevado percentual de parições concluídas, além de cordeiros em desenvolvimento adequado e matrizes com condição corporal satisfatória em diversas localidades. A oferta de pastagens tem favorecido a alimentação dos rebanhos, apesar de a elevada umidade decorrente das chuvas frequentes ter afetado o manejo e aumentado a necessidade de cuidados sanitários, especialmente com os cascos e a higiene das instalações. Está em andamento a seleção de matrizes e de borregas para reposição, desmame e manejo sanitário. Porém, a umidade tem provocado atrasos pontuais na esquila e na assinalação.
Fonte: Ematr/RS
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