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24 de setembro de 2026

Sustentabilidade

Soja fecha em leve baixa em Chicago à espera de detalhes do encontro entre EUA e China – MAIS SOJA

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Os contratos futuros da soja fecharam em leve baixa na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), nesta quinta-feira (24). O mercado ficou à espera de detalhes do encontro entre os presidentes dos Estados Unidos, Donald Trump, e da China, Xi Jinping, e de possíveis acordos envolvendo o comércio agrícola entre os dois países.

Os operadores aguardam possíveis anúncios de compras chinesas de produtos agrícolas norte-americanos ou a retirada da tarifa de 10% sobre as importações de soja dos Estados Unidos. Na quarta-feira, o secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, afirmou, após conversas com o vice-primeiro-ministro chinês, He Lifeng, que os dois países concordaram em estender até 10 de janeiro o acordo que suspende a escalada da guerra comercial.

O dólar atingiu a máxima em dois meses, tornando os produtos agrícolas norte-americanos mais caros para os importadores.

Os investidores também avaliaram os dados de vendas semanais dos Estados Unidos divulgados pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). As vendas líquidas de soja da temporada 2026/27 somaram 582,4 mil toneladas na semana encerrada em 17 de setembro, abaixo das expectativas do mercado. Separadamente, exportadores privados norte-americanos reportaram ao USDA a venda de 120 mil toneladas de soja para a China, com entrega prevista para a temporada 2026/27.

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As atenções também estão voltadas para o clima. Um sistema de tempestades deve atingir as Planícies e o centro-oeste dos Estados Unidos, com chuvas fortes até o fim de semana, podendo atrasar a colheita de soja. Outro período úmido é esperado para o início da próxima semana.

Preços
Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com baixa de 0,50 centavo de dólar ou 0,03%, a US$ 13,17 1/2 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 13,32 por bushel, com retração de 1,75 centavo de dólar ou 0,13%.

Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com alta de US$ 1,80 ou 0,48%, a US$ 372,40 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 67,55 centavos de dólar, com perda de 0,26 centavo ou 0,38%.



 

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Sustentabilidade

FertFacil: Há 11 anos a ferramenta escolhida por profissionais e produtores ficou ainda melhor – MAIS SOJA

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O FertFacil é um sistema digital para interpretação de análises de solo e cálculo de adubação e calagem. Lançado em 2015, o FertFacil conquistou a confiança de profissionais por ser simples de usar, intuitivo e extremamente confiável. Você recebe os resultados imediatamente e pode imprimir laudos personalizados para enviar aos seus clientes. O sistema conta com os manuais de adubação e calagem do RS/SC e Paraná na íntegra com todas as suas culturas disponíveis.

Uma das instituições mais respeitadas do Brasil, a Emater/RS disponibiliza o FertFacil para seus técnicos há mais de 6 anos e para mais de mil profissionais simultaneamente. Além disso, mais de 40 empresas e prefeituras e 100 profissionais independentes também utilizam a ferramenta no seu dia a dia, acelerando seus processos com resultados garantidos.

A nova atualização do sistema agora conta também com o FertSync, que combina recomendações de 11 manuais oficiais para a soja, exibindo gráficos comparativos com informações cruciais para a melhor tomada de decisão do plantio. Ele é rápido e personalizável, apresentando também uma interpretação inteligente que leva em conta todos os resultados e entrega a melhor solução. Em breve disponível para mais culturas, e gradualmente contará com novos manuais.

Compartilhe os resultados do FertSync por WhatsApp e impressione seus clientes com esta ferramenta de ponta e que é constantemente melhorada baseado em seu feedback.

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Experimente gratuitamente o FertFacil e o FertSync através do nosso site  e faça seu cadastro. Fonte: Asssessoria
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Sustentabilidade

Começa colheita do trigo nas principais regiões produtoras do Rio Grande do Sul – MAIS SOJA

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As condições ambientais foram favoráveis para o desenvolvimento das lavouras de trigo na maior parte do Rio Grande do Sul. Há, contudo, diferenças de desenvolvimento entre as regiões, em função da época de implantação e das condições meteorológicas ao longo do ciclo. De acordo com o Informativo Conjuntural, divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (17/9), as áreas de trigo implantadas de forma precoce, no oeste do Estado, avançam para as fases de enchimento de grãos (44%) e maturação (5%), e inicia-se a colheita. Nas lavouras de implantação mais tardia, predominam os estágios de desenvolvimento vegetativo (12%) e de espigamento e floração (39%).

Em relação ao quadro fitossanitário, há incidência de oídio, de manchas foliares, de ferrugens e de giberela. Destaca-se a necessidade de maior atenção às lavouras em floração e às áreas submetidas a condições meteorológicas propícias ao desenvolvimento de doenças. Para a Safra 2026, a área projetada com trigo no Estado é de 814.220 hectares, e a produtividade média, de 2.701 kg/ha.

Na região de Santa Rosa, 4% das lavouras de trigo estão em desenvolvimento vegetativo, 28% em floração, 61% em enchimento de grãos e 7% em maturação. As lavouras apresentam bom número de espiguetas por espiga e ausência de falhas de fecundação, mantendo o potencial produtivo favorável. Na região de Caxias do Sul, a elevada nebulosidade e a baixa luminosidade, associadas às temperaturas reduzidas, retardaram o desenvolvimento das plantas. As lavouras de trigo estão no final do perfilhamento e início da elongação do colmo, mantendo, apesar das intempéries, expectativa de rendimento considerada satisfatória. Já na região de Santa Maria, em Tupanciretã, município de maior extensão regional do cultivo, 20% das lavouras estão em elongação, 60% em floração e 20% em enchimento de grãos. Nas áreas mais adiantadas, o frio intenso e as geadas mantêm a necessidade de acompanhamento durante a floração, mas a quantificação de eventuais perdas ainda não foi realizada.

Aveia-branca

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Houve avanço do ciclo nos cultivos de aveia-branca. Do total da área, estimada para o Estado em de 387.697 hectares, 11% estão em desenvolvimento vegetativo, 49% em enchimento de grãos, 27% em floração, 11% em maturação e 2% colhidos. De modo geral, as condições das lavouras estão satisfatórias, com bom desenvolvimento e condições sanitárias favoráveis, embora persista a incidência pontual de doenças foliares, especialmente ferrugens. A produtividade média estadual está projetada em 2.322 kg/ha.

Canola

A cultura da canola avança para as fases finais do ciclo. Predominam lavouras em floração e enchimento de grãos (88%), e aumentam as áreas em maturação (9%). A colheita ainda se limita a pequenas extensões de implantação precoce (1%). As condições de maior luminosidade, de temperaturas favoráveis e de menor umidade relativa do ar, observadas em parte do período, contribuíram para o avanço fenológico, para o desempenho das plantas e, nas áreas em floração, para maior atividade de polinizadores. A ocorrência de geada em lavouras em formação pode ter comprometido de forma parcial o enchimento das síliquas, mas ainda sem quantificação definitiva das perdas. A área cultivada de canola no Rio Grande do Sul está estimada em 353.397 hectares, e a produtividade média em 1.619 kg/ha.

Carinata

A cultura apresenta desenvolvimento e estande satisfatórios, apesar das diferenças entre as regiões, em função da época de implantação e das condições meteorológicas ao longo do ciclo. As lavouras em desenvolvimento vegetativo totalizam 3%; em floração são 32%; em enchimento de grãos, 62%; e em maturação, 3%. Na região de Frederico Westphalen, as lavouras apresentam desenvolvimento satisfatório. Estão 70% em enchimento de grãos e 30% em maturação. A expectativa atual de produtividade está próxima de 1.100 kg/ha. Já na região de Ijuí, 15% da área de canola está em floração, 80% em granação e 5% em maturação.

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Cevada

As janelas de tempo firme favoreceram a evolução da cultura e a continuidade das operações de manejo. Nas regiões de maior concentração de cultivo, apesar das chuvas volumosas, não foram relatados impactos relevantes nas lavouras. Cerca de 50% da área cultivada está em desenvolvimento vegetativo, 30% em floração e 20% em enchimento de grãos. De forma pontual, algumas lavouras iniciaram o processo de maturação. A área de cultivo estimada é de 20.320 hectares no Estado, e a produtividade média de 3.020 kg/ha.

Culturas de verão

Milho

O plantio de milho no Rio Grande do Sul chega a 60% da área e está praticamente finalizado na região Noroeste. A ocorrência de geada causou danos em lavouras implantadas mais cedo e nos locais mais propícios para ocorrência de geadas. Os produtores realizaram as aplicações de herbicidas e de inseticidas; estes para o controle de cigarrinha, cuja incidência aumentou. A estimativa da Emater/RS-Ascar aponta o plantio de 896.401 hectares de milho, produtividade projetada de 7.711 kg/ha e produção aproximada de 6,91 milhões de toneladas.

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Arroz

Na região de Bagé, há intenção de plantio de 361.027 hectares de arroz. Houve excelente evolução na semeadura das lavouras, ainda concentrada nos municípios da Fronteira Oeste, com histórico de implantação da cultura desde o início de setembro. Em Maçambará, 15% dos 16.900 hectares previstos foram semeados. A alta capacidade de máquinas e implementos utilizados pelos produtores permitem avanço diário significativo do plantio. As temperaturas baixas devem provocar algum atraso no estabelecimento das lavouras. Ainda assim, a sequência de dias de tempo seco foi propícia para os cultivos. As barragens cheias e a boa reação na cotação do produto motivam os produtores, que estavam pessimistas em relação à primavera pela ocorrência de El Niño, à falta de crédito e aos insumos com cotações elevadas.

Feijão 1ª safra

Na região de Ijuí, a semeadura evoluiu para 40% da área projetada, que é de 883 hectares para o Rio Grande do Sul. O desenvolvimento das plantas ocorreu de forma lenta devido ao tempo frio. Na região de Pelotas, segue o plantio das primeiras lavouras em locais protegidos e sem riscos de geadas. Na região de Soledade, no baixo Vale do Rio Pardo, a semeadura do feijão 1ª safra está em fase final. Nas regiões Centro-Serra e Alto da Serra do Botucaraí, as áreas estão preparadas para o plantio.

Criações

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Bovinocultura de leite

O excesso de umidade e a formação de barro ainda dificultam o acesso às pastagens e o manejo, além de aumentarem os riscos de mastite e de problemas de casco em determinadas regiões. Já a redução do encharcamento em algumas áreas tem favorecido a movimentação dos animais e o acesso às forrageiras.

Na região de Bagé, as vacas alimentadas em campo nativo apresentam recuperação da condição corporal. Esse cenário marca o retorno dos produtores sazonais à atividade e o aumento da produção dos que efetuam a entrega de leite durante todo o ano, mas não realizam investimentos significativos em pastagens de inverno ou na suplementação com fenos e silagens.

O observa-se pequena redução na produção de leite nos sistemas de produção a pasto na região de Ijuí. Nos sistemas confinados, a produtividade não apresentou alterações. Nos sistemas estabulados, persiste a dificuldade para reduzir a umidade da cama dos animais, embora o conforto térmico esteja satisfatório.

Em algumas propriedades da região de Santa Rosa, o excesso de umidade das semanas anteriores ocasionou danos pontuais por pisoteio e dificultou o manejo, mas não comprometeu a alimentação dos animais. Os produtores seguem realizando suplementação alimentar com silagem e concentrados, especialmente para vacas em pico de lactação.

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Piscicultura

Na região de Erechim, a geada e o frio do início do período reduziram o apetite e a atividade dos peixes. A chuva volumosa na sexta-feira (11/9), a qual atingiu até 150 mm, aumentou a turbidez da água nos viveiros e elevou o risco de redução do oxigênio dissolvido, de inversão térmica, de transbordamento e de fuga dos peixes em viveiros com pouca margem de segurança. Apesar da turbidez nos viveiros após a chuva forte, os açudes apresentam ótima disponibilidade de água.

Pesca artesanal

Na região de Santa Rosa, novamente os pescadores de Porto Vera Cruz e de outras localidades que praticam a pesca no Rio Uruguai foram prejudicados pela elevação do nível do rio. Segundo representantes da categoria, a maioria retirou os materiais e petrechos de pesca da água e monitora as embarcações nas margens para evitar perdas ainda maiores.

Fonte: Emater/RS

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Sustentabilidade

Bolsão de ar quente eleva temperaturas para até 43°C no Brasil; outubro será chuvoso? Confira a previsão

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Um bolsão de ar quente deve manter as temperaturas elevadas em grande parte do Brasil nos próximos dias. Em áreas do Brasil Central, os termômetros podem chegar a 40 e 43 graus, enquanto outras regiões devem registrar máximas entre 38 e 39 graus. O calor intenso também aumenta o risco de formação e propagação de focos de incêndio.

No Sul, o amanhecer desta sexta feira (25) ainda terá temperaturas baixas, próximas dos 12 graus em algumas áreas produtoras de soja, mas as máximas podem alcançar 32 graus. No interior de São Paulo e no Triângulo Mineiro, os termômetros podem chegar aos 40 graus.

Diante do calor, produtores e trabalhadores que permanecem expostos ao tempo devem redobrar os cuidados nos próximos dias, evitando longos períodos ao ar livre, mantendo boa hidratação e buscando locais protegidos nos horários de maior temperatura.

A previsão indica que as primeiras chuvas devem alcançar áreas do sul do Piauí, Maranhão e sudeste da Bahia por volta de 4 de outubro, mas os volumes inicialmente previstos são baixos, próximos de 15 milímetros. Para boa parte do país, não há indicação de chuvas volumosas nos próximos 15 dias.

Uma mudança no cenário pode ocorrer no fim de semana com a atuação de um ciclone extratropical. O sistema deve favorecer a ocorrência de chuvas e temporais em áreas do Sudeste, com acumulados entre 20 e 30 milímetros em algumas regiões.

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O tempo em outubro

Entre os dias 5 e 9 de outubro, a previsão aponta avanço das chuvas para Mato Grosso, Rondônia, Acre e Goiás, com acumulados que podem chegar a 50 a 80 milímetros em cinco dias. No litoral de São Paulo, Rio de Janeiro, sul de Minas Gerais e Zona da Mata Mineira, os volumes podem ser ainda maiores, chegando a 150 milímetros no período.

Apesar do calor persistente em boa parte do país, a distribuição das chuvas deve ser irregular. Algumas áreas terão episódios de chuva mais relevante, enquanto outras continuarão enfrentando tempo seco e temperaturas elevadas.

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