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7 de agosto de 2026

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Horário eleitoral gratuito começa dia 28 e terá duração diária de 50 minutos

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Aparição de candidatos em rádio e TV ao longo da semana será dividida de acordo com os cargos em nível estadual e federal

O horário eleitoral gratuito da campanha de 2026, começará no dia no dia 28 de agosto. Os candidatos terão 50 minutos diários, em rádio e TV, divididos em dois blocos de 25 minutos. O programa vai durar até o dia 1º de outubro. 

O tempo será dividido neste ano entre os candidatos a presidente, governo, senadores, deputados estaduais e federais. Nas segundas-feiras, quartas-feiras e sextas-feiras serão exibidas as campanhas a governador, senador e deputado estadual. 

Nas terças-feiras, quintas-feiras, sábados e domingos serão exibidos os programas dos candidatos a presidente e deputado federal. Essa divisão não implica que todos os candidatos vão aparecer nem que eles terão o mesmo tempo de aparição. Quanto maior a bancada na Câmara Federal (representatividade), maior o tempo em TV e rádio. 

Conforme informação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o tempo que cada candidato terá só poderá ser calculado após 15 de agosto, data limite para que partidos políticos, federações e coligações registrem suas candidaturas. 

Para o cálculo, o TSE considerou 510 deputados federais eleitos por partidos e federações que atenderam aos requisitos constitucionais. A Câmara tem 513 deputados, mas o cálculo desconsiderou três deputados cujos partidos não atenderam aos requisitos da cláusula de barreira. 

Segundo o TSE, a Federação União Progressista, formada por União Brasil e PP, possui a maior bancada considerada para esse cálculo, com 104 deputados federais.  

Em seguida, aparecem o PL, com 98 parlamentares; a Federação Brasil da Esperança (PT, PCdoB e PV), com 81; o PSD, com 42 deputados, o MDB e o Republicanos, com 41 cada. O PSB, coligado à Federação Brasil da Esperança, conta com 18 cadeiras. 

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Famílias seguem controlando as dívidas e registram novo recuo, aponta pesquisa

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Ainda em ritmo de queda, os cuiabanos seguem controlando as dívidas desde o início do ano e somam mais um recuo no nível de endividamento, passando de 84,4% em junho para 83,3% em julho, segundo a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). O percentual atual representa, em números absolutos, 208,9 mil famílias na capital nessa situação.

Já em relação à inadimplência, que representa o número de famílias com contas em atraso, o movimento foi o contrário. A pesquisa da CNC mostrou um aumento de 15,6% em junho para 16,3% em julho. São 40,9 mil famílias nessa condição em Cuiabá.

De acordo com a avaliação do Instituto de Pesquisa e Análise da Fecomércio Mato Grosso (IPF-MT), os dados de julho reforçam um cenário de recuperação da saúde financeira das famílias cuiabanas, marcado pela redução do endividamento. No entanto, a retomada do crescimento da inadimplência, associada à forte dependência do cartão de crédito, evidencia que a melhora das condições financeiras ainda exige cautela.

A Peic revelou que 49,1% dos respondentes afirmaram possuir poucas dívidas, seguidos por 26,9% que consideram estar mais ou menos endividados e 7,3% que se classificam como muito endividados. Apenas 16,7% afirmaram não possuir dívidas desse tipo.

Ainda assim, o instituto da Fecomércio-MT destaca que a permanência de elevados níveis de endividamento limita a expansão do consumo, uma vez que parte significativa da renda familiar continua destinada ao pagamento de compromissos financeiros.

Com relação ao principal tipo de dívida das famílias, o cartão de crédito segue na liderança. Mesmo com uma retração discreta em relação ao mês anterior, essa modalidade ainda responde por 87,6% das dívidas, sinalizando que a dependência desse meio de pagamento permanece elevada.

Em seguida, aparecem os carnês, com 20,3%, os financiamentos de veículos, com 7,8%, o crédito pessoal, com 7,5%, o crédito consignado, com 5,7%, e o financiamento imobiliário, com 5,1%.

Para o presidente da Fecomércio-MT, Sebastião Gonçalves, o uso do cartão de crédito deve ser feito de forma consciente, diante do risco de inadimplência associado a essa modalidade. “A predominância do cartão de crédito entre as famílias endividadas reforça a necessidade de um uso mais planejado dessa modalidade, uma vez que seus custos financeiros podem prolongar o ciclo de endividamento.”

Quanto à possibilidade de quitar as dívidas em atraso, 37,9% acreditam que não serão capazes de quitar o montante devido, enquanto 33,7% esperam pagar ao menos uma parcela e 27,3% afirmam que conseguirão quitar toda a dívida. Em comparação ao total de famílias cuiabanas, 6,2% acreditam que não irão quitar seus débitos, percentual superior aos 5,8% registrados em junho.

Em relação ao tempo de endividamento, 38,3% informaram estar nessa condição há mais de um ano, seguidos por 32,0% que possuem dívidas entre três e seis meses, 18,1% com débitos há até três meses e, por fim, 11,1% que afirmaram estar endividados entre seis meses e um ano.

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Exposição retrata a alma do Pantanal e abre neste sábado (8) no Morro da Caixa D’Água Velha

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Além da mostra de Adaiele Almeida, evento de abertura contará com feira regional e aula imersiva de yoga ao público

O Museu do Morro da Caixa D’Água Velha, em Cuiabá, recebe neste sábado, às 9h, a abertura da exposição “Pantanal em Mim”, da artista plástica Adaiele Almeida. A programação, das 8h às 17h, reúne ainda uma aula de Yôga, conduzida pela professora Marielly Camargo, e uma feira de artesanato e gastronomia, oferecendo ao público diferentes atividades em um mesmo espaço de convivência, cultura e lazer. O evento será realizado no dia 8 de agosto.

A mostra reúne 20 obras autorais produzidas em óleo, acrílica e técnica mista sobre tela. Natural de Cáceres (MT), Adaiele Almeida é artista plástica, professora e integrante da Associação dos Artistas Plásticos do Estado de Mato Grosso (Artemat). Sua produção artística é inspirada nas memórias da infância, na cultura ribeirinha e na fauna e flora do Pantanal, buscando retratar o bioma para além da paisagem, por meio de suas águas, comunidades, espécies e da relação afetiva entre o ser humano e a natureza.

Segundo a artista, a exposição nasceu da ideia de que o Pantanal ultrapassa os limites geográficos e permanece na identidade de quem vive esse território. “Pantanal em Mim nasce da ideia de que o Pantanal não é apenas um lugar geográfico, mas uma presença que permanece dentro de quem o vive. Cada obra convida o visitante a enxergar o Pantanal não apenas com os olhos, mas também com a sensibilidade”, afirma Adaiele. Ao longo do período de visitação, previsto de 9 de agosto a 10 de setembro, também serão promovidas oficinas artísticas para crianças, workshops e visitas guiadas, com programação a ser divulgada posteriormente.

Além da abertura da exposição, o público poderá participar de uma aula de Yôga ministrada por Marielly Camargo. A proposta é proporcionar uma experiência baseada em técnicas de respiração, movimentos conscientes, relaxamento e meditação, utilizando fones de ouvido para garantir maior imersão. A atividade antecede a visita às obras e busca estimular um olhar mais atento e uma experiência de contemplação.

Para Marielly, a prática contribui para ampliar a conexão do público com a arte e com o ambiente do museu. “O Yôga nos ensina a desacelerar e a direcionar a atenção para o momento presente. Quando silenciamos a mente e nos conectamos com a respiração, passamos a perceber detalhes que, na correria do dia a dia, muitas vezes passam despercebidos”, destaca. Ela acrescenta que integrar bem-estar, patrimônio histórico e produção artística favorece uma vivência mais significativa dos espaços culturais.

Durante todo o sábado, os visitantes também poderão conhecer a feirinha de artesanato e gastronomia, que reúne produtos locais e complementa a programação preparada para diferentes públicos. A iniciativa busca incentivar a valorização da produção artesanal, da culinária regional e do patrimônio histórico representado pelo Museu do Morro da Caixa D’Água Velha.

Com Assessoria 

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Polícia Militar identifica desmatamento ilegal e aplica mais de R$ 7,2 milhões em multas

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Fiscalização do Batalhão Ambiental constatou exploração madeireira irregular em área embargada, apreendeu 312 metros cúbicos de madeira e interditou mais de 1,2 mil hectares

O Batalhão de Polícia Militar de Proteção Ambiental (BPMPA) identificou o desmatamento ilegal de 1.246,5121 hectares, em uma propriedade rural no município de União do Sul. A operação resultou na aplicação de R$ 7.232.560,50 em multas por infrações ambientais.

A ação foi desencadeada, após levantamentos realizados por meio de plataforma de monitoramento remoto, que apontaram indícios de extração florestal irregular na propriedade, entre os dias 31 de julho e 5 de agosto deste ano. Neste período, as equipes realizaram vistoria técnica no local e confirmaram a exploração seletiva ilegal de madeira com uso de motosserras.

Os policiais militares identificaram secções de toras, cepas, estradas de acesso e esplanadas clandestinas utilizadas para a atividade criminosa. Além do desmatamento, a equipe verificou que a exploração madeireira ocorria em uma área já interditada, caracterizando o descumprimento da medida administrativa.

Na área, também foram apreendidos 312 metros cúbicos de madeira em tora de origem ilícita, posteriormente destinados ao Conselho Comunitário de Segurança Pública do município de Marcelândia.

As multas aplicadas totalizaram R$ 7.232.560,50, sendo R$ 6.232.560,50 pelo desmatamento de vegetação nativa e R$ 1 milhão pelo descumprimento do embargo ambiental. Durante a operação foram lavrados Auto de Inspeção Técnica, Auto de Infração, Termo de Embargo/Interdição, Termo de Apreensão e Recibo de Doação.

 

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