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16 de julho de 2026

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‘Estupraram os servidores’: Wilson Santos celebra operação da PF e expõe empresas alvos de buscas

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Operação Fugazi mira grupo econômico que atuava em SP e RS aplicando golpes em funcionários públicos de Mato Grosso com juros abusivos

 

O deputado estadual Wilson Santos (PSD) usou a tribuna da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), nesta quarta-feira (15), para abordar sobre a Operação Fugazi, deflagrada pela Polícia Federal para aprofundar as investigações sobre um grupo econômico suspeito de utilizar operações de crédito consignado e cartão de crédito consignado para praticar, em tese, fraudes contra servidores públicos, aposentados e pensionistas mato-grossenses.

A operação cumpre 13 mandados de busca e apreensão nos estados de São Paulo e Rio Grande do Sul, expedidos pela Justiça Federal em Mato Grosso. A decisão judicial também determinou o sequestro de bens móveis e imóveis e o bloqueio de valores e ativos financeiros dos investigados. “A Justiça Federal mato-grossense acaba de determinar busca e apreensão em bancos que vêm roubando há anos servidores públicos de Mato Grosso. A informação que eu tenho aqui, lá em São Paulo, a polícia amanheceu lá atrás do grupo Capital Consig, que nós cansamos de denunciar nesta tribuna. E, também, Porto Alegre, Rio Grande do Sul. Foi juiz federal de Cuiabá que determinou busca e apreensão da Capital Consig que tem por trás o Banco Master”, declarou o parlamentar.

De acordo com informações divulgadas pela Polícia Federal, a investigação apura indícios de que empresas integrantes do grupo investigado teriam estruturado operações financeiras apresentadas aos consumidores como cartão de crédito consignado, mas que, na prática, funcionariam como empréstimos consignados. As operações envolveriam juros elevados e mecanismos que dificultariam a quitação das dívidas e poderiam ocasionar o aumento do saldo devedor.

Durante a sua fala, Wilson Santos voltou a denunciar o impacto dos consignados na renda dos servidores estaduais e afirmou que o superendividamento comprometeu o mínimo necessário para a manutenção de milhares de famílias. “Estupraram coletivamente os servidores públicos de Mato Grosso. Primeiro, ele foi levado de maneira fria, planejada, a um superendividamento sem precedentes na história do serviço público. Depois disso, abriram a porteira para mais de 30 bancos e sociedades de créditos. São mais de 60 mil servidores que foram abusados, enganados, ludibriados e estuprados por parte do Sistema Financeiro Nacional, por escritórios de advocacia de Mato Grosso e vários estados onde estão as sedes destes bancos e sociedades de créditos, fintechs, que praticaram juros de 4% a 5% ao mês e alguns destes crápulas em 6% contra o servidor que não conseguiu ter o mínimo existencial para pagar as contas, para garantir a sua sobrevivência e de sua família”, ressaltou.

O deputado avaliou que o avanço da investigação representa uma esperança de reparação aos servidores públicos que tiveram parte significativa dos salários comprometida pelas operações financeiras. “A Justiça tarda, mas chega. Ainda há magistrados honestos, corajosos, homens públicos que têm vocação para a vida pública, que não vêm para se enriquecer e, sim, verdadeiramente defender o povo. E, na crença destes dias, esperamos que a Justiça seja feita e, em breve, boa parte do que foi tirado dos bolsos dos servidores de Mato Grosso seja devolvido, como aconteceu em outros estados como Amapá, Amazonas, Goiás e Minas Gerais, que passaram por esse deserto outros servidores”, disse.

Alvos da Operação – Em um segundo momento, Wilson Santos voltou à tribuna e, em nome do Bloco Experiência e Trabalho, citou como alvos da operação os empresários Marcolino Medeiros Junior, Roberto Arduini Gomes Teixeira, Sven Stefan Padre Kuhn, Caspar Heinrich Menke, Yim Kyu Lee e Henrique Souza e Silva Peretto. Ele também mencionou a Capital Consig, Clickdigital Participações S.A., Clickbank Instituição de Pagamentos Ltda., Bemcardes Benefícios S.A., ABCCARD Cartões Ltda., Quiz Holding Ltda. e Cartos Sociedade de Crédito Direto S.A.

Desde 2025, o parlamentar mantém forte atuação na pauta dos consignados e no combate ao superendividamento dos servidores públicos estaduais, situação que considera um dos maiores escândalos da história do funcionalismo público de Mato Grosso. Ele participou de debates, reuniões e medidas voltadas à apuração das operações financeiras e à busca de alternativas para proteger a renda dos trabalhadores e está entre os deputados que assinaram a proposta para a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) na Assembleia Legislativa com a finalidade de aprofundar as investigações sobre os consignados.

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‘Chefona’ do tráfico que recrutava jovens como ‘mulas’ é presa pela Polícia Civil em Cuiabá

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Mulher de 45 anos era foragida e coordenava envio de drogas avaliadas em milhões para vários estados. Outra suspeita foi detida em Sinop

A Polícia Civil deflagrou, nesta quinta-feira (16.7), a Operação Égide, destinada ao cumprimento de ordens judiciais contra uma mulher apontada como líder de um esquema de tráfico interestadual de drogas.

Durante a operação, foram cumpridos dois mandados de prisão e dois mandados de busca e apreensão em Cuiabá e Sinop. Durante as diligências, os policiais também apreenderam aparelhos celulares, porções de entorpecentes e outros materiais que serão analisados no decorrer da investigação.

A ação foi coordenada pela 2ª Delegacia de Polícia de Barra do Garças e contou com o apoio da Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco) de Sinop, e da Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc) de Cuiabá.

A investigação teve início após a prisão de uma mulher com 10kg de Skunk, realizada pela Polícia Rodoviária Federal, em Barra do Garças. As informações obtidas durante essa ocorrência permitiram à Polícia Civil avançar nas investigações sobre a estrutura responsável pelo envio de drogas para outros estados.

Com o avanço das apurações, a Polícia Civil identificou uma mulher, de 45 anos, moradora de Cuiabá, apontada pela investigação como responsável por agenciar e recrutar jovens para o transporte de entorpecentes a diferentes regiões do país.

Segundo as investigações, a suspeita atuava na organização do transporte de drogas em esquemas com ramificações interestaduais e internacionais. De acordo com a Polícia Civil, ela era responsável por coordenar o envio de carregamentos avaliados em milhões de reais para diferentes estados brasileiros.

A investigada tinha três mandados de prisão em aberto, expedidos pela Justiça de Mato Grosso, e era considerada foragida. Após o cruzamento de informações, ações de inteligência e diligências de campo, a equipe da 2ª Delegacia de Polícia de Barra do Garças localizou o endereço onde ela estava.

Com a localização confirmada, os policiais civis realizaram a abordagem e deram cumprimento ao mandado de prisão e à ordem de busca e apreensão nesta quinta-feira (16).

A segunda prisão da Operação Égide foi cumprida em Sinop, com o apoio da equipe da Draco local. Uma mulher, de 26 anos, que atuava como “mula”, transportando entorpecentes.

A análise dos aparelhos celulares e dos demais materiais apreendidos poderá revelar novos detalhes sobre as rotas utilizadas, os financiadores do esquema, os fornecedores dos entorpecentes, os destinatários das cargas e outros jovens eventualmente recrutados para atuar como transportadores.

As investigações continuam com o objetivo de identificar e responsabilizar todos os integrantes da facção criminosa.

Com Assessoria 

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Aprosoja MT reconhece MP da renegociação das dívidas rurais como avanço, mas cobra aperfeiçoamentos

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Foto: Divulgação

A Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT) classificou como um avanço a publicação da Medida Provisória (MP) nº 1.376, que estabelece novas regras para a renegociação de dívidas de produtores rurais afetados por perdas climáticas e pela queda dos preços agrícolas. Apesar disso, a entidade avalia que a medida ainda não resolve de forma definitiva o endividamento acumulado nos últimos anos.

Segundo a Aprosoja MT, a MP incorpora propostas defendidas pelo setor produtivo, amplia as possibilidades de renegociação das operações de crédito rural e autoriza a criação de um fundo garantidor para fortalecer o acesso ao financiamento. No entanto, a entidade aponta que permanecem desafios, como a obrigatoriedade do pagamento dos juros durante o período de carência, os limites financeiros das linhas de crédito e critérios que ainda restringem o acesso de parte dos produtores aos benefícios.

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Pelas regras gerais, produtores e cooperativas que comprovarem redução de pelo menos 30% da renda bruta em duas ou mais safras, entre 2019 e 2025, em decorrência de eventos climáticos extremos ou da queda dos preços agrícolas, poderão renegociar suas dívidas em até oito anos. A primeira parcela do principal será paga após dois anos de carência, mas os juros deverão ser quitados durante todo esse período.

Já para os produtores que registraram perdas mais severas, com redução mínima de 40% da renda bruta em três ou mais safras, a MP prevê renegociação em até dez anos, com taxas de juros menores e limites de financiamento mais elevados.

A medida também permite incluir operações de investimento, custeio, comercialização e industrialização contratadas até o fim de 2025, desde que atendam aos critérios estabelecidos pela legislação. Além disso, autoriza a revisão das garantias das operações, permitindo reduzir garantias consideradas excessivas ou complementá-las quando necessário.

Outro ponto destacado pela Aprosoja MT é a possibilidade de renegociar valores que ultrapassem os limites das linhas oficiais diretamente com instituições financeiras, utilizando recursos de Letras de Crédito do Agronegócio (LCA), Poupança Rural ou outras fontes livres.

Na avaliação da entidade, um dos principais avanços da MP é que as operações renegociadas passarão a ser classificadas como novos financiamentos para fins de análise de risco, reduzindo o impacto negativo sobre o histórico de crédito do produtor e preservando o acesso a novos financiamentos.

A associação também considera estratégica a autorização para criação de um fundo garantidor do crédito rural, com participação da União, produtores e instituições financeiras. Segundo o Ministério da Fazenda, o aporte inicial do governo poderá chegar a R$ 2 bilhões.

Na avaliação da Aprosoja MT, o mecanismo poderá ampliar o acesso ao crédito, reduzir a exigência de garantias reais e contribuir para taxas de juros mais competitivas. Entretanto, a entidade defende que o fundo tenha caráter permanente e não seja restrito apenas aos produtores atingidos por eventos climáticos.

“O produtor precisava de uma resposta imediata, e parte dessa resposta chegou com a publicação da Medida Provisória. Reconhecemos os avanços incorporados ao texto, mas o problema do endividamento rural ainda não foi solucionado de forma definitiva. Continuaremos trabalhando para aperfeiçoar a medida durante sua tramitação no Congresso”, afirmou o presidente da Aprosoja MT e da Aprosoja Brasil, Lucas Costa Beber.

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Carolina Scheffer e CASACOR MT realizam noite de premiação nesta quinta

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A empresária Carolina Scheffer, em parceria com a CASACOR Mato Grosso, apresenta a tão aguardada noite de premiação da mostra. Nesta quinta-feira (16.07), serão revelados os melhores ambientes da edição 2026, que reúne 25 ambientes e uma ativação especial no Shopping Estação, assinados por cerca de 60 profissionais, entre arquitetos, designers de interiores e paisagistas.

A premiação dos ambientes de destaque representa o ápice do reconhecimento aos profissionais participantes, valorizando não apenas a excelência estética dos projetos, mas também a capacidade de transformar conceitos em experiências sensíveis, inovadoras e memoráveis.

O tema da edição 2026, “Mente e Coração”, norteou o desenvolvimento de toda a mostra e foi um dos principais critérios de avaliação. Mais do que evidenciar domínio técnico, os projetos foram concebidos para despertar emoções, provocar reflexões e estabelecer uma conexão genuína com o público.

O equilíbrio entre inovação e acolhimento, entre planejamento racional e sensibilidade, foi determinante para destacar os ambientes mais marcantes desta edição.

A premiação contempla sete categorias, cada uma voltada a um aspecto específico da excelência projetual. Todos os ambientes da mostra concorreram automaticamente em todas elas.

A escolha dos vencedores reuniu diferentes olhares: jornalistas convidados, que conheceram os ambientes em primeira mão; o voto do público, registrado presencialmente por meio de um QR Code; e a avaliação de um júri técnico, coordenado pela empresária Emili Ayoub, pioneira na realização da CASACOR em Mato Grosso.

Categorias

  • Melhor Projeto;
  • Melhor Experiência Sensorial;
  • Melhor Uso de Obra de Arte;
  • Ambiente Mais Tecnológico;
  • Projeto Mais Ousado;
  • Melhor Uso do Tema;
  • Ambiente Mais Memorável.

Os profissionais ou equipes vencedoras receberão um troféu oficial entregue pela diretoria da CASACOR Mato Grosso e por Carolina Scheffer, que também prepara uma grande surpresa para a noite de premiação.

O diretor da CASACOR Mato Grosso 2026, Luiz Hugo Queiroz, destaca que, na mesma noite, será lançado o Anuário CASACOR Mato Grosso 2026, publicação que reúne todos os ambientes, profissionais, empresas parceiras e patrocinadores da mostra.

Para encerrar a celebração, a programação contará ainda com um show de música ao vivo.

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